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21 de set de 2010

Itens de interesse na certificação de software médico


O I Curso Telepresencial de certificação de Software da SBIS/CFM que está sendo realizado em Ribeirão Preto tem como objetivo explicitar além dos tramites legais para a certificação de software médico, as funcionalidades e os componentes exigidos para o mesmo.
Alguns pontos que achei interessantes:

  1. Se o software oferece suporte a delegação de poder, ou seja, nova atribuição para um papel previmanente definido, esta deverá ser temporária. Essa delegação de poder pode ocorrer no caso de uma enfermeira, por exemplo, que irá inserir resultados de exames em prontuário na ausência do médico.
  2. É mandatório que o paciente tenha acesso a TODAS as informações contidas no prontuário eletrônico,caso ele assim deseje. Seja eletronicamente (acesso por meio de login e senha ou acesso por meio de um papel de usuário que permita realizar essa atividade pelo paciente), seja impresso. Nesta caso o sistema deverá disponibilizar uma interface para a impressão de todo o prontuário e uma declaração do usuário de que está recebendo essas informações.
  3. Não é permitido excluir ou alterar dados já existentes no Registro eletrônico de Saúde. Ações de correção devem preservar dados antigos e devem constar da impressão do prontuário.

27 de ago de 2010

A ALERT lança o ALERT® 2.6.0.3 que representa 100% da funcionalidade necessária para produzir um hospital sem papel na Holanda

Destacam-se funcionalidades inovadoras, que incluem a integração de uma nova agenda com o ALERT® PAPER FREE HOSPITAL, assim como perfis para terapeutas (Medicina Física e Reabilitação), visualização gráfica dos resultados das análises, formulário relativo à permissão de doação de órgãos, registo da morte do paciente e consequente possibilidade de interrupção de workflows, gestão de camas em ambientes cirúrgicos, cálculo do volume do medicamento a administrar/administrado, registo da data/hora da administração e verificação do código de barras da medicação/paciente. A nova versão contempla ainda a possibilidade de fazer registos hídricos (monitorização de entradas e saídas de líquidos num paciente), escolher uma abordagem SOAP ou não SOAP no ALERT® OUTPATIENT e a integração do ALERT® REFERRAL com o ALERT® OUTPATIENT, assim como autenticação LDAP.


A mais recente versão do ALERT® integra ainda os primeiros módulos do ALERT® CRM Services, uma solução que permite uma melhor e mais fácil comunicação entre a instituição, o médico e o paciente através de diferentes canais, como SMS, e-mail.

Além disso, o ALERT® apresenta novos desenvolvimentos relativamente a versões anteriores, nomeadamente uma reformulação do histórico do Processo Clínico Electrónico, uma melhoria no registo e consulta de análises clínicas e novos templates para diversas áreas do ALERT®.

A v2.6.0.3 do ALERT® significou um total de 271 desenvolvimentos que corresponderam, na totalidade, às funcionalidades necessárias para produzir um PAPER FREE HOSPITAL na Holanda, conforme determinado pelo roadmap conjunto dos hospitais Jeroen Bosch e Bernhoven.
Fonte: Alert News

14 de ago de 2010

Meu novo site com informações centralizadas de Tecnologia e Medicina


Não deixem de conhecer o meu novo site com informações centralizadas sobre medicina e tecnologia!
Agora com uma sessão para a Tecnologia da Informação e a Medicina, onde pode-se encontrar uma página dos produtos interessantes publicados no blog.
 
Uma pequena descrição dos mesmos ao se passar o mouse por cima da imagem, e clicando-se no produto desejado, uma nova página abre-se com o post correspondente do blog, onde há informações detalhadas do produto e os sites de referência.

Há também uma sessão sobre Telemedicina com exemplos do seu uso na atualidade.




E por fim, uma sessão dedicada aos Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde e aos Prontuários Eletrônicos do paciente muitos sites de referência e links de sistemas de gerenciamento médico de consultório online e agenda online de pacientes.




28 de jul de 2010

O Uso Significativo do Prontuário Eletrônico de Saúde e o Acesso à Informação

Já publiquei alguns textos do blog  CIBERSEGURANÇA E O DOMÍNIO PÚBLICO de  Ruy José Guerra Barretto de Queiroz, Professor Associado do Centro de Informática da UFPE, e o da semana passada é muito bom, onde ele comenta as regras divulgadas recentemente para implementação da reforma da saúde do governo OBAMA, com o uso do prontuário eletrônico do paciente (PEP). Leia o artigo na íntegra aqui.
"Esta semana o “U.S. Department of Health and Human Services” (HHS), através da Secretária Kathleen Sebelius, anunciou o que foi definido como sendo o conjunto de regras para, segundo suas próprias palavras, melhorar a saúde dos americanos, aumentar a segurança e reduzir os custos de assistência à saúde através do uso expandido do ‘prontuário médico de saúde’ – em inglês, ‘eletronic health record’, abrev. EHR.  Conforme o comunicado do HHS, o anúncio marca a conclusão de diversos estágios na preparação do terreno para a implementação do programa de pagamento de incentivos. Sob o regime da nova lei de assistência à saúde, o “Health Information Technology for Economic and Clinical Health (HITECH) Act” de 2009, profissionais de assistência à saude e hospitais elegíveis podem se candidatar a receber pagamentos de incentivos provenientes dos programas governamentais Medicare e Medicaid quando adotarem a tecnologia de EHR certificado, e usá-la para atingir determinados objetivos. Uma das regras anunciadas na ocasião define os objetivos do chamado “uso significativo” que os provedores de assistência médica devem atingir para se qualificarem para receber os pagamentos de bônus, enquanto que a outra regra identifica as capacidades técnicas exigidas para a tecnologia de EHR certificado. Entre outras coisas, as novas regras de “uso significativo” tratam de regulamentar o quanto as instituições de assistência médica poderão cobrar, e o período de tempo no qual as informações devem ser disponibilizadas ao paciente.
Em artigo publicado em 23/07/10 no New England Journal of Medicine sob o título ‘The “Meaningful Use” Regulation for Electronic Health Records’, David Blumenthal e Marilyn Tavenner afirmam que o amplo uso de prontuários médicos de saúde (EHR’s) nos Estados Unidos é inevitável, pois o EHR propiciará melhoras nas decisões dos provedores de assistência médica e nos resultados nos pacientes. Lembrando que, embora inevitável, a incorporação da tecnologia de prontuários médicos de saúde na prática cotidiana não será fácil, Blumenthal – que foi nomeado por Obama em 2009 “coordenador nacional de tecnologia da informação em saúde” – enfatiza que o programa prevê um total de 27 bilhões de dólares em prêmios a serem pagos nos próximos 10 anos.
Um dos princípios básicos por trás das novas regras é que, para ser útil, os dados têm que fluir. No caso dos dados relativos ao paciente, estes devem estar: 
  •  disponíveis para os próprios pacientes; 
  •  disponíveis para outros provedores de serviços de saúde, de modo que eles possam coordenar a assistência médica; 
  •  disponíveis para farmácias para que possam lidar com as receitas médicas eletrônicas; e 
  • disponíveis para agências governamentais para garantir a saúde pública, regular as instituições, e dar suporte à pesquisa pública para melhores curas.
Concretamente, as regras atuais de “uso significativo” buscam um equilíbrio entre o reconhecer a urgência de se adotar EHR’s para melhorar o sistema de saúde e o se dar conta dos desafios que a adoção deverá oferecer aos provedores de assistência à saúde. A idéia é que a regulação tem que ser ao mesmo tempo ambiciosa e atingível. “Como uma escada rolante, o HITECH tenta fazer subir o sistema de saúde em direção a uma qualidade e a uma eficácia melhoradas, mas a velocidade de subida deve ser calibrada para refletir as capacidades dos provedores que enfrentam uma variedade de desafios do mundo-real, e a maturidade da própria tecnologia.
Paralelamente, o HHS vem desenvolvendo um sistema para permitir que organizações independentes possam certificar os sistemas de EHR’s. Em conjunto com o anúncio das regras de “uso significativo”, foi divulgado o conjunto inicial de padrões, especificações de implementação, e critérios de certificação para a tecnologia de EHR. Digno de menção o incentivo explícito à submissão feito especificamente aos desenvolvedores de sistemas de código aberto.
Entre os principais objetivos das novas regras está o de incentivar o uso de diversos aplicativos de software que permitam explorar o verdadeiro potencial dos EHR’s na melhora da qualidade, da segurança, e da eficiência da assistência médica. Em particular, ajudar o médico na tomada de decisão, minimizando inclusive as chances de ocorrência de erros que podem evitados, tais como a prescrição de medicamentos incompatíveis com a condição do paciente. E para se candidatar ao pagamento dos incentivos, os médicos devem começar empregando tais ferramentas de suporte à decisão, bem como usar os sistemas de EHR para registrar todas as suas prescrições, sobretudo as de medicamentos. No entanto, somente quando também os provedores de serviços (hospitais, clínicas) passarem a entrar com seus registros no EHR do paciente, o sistema poderá efetivamente melhorar a qualidade da assistência. E, naturalmente, para começar a estender os benefícios dos EHR’s aos pacientes, as exigências de uso significativo deverão incluir o fornecimento de versões eletrônicas de seus prontuários médicos aos pacientes e seus familiares ou responsáveis."

25 de jun de 2010

Brasília ganha mais um hospital paperless

Distrito Federal já possui 1,7 milhão de prontuários eletrônicos na web.

A partir desta quarta-feira, o Hospital Regional da Asa Norte, localizado em Brasília (DF), contará com o sistema de prontuário eletrônico do paciente (PEP) desenvolvido pela InterSystems. A plataforma cobrirá todos os processos de atendimento do paciente, desde a entrada no hospital até a prescrição feita pelo médico.
Implementado em 75 dias, o hospital é a quinta instituição pública de saúde que contará com este tipo de sistema. O objetivo do projeto é reduzir o custo com desperdício de materiais e medicamentos, melhorar a gestão hospitalar e a qualidade do atendimento prestado no local.
Atualmente o sistema é acessado por mais de 7 mil profissionais da saúde e possui 1,7 milhão prontuários registrados em Brasília. O projeto executado pela empresa instalará a plataforma em 17 hospitais e 63 centros de saúde até maio de 2011, atendendo uma população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes.
De acordo com o diretor de negócios em saúde da InterSystems, Fernando Vogt, os benefícios com a implementação do prontuário eletrônico vão além da redução de custo, pois a melhora no gerenciamento de materiais hospitalares e medicamentos traz, automaticamente, mais eficiência no atendimento prestado aos pacientes. "Em outras unidades conseguimos reduzir em 50% o desperdício de medicamentos e sua má administração, também reduzimos o número de exames realizados sem necessidade pelos pacientes, o que gerou uma boa economia de recursos e tempo", afirma Vogt.
Para reduzir a resistência dos profissionais de saúde garantir a rápida adaptação ao sistema, o software foi desenvolvido com o auxílio de médicos e enfermeiras, que utilizam cada vez mais ferramentas online para consultas e pesquisas. "Nos últimos três anos notamos uma queda na resistência a plataformas e ferramentas online por parte dos médicos", informa o diretor da empresa.
por Guilherme Batimarchi
23/06/2010
Saúde Business Web

31 de mai de 2010

Sistema Alert reduz custos de R$ 8 milhões em hospital

Benefício foi comprovado por meio de um estudo realizado por uma universidade em uma instituição de 350 leitos

Um estudo realizado por uma universidade comprovou que o sistema Alert é capaz de gerar uma economia de R$ 8 milhões ao longo de ano em um hospital com 350 leitos. É nesses bons resultados que a Alert se baseia para desenvolver novos projetos em todo o mundo.

No Brasil, a companhia prevê a conclusão de alguns projetos ainda em 2010 como, por exemplo, o que está sendo implementado na Unimed de Belo Horizonte e o da Secretaria de Estado de Minas Gerais.

Além disso, o diretor de Serviços da Alert, Miguel Rocha destaca o projeto de atenção primária que será implantado no Hospital Albert Einstein de São Paulo. "Esse será sem dúvida uma demonstração da nossa capacidade de criar uma região digital". Um projeto com a mesma lógica também será implantado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

"Temos uma base instalada de uma dimensão significativa no Brasil e agora estamos a apoiar a implementação da produção do nosso sistema no México e no Chile", comenta.

A Alert tem investido nos últimos seis anos em média 20% de suas vendas em desenvolvimento. Para o CEO da companhia, Paulo César Guimarães isso comprova o motivo da aceitação do seu produto que está presente em mais de 10 países.

"O ano passado foi muito positivo para a Alert, pois registramos crescimento significativo em relação a 2008. Já em 2010, projetamos um avanço no Brasil e no mundo provando a garantia de que nosso produto obedece aquilo que é mais exigente do ponto de vista da indústria, do software clínico", conclui.

por Thaia Duó
no Saúde Business Web

8 de jan de 2010

Gratuito para teste o P2D - Prontuário eletrônico Universal!


Já está disponível para teste o Prontuário Eletrônico Universal P2D, que conta com unificação de  todos os dados clínicos dos pacientes em uma única base de dados, acessível a qualquer momento, de qualquer lugar.  Auxilia na organização das informações, na prevenção, no diagnóstico e no tratamento clínico.

O sistema é multi-plataforma, rodando em Windows, MacOS e Linux. O prontuário universal P2D implementa a arquitetura openEHR, e foi criado para operar no conceito de cloud computing.

Com o módulo eDocumentos do Prontuário Universal P2D é possível digitalizar os dados que estão no papel, processo baseado em etiquetas de código de barra que são reconhecidas pelo sistema e vinculam automaticamente o documento ao paciente.


A P2D possui rotinas automatizadas para importação de vários sistemas de mercado (HiDoctor, PersonalMed, Doctor's Office, EasyDental).
O Prontuário Universal P2D atende às exigências de segurança, guarda de informação e normas para digitalização de documentos da SBIS/CFM.

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