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29 de jul de 2009

ALERT® - soluções para a informatização dos serviços de saúde

O software ALERT é uma solução operacional para todos os ambientes de prestação de cuidados à saúde com a capacidade de produzir ambientes clínicos totalmente sem papel. O sistema permite a introdução, em tempo real, de toda a informação clínica do paciente, em telas sensíveis ao tato (touch-screen). O software permite a realização de triagem por meio do Protocolo de Manchester* ou qualquer outro protocolo de classificação de riscos, com consulta em tempo real aos dados dos pacientes e interação entre as equipes dos profissionais da saúde.
Outro aspecto do ALERT é o fato de controlar o acesso à informação clínica por meio de identificação biométrica dos usuários (impressão digital) e de identificar pacientes por meio de fotografia digital e códigos de barra em pulseiras. Isso garante segurança tanto ao paciente quanto à instituição de saúde. O ALERT também tem capacidade de “conversar” com outros programas de gestão administrativa, sendo membro do IHE, instituto que produz protocolos para a troca, gerenciamento e integração de informações pertinentes aos cuidados do paciente, assim como a administração, distribuição e avaliação dos serviços de saúde. A vantagem para os clientes ALERT é a possibilidade de interoperabilidade entre seus sistemas de informação, sem prejuízo ou necessidade de substituição de programas já instalados.

  1. ALERT® PHF – PAPER FREE HOSPITAL: sistema de informação clínica hospitalar para o registo e consulta de dados em tempo real. Este software permite fazer a gestão de toda a informação sobre os doentes e respectivos episódios clínicos desde o momento da entrada até que lhes é atribuída alta. Foi fechado acordo com a UNIMED-BH em Nov/2008 para softwares clínicos Alert –Paper Free Hospital para as unidades de serviços próprios da Unimed-BH, e o Alert – Private Practice para os consultórios dos médicos cooperados.
  2. ALERT® ER uma solução para urgências hospitalares que possibilita o registo, a interligação, a reutilização e análise de toda a informação relativa aos episódios de urgência.
  3. ALERT® MANCHESTER é uma aplicação informática para triagem de doentes nas urgências hospitalares. Atualmente é utilizado no HPS João XXIII e está em afse de implantação no PA do Hospital das Clínicas da UFMG.
  4. ALERT® OUTPATIENT faz a gestão da informação relativa às consultas externas. Usado atualmente pelo Grupo Santa Casa de Belo Horizonte no Centro de Especialidades Médicas. Entre outras características do Alert Outpatient estão incluídos os Motivo da Consulta; Consultas anteriores (o profissional pode acessar visitas anteriores do paciente, bem como visualizar informações detalhadas sobre ele, como sinais vitais, diagnósticos, exames de imagem, administração medicamentosa e prescrição; e Avaliação infantil.
    Também quanto a fatores e avaliações de risco, o médico pode medir todos os fatores associados a diferentes tipos de doença: doenças cardiovasculares ou de Diabetes Mellitus, por exemplo. Para cada uma das avaliações de risco, o Alert disponibiliza um formulário específico com um conjunto de questões que irão determinar, no final, um determinado nível de risco. Outra vantagem do Alert é que oferece a oportunidade de criar e marcar processos cirúrgicos e de internação, sempre que necessário.
    Também quanto a Medicina Física e de Reabilitação, o Alert disponibiliza planilha que lista os pacientes diários com procedimentos agendados para a Medicina Física e Reabilitação (MFR), onde é possível visualizar dados pessoais e clínicos do paciente. O Alert possibilita também a criação de fichas de avaliação de Medicina Física e de Reabilitação de acordo com avaliação de funcionalidade e o Plano de Intervenção.
  5. ALERT® CARE é um sistema de informação clínica para Centros de Saúde e Instituições de Saúde Pública que faz a interligação de toda a informação clínica de Cuidados de Saúde Primários, além de uma ligação, através de telemedicina, entre Centros de Saúde e Hospitais. Provavelmente será empregado nas unidades de saúde da prefeitura de Belo Horizonte, seguindo a linha de informatização da saúde em Minas Gerais.

26 de jul de 2009

Prontuário eletrônico com Microsoft Office e comandos de voz para inserir dados


Você está entre os 75% dos médicos que ainda não implementaram um solução de prontuário eletrônico para seu consultório ou clínica? Quanto tempo você vai esperar?
O software de Registro Eletrônico de Saúde gloEMR prontuário eletrônico 4.0 explora o poder do Microsoft Word e a indústria líder de tecnologia de reconhecimento vocal para ajudar a captar mais detalhes específicos de cada consulta.
Seu painel principal permite visualizar e gerir informações do paciente com apenas um clique. gloEMR acrescenta o poder do Microsoft ® Office Word ™ e de várias outras normas com base em tecnologias Microsoft para fornecer uma interface amigável EMR que torna o seu escritório mais produtivo.
A novidade desse software é a interface já globalmente conhecida do Microsoft Word e sua intuitiva facilidade de uso, com uma adiocional facilidade: o reconhecimento de voz. Esse recurso permite que enquanto você dita, o gloEMR converte seus comentários , em tempo real, em documentos.
É possível usar os comandos de voz para inserir:
  • Comentários e notas da consulta clínica
  • Imprimir precrições e material educativo
  • Inserir diagnóstico e códigos de procedimento
  • Fax e cartas

6 de jun de 2009

Google e Microsoft numa competição saudável e outros sistemas de registro em saúde

Os rivais tecnológicos Google e Microoft lançaram sistemas semelhantes de registro eletrônico de saúde em 2007. Com o Google Health e o Microsoft HealthVault, os consumidores podem manter um registro digital de saúde que contém vários dados de consultórios médicos , hospitais, farmácias, e até mesmo dado inseridos pelos próprios pacientes.
"Este é o mundo que a Microsoft e a Google estão tentando entrar. Eles estão tentando conectar a informação que existe em vários lugares do sistema de cuidados de saúde com os consumidores que pretendem ser pró-activos em reação a sua saúde." disse Matthew Holt, co-fundador do Evento Health 2.0 e autor do The Health Care Blog.
Ambas as empresas estão em estágios iniciais de seus esforços, tendo lançado um primeiro produto Web-based que permite armazenar uma grande variedade de registros pessoais de saúde.
Mas Microsoft e Google não estão sozinhos neste espaço. WebMD e Revolution Health também oferecem ferramentas para o registro pessoal de saúde. Esforços como os de Dossia e Aetna estão trabalhando diretamente com os empregadores para oferecer opções de sistemas de registro de saúde para seus funcionários. Entretanto, alguns fornecedores, como a Kaiser Permanente, oferecem seus próprios registros de saúde.
Apesa de todas as vantagens de acesso a dados de saúde desses sistemas, a privacidade desses dados ainda preocupa. Mesmo afirmando que o consumidor estará no controle do acesso a esses dados, a forma como eles serão manipulados causa preocupação, especialmente se a Google e Microsoft não estão sujeitas ao Ato de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros de Saúde (HIPAA), a legislação federal que regula como os médicos e hospitais devem manipular dados.
Outra questão é a diversidade de fontes usadas para incluir dados nos registros de saúde. Uma das mais ricas é o faturamento, mas como um caso recente ilustra, tais registros também são propensas a erros.
O paciente Dave deBronkart usou dados no seu Google Health compilados a partir de códigos de faturamento utilizado pelas companhias de seguros para reembolsar médicos e hospitais, aparecendo erros como idade, mas também outros de antecedentes ou condições prévias e saúde, incluindo um aneurisma da aorta que ele nunca teve.
A Google anunciou em 27 de Abril que iria mudar as suas políticas, no que diz respeito aos dados, e enviar apenas o texto e as informações digitadas pelo médico, deixando de fora os dados relacionados ao códigos de faturamento. "O resultado será informação e dados mais precisos e úteis nos ' Perfis de Saúde da Google", divulgado no blog da Google.
Uma grande diferença: o esforço do Google está focado sobre o consumidor, enquanto a Microsoft investe na Amalga Life Sciences, que ajuda pesquisadores e outros profissionais da indústria de saúde a gerenciar e organizar dados clínicos.
Dados os riscos e benefícios, quem ficará à margem e quem usará esses serviços? Certamente isso é uma decisão individual.
Traduzido livremente da Cnn.com/technology

3 de jun de 2009

Certificação de softwares ou certificação digital?

Uma explicação antes do artigo:
A SBIS - Sociedade Brasileira de Informática em
Saúde
- é uma entidade que tem como objetivo promover o desenvolvimento de todos
os aspectos da Tecnologia da Informação aplicada à Saúde, mais especificamente:
  • estimular atividades de ensino nos diversos níveis de
    pesquisa científica e de desenvolvimento tecnológico;
  • promover eventos científicos e outras atividades de
    divulgação e intercâmbio de idéias e informações;
  • incentivar à coordenação entre indivíduos e/ou grupos;
  • contactar e colaborar com a sociedades afins;
  • contribuir para a elaboração da política de saúde e para
    a promoção e incentivo na utilização de padrões para a representação da
    informação em saúde.

A SBIS organizou o Manual de Certificação para Sistemas de
RegistroEletrônico em Saúde (S-RES), juntamente com o CFM, através da Câmara
Técnica de Informática em Saúde e Telemedicina, desenvolvendo o processo
de certificação de sistemas informatizados em saúde.

O Sistema de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES) é
qualquer sistema que capture, armazene, apresente, transmita ou imprima
informação identificada em saúde, e atualmente a SBIS tem o processo de
certificação para os S-RES enquadrados nas categorias Assistencial Ambulatorial
(S-RES voltados para a assistência ambulatorial, tais como: sistemas de
automação de consultórios clínicos, de informação ambulatorial, de unidades
básicas de atendimento à saúde, etc., assim como a parte ambulatorial de
sistemas hospitalares ou de sistemas integrados de informação em saúde) e TISS
(Categoria dirigida ao atendimento do padrão TISS da ANS, em
especial aqueles em uso por operadoras de planos de saúde e prestadores de
serviços de saúde, também os aplicativos de comunicação -"empresas de
conectividade"- que realizam a troca de informações entre Operadoras e
Prestadores), e em breve serão abertas também para GED (Sistemas de
gerenciamento eletrônico de documentos, utilizados para o armazenamento e
visualização de documentos relacionados à informação de saúde).


por Thaia Duo
03/06/2009
"Ambos os processos visam melhorar a qualidade dos sistemas e isso já está acontecendo", comenta o presidente da SBI, Claudio Giulliano
"O documento eletrônico é uma informação gerada, não registrada em papel, com validade jurídica-legal somente com assinatura digital, no padrão ICP-Brasil", é assim que o presidente da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), Claudio Giulliano da Costa, define a certificação.
Para ele, a adesão aos padrões nacionais e internacionais é viabilizada pela certificação, além de prover maior integração e interoperabilidade. "Temos uma realidade mista de pessoas que não utilizam mais papeis, porém também não se adequaram com a certificação digital e, mesmo assim, tem suas informações seguras", declara.
A certificação de softwares, de acordo com ele, é um processo de auditoria a partir de normas, enquanto a digital é um arquivo no computador que identifica a pessoa.
"Ambos os processos visam melhorar a qualidade dos sistemas e isso já está acontecendo", finaliza Giulliano.

30 de mai de 2009

Fórum sobre Padrões de Informação em Registro Pessoal de Saúde

TI do Hospital Sírio-Libanês promove um OPEN FORUM sobre Padrões de Informação em Registro Pessoal de Saúde (Personal Health Record)
No próximo dia 3 de junho, a área de Tecnologia da Informação do HSL promoverá um Open Forum sobre Padrões de Informação em Registro Pessoal de Saúde (Personal Health Record) que trará para o debate temas atuais da Informação na Saúde como Padrões Nacionais e Internacionais de Informação em Saúde, Harmonização com padrões internacionais de terminologia médica (Snomed, Loinc) e a Interoperabilidade entre sistemas de informação em saúde.
O destaque do evento será a presença do palestrante estrangeiro JOHN RITTER, renomado especialista de Tecnologia da Informação na área da Saúde. Contaremos ainda com a presença das Dra. JUSSARA MACEDO PINHO ROTZSCH e da Dra. BEATRIZ LEÃO.
JOHN RITTER é o Gerente de Tecnologia da SNOMED Terminology Solutions Division do College of American Pathologists, além de Diretor da Diagnostic Intelligence and Health IT Initiative (DIHIT), Presidente do HL7 EHR Working Group; e membro do Comitê Técnico da ISO TC/215 .
A Dra. JUSSARA MACEDO PINHO ROTZSCH é a Gerente Geral de Integração com o SUS da AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR (ANS) e a Dra. BEATRIZ LEÃO é Presidente do Conselho Consultivo do Instituto HL7 Brasil.
O evento é gratuito, voltado para a área de TI, e conta com o apoio do Instituto HL7 Brasil e é voltado para empresas de Tecnologia em Saúde, gestores de TI em hospitais, clínicas e instituições, desenvolvedores de soluções de informática, instituições acadêmicas e informática, com foco em saúde.
Para participar, é necessária a confirmação da sua presença através do e-mail fabiana.barbeito@hsl.org.br
  • Serviço :
  • Evento: Padrões de Informação em Registro Pessoal de Saúde (Personal Health Record)
  • Data: 3 de junho de 2009
  • Horário: 14:00 ás 16:30 hs
  • Local: Auditório I do IEP/HSL - Rua Cel. Nicolau dos Santos, 69 – Bela Vista
  • Programa :
Arquitetura de Sistemas Integrados - Dra. Beatriz Leão
Terminologia e Vocabulários em Sistemas de Informações em Saúde - Dra. Jussara Macedo Pinho Rotzsch
Padrões de Informação em Registro de Informação em Saúde - John Ritter
Espaço aberto para discussão com os palestrantes
Fonte: SBIS News - Grupo de notícias Yahoo

29 de mai de 2009

P2D - Prontuário eletrônico universal é lançado na Hospitalar 2009

A P2D, empresa de tecnologia em saúde, com sede em São José dos Campos, lança na Feira Hospitalar 2009 o Prontuário Eletrônico Universal P2D – moderno e inovador, desenvolvido para organizar, centralizar e facilitar os registros de saúde dos clientes de consultórios e clinicas.

O prontuário universal é um sistema que atende a praticamente todas as especialidades médicas, está disponível em português e conta com um banco de dados atualizado dos médicos com CRM ativo no Brasil, com praticamente todos os exames de diagnósticos disponíveis atualmente, bem como todos os medicamentos regulamentados no Brasil.

Com poucos cliques, o médico poderá verificar sua agenda, selecionar o paciente a ser atendido, monitorar a fila de espera, elaborar a ficha de anamnese, solicitar exames complementares, prescrever medicamentos, além de documentar toda a consulta ao mesmo tempo em que conversa com o paciente.

“O prontuário eletrônico universal é uma ferramenta para por fim ao uso de papéis, pastas, fichas e prontuários manuais nas clínicas e consultórios. Atualmente os pacientes chegam às consultas com muitas pesquisas feitas na internet e o médico tem que acompanhar a evolução da informação. Para isso, nada melhor do que centralizar todas os dados em um sistema online, prático, organizado e funcional”, comenta Alexandre Marcelo, sócio fundador da P2D.

As principais características do sistema:
. Organiza e centraliza todas as informações de saúde do paciente em um único lugar
. Acessível a qualquer momento, de qualquer lugar
. Armazenamento seguro dos dados, backup gerenciado pela P2D
. Rigoroso controle de acesso - senha, certificado digital ou biometria
. Compartilhamento de dados com o corpo clínico
. Economiza tempo - elimina trabalhos burocráticos
. Personalizável a todas as especialidades de saúde
. Possibilidade de importação de dados de outros softwares – sem perda do histórico ao migrar para o prontuário P2D
. Digitalização e indexação de documentos impressos – transforma seu acervo de prontuários em papel em um eficiente acervo digital
. Prontuários com valor legal.

“A P2D permite uma visão longitudinal da saúde dos indivíduos, reunindo informações do passado, atuais e perspectivas para o futuro. Essa reunião de dados, quando bem analisada, auxilia na prevenção, no diagnóstico e no tratamento clínico”, declara Ricardo Auriemo, sócio da Touch Tecnologia e da P2D.

Tecnologia P2D - Com uma interface simples e fácil, o prontuário universal P2D segue padrões internacionais de tecnologia, o que garante a sua integração com centros de diagnósticos e hospitais.

O produto é hospedado em data center com alta confiabilidade e excelente desempenho, portanto o aplicativo pode ser utilizado em praticamente qualquer computador conectado à internet.

Prontuário eletrônico universal P2D -
O prontuário universal P2D poderá ser contratado pelo site - http://www.p2d.com.br/ e é comercializado seguindo o modelo de licenciamento de uso em Consultórios, Centros Clínicos e Universidades. A assinatura mensal custa R$ 99,00 e os primeiros 30 dias são gratuitos.

A P2D foi fundada por engenheiros da USP e ITA em 2007. Desde o início a P2D recebeu o reconhecimento de importantes competições de empreendedorismo como: Desafio GV Intel de Empreendedorismo, Venture Capital e o Idea to Product Competition.

Perfil - Em 2009, a P2D juntou-se ao grupo Touch Tecnologia, responsável pelo sistema de gestão operacional da DASA (Diagnósticos da América), a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina, que hoje processa mais de 100.000 exames por dia, em todo o Brasil.

A missão da P2D é organizar a informação de saúde dos indivíduos, tornando-a universalmente acessível e útil. O Prontuário Universal P2D é uma plataforma de internet com capacidade para armazenar milhões de registros clínicos e oferece a possibilidade de integração com diversos outros sistemas do setor de saúde. No futuro, a P2D espera reunir mais de 80 mil Profissionais de Saúde e cerca 40 milhões de usuários.
Fonte: Fator Brasil

20 de mai de 2009

Hong Kong instalará sistema de registro médico centralizado


O ministério de Alimentos e Saúde do governo de Hong Kong, na China, propôs estabelecer um sistema centralizado e universal de registro eletrônico de saude para todos seus habitantes, que permitirá o intercâmbio padronizado de dados entre os provedores de serviço, órgãos governamentais, pacientes, e pagadores.


Será formado um Escritório de Registros de e-Saúde, com um orçamento de mais de 300 milhões de dólares por ano, e que terá entre 200 a 300 empregados.


Espera-se que o primeiro projeto, que usará smartcards para hospitais, comece a funcionar em 2010. O orçamento total de projeto é de mais de 1 bilhão de dólares de Hong Kong (taxa de câmbio: 7.7 HKD para 1 USD).

Resumo por Renato M.E. Sabbatini.

12 de mai de 2009

Holanda tornará obrigatório o Registro Eletrônico de Saúde


Instituições holandesas que lidam com a saúde da criança utilizarão os registos de saúde electrónicos (EHRs) até ao final de 2009, segundo o ministro da Saúde da Criança.

O Ministro holandês Andre Rouvoet disse que os arquivos eletrônicos irão incluir informações sobre o histórico de saúde da criança, a sua situação familiar, e várias outras circunstâncias. O sistema é projetado para ajudar a melhorar a qualidade de saúde da criança, recolhendo todas as informações cruciais sobre um histórico médico da criança em um documento central que pode ser consultado por pessoal autorizado.

Quando o sistema estiver totalmente implementado, todos os recém nascidos receberão um arquivo electrônico após seu primeiro contato com uma instituição de saúde, de acordo com Rouvoet.

Fonte Citação: Naditz, Alan. "Holanda para ir electrónico com saúde da criança pelos registros tardios 2009. (telemedicina news) (Breve artigo). "Telemedicina e e-Saúde 14,8 (outubro 2008): 734 (1). Académica OneFile. Gale. CAPES. 10 de Maio de 2009 .

7 de abr de 2009

Cartão Nacional de Saúde ou Cartão do SUS




1- O que é:
O Cartão Nacional de Saúde ou Cartão do SUS é um documento pessoal que identifica o usuário do SUS, reunindo suas informações pessoais e dados sobre procedimento clínicos que já realizou, que remédios toma, etc.
2- Finalidade:
Conhecer quem está sendo atendido, por quem, aonde, como e com quais resultados.
Toda vez que acontece um atendimento em um estabelecimento público de saúde ele é registrado por meio do cartão do paciente no banco de dados do SUS. Todos os prontuários de pacientes ficam disponíveis na rede do sistema, desta forma, mesmo que o atendimento seja feito em outros estabelecimentos e até mesmo em outros estados, o sistema é atualizado e é possível que o médico saiba o que já foi feito.
Com isso, o Cartão do SUS tem a finalidade de:
  • Fornecer um histórico confiável do paciente;
  • Imediata identificação do paciente, gerando assim agilidade no atendimento;
  • Acesso a medicamentos mais facilmente;
  • Melhoria da gestão: revisão de processo de compras de medicamentos, integração dos sistemas de informação, acompanhamento dos processos de referência e contra-referência dos pacientes, revisão dos processos de financiamento e racionalização dos custos, acompanhamento, controle, avaliação e auditoria do sistema e serviços de saúde, além da gestão e avaliação de recursos humanos.
Seguindo a proposta de municipalização dos serviços de Saúde, as prefeituras são responsáveis por fazer o cadastro de todos os cidadãos no SUS.
Em São Paulo este cadastro foi feito pelos Agentes Comunitários de Saúde, mas que não recebeu sua visita pode providenciar o Cartão do SUS diretamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima. Para fazer o cadastro na UBS é preciso levar documentos para comprovar informações pessoais como: RG, CPF, número dePIS/PASEP (se possível) e comprovante de endereço.
Em 2007, Belo Horizonte completou 1,9 milhão de pessoas cadastradas no Projeto do Cartão Nacional de Saúde (cerca de 84% da população da cidade).
Cartão Profissional:
Os profissionais envolvidos nas unidades de saúde onde está sendo implantado o Cartão Nacional de Saúde também precisam ser cadastrados para que possam receber seus cartões de identificação, igualmente baseados no número PIS/Pasep.
O cadastramento foi idealizado nos mesmos moldes do cadastramento de usuários, um formulário foi concebido pelo Ministério e o Departamento de Informática do SUS (Datasus) desenvolveu um aplicativo para entrada de dados.
Os cartões de profissionais também são encaminhados às secretarias municipais de saúde, juntamente com as correspondências lacradas que contêm as senhas de acesso ao sistema.
Essa senha é pessoal, sigilosa, intransferível, está gravada na tarja magnética do cartão e permite a identificação do profissional que faz atendimento, lança ou extrai dados do sistema.
Fontes:

29 de mar de 2009

Google Health responde: Porque os médicos iriam aderir a esse serviço de registro de informações de saúde online?

O que adaptei a abaixo é uma tradução livre de parte de uma entrevisa de Amy Tenderich do blog DiabetesMine com a Missy Krasner, Gerente de Marketing de Produto do Google Health.

Amy Tendrich (DiabetesMine): Como você pode garantir que os médicos estarão dispostos a acessar (ou serão capazes) as informações on-line dos pacientes - considerando que eles não tem qualquer incentivo, inclusive financeiro, ligado a essa tecnologia?

Missy Krasner (Google Health): "Boa pergunta. Hoje, os médicos ainda são muito dependentes do papel. Ou eles usam software de rede interna. Uma coisa que estamos vendo, porém, é uma curva de adoção. Quanto mais pacientes estiverem online convidando seus médicos a acessarem as informações deles, mais médicos mostrarão interesse. É como a onda de pacientes que procura informações online sobre suas condições clínicas e as levam impressas para a consulta. Nós acreditamos na pressão do mercado para levar mais e mais médicos aos serviços online.
Estamos trabalhando para permitir compatilhamento de informações, de modo que você poderia enviar um convite para o seu médico, ou a sua mãe, ou outro membro da família, e convidá-los para ver o seus dados de saúde. Se os médicos queiriam trabalhar proativamente com esta informação, eles terão de importá-la para o sistema do hospital ou clínica, que é compatível HIPAA. ( The Health Insurance Portability and Accountability Act -uma lei federal dos EUA aprovada em 1996 que define os requisitos básicos que devem cumprir planos de seguro de saúde, incluindo as regras da informação médica privada do paciente.)
Quanto ao reembolso (estímulo financeiro), há uma grande onda de eConsultations neste momento. As pessoas estão fazendo pressão para o reembolso dessas "visitas virtuais do médico" , e eu acho que isto é algo a considerar dado os efeitos dessa pressão atualmente. Alguns médicos dizem que lhes poupa tempo, porque ele economizamo tempo de uma consulta física (oposto de consulta virtual). Estas são questões globais para o cenário dos cuidados de saúde nos EUA que estamos monitorando ".

21 de mar de 2009

Google Health - O que é, quem financia e a política de privacidade dos dados médicos


  • O que é:
O Google Health fornece um perfil personalizado para usuários do Google com dados contendo seu histórico médico. Fazem parte do histórico dados pessoais como peso, altura, idade, sexo e dados clinicos alergias, medicamentos que faz uso, cirurgias às quais foi submetido, resultados de exames, vacinas, etc. Esta é uma forma de compilar todas as suas informações de saúde em um mesmo local, facilita a busca de históricos de tratamentos e diagnósticos antigos, localização de profissionais, entre outros. Apesar de se encontrar apenas em inglês e a possibilidade de importação de seus dados médicos a partir de de bancos de dados brasileiro não ser existir, você poderá, caso deseje, colocar os dados manualmente.
Ainda há ferramentas para pesquisa de condições médicas, como Diabetes ou Hipertensão, além dos sintomas como cefaléia ou febre.

Também é possível consultar medicamentos e interações medicamentosas, procurar serviços de saúde e médicos (ainda não disponível no Brasil).



  • Financiamento:
Segundo o Google, o serviço Google Health será de graça e as informações pessoais não serão compartilhadas, porém, informações anônimas poderão ser capturadas e utilizadas. Por isso os usuários deverão aceitar os 2 termos logo no início do cadastro.

A ferramenta não terá anúncios publicitários da mesma forma que outros serviços do buscador como o Google News, mas, apesar disso, será lucrativo, porque aumentará o fluxo de usuários para outras páginas do Google.

O Google Health é um sistema aberto a outras empresas ou instituições que queiram oferecer serviços diretos para o consumidor, como tabelas de medicamentos ou lembretes para vacinas, mas insistiu em que nenhum dado será compartilhado sem o consentimento do paciente.
  • Privacidade:
"Nosso modelo se baseia em que o proprietário dos dados tem o controle sobre quem pode vê-los", disse Schmidt em uma conferência da Sociedade de Sistemas e Informação e Gestão dos Serviços de Saúde dos Estados Unidos.
Especialistas em privacidade de dados de saúde demonstraram suas dúvidas sobre este projeto e outros similares. O Google não está só, pois dúzias de empresas oferecem serviços de gestão de dados médicos na Internet.
Bob Gellman, consultor de políticas de privacidade e informação em Washington, afirma que o serviço do Google apresenta os mesmos riscos para a privacidade dos pacientes que o de outras companhias semelhantes na rede."Um dos principais riscos é que estes dados privados acabem nas mãos de empresas de marketing", disse Gellman à Agência Efe. O consultor, que fez um estudo sobre o assunto para o Fórum Mundial da Privacidade, explicou que firmas como o Google não são necessariamente obrigadas a respeitar a HIPAA, uma lei federal que impede, entre outras coisas, que a informação médica seja utilizada com fins comerciais. Embora estes serviços tragam vantagens para os pacientes, "pode ser também complicado para os pacientes", opinou Gellman. "Muitos consumidores não são capazes de decidir quem pode ter acesso a seu histórico médico e quem não pode", destacou.
clique aqui e saiba mais sobre a política de privacidade do google health

12 de mar de 2009

Sistemas eletrônicos de Registros Médicos

Darren Hauck/The New York Times

O Dr. Theodore Praxel, diretor da clínica Marshfield, mostra um registro médico digital


O futuro da medicina passa pelo futuro da medicina digital. E ela é cada vez mais acessível e presente no nosso cotidiano.
Quem imaginaria há cerca de 15 anos, quando me formei, que poderíamos ter lista de discussão sobre casos médicos na internet, com acesso a tomografias online, ecodopller, exames laboratoriais a um clique de distância? Que poderíamos acessar caixa de e-mails, msn, assistir a programas de televisão pelo celular?
Isso tudo é uma realidade indiscutível atualmente. E assim vem sendo com registros médicos.

Na área das políticas de assistência médica nacionais existe amplo consenso de que transferir os registros de pacientes do papel para o computador é essencial para melhorar a qualidade do atendimento e conter custos.

O registro no papel é um documento passivo e histórico. Já o registro médico eletrônico pode ser uma ferramenta vibrante que lembra e assessora médicos. Ele pode manter informações sobre consultas, tratamentos e condições, retornando anos, e até mesmo décadas. Pode ser acionado com um clique, ao invés de permanecer escondido num arquivo em algum lugar remoto, portanto inútil durante emergências médicas.
Os modernos sistemas computadorizados possuem links para informação online a respeito das melhores práticas, tratamentos, recomendações e de combinações nocivas de drogas. Os benefícios potenciais incluem menos testes desnecessários, redução de erros médicos, e melhores cuidados para que os pacientes necessitem menos de custosos tratamentos hospitalares.

A ampla adoção de registros médicos eletrônicos também pode fornecer mais evidências para a pesquisa médica. Cada registro de paciente é adicionado em tempo real a um banco de dados em constante crescimento de evidências sobre o que funciona ou não. O objetivo é aproveitar a informação da saúde de indivíduos e populações, compartilhá-la em redes, peneirá-la e analisá-la para tornar a prática da medicina mais uma ciência e menos uma perícia.

O futuro já chegou. A clínica Marshfield sabe disso. Hoje, todos os seus 790 médicos e equipes de apoio espalhados em 43 localidades de Wisconsin utilizam a prancheta digital. No final do ano passado, o grupo eliminou os prontuários de papel para os mais de 365 mil pacientes atendidos todos os anos, liberando um espaço de armazenamento do tamanho de um campo de futebol americano na clínica principal em Marshfield. Em cada passo rumo ao sistema completamente digital, os médicos foram consultados e envolvidos no processo.

"Foi uma jornada fabulosa, com médicos antes relutantes e que agora não conseguem viver sem essa tecnologia," observou o doutor Karl J. Ulrich, chefe-executivo da clínica.

Mashfield é um entre dezenas de grupos médicos do Estados Unidos que está abraçando agressivamente a tecnologia da informação. As organizações tendem a ser grandes - de instituições com milhares de médicos, como Kaiser Permanente e Department of Veterans Affairs, a outras com apenas centenas, como Mashfield e Geisinger Health Systems, no centro da Pensilvânia. Elas normalmente são responsáveis por todos os aspectos dos cuidados com o paciente. E geralmente também são companhias de seguro.



A partir de agora, vou iniciar uma série de posts sobre os Sistemas Eletrônicos de Registros Médicos, como o Google Health, Microsoft HealthVault, o Cartão Nacional de Saúde aqui no Brasil, e mesmo a clínica Marshfiled.

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