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23 de abr. de 2015

Aplicativos Médicos: QuickMed mostra a lotação de pronto-atendimentos pelo Brasil


Quickmed é um app que informa como está a lotação de serviços de emergência em todo o Brasil. Basta selecionar seu estado e cidade e verificar a lista de hospital públicos ou privados e ver sua lotação.



Na versão WEB http://www.quickmed.com.br/ é possível fazer a mesma consulta e ainda acrescentar um hospital que não estiver cadastrado.

Além disso, as informações do Hospital são mais completas na versão da web.


Aplicativo Quickmed
Gratuito
Português
Android e em breve para iOS

5 de mar. de 2015

Cybergia: usando a gameficação na melhoria da saúde dos seus funcionários


A Cybergia é a uma plataforma para melhorar a saúde de seus funcionários, transformando o local de trabalho em um ambiente saudável e otimizando os gastos com saúde.



Cybergia é pioneira no Brasil na forma como encara a saúde corporativa como um diferencial competitivo para as empresas. Nós acreditamos no poder das interações sociais e das mecânicas originalmente aplicadas em jogos como motivadoras e engajadoras de uma mudança de comportamento em prol da saúde e bem estar das pessoas.

Entenda mais no vídeo abaixo:

10 de jun. de 2014

App Saúde na Copa: vigilância epidemiológica participativa


O Ministério da Saúde lançou na semana passada o aplicativo Saúde na Copa. Além de mostrar a localização de hospitais e farmácias mais próximas, o aplicativo permite que torcedores brasileiros e estrangeiros acionem a vigilância sanitária e epidemiológica em casos de doenças.

O “SAÚDE NA COPA” é uma aplicação Web gratuita, projetada para utilização em dispositivos móveis e navegadores de internet e faz parte do projeto inovador de aprimoramento da vigilância em saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), denominado vigilância participativa. 

É um processo simples que conta com a participação voluntária de visitantes ou residentes no Brasil, informando sobre sua condição de saúde, durante a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™. O “SAÚDE NA COPA” foi desenvolvido em português, inglês e espanhol para ser um canal complementar de informação de saúde e de serviços aos usuários, permitindo a participação de todos. Para isso, basta ter 13 anos de idade ou mais e aceitar os termos de participação e uso, informando regularmente sua condição de saúde, conforme instruções disponíveis no aplicativo. 

Este projeto é uma iniciativa da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde em parceria com as Secretarias de Saúde das sedes dos jogos e outras instituições nacionais e internacionais.

O aplicativo funciona assim: se, por exemplo, diversos usuários informam no aplicativo que estão com febre, tosse e falta de ar – sintomas da síndrome respiratória aguda – pode ser Influenza ou outra doença. Isso permite antecipar ações de controle de endemias durante a Copa do Mundo.



A ferramenta já pode ser baixada, gratuitamente, nas lojas Play Store (Android), Apple Store (IOS) e também nos computadores pelo site www.saudenacopa.com.

Veja como funciona no vídeo abaixo:

Siga o instagram do TI Medicina, veja mais vídeos de apps e fique por dentro das novidades: http://instagram.com/timedicina


8 de jun. de 2014

HealthKit: o que saiu nos blogs brasileiros sobre o tema


HealthKit permite que aplicativos de saúde e fitness compartilhem seus dados com o novo aplicativo de Saúde da Apple. Informações sobre a saúde de um usuário são armazenadas em um local centralizado e seguro e ele decide quais dados devem ser compartilhados com o seu aplicativo.

Apple vai trabalhar em conjunto com a Nike, empresa importante no setor de fitness, e com a Mayo Clinic no novo recurso, que será incluído nas versões mais recentes do software móvel da Apple.

Vejam quais foram as impressões dos formadores de opinião na área de tecnologia médica:

20 de mai. de 2014

Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos


Quem já não desejou que o computador pudesse responder aos seus pensamentos? 
Na saúde as possibilidades de comunicação e autonomia para pacientes tetraplégicos, com sequelas de acidentes vasculares cerebrais, ou mesmo distrofias musculares são imensas para softwares que utilizam o rastreamento ocular. 

A Tobii EyeX, líder mundial em rastreamento ocular está vendendo o Tobii EyeX Dev Kit promocionalmente por $95/€70. Com ele, movimentos oculares podem ser interpretados como cliques, zoom ou rolagens, tornando a interação mais intuitiva e a imersão, uma experiência mais real. Um excelente notícia para os desenvolvedores de e-Health!

Veja o vídeo abaixo:



Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

31 de ago. de 2013

Saúde digital X aplicativos móveis maliciosos e redes de acesso WiFi: o que os nossos olhos não veem permite que outros olhos vejam


Por Luciana Alves

Enquanto uma regulamentação com normas estritas de segurança da informação em saúde, a partir de acesso, e dados gerados em dispositivos móveis não são estabelecidos no Brasil, e uma vez que o uso de aplicações móveis em saúde é uma realidade no quotidiano de muitos profissionais de saúde, e em instituições que prestam cuidados em saúde, onde os funcionários podem acessar dados via dispositivos mobile pessoais (Bring Your Own Device - BYOD), faz-se necessária a adoção de estratégias para contensão de potencias riscos à segurança da informação neste contexto. Em situações BYOD os protocolos de segurança quando existentes podem ser pouco adequados para proteger os dados, o que aumenta significativamente a exposição ao risco de vazamento de dados de pacientes, e outras informações de acesso restrito.

Ao investigar informações a respeito de alguns aplicativos voltados para saúde, disponibilizados nas principais apps stores, podem-se encontrar, quando são informados, o tipo de permissão que ao instalarmos, concedemos aos aplicativos. Muitas destas permissões concedidas, tenho certeza, não as daríamos a outras pessoas, ou caso positivo, a muito poucas pessoas de confiança.

Algumas das permissões que são concedidas ao se instalar alguns aplicativos são:

- Acessar os recursos de telefonia do seu dispositivo. Ou seja, obter permissão para saber sempre qual o número de telefone e os IDs do dispositivo, quando você estiver realizando uma chamada, e o número remoto conectado a esta chamada.
- Configurar o Bluetooth do seu dispositivo, além de fazer e aceitar conexões com dispositivos pareados (permitir enviar por exemplo, uma imagem por Bluetooth)
- Acessar sua localização exata por meio do GPS ou de fontes de localização da rede, como torres de celulares e redes Wi-Fi. E ainda aproveitar para consumir mais bateria do seu dispositivo.
- Ligar para números de telefone sem sua intervenção, resultando em cobranças ou chamadas inesperadas ou custos com chamadas feitas sem sua confirmação.
- Tirar fotos suas ou filmar com a câmera do dispositivo móvel, a qualquer momento sem sua autorização.

Estas permissões são apenas a ponta do iceberg.

Mesmo mediante todos os problemas e limitações relacionadas à segurança e confidencialidade da informação em aplicações móveis, conhecidos, em estudo, e as tecnologias em desenvolvimento para enfrentar esta situação, sem dúvida, o fator humano é um dos maiores desafios a ser enfrentado nesta empreitada.

Segundo a McAfee, 68% das pessoas não protege seu smartphone, 33% não protege seu laptop, e 81% não protege seu tablet. Além dos riscos das aplicações móveis previamente instaladas nestes dispositivos, existem ricos a partir do acesso à internet por meio de WiFi público.

Segundo informa a Avast, no Brasil, 44% dos usuários de computadores, e no mundo inteiro, cerca de 50% das pessoas, usam conexões WiFi públicas, destas, mais de dois terços usam a Internet sem atentar para os riscos de se realizar uma conexão insegura, tornando-se alvo de ataques de hackers devido à vulnerabilidade de segurança.

Em saúde, estratégias de mudança comportamental para adoção de hábitos de vida saudáveis, e manutenção de um comportamento saudável recém-adquirido, ainda constitui-se um desafio para os especialistas. Aqui, analogamente, também precisamos construir estratégias comportamentais para que as pessoas adotem e tornem duradouros hábitos de vida mobile, saudáveis, garantindo a segurança das informações acessíveis por estes dispositivos.Contato Contato  
A incorporação dos dispositivos mobile na prática em saúde pede que estes profissionais incorporem também a educação continuada em segurança da informação a partir da utilização de dispositivos móveis.


Luciana Alves é Neuropsicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde, e faz Residência Pós-doutoral no Instituto de Ciências Biológicas - UFMG, com temática relacionada à Infoveillance & Infodemiology, junto ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue. Ministra curso com temática relacionada com Informática em Saúde, coordena, como colaboradora, uma linha de pesquisa em Mobilidade em Saúde e Segurança da informação no np-Infosaude – UFMG. Fundou e Lidera uma atividade de cunho social denominada PACEMAKERusers.com, e é CEO - Chief Executive Officer na Bionics Health and Technology.
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3 de nov. de 2012

Como a Web 3.0 impacta a saúde

O professor da Unicamp e presidente do Instituto para Educação em Medicina e Saúde (Edumed), Renato Sabattini, contou como a Web 3.0, tecnologias móveis, e-health e telemedicina estão revolucionando o setor.

5 de abr. de 2012

e-Atestado: o atestado médico digital


A APM (associação Paulista de Medicina) lançou o e-atestado, o atestado médico digital. 

O atestado médico digital tem por finalidade dar segurança aos médicos que o documento emitido por ele não será alterado, ou não será emitido em seu nome sem a sua permissão, como ocorre frequentemente hoje. Mas essa ferramenta também pode ser útil na prescrição de medicamentos especiais, em laudos periciais e em relatórios médicos.

Para sua utilização o médico deverá possuir o e-CRM ou o e-CPF e registrar as informações do paciente no site da APM. O médico emitirá eletronicamente o atestado ao final da consulta e poderá enviá-lo por email ou imprimí-lo e entregar ao paciente. Cada atestado custa R$1,00.  Sua verificação poderá ser feita no site da própria APM, que possibilita inclusive sua impressão para anexação posterior em pastas médicas ou trabalhistas. As consultas ao site da APM são gratuitas.

Veja mais no vídeo abaixo:

23 de jan. de 2011

SoulMV - lançamento da MV para instituições de saúde com PEP e software de gestão


Fiquei bem empolgada quando vi a propaganda do SoulMV. Principalmente por ser um sistema certificado pela SBIS/CFM no NSG2, ou seja, com certificação digital, para atenção ambulatorial. Gostaria de ter acesso a uma demo para vê-lo em funcionamento.
Aí estão as qualidades do produto:

Padrão web

Todas as soluções funcionam na plataforma web, com design inovador e tecnologia de última geração.

Customizável

É totalmente adaptável a sua necessidade, sem alterar o funcionamento geral.

Prontuário Eletrônico

Elimina a necessidade de impressão dos prontuários dos pacientes. Os documentos ficam gravados eletronicamente, armazenados com toda segurança e praticidade.

Modelo de Gestão

Oferece um conjunto de relatórios e gráficos pré-formatados mais utilizados pelos clientes MV.

Solução para as áreas pública e privada

Tecnologia que garante a gestão dos processos de instituições particulares e governamentais, atendendo aos diferenciais de cada unidade.

Unidades de diferentes segmentos

Soluções para gestão de hospitais, planos de saúde, secretarias de saúde, complexo regulador, programa de saúde da família (PSF), unidade básica de saúde (UBS), pronto atendimento, ambulatório médico, serviços de diagnóstico e assistência farmacêutica.

Necessidades clínicas, assistenciais, administrativas e de gestão

O funcionamento de todas as áreas da instituição é guiado e monitorado permanentemente, desde o prontuário eletrônico, passando pelas atividades estratégicas, até a contabilidade e os custos.

Individual ou em rede

A solução pode ser utilizada em apenas uma unidade de saúde, duas ou mais instituições com todas as informações interligadas.

Mobilidade

Todas as informações do sistema podem ser acessadas com segurança de qualquer lugar, dentro ou fora da unidade, em um computador, palm, tablet pc ou celular.


19 de jan. de 2011

O que o médico deve saber sobre direito digital

  • Propriedade, guarda e segurança do prontuário eletrônico: 
Desde sempre o direito aos dados do Prontuário Médico é do Paciente, e só cabe a ele, inclusive. No entanto, a geração do mesmo é de obrigação do médico e a guarda acaba sendo dos agentes de saúde, especialmente Clínicas e Hospitais, onde estes médicos atuam e consultam. Mas é só um paciente ou um familiar necessitar de suas informações para iniciar uma disputa muitas vezes jurídica, visto que há toda uma questão de sigilo médico envolvido.
O CFM  na Resolução CFM n.º1.821/2007 autoriza a eliminação do papel na informatização e guarda de registros médicos dos sistemas de saúde. Mas para isso há pré-requisitos a serem seguidos como o uso de certificação digital, a guarda permanente do registro, controle de acesso com base na autenticação do ususário, a rastreabilidade de dados no caso de auditoria, e principalmente que dados não podem ser alterados depois de inseridos, caso haja necessidade de fazê-lo, o sistema deverá garantir as retificações ou acréscimos, sem modificar o registro original. 
O prontuário eletrônico é visto por muitos, e erroneamente, como um documento que serve para incriminar o médico, na verdade ele é meio de prova fundamental exatamente para demonstrar como ele agiu, registrando cada detalhe, cada evolução, cada reação medicamentosa, servindo de espelho à atuação do médico naquele caso concreto.
  • Publicidade Médica em época digital:
Segundo o novo código de ética médica, é vedado ao médico permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa (blogs, redes sociais, facebook, orkut, twitter, etc), deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade; divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico; divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente por órgão competente; consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa.


Mais informações interessantes sobre o assunto podem ser pesquisadas no Livro Direito Digital da advogada Patricia Peck Pinheiro, que aborda os aspectos legais da saúde digital-prontuário eletrônico.

O que o médico deve saber sobre direito digital é post original do TIMedicina

7 de out. de 2010

As dificuldades em se criar um PEP no Brasil


Recebi um comentário nesse post, do Dr. Paulo Freire, que achei muito interessante e agora o posto como artigo.

"Senhores

É muito dificil realizar algo de útil neste país, contra todos os entraves burocráticos, falta de capacitação humana, falta de recursos e apoio institucional. Parabenizo todos os idealistas que construiram sistemas de prontuários eletrônicos com sacrifício e esforço próprios, como o OnLine Doctor citado acima, e o meu próprio, Saude Direta.

Só quem construiu algo parecido sabe o que digo. E muitos críticos JAMAIS realizam algo como estes sistemas. Conheço muitos teóricos de PEP, mas nada de prático foi construido por eles.

Estes críticos de plantão estão em toda parte, dizendo que o sistema não é perfeito, não tem isto e aquilo, que não é adequado ou não segue as normas burocráticas, etc... etc... 

Como médico praticante vejo que a saúde anda de mal a pior, a qualificação dos colegas idem. 

Não adianta exigir PEPs maravilhosos para serem utilizados por médicos despreparados e sem recursos mínimos ao bom exercício da medicina. Prontuário certificado, maravilhoso, não melhora a qualidade da saúde. As pessoas continuarão morrendo nas mãos da má medicina, agora de forma digital.

Defendo que o prontuário eletronico dos pacientes deve ser uma ferramenta facilitadora do trabalho médico. Deve ter conteúdo para se evitar erros médicos (66% deles são evitáveis), deve melhorar a prescrição médica (67% delas contém erros), deve auxiliar na escolha dos medicamentos (no Brasil morrem 78 mil pessoas/ano pelo uso incorreto dos medicamentos). Este deve ser o foco.

Se um PEP não atende todas as normas burocráticas, mas atende às necessidades dos médicos, ele já se justifica. Já contribui para melhorar a saúde da população. Com a evolução este PEP, ainda não certificado, vai chegar lá.

A SBIS/CFM deveria ao menos cobrar um valor razoável pela certificação, para dar oportunidade aos idealistas como nós conseguirmos a certificação.

Construí o Portal Saúde Direta com recursos próprios e de minha família. Tenho trabalhado intensamente no projeto, e afirmo que nenhum destes teóricos me prestou qualquer colaboração para erguer o sistema.

Uma única coisa me move para realizar meu projeto: vou salvar vidas, tenho certeza. E isto me basta para caminhar para a frente.

Paulo Celso Budri Freire,
Médico Coordenador do Portal Saúde Direta
www.saudedireta.com.br "

28 de jul. de 2010

O Uso Significativo do Prontuário Eletrônico de Saúde e o Acesso à Informação

Já publiquei alguns textos do blog  CIBERSEGURANÇA E O DOMÍNIO PÚBLICO de  Ruy José Guerra Barretto de Queiroz, Professor Associado do Centro de Informática da UFPE, e o da semana passada é muito bom, onde ele comenta as regras divulgadas recentemente para implementação da reforma da saúde do governo OBAMA, com o uso do prontuário eletrônico do paciente (PEP). Leia o artigo na íntegra aqui.
"Esta semana o “U.S. Department of Health and Human Services” (HHS), através da Secretária Kathleen Sebelius, anunciou o que foi definido como sendo o conjunto de regras para, segundo suas próprias palavras, melhorar a saúde dos americanos, aumentar a segurança e reduzir os custos de assistência à saúde através do uso expandido do ‘prontuário médico de saúde’ – em inglês, ‘eletronic health record’, abrev. EHR.  Conforme o comunicado do HHS, o anúncio marca a conclusão de diversos estágios na preparação do terreno para a implementação do programa de pagamento de incentivos. Sob o regime da nova lei de assistência à saúde, o “Health Information Technology for Economic and Clinical Health (HITECH) Act” de 2009, profissionais de assistência à saude e hospitais elegíveis podem se candidatar a receber pagamentos de incentivos provenientes dos programas governamentais Medicare e Medicaid quando adotarem a tecnologia de EHR certificado, e usá-la para atingir determinados objetivos. Uma das regras anunciadas na ocasião define os objetivos do chamado “uso significativo” que os provedores de assistência médica devem atingir para se qualificarem para receber os pagamentos de bônus, enquanto que a outra regra identifica as capacidades técnicas exigidas para a tecnologia de EHR certificado. Entre outras coisas, as novas regras de “uso significativo” tratam de regulamentar o quanto as instituições de assistência médica poderão cobrar, e o período de tempo no qual as informações devem ser disponibilizadas ao paciente.
Em artigo publicado em 23/07/10 no New England Journal of Medicine sob o título ‘The “Meaningful Use” Regulation for Electronic Health Records’, David Blumenthal e Marilyn Tavenner afirmam que o amplo uso de prontuários médicos de saúde (EHR’s) nos Estados Unidos é inevitável, pois o EHR propiciará melhoras nas decisões dos provedores de assistência médica e nos resultados nos pacientes. Lembrando que, embora inevitável, a incorporação da tecnologia de prontuários médicos de saúde na prática cotidiana não será fácil, Blumenthal – que foi nomeado por Obama em 2009 “coordenador nacional de tecnologia da informação em saúde” – enfatiza que o programa prevê um total de 27 bilhões de dólares em prêmios a serem pagos nos próximos 10 anos.
Um dos princípios básicos por trás das novas regras é que, para ser útil, os dados têm que fluir. No caso dos dados relativos ao paciente, estes devem estar: 
  •  disponíveis para os próprios pacientes; 
  •  disponíveis para outros provedores de serviços de saúde, de modo que eles possam coordenar a assistência médica; 
  •  disponíveis para farmácias para que possam lidar com as receitas médicas eletrônicas; e 
  • disponíveis para agências governamentais para garantir a saúde pública, regular as instituições, e dar suporte à pesquisa pública para melhores curas.
Concretamente, as regras atuais de “uso significativo” buscam um equilíbrio entre o reconhecer a urgência de se adotar EHR’s para melhorar o sistema de saúde e o se dar conta dos desafios que a adoção deverá oferecer aos provedores de assistência à saúde. A idéia é que a regulação tem que ser ao mesmo tempo ambiciosa e atingível. “Como uma escada rolante, o HITECH tenta fazer subir o sistema de saúde em direção a uma qualidade e a uma eficácia melhoradas, mas a velocidade de subida deve ser calibrada para refletir as capacidades dos provedores que enfrentam uma variedade de desafios do mundo-real, e a maturidade da própria tecnologia.
Paralelamente, o HHS vem desenvolvendo um sistema para permitir que organizações independentes possam certificar os sistemas de EHR’s. Em conjunto com o anúncio das regras de “uso significativo”, foi divulgado o conjunto inicial de padrões, especificações de implementação, e critérios de certificação para a tecnologia de EHR. Digno de menção o incentivo explícito à submissão feito especificamente aos desenvolvedores de sistemas de código aberto.
Entre os principais objetivos das novas regras está o de incentivar o uso de diversos aplicativos de software que permitam explorar o verdadeiro potencial dos EHR’s na melhora da qualidade, da segurança, e da eficiência da assistência médica. Em particular, ajudar o médico na tomada de decisão, minimizando inclusive as chances de ocorrência de erros que podem evitados, tais como a prescrição de medicamentos incompatíveis com a condição do paciente. E para se candidatar ao pagamento dos incentivos, os médicos devem começar empregando tais ferramentas de suporte à decisão, bem como usar os sistemas de EHR para registrar todas as suas prescrições, sobretudo as de medicamentos. No entanto, somente quando também os provedores de serviços (hospitais, clínicas) passarem a entrar com seus registros no EHR do paciente, o sistema poderá efetivamente melhorar a qualidade da assistência. E, naturalmente, para começar a estender os benefícios dos EHR’s aos pacientes, as exigências de uso significativo deverão incluir o fornecimento de versões eletrônicas de seus prontuários médicos aos pacientes e seus familiares ou responsáveis."

3 de nov. de 2009

A situação atual da TI na Saúde nos principais hospitais brasileiros

Hoje foi publicado um post muito interessante sobre a situação da Tecnologia da Informação nos principais hospitais brasileiros na IT WEB, chamado TI em Saúde: setor luta por mudanças de paradigma.
Vale a pena ler!






03/11/2009
TI em Saúde: setor luta por mudanças de paradigma


por Vitor Cavalcanti
InformationWeek Brasil


Hospitais investem para tirar atraso tecnológico do setor, focam em pacientes e buscam quebrar barreiras para atingir excelência em TI



Segunda-feira em São Paulo. Dia chuvoso e trânsito mais intenso que o normal. Em um cruzamento movimentado, um acidente envolvendo dois carros chama a atenção. Uma pessoa fica gravemente ferida e é encaminhada para um pronto-socorro público. Ao dar entrada, uma ficha é preenchida. Mas pouco se sabe sobre este paciente. Nesta situação hipotética, a pessoa tem assistência médica e, depois de melhorar, segue para uma instituição da rede privada de cobertura. No entanto, ao ingressar, precisará fazer todo procedimento novamente: relatar o acidente, descrever o que foi feito no hospital anterior, enfim, assuntos que, possivelmente, ela nem se lembra direito para que possa passar por um médico de confiança ou mesmo fazer um exame mais detalhado.

A conjuntura descrita acima poderia ocorrer em qualquer cidade, com ordem alternada ou por qualquer outro tipo de emergência. Destacar uma suposta sequência de fatos serve para ressaltar que, se houvesse um sistema de registro eletrônico de saúde, todas as informações do primeiro atendimento no hospital público estariam neste histórico e o paciente não precisaria repeti-lo ao chegar à instituição particular. E, mais, no primeiro atendimento, a junta médica saberia, por exemplo, se ele era portador de alguma doença, se era alérgico a determinado medicamento ou se passou por cirurgia recentemente. Enfim, funcionaria como um banco de dados completo com protocolo padrão de troca de informações. Este protocolo resolveria também as dores de cabeça que a TI ainda tem para integrar sistemas, algo que a maioria dos hospitais resolve por meio de desenvolvimento de interfaces.

Vista por especialistas da área como o "mundo ideal", essa base centralizada e com possibilidade de interação do paciente, que atualizaria o registro com informações importantes para a gestão da saúde via plataforma web, deve despontar como um dos principais desafios para a TI dos hospitais e órgãos públicos ligados à saúde no longo prazo. Atualmente, existem iniciativas isoladas, mas muito longe da integração total, o que seria possível apenas quando o governo federal fizesse algo para tornar eletrônica a base do Sistema Único de Saúde (SUS), que hoje responde por cerca de 75% dos atendimentos no País. Mas isto, como dito, é longo prazo.
Enquanto as coisas se delineiam em rodas de conversas, sobretudo, em instituições nas quais a TI está mais avançada, outros desafios pautam a tecnologia da informação dos hospitais brasileiros neste momento. E, sem dúvida, um dos principais deles é a eliminação do papel. Algo que não acontecerá do dia para noite e demandará muita paciência. "Culpa da cultura médica", aponta Margareth Ortiz de Camargo, superintendente de TI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, como sendo um dos principais obstáculos. "A direção investe, compra equipamentos e softwares, mas o médico precisa usar", comenta.
A ressalva da executiva mostra-se importante por se tratar da realidade de um dos hospitais que mais investem em tecnologia no Brasil. O Sírio-Libanês possui sistemas de prescrição eletrônica, estrutura para prontuário eletrônico, softwares integrados (o que é uma dificuldade, dado que as fabricantes não trabalham com um protocolo padrão) e uma equipe interna de 30 pessoas preocupada em levar o que há de melhor para os 3,5 mil funcionários e 2,5 mil médicos colaboradores. Peças fundamentais quando o assunto é sumir com o papel dos consultórios. São 5 mil usuários cadastrados no sistema. "Até o rapaz da limpeza utiliza para dar baixa no quarto que limpou", sinaliza.
Mas esse dilema não é exclusividade dela. Sérgio Arai, CIO do Hospital Israelita Albert Einstein, também em São Paulo, lembra que todos os hospitais buscam a digitalização completa dos serviços. "Isto envolve processos. O uso do papel é forte na cultura médica", concorda com a colega. "No geral, vários setores avançaram muito, tem automação grande, mas na saúde ainda há muito papel", acrescenta, lembrando que sua equipe tem focado a atuação também em construir aplicativos para diferentes áreas, melhorar segurança e criar serviços para os pacientes.

Quebrando a barreira

Essa situação descrita ocorre mesmo no corpo clínico do Einstein, um dos mais informatizados do País, com, inclusive, programa de mobilidade. Nas palavras do próprio CIO, "eles [os médicos] gostam de TI e cobram pelo desempenho das ferramentas." Apesar de entender que é grande o desafio em relação à redução de papel, Arai acredita que algo neste sentido deve acontecer no curto prazo. "Os avanços na saúde passam por digitalização."
Outro que também trabalha com este fim é Érico Bueno, diretor de TI, engenharia e infraestrutura do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). A instituição existe há pouco mais de um ano e tem servido de exemplo na aplicação da tecnologia - os telefones são VoIP, existem três redes wireless dentro do instituto, as imagens são digitalizadas e os sistemas estão integrados. O executivo mostra-se satisfeito com os resultados obtidos até agora. O sistema de prescrição eletrônica, por exemplo, é utilizado por quase todos os médicos. "Funciona bem no pronto-socorro e na UTI, que são locais onde se prescreve muito, mas ainda temos resistência nos consultórios clínicos", reconhece.
O instituto que, em um ano, realizou quase 100 mil procedimentos, possui também um sistema de prontuário eletrônico. Ainda assim, Bueno ressalta que existe um grande obstáculo a ser superado. Acabar com o papel, envolve assinatura digital e, antes, não havia lei ou informação sobre como fazer isso. "Agora, seguimos uma diretriz do CFM [Conselho Federal de Medicina] que reconhece a eliminação do papel e assinatura eletrônica. É um projeto de grande porte que deve consumir mais de um ano."

Contudo a expressão "mudança de paradigma" não preocupa Bueno. Pelo contrário: ele foi responsável pela adoção da digitalização de imagens no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele recorda que, na ocasião, houve resistência, mas aponta que hoje os profissionais da área não viveriam sem. "Quando fizemos a troca do filme para digital, pegamos o médico mais antigo da casa e o ensinamos. Ele se tornou exemplo. Se o mais antigo usava, os outros também poderiam", relembra do fato ocorrido há mais de dois anos.
O apego pelo papel é tamanho que no Einstein e no Sírio, embora existam sistemas de prescrição eletrônica, há uma equipe responsável pela transcrição da receita prescrita pelo médico. Margareth, do Sírio-Libanês, acredita, entretanto, que, apesar do desafio, o momento é bom. "Temos informações e automação do fluxo do paciente em relação ao atendimento. Conseguimos automatizar muitas coisas, mas a evolução [do quadro clínico do paciente] não dá. Você não transcreve isto, não recupera o texto. Minha esperança gira em torno dos conselhos, para que façam exigência para colocar os médicos na era da informática", apela a CIO.
Exemplo a ser seguido

Do Rio Grande do Sul, mais precisamente do bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, sai uma experiência bem-sucedida. Ainda há papel, é verdade, mas o processo para que ele seja eliminado talvez esteja mais próximo do que se vê em outras praças. No Hospital Moinhos de Vento, a prescrição é praticamente 100% eletrônica. Como lembra Mário Torcato, gerente de informática da instituição, existem algumas exceções, como, por exemplo, quando o sistema passa por manutenção. "O hospital está totalmente integrado, desde a recepção até o pagamento. Nosso nível de informatização é muito grande", garante.
O hospital gaúcho também trabalha com prontuário eletrônico - há anos, como frisa Torcato - e todos os consultórios têm um PC com acesso ao sistema, assim como no Sírio-Libanês, Albert Einstein e Icesp. Praticamente tudo passa pelo ERP fornecido pela MV Sistemas. Apenas o módulo de prontuário é desenvolvido internamente, porque, na época da implementação, a fornecedora ainda não possuía uma solução finalizada para esta função.

Assim, quando um paciente se trata no Moinhos de Vento, possui todo seu histórico no sistema (Einstein, Sírio-Libanês e Icesp também, mas sem o relato da consulta). Lá, os médicos atualizam, inclusive, a evolução do quadro clínico desta pessoa e, por isso, a instituição esteja um pouco à frente na empreitada para banir o papel. "Só imprimimos as coisas por questões legais. Ainda não tem a questão da assinatura eletrônica e será algo em escala. As fontes pagadoras precisarão aceitar também. Será um trabalho grande de implantação", justifica Torcato.
Mas, mesmo com esse avanço, o hospital encara desafios que para outros já foram superados e, para a maioria, ainda é sonho de consumo, como a digitalização de imagens de tomografia, raio X e outros exames. Isto já está em andamento e o processo deve transcorrer até o fim deste ano. Outro esforço na instituição segue na direção de digitalizar documentos que não estão no sistema. Seria mais um passo em direção à eliminação de papel. "Estamos sintonizados com a estratégia do hospital e trabalhando para dar todas as condições."

Correndo para não perder tempo, a Rede D"Or, que congrega 42 unidades laboratoriais e 13 hospitais, sendo dez no Rio de Janeiro e três em Pernambuco, tem alocado muito investimento em tecnologia da informação. Como informou Marcelo Pina, diretor de plataforma de serviços corporativos, este foco vem desde 2007, quando a rede elaborou um projeto onde o principal objetivo era a expansão do grupo. "Sentamos com a TI para definir o papel dela. Precisávamos estabelecer um conceito para o ERP. Desenhamos um template padrão e montamos um projeto de integração da ferramenta", explica.

A ideia era padronizar e integrar os procedimentos e processar as informações de forma centralizada. Na parte de back office, o executivo buscou parceria com a Totvs. As implantações ocorreram primeiro nos hospitais e depois chegaram às unidades laboratoriais. A conclusão completa deve acontecer até o primeiro trimestre de 2010. Todos estes passos permitiram criar um conjunto de indicadores e padronizar as métricas da gestão. Ou seja, as ferramentas proporcionam a realização de comparativos entre unidades e áreas, o que antes era muito complicado. A próxima etapa será tornar as comparações online, sem a necessidade de gerar relatórios.

No entanto, a rede está defasada com relação a papel. Há muito trabalho pela frente, começando por um grande projeto de registro eletrônico de saúde, o que deve consumir cerca de dois anos. Pina salienta que o projeto não se restringe ao prontuário eletrônico. Quando o sistema estiver concluído, o paciente da Rede D"or poderá acessar o cadastro pela web e interagir, incluindo informações importantes para a gestão da própria saúde. "Queremos eliminar o papel e queremos lidar com o pacote de informações da saúde dos usuários. Quanto mais preocupação com a saúde, mais ele vai gerenciar a saúde. São indicadores como peso, pressão, triglicérides, entre outros", revela.

Diversidade brasileira

Por mais que os hospitais citados nesta reportagem tenham seus desafios, deve-se ressaltar que a realidade brasileira é muito diversa. O País possui mais de 203 mil estabelecimentos de saúde - entre clínicas, hospitais, ambulatórios, laboratórios, entre outros - totalizando quase 500 mil leitos. Um pouco mais de 6,5 mil são hospitais e, a maioria, de pequeno porte. Estes dados, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, apontam para o complexo retrato do setor no Brasil. Além de muitos estabelecimentos, este segmento é extremamente fragmentado, calcula-se que 70% dos hospitais brasileiros tenham menos de 80 leitos.
Toda essa dimensão faz com que algumas praças tenham evoluído mais que outras, resultando em desafios diferentes para cada localidade. Tanto é que, quando consultado, o presidente do conselho deliberativo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Henrique Salvador, cita como principal desafio uma ferramenta de TI que suporte toda a operação do negócio. "Em termos básicos, sempre foi difícil achar uma solução que suportasse com segurança a operação hospitalar. No Brasil, são três ou quatro fornecedores que avançaram no estudo e integração de sistemas", ressalta Salvador.

No Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife (PE), a realidade da TI é um pouco do retrato dessa diversidade brasileira. Mesmo quando comparado com o Icesp, que é uma iniciativa do governo paulista, a realidade é outra, isso porque o instituto é administrado por uma fundação e fica livre dos trâmites burocráticos da vida pública.

No prédio de 11 andares e cerca de 400 leitos está o desafio de Manuel Valadão, coordenador de informática do HC da UFPE. Com nove pessoas em sua coordenadoria, ele trabalha basicamente para garantir suporte aos 250 computadores de sua rede. Os consultórios ainda não têm PC e isto deve demorar. Ele já conseguiu colocar máquinas nos postos de enfermagem o que alivia as dificuldades. "Meu maior desafio hoje é integrar os setores, a expansão da rede. Não temos redes nas salas e queremos integrar o hospital. A rede de informática funciona para o setor administrativo e marcação de consultas", informa.

Tudo roda em plataforma Linux, gerando uma dificuldade de interfaces de programas quando existe compra de equipamentos. Mas este problema Valadão tem resolvido ao inserir no edital a obrigatoriedade do vencedor prover a integração com o sistema hospitalar, fornecido por uma empresa de Campina Grande; em casos extremos, ele recorre a este parceiro para criar a interface. Atualmente, o executivo toca dois projetos grandes: a digitalização de imagens e o prontuário eletrônico. Esse movimento é feito em conjunto com o núcleo de Telemedicina da universidade que, por meio de um projeto apresentado ao CNPQ, montará um piloto, testará e dará as diretrizes para a implantação no HC. "É projeto, mas vamos querer uma unidade avançada de 40 terabytes para armazenar as imagens", avisa. Haverá substituição de máquinas e, no total, R$ 1,3 milhão deve ser investido.

Assim como as carências existentes no dia a dia dos hospitais, principalmente quando se vai para o interior do Brasil, a TI, em determinados momentos, convive com realidades muito distantes daquela que seria considerada ideal, sobretudo se retomar a ideia do início desta reportagem de plataforma de registro de saúde integrada, na qual, em qualquer estabelecimento de saúde, um brasileiro chegaria e teria seu histórico à disposição do médico.
O setor privado, em alguns casos, dispõe de recursos que se aproximam dos melhores centros de saúde no mundo, mas, passando ao setor público, existem unidades onde nem computador existe. De fato, há muito que evoluir. "É interessante olhar artigos internacionais. Há um consenso de que, se usar a TI, terá benefícios. Reduz custo, melhora satisfação do paciente. Temos de evoluir muito. Talvez o (Barack) Obama ajude. A troca de informação, por exemplo, ele está impondo", divaga Arai, CIO do Einstein, dizendo acreditar que a transformação dos processos aumenta até a eficiência do trabalho do médico.