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21 de jan. de 2012

Protics - A Certificação Profissional do Informata em Saúde


Que tal um projeto que especificasse as competências que alguém que desejasse se profissionalizar em Informática em Saúde devesse ter e ainda fornecesse um certificado atestando essas competências?

A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) está lançando o proTICS - Programa de Profissionalização da Informática em Saúde. 
clique na imagem para vê-la ampliada

O programa de capacitação (ProTICs) abrange:
  • As Competências Essenciais, que são conjunto de competências necessárias para que o profissional de Informática em Saúde execute com segurança e eficácia as suas atividades típicas, em uma diversidade de ambientes e cenários reais. Áreas de competência: Tecnologia da Informação ( Gestão da Informação e Tecnologia da Informação); Saúde ( Serviços Clínicos e de Saúde e Sistema de Saúde Brasileiro) e Gestão (Gestão de Projetos, Gestão Organizacional e Comportamental, e Monitoração e Avaliação). 
  • Perfis Profissionais e Modelo de Carreira da Informática em Saúde: 


O eixo horizontal representa a capacidade de tomada de decisão que é exigida de cada cargo ou função. 
Assim, espera-se que o Analista Júnior tenha que tomar decisões mais simples e pouco frequentes quando 
comparada a um Analista Sênior, por exemplo. O eixo vertical representa o nível de conhecimento, 
experiência e especialização que se espera de cada cargo ou função-atividade. Assim, novamente o Analista 
Sênior deve ter mais conhecimento e experiência do que Analista Júnior.
Foram elencadas 14 cargos ou funções-atividades, relacionadas abaixo:
  1. Diretor de TI em Saúde
  2. Diretor de Projetos
  3. Diretor de Operações
  4. Especialista
  5. Gerente de Projetos
  6. Gerente de Operações
  7. Gerente de Relacionamento
  8. Gerente de Help-Desk
  9. Coordenador de Projetos
  10. Analista Sênior
  11. Coordenador de Treinamento
  12. Instrutor
  13. Analista Pleno
  14. Analista Júnior

a função de Analista foi subdivida em:
• De Negócios
• De Informação
• De Integridade de Dados
• De Suporte ao Produto
• De Suporte ao Usuário
• De Operação Assistida
• De Testes

O cargo ou função-atividade de Especialista, foi subdivido em:
• Em Padrões
• Em Arquitetura
• Em Produtos
• Em Serviços
• Em Segurança
• Em Telessaúde
• Em Telerradiologia
• Em Processamento de Imagens
• Em Processamento de Sinais
• Em Informática Clínica
  • O Programa de Capacitação:  tem como objetivo capacitar profissionais que desejem conhecer melhor a Informática em Saúde, para, por exemplo, serem melhores usuários dos sistemas de informação. Esse programa tem, ainda, como objetivo oferecer treinamento avançado para qualificar profissionais de Informática em Saúde, de acordo as competências essenciais identificadas pela SBIS.O papel da SBIS neste processo será o de oferecer os requisitos mínimos a serem atendidos pelos cursos e estimular parceiros educacionais a oferecem treinamento e capacitação de acordo com as linhas do Programa.

Os documentos de referência estão em Consulta Pública até o 15 de Fevereiro de 2012, portanto, envie seus comentários até 15/02/2012 para o email: consultapublica@sbis.org.br.


  • DOCUMENTOS PARA CONSULTA PÚBLICA:
Introdução aos conceitos e documentos de referência

Competências Essenciais do Profissional de Informática em Saúde

Perfis Profissionais e Modelo de Carreira da Informática em Saúde


22 de dez. de 2011

Novas profissões médicas ligadas à tecnologia


A grande expansão da TI em saúde tem gerado uma demanda por novas funções e posições, com uma gama ainda maior de talentos e habilidades

De acordo com os especialistas, certas posições que não costumam ser vistas no mercado de trabalho da área passarão a ter um maior impacto no ano que vem. Guillermo Moreno, um especialista em RH no setor de informática em saúde, da empresa norte-americana Experis, destaca neste artigo seis posições de destaque que deverão estar aparecendo mais no ranking em 2012. 

Reproduzimos abaixo 3 novas profissões de TI em saúde que deverão ter um maior impacto:

Dr. Albert Villarin Jr., CMIO do   Albert Einstein Medical Center ao lado de um dos computadores do departamento de emergência. Fonte

1. O CMIO (Chief Medical Information Officer): um profissional de saúde que se dedica à TI em sua organização, tem que ter uma grande afinidade com a prática clínica, por isso o papel do CMIO é um dos que vai aumentar mais gradativamente.

2. O CKO (Chief Knowledge Officer). É alguém que entende como gerenciar bancos de informações clínicas e corporativas cada vez maiores.

3. O guru de mídias sociais: Mexe com uma área ainda em desenvolvimento, que será cada vez mais uma ferramenta importante para envolver os clientes e os consumidores em suas regiões. Deve ajudar as organizações a compreender como navegar nos sites de mídia social externa e interna, incluindo marketing e portais de paciente, presença nas redes sociais, etc.

Dr. Lennox Hoyte, CMIO do USF Physicians Group (fonte)

Adaptado do artigo de Michelle McNickle (Twitter @ Michelle_writes) Fonte: 6 new HIT positions in 2012. Healthcare IT News, December 09, 2011

Resumo por Renato M.E. Sabbatini via http://br.groups.yahoo.com/group/SBIS-News/

21 de nov. de 2010

Considerações éticas sobre a medicina, a tecnologia e a relação médico-paciente

Tenho alguns alertas no Google que às vezes me fazem cair às mãos uns artigos interessantes. Este, em especial, que transcrevo apenas uma pequena parte abaixo, foi realmente um achado. Parabenizo o Dr. Carlos Frederico, pela abordagem ampla e abrangente da situação delicada que nós, médicos, vivemos hoje na profissão.

"Vivemos uma época de extremos, de bipolaridades, que, apesar do fim da Guerra Fria e do pretenso início de um pensamento hegemônico , demonstra na sociedade, e por suposto na medicina, uma oscilação entre  campos aparentemente inconciliáveis: individual versus social; cura versus prevenção; pacientes passivos – com o devido perdão pela redundância – versus sujeitos ativos; e trabalho individual versus trabalho em equipe.
Nesse mundo de contrastes, embora a tecnologia tenha aumentado o poder dos médicos estes encontram-se cada vez mais sujeitos às normas e regulamentações jurídicas, bem como às da instituição onde trabalham. Essas transformações aceleradas na relação médico-paciente levam a uma restrição da liberdade do profissional e também, mesmo que paradoxalmente, à liberdade do paciente, que vê seu poder de escolha reduzido à cobertura ou não do seu plano de saúde.
(...) alguns pilares fundamentais, mesmo na contemporaneidade.
O primeiro deles, talvez o mais antigo, constitui-se no alívio da dor e do sofrimento, no cuidar, que engloba muito mais do que a cura da patologia, implicando em ir além, rumo ao conforto psíquico do paciente. Essa seria a grande responsabilidade do médico, cuidar além de curar e sanar; o exercício de uma responsabilidade que continua quando se diz eis-me aqui , mesmo após a impossibilidade terapêutica. Vale ressaltar que ainda que esteja consubstanciada no clássico juramento hipocrático essa responsabilidade não se restringe aos códigos, regras ou leis: é a resposta ética ao grito de sofrimento do outro e exprime o reconhecimento da própria ideia de humanidade."

Artigo: Considerações éticas sobre a medicina contemporânea: uma reflexão pontual de Carlos Frederico de Almeida Rodrigues (Médico, graduado pela Faculdade Souza Marques (FTESM), pós-graduado lato sensu em Neurocirurgia Pediátrica no Instituto Fernandes Figueira (IFF/ Fiocruz), mestre em Ética e Filosofia Política pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Brasil.)

21 de mar. de 2010

Universidade do 'Google' em parceria com FIAP tem biotecnologia, nanotecnologia, medicina e robótica na grade curricular


Conhecida por Universidade do 'Google', a Singularity University (SU) fechou uma parceria internacional inédita com uma faculdade de tecnologia brasileira, a Fiap, que fica em São Paulo. O lançamento do convênio, que pretende promover a troca de conhecimento e o intercâmbio de alunos e professores, ocorreu no início desta semana.

A Universidade do Futuro, como também é chamada, foi criada há um ano e funciona no campus da Nasa (agência espacial americana) no Vale do Silício, na Califórnia (EUA), onde estão as principais empresas de tecnologia do mundo.

Fundada por Ray Kurzweil, um futurólogo americano, a instituição foi apadrinhada por famosos, como Larry Page, vice-presidente do Google, que doou US$ 1 milhão -daí o apelido de Universidade do 'Google'

Da sua grade curricular fazem parte as descobertas mais recentes no campo da biotecnologia, nanotecnologia, medicina e robótica. No banco escolar, estão presidentes de empresas, lideranças governamentais e empreendedores visionários. Do outro lado, ensinando, um time de cientistas e experts 'top' em diferentes áreas do conhecimento, como Vint Cerf, um dos pais da internet, e o ex-astronauta Dan Barry.


Cursos


A despeito da palavra universidade no nome, a SU não oferece graduação. Os interessados tem à disposição dois formatos de curso: um mais curto, de nove dias, e que acontece a cada semestre, e outro com duração de dez semanas, com freqüência anual. O custo é de US$ 15 mil e R$ 25 mil, respectivamente.


No entanto, a cereja do bolo será um concurso que dará uma bolsa de estudos para um aluno ou ex-aluno ir ao Vale do Silício fazer o curso de dez semanas. Para concorrer, o candidato deve ser fluente em inglês, já que as aulas são todas dadas naquele idioma, e montar um projeto de inovação tecnológica. O prazo de inscrição vai até o dia 9 de abril. A viagem, programada para junho, será toda custeada pela Fiap. A instituição pretende mandar um estudante por ano.

leia o artigo completo em: Educação e Carreira Globo.com

17 de out. de 2009

Feliz dia do Médico!


O blog TI MEDICINA deseja a todos os colegas médicos um FELIZ DIA DO MÉDICO!
Que  nossos profissionais continuem sendo respeitados, éticos, e que recebam remuneração adequada por  aliviarem o sofrimento do paciente.

17 de mar. de 2009

Agregadores, blogs coletivos e jornalismo individual estão em alta

Crédito da foto: Tiago S Costa

Saiu o The State of News Media 2009, relatório anual publicado nesta segunda-feira e que aponta tendências na área de jornalismo e de consumo de notícias. O estudo é bem grande, tem 800 páginas, o que não quer dizer que traga muitas novidades.


Vale notar que a pesquisa é mais voltada ao mercado norte-americano. Algumas conclusões:


1) Mídia impressa está em declínio de audiência e receita com publicidade. Algumas mais (revistas), outras menos (jornais).


2) Número de americanos que acessa a rede para ler notícias subiu 19%. Assim como a receita com publicidade da mídia online cresceu.


As constatações mais interessantes são as 4 últimas, que vêm a seguir:


3) A audiência dos sites de notícias está subindo. Mas está crescendo justamente naqueles que têm um caráter de agregador e organizador de informações (estilo Yahoo News).


4) No último ano, os chamados “sites de jornalismo cidadão” ganharam espaço onde a

grande mídia não cobre direito, principalmente na forma de blogs coletivos atualizados por cidadãos (Alles Blau?).


No entanto, a cobertura feita por esses sites ainda é simples e com pouca periodicidade (não são atualizados o quanto deveriam).


5) Apesar do fracasso de diversos projetos, grandes empresas de comunicação continuam fazendo experimentos com o “jornalismo cidadão”, mas estão descobrindo que os leitores são melhores como fontes do que como jornalistas (apuradores de informação) em si.


6) As pessoas estão indo atrás de indivíduos (jornalismo individual) e não de grandes marcas do jornalismo, o que vai ao encontro da idéia de que na rede seguimos pessoas e não blogs ou marcas (tema de dois posts abaixo).


As conclusões do estudo anterior, em 2008, estão no post - mesmo com a web, as pessoas ainda se informam pelas mesmas fontes.

1 de fev. de 2009

Medicina e tecnologia da informação criam novas profissões

A medicina se une cada vez mais à tecnologia de ponta - robôs servem de assistentes de médicos, surgem sofisticados programas de diagnósticos por imagem, cirurgias e pacientes já são monitorados a distância.
Esse fenômeno não só cria novas profissões como exige a educação continuada dos profissionais da saúde, bem como abre frentes para especialistas de outras áreas que nunca imaginaram atuar neste campo.
Médicos tornam-se executivos, físicos trabalham em hospitais e engenheiros começam a estudar medicina. Em centros de pesquisa brasileiros de ponta há investimento em várias especializações. 'Temos profissionais bolsistas em doutorado em genômica (com enfoque em câncer), neurociência, e-medicine (monitoramento de doentes), terapia celular e pesquisas clínicas', comenta o geneticista Carlos Alberto Moreira, diretorsuperintendente do Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do Hospital Albert Einstein, ao comentar as áreas que ganham ênfase hoje e a necessidade que a instituição tem de atualizar seus profissionais. 'Há mais campo de trabalho em pesquisa de doenças vasculares, neurologia e oncologia (esse último principalmente em diagnóstico)', diz o executivo, que atua como pesquisador há 25 anos.
Ele comemora o fato de que ao longo da sua carreira presenciou vários avanços. 'Acompanhei de perto a grande explosão da biotecnologia e o advento da imagem'. Agora, além de reciclar os profissionais do Einstein, o IEP oferece hoje uma série de especializações para profissionais de saúde. Lá são ministrados 20 cursos de pós lato sensu, como medicina nuclear, patologia clínica, psicologia hospitalar.
Um dos principais entusiastas do casamento da medicina com a robótica é o coordenador geral da disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Chao Lung Wen. Ele explica que hoje ocorre uma convergência de profissões em prol da saúde. 'Os profissionais de tecnologia da informação e ciências da computação são importantes para viabilizar os portais de aquisição de informações e obtenção de segunda opinião médica', diz.
'Eles atuam na comunicação via videoconferência ou streaming (áudio mais vídeo em tempo real), no desenvolvimento de softwares acoplados a equipamentos de diagnóstico ou mesmo a robôs que auxiliam em cirurgias, desenvolvimento de ferramentas para educação de médicos e público geral.'
Também cita a criação de soluções para facilitar o tráfego, acesso e armazenamento de dados médicos (prontuários eletrônicos, redes digitais, bancos de dados).
O cirurgião cardiovascular Leonardo Esteves Lima, que trabalhou como cirurgião-assistente no Hospital La Pitié-Salpêtrière - o maior da capital francesa, para onde a princesa Diana foi encaminhada em estado quase terminal -, chega a fazer prognósticos. 'Em dez anos, 70% das cirurgias, todas elas, serão feitas com o auxílio da robótica.' Suas últimas empreitadas envolvem a bioengenharia, paixão de adolescente, que ele traduziu em meticulosos robôs, desenvolvidos por empresas americanas e testados por ele em cirurgias cardíacas, que se movem apenas pelo reconhecimento de voz.
'Tenho estudado muito a força da migração da tecnologia da informação para outros campos. Muita coisa coisa já saturou', afirma Roberto Braga, da Siemens. Engenheiro elétrico especializado em biotecnologia, ele diz que vem se dedicando ao estudo da área médica, principalmente da gestão em saúde.
A Siemens, assim como outras gigantes de tecnologia, vem investindo na produção de equipamentos eletromédicos. 'Uma das minhas tarefas é estudar as necessidades da comunidade cientifica local', observa. Ele também coordena treinamento de médicos em tecnologia. E ele faz um alerta aos médicos. 'Tenho procurado médicos para trabalhar na área de tecnologia. E isso é uma tendência mundial. No mundo inteiro ocorreu assim', diz Braga. 'Uma empresa de tecnologia não vive só de engenheiros.' Ele conta que também é preciso investir na formação de biotécnicos.
O professor Flávio Dantas, titular da cadeira de Ética da Universidade Federal de Uberlândia, lembra que, além dos avanços da telemedicina, é importante para o profissional que pretende trabalhar na área da saúde entender o quanto o Brasil mudou seu perfil em termos de saúde. 'Saímos do padrão de doenças transmissíveis para as degenerativas crônicas. Vamos precisar de médicos que saibam entender e cuidar bem do envelhecimento e isso inclui pesquisar agravos evitáveis, estímulo de bons hábitos', explica. 'Nunca houve tanto interesse dos jovens pela genética como hoje. Temos décadas de pesquisa pela frente, para estudarmos plantas e organismos', observa a bióloga Mayana Zatz. 'Será possível passar décadas inteiras estudando. Cada pesquisador poderá optar por um grupo de genes, doenças, plantas', diz ela, ao comentar o campo que surgiu após o seqüenciamento do genoma.
Seu trabalho de decodificação de genes atuantes em doenças neuromusculares - no Centro de Estudos do Genoma Humano da Universidade de São Paulo (USP) - conquistou, em 2001, o prêmio concedido pela L´Oreal e Unesco para uma cientista de cada continente.

(O Estado de S.Paulo-14/03/05)