17 de nov de 2010
Medtronic lança website para estimular inovação em tecnologia médica
3 de nov de 2010
Usos recentes do iPad na medicina
- Solicitar exames de laboratório e medicamentos no atendimento de urgência;
- Mostrar previsão de resultados de cirurgias para os pacientes pelos cirurgiões plásticos;
- Na residência médica como uma referência rápida para procurar interações medicamentosas e patologias;
- Ter acesso a registros médicos, exames , eletrocardiogramas e radiografias, além de poder mostrá-los aos pacientes em uma tela fácil de manusear;
- Prescrever e pedir exames da cabeceira do paciente, enquanto o examina e avalia.
| Dr. Richard Watson mostra a Gustavo Piñor um raio-X de seu tornozelo torcido em um iPad. |
16 de set de 2010
Brasil é 2º maior produtor de tecnologia médica
3 de fev de 2010
Os avanços da medicina e a revolução da tecnologia - Parte 5
31 de jan de 2010
Os avanços da medicina e a revolução da tecnologia - Parte 2
30 de jan de 2010
Os avanços da medicina e a revolução da tecnologia - Parte 1
24 de jan de 2010
Realidade aumentada e sua aplicabilidade na medicina
Além de permitir que objetos virtuais possam ser introduzidos em ambientes reais, a Realidade Aumentada proporciona também, ao usuário, o manuseio desses objetos com as próprias mãos, possibilitando uma interação atrativa e motivadora com o ambiente.
No entanto, para que os objetos virtuais façam parte do ambiente real e sejam manuseados, deve-se utilizar um software com capacidade de visão do ambiente real e de posicionamento dos objetos virtuais, além de acionar dispositivos tecnológicos apropriados para Realidade Aumentada.
Apesar de grande parte dos dispositivos utilizados em um ambiente de Realidade Virtual poderem ser utilizados em ambientes de Realidade Aumentada, existem casos onde é necessário que haja algumas adaptações. Por conseguinte, as principais diferenças encontradas entre esses dispositivos tecnológicos estão situadas nos displays e rastreadores.
TIPOS DE REALIDADE AUMENTADA:
Optical See-through: projeta imagens e informações em um para-brisa ou outra interface transparente à frente da pessoa Video
See-through: por meio de um capacete ou óculos dá para ver imagens reais com informações virtuais
Espacial: a informação virtual é projetada sobre objetos da cena
Indireta: objetos virtuais são projetados no monitor e seguem movimentos do mundo real
Outra aplicabilidade é no aprendizado, afirmam Wneiton Luiz Gomes e Cláudio Kirner . Como pode-se ver na figura abaixo, no estudo anatômico do coração é possível manipulá-lo em 3D. visualizar e manipular o coração, com aspectos diferenciados tornando o aprendizado mais dinâmico e realista.
Entenda mais no vídeo abaixo:
Fonte: Realidade Aumentada, Info Abril, e trabalho (Dados da Publicação: Gomes, Wneiton Luiz; Kirner, Cláudio. Desenvolvimento de Aplicações Educacionais na Medicina Com Realidade Aumentada. Bazar: Software e Conhecimento Livres, (1): 1, 13- 20, Jul. 2006.)
4 de dez de 2009
Tendências estratégicas da TI na Medicina e Saúde para 2010
- Computação em nuvem (cloud computing) - o modelo da nuvem computacional, com recursos e serviços distribuidos é uma tendência forte. Sua utilização, diz o Gartner, não elimina o custo das soluções de TI mas ajuda a reorganizá-los e pode até reduzi-los em alguns casos. Com serviços em nuvem, as empresas fornecem cada vez mais informação, aplicações e processos aos seus clientes e parceiros. Na área da saúde isso já vem ocorrendo, temos como exemplo o prontuário eletrônico universal da P2D, as agendas Linha1 e Portal Consulte.
- Análises Avançadas - regras fixas e políticas pré-definidas deram lugar às decisões a partir de informações corretas na hora correta, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações. É um novo passo, diz o Gartner, que olha para o futuro e prevê o que vai ou pode ocorrer. No artigo "Situação Atual da TI nos principais hospitais brasileiros" isso fica bem evidente!
- Client Computing - a virtualização cria novas formas de empacotar aplicações e capacidades de client computing, tornando menos crítica a escolha das plataformas de hardware e sistema operacional. Para o instituto, as empresas devem estabelecer um roadmap estratégico de cinco a oito anos para client computing, definir uma abordagem para os padrões de dispositivos, propriedade e suporte; seleção, implementação e atualização do sistema operacional e da aplicação; e planos de gerenciamento e segurança para administrar a diversidade. Cada vez mais optamos por soluções que não envolvam baixar e instalar programas no computador, e com a virtualização os hospitais ou operadoras de saúde estaraim economizando espaço físico, hardware, e energia, uma tendência da TI verde.
- TI Verde - a onda ecológica e a preocupação com a redução no consumo de energia deve ficar ainda mais forte, e a TI pode tornar viáveis muitas iniciativas 'verdes', como o uso de documentos eletrônicos e o incentivo ao trabalho via teleconferência, além de ferramentas analíticas que podem ser implementadas para a redução do consumo de energia em transporte ou outras atividades. O hospital sem papel e a TI verde na Saúde, exemplificam muito bem essa tendência.
- Remodelagem do Data Center - os custos serão menores se as empresas adotarem uma abordagem pod-based, método de engenharia de estrutura, para a construção e expansão dos data centers. Cortar despesas operacionais libera recursos que podem ser aplicados em outros projetos ou investimentos em TI ou até mesmo no próprio negócio. Há uma tendência em terceirizar o Data Center se a empresa de saúde tem como objetivo investir em outras áreas da TI, assim obtém-se a disponibilidade do sistema e uma infraestrutura centralizada.
- Computação Social (Social Computing) - empresas devem perceber que o funcionário não quer dois ambientes diferentes - um para os produtos do trabalho e outra para ter acesso a informações "externas". O foco a ser adotado é o uso de software e mídia social na companhia e a integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Estas aplicações digitais definem-se por capacitarem interacção, colaboração e partilha entre utilizadores. Aplicações para blogging, podcasting, conteúdo colaborativo (por exemplo, Wikipedia), redes sociais (por exemplo, twitter, MySpace, Facebook), partilha de multimedia (isto é, Flickr, YouTube), social tagging (por exemplo, Deli.cio.us) e social gaming (por exemplo Second Life) já são uma realiadade, ainda pouco difundida, mas a cada dia mais requisitada. Recomendo, para quem quiser conhecer, o Twitter da lista @Jsystems, @medicinaexpress, @dr.Carlos Andrade, o facebook , o blog do Dr. Leonardo Diamante, da Informática no PSF, Fora do Ponto do Dr. Cídio, e o Comunidade Saúde em Rede.
- Segurança e Monitoramento de Atividades - o foco da segurança evoluiu do 'muro' que mantém os outros de fora para o monitoramento das atividades e a identificação de padrões que foram esquecidos anteriormente. As ferramentas de monitoramento e análise complementares ajudam a perceber e investigar atividades suspeitas, inclusive com alertas em tempo real ou atuação direta nas transações. Observando os pontos fortes e fracos dessas ferramentas, as empresas entendem como podem usá-las melhor para se defenderem e para atender às exigências de auditoria. A segurança se torna de extrema importância quando o foco é direcionado para o prontuário eletrônico do paciente e a certificação digital do médico.
- Memória Flash - a novidade na memória flash é, segundo o Gartner, que ela está se movendo para um novo nível no plano de storage - e a desvantagem do preço mais alto em relação aos discos giratórios está chegando ao fim. Por isso, essa tecnologia deve obter taxa composta de crescimento anual superior a 100% nos próximos anos, e será estratégica em muitas áreas de TI. Outras vantagens, aponta o Gartner, incluem espaço, aquecimento, performance e robustez.
- Virtualização para aumentar disponibilidade - a virtualização esteve entre as principais tecnologias estratégicas em anos anteriores e continua na lista por novos elementos, como a migração dinâmica, permite obter a maior disponibilidade possível e alterar as configurações rapidamente quando for preciso.
- Aplicações Móveis - até o final de 2010, estima-se que 1,2 bilhão de pessoas vai levar consigo dispositivos com capacidade de fazer transações comerciais móveis, favorecendo a convergência da mobilidade e da web. Plataformas como Apple e iPhone já têm alguns milhares de aplicações. O mercado limitado e a necessidade de codificação única podem favorecer uma versão que opere de forma flexível tanto em PCs como nos sistemas em miniatura, diz o Gartner. De acordo com pesquisa realizada pelo Manhattan Research, cerca de 64% dos médicos nos Estados Unidos estão usando smartphones no trabalho. Nessa comunidade, os aparelhos BlackBerry são mais populares do que o iPhone, aponta a reportagem. Alguns hospitais tem testado o uso do celular para acessar informações dos pacientes, como o HC de Ribeirão Preto, além do uso de smartphones para realização de Ultrassonografia, ainda o aplicativo "Epocrates" onde o médico consulta mediciamentos, interações medicmanetosas e cálculos de doses. Há um blog sobre o IPHONE e Medicina.
19 de out de 2009
Redes Neurais, Neurociência e Inteligência Artificial na Medicina
15 de out de 2009
SoundBite - dispositivo auditivo coclear não-cirúrgico
15 de set de 2009
Orçamento Participativo ou Neurotecnologia para decidir obras públicas?
12 de set de 2009
Conheça e faça parte da comunidade Tecnologia em Medicina do Via6
30 de ago de 2009
Tecnociência -Ciência e tecnologia ganharam poder desmedido na medicina
Na segunda palestra, o promotor de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e pós-doutor em Bioética, Diaulas Costa Ribeiro (foto), citou os limites constitucionais pelos quais a ciência deve se submeter. Para ele, há um grande equívoco na ideia de que a ciência pertence somente aos cientistas, já que ela deve estar a serviço da sociedade e, logo, submetida aos códigos de ética. Citando a reprodução humana assistida, por ser uma área da medicina em grande discussão atualmente, o promotor comentou que vem cobrando, há dez anos, a aprovação de uma lei no Congresso Nacional que torne crime algumas ações antiéticas dos profissionais médicos. Entre elas, exercer a função sem estar habilitado para a prática, realizar a reprodução assistida sem o consenso dos envolvidos, ser intermediário e/ou beneficiário da prática de “barriga de aluguel” e realizar pré-seleção sexual ou racial. “Esta proposta levaria à Justiça cada ação médica irregular e poderia acarretar, inicialmente, a perda da licença profissional”, explicou Ribeiro.
Fotos: Osmar Bustos
Fonte: Notícias CREMESP
30 de jul de 2009
O que é necessário para um Hospital sem papel?

O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.
Os requisitos serão:
- Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
- Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
- Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
- Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
- Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema
e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.
"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.
A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possíveis e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus, presidente da MV Sistemas.
Atualização do post:
6. Certificação pela SBIS: o CFM e a SBIS possuem um manual para certificação de software médico, onde, para se ter um Hospital sem Papel é necessário o cumprimento dos Requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2) – Certificação Digital, ou seja a utilização de certificado digital emitido por AC credenciada à ICP-Brasil para os processos de autenticação de usuários e para assinatura digital de documentos eletrônicos no S-RES.
29 de jul de 2009
ALERT® - soluções para a informatização dos serviços de saúde
O software ALERT é uma solução operacional para todos os ambientes de prestação de cuidados à saúde com a capacidade de produzir ambientes clínicos totalmente sem papel. O sistema permite a introdução, em tempo real, de toda a informação clínica do paciente, em telas sensíveis ao tato (touch-screen). O software permite a realização de triagem por meio do Protocolo de Manchester* ou qualquer outro protocolo de classificação de riscos, com consulta em tempo real aos dados dos pacientes e interação entre as equipes dos profissionais da saúde.- ALERT® PHF – PAPER FREE HOSPITAL: sistema de informação clínica hospitalar para o registo e consulta de dados em tempo real. Este software permite fazer a gestão de toda a informação sobre os doentes e respectivos episódios clínicos desde o momento da entrada até que lhes é atribuída alta. Foi fechado acordo com a UNIMED-BH em Nov/2008 para softwares clínicos Alert –Paper Free Hospital para as unidades de serviços próprios da Unimed-BH, e o Alert – Private Practice para os consultórios dos médicos cooperados.
- ALERT® ER uma solução para urgências hospitalares que possibilita o registo, a interligação, a reutilização e análise de toda a informação relativa aos episódios de urgência.
- ALERT® MANCHESTER é uma aplicação informática para triagem de doentes nas urgências hospitalares. Atualmente é utilizado no HPS João XXIII e está em afse de implantação no PA do Hospital das Clínicas da UFMG.
- ALERT® OUTPATIENT faz a gestão da informação relativa às consultas externas. Usado atualmente pelo Grupo Santa Casa de Belo Horizonte no Centro de Especialidades Médicas. Entre outras características do Alert Outpatient estão incluídos os Motivo da Consulta; Consultas anteriores (o profissional pode acessar visitas anteriores do paciente, bem como visualizar informações detalhadas sobre ele, como sinais vitais, diagnósticos, exames de imagem, administração medicamentosa e prescrição; e Avaliação infantil.
Também quanto a fatores e avaliações de risco, o médico pode medir todos os fatores associados a diferentes tipos de doença: doenças cardiovasculares ou de Diabetes Mellitus, por exemplo. Para cada uma das avaliações de risco, o Alert disponibiliza um formulário específico com um conjunto de questões que irão determinar, no final, um determinado nível de risco. Outra vantagem do Alert é que oferece a oportunidade de criar e marcar processos cirúrgicos e de internação, sempre que necessário.
Também quanto a Medicina Física e de Reabilitação, o Alert disponibiliza planilha que lista os pacientes diários com procedimentos agendados para a Medicina Física e Reabilitação (MFR), onde é possível visualizar dados pessoais e clínicos do paciente. O Alert possibilita também a criação de fichas de avaliação de Medicina Física e de Reabilitação de acordo com avaliação de funcionalidade e o Plano de Intervenção. - ALERT® CARE é um sistema de informação clínica para Centros de Saúde e Instituições de Saúde Pública que faz a interligação de toda a informação clínica de Cuidados de Saúde Primários, além de uma ligação, através de telemedicina, entre Centros de Saúde e Hospitais. Provavelmente será empregado nas unidades de saúde da prefeitura de Belo Horizonte, seguindo a linha de informatização da saúde em Minas Gerais.
11 de jul de 2009
Microeletrodos sob o crânio - eletrocorticografia
A imagem mostra microeletrodos ligados a microwires que passam pelos tubos laranja e verde para ligar duas matrizes, de 16 de microeletrodos. Cada matriz é embutida em um pequeno tapete de silicone.
Sistema de posicionamento de Eletrodos de Eletrocorticografia (usado o sistema da empresa Micromar)

4 de jul de 2009
Cirurgia Robótica + Tecnologia de ultrassom 3D ajudará no tratamento do câncer

23 de jun de 2009
O passado da Cirurgia, o presente e o futuro da Cirurgia Robótica
Catherine Mohr, cirurgiã, engenheira e inventora da LapCap, na palestra proferida na TED 2009, falando sobre a história da cirurgia e as novas tecnologias na medicina, dando um especial destaque para a tecnologia da Cirurgia Robótica DaVinci. O vídeo abaixo é muito bom, e a tradução livre encontra-se abaixo para quem preferir à legenda em inglês disponível.
Falar sobre Cirurgia Robótica é também falar sobre Cirurgia. E enquanto eu tento não trazer gráficos demais, tento manter em mente que os cirurgiões tem uma relação diferente com sangue do que a maioria das passoas tem. Porque o que o cirurgião faz a um paciente, se não fosse feito com o seu consentimento, seria um considerado crime. Cirurgiões são os alfaiates, os encanadores, os carpinteiros, alguns diriam os açougueiros médicos do mundo. Cortando, remodelando, reformando, bypassing, fixando. Mas é preciso falar conjuntamente de instrumentos cirúrgicos e evolução da tecnologia cirúrgica.
Para te dar uma perspectiva de onde a Cirurgia Robótica está no momento,e onde estará no futuro, eu gostaria de dar a vocês uma noção de como chegamos nesse ponto. Como nós acreditamos naquela cirurgia, que era possível ser feita, que esse tipo de procedimento cirúrgico era possível.
Então, um pouco de perspectiva, 10.000 anos de perspectiva.
Isso é um crânio trepanado.E a trepanação é fazer um furo no crânio. E muitas centenas de crânios como esse foram encontrados em sítios arqueológicos, datando de 5 a 10.00o anos atrás. Agora imagine isso: você é um curandeiro em uma aldeia na idade da pedra e você não tem certeza do que há de errado com um cara. Oliver Sacks só nascerá no futuro. O cara tem uma disorder e você não entende bem o que, mas pensa consigo mesmo: "Não tenho certeza o que há de errado com esse cara. Mas talvez se eu fizer um buraco na cabeça dele posso consertar." (risos) Agora isso é um pensamento cirúrgico.
Agora temos o início da intervenção cirúrgica aqui. Não temos certeza quanto desse procedimento teve a intensão de ser religioso e quanto de terapêutico, mas posso dizer que esses pacientes viveram. A julgar pela cicatrização nas bordas do orifício, eles vivweram diuas, meses anos após a trepanação. O que estamos vendo é a evidência de uma técnica refinafa, que foi transmitida por centanas de anos pelo mundo. E isso ocorreu independentemente em vários sítios arqueológicos sem comunicação entre eles. Nós realemnte estamos vendo o início da intervenção cirúrgica.
Agora avançamos milhares de anos até a Idade do Bronze e e além. E vemos novas ferramentas refinadas chegando. Mas os cirurgiões eram mais conservadores que seus antepassados trepanadores. Esses caras restringiam os procedimentos a lesões superficiais. E cirurgiões eram comerciantes e não médicos, e isso persistiu através da Renascença.
Eles podem ter salvo os escritores, mas não os terríveis cirurgiões, ainda eram vítimas da desconfiançae ainda ttinahm um pouco de problema PR. Porque o cenário era dominado pelos cirurgiões-barbeiros ambulantes. Eles que viajavam de aldeia em aldeia, cidade em cidade, fazendo cirurgia com uma forma de arte performática. Foi a era antes da anestesia. E a agonia do paciente é era mais um espetáculo público do que uma cirurgia propiamente diat. Um dos mais famosos , Frere Jacques, aparece aqui a fazendo uma litotomia. A remoção do cálculo vesical, um das cirurgias mais invasivas da época, tinha que ser executada em menos de dois minutos. Você tinha que uma queda para o dramático e ser muito, muito rápido. E aqui pode-se ver ele fazendo uma litotomia. Acredita-se que ele tenha feito mais de 4000 desse procedimento através da Europa. O que é espantoso pensando-se tartar da cirurgia um último recurso. E isso leva-nos até a Anestesia, a ausência de sensação. Com a demosntração da Inalação do éter de William Morton em 1947, toda uma nova era da cirurgia surgiu. A Anestesia deu ao cirurgião a liberdade para operar, experimentar, mexer profundamente no corpo. Isso foi uma revolução para a Cirurgia.
Mas havia um grande problema. Após longas cirurgias, tentando curar coisas que não se era capaz de tocar antes, os paciente morriam. de infecção maciça. A Cirurgia não machucava mais ninguém, mas matava rapidamente. E infecção iria continuar a reclamar a maioria dos pacientes cirúrgicos, até a próxima grande revolução na cirurgia,que foi a técnica asséptica.
Joseph Lister foi o maior defensos da assepsia para um bando de cirurgiões céticos.Os irmãos Mayo foram visitar Lister na Europa e Voltaram afirmando que tinha aprendido que era tão importante lavar as mãos antes da cirurgia quanto depois. Tão simples e no entanto a mortalidade cirurgica caiu drasticamente.
As cirurgias tornaram-se eficazes, com o paciente insensívela a dor e campos operatórios estéreis, o céu era o limite. Podia-se operar agora intestino, fígado, coração, cérebro. Transplante: podia-se colocar um orgão de uma pessoa em outrae funcionaria. Cirurgiões não tinham mais problema com respeitabilidade, tinham-se tornado Deuses. A era dos "grande cirurgião, grande incisão" tinha chegado. Mas a que custo, porque eles salvam vidas mas não com qualidade de vida. Pois pessoas saudáveis usualmente não precisam de cirurgia. E os doentes passavam longo tempo recupernao de um corte como esse. A pergunta que foi feita: " Bem, podemos fazer essas mesmas cirurgias com incisões pequenas?" Laparoscopia está fazendo esse tipo de cirurgia, com longos instrumentos através de pequenas incisões. E isso mudou o cenário da Cirurgia. Os instrumentos têm cerca de 100 anos, mas só foram utilizados para diagnóstico a partir dos anos 80 devido aos avanços tecnológicos das câmeras.
O que você vê agora -está é a 1ª imagem cirúrgica - entrando pelo trocater. É muito diferente do que se espera que uma cirurgia se pareça. Introduzimos os instrumentos por 2 cortes nas laterais, para manipulação dos tecidos. Com 10 anos da primeira colecistectomia por vídeolaparoscopia, a maioria das colecistectomias atualmente são feitas por laparoscopia. Uma verdadeira revolução.
Mas houve vítimas nesta revolução. Estas técnicas foram muito mais difíceis de aprender do que as pessoas tinham previsto. A curva de aprendizado foi muito longa. E que a curva de aprendizado durante as complicações foi um pouco maior. Cirurgiões tiveram de abdicar da sua visão 3D. Eles tiveram que abandonar os seus punhos. Eles tiveram que desistir dos movimentos intuitivos nos instrumentos. Este cirurgião tem mais de 3.000 horas de experiência laparoscópica. A colocação da agulha é particularmente frustrante. E uma das razões por que razão é tão difícil, é porque ergonomia externa é terrível. Há estes longos instrumentos, e se trabalha fora de seu centro de equilíbrio. E ose trabalha com os instrumentos de maneira inversa ao movimento normal.
Então o que você precisa fazer, para ter a capacidade que teria com suas mãos dentro da pequena incisão, é pegar o instrumento. E assim - Eu vou falar de robôs - o robô da Vinci coloca sua mão do outro lado da mesma incisão. E então aqui pode-se ver o funcionamento deste punho. Ao contrário da laparoscopia, você pode colocar a agulha em seus instrumentos, e você traçar uma trajetória. E a razão pela qual esta se torna muito mais fácil é, você pode ver em baixo, as mãos estão a fazer os movimentos, e os instrumentos fazem exatamente o mesmo movimento. O cirurgião está sentado em um console, e comanda o robô por estes controladores. E o robô está se movendo em torno destes instrumentos, e alimentando-os, para baixo dentro do corpo. Você tem uma câmera 3D, para que você obtenha uma visualização em 3D.
Desde que foi introduzido em 1999 um lote destes robôs vem sendo utilizados para procedimentos cirúrgicos como a prostatectomia. Uma próstata profunda na pélvis requer dissecção fina e manipulação delicada para poder obter um bom resultado cirúrgico. Pode-se fazer bypass venosos com um coração em funcionamento, sem incisões torácias, pois é realizado entre as costelas. Pode-se fazer procedimento intracardíacos, como reparo de válvulas. Tendo essas tecnologias (Aplausos) Pergunta-se: "porque as cirurgias não são realizadas dessa forma?" E há algumas razões, e o custo é uma delas.
Falei sobre o complicado robô. Um desses robôs irá custar-lhe cerca do peso em ouro do cirurgião. Mais útil do que cirurgião de ouro, mas, ainda assim, é um investimento bastante grande. Mas existem outras barreiras. O robô é configurado para uma posição, como na prostratectomia, mas se houver necessidade de outro procedimento em outra localização abdominal, vão ser necessárias outras incisões. O robô precisará ser movido e reconfigurado, e o problema é que isso consome tempo, além do peso considerável do aparelho.
E por esta razão não há muitas cirurgias sendo feitas com o Leonardo da Vinci. E como mudar isso? E se não precisássemos reconfigurar a cada alteração? E se pudéssemos reunir todos os instrumentos juntos em um lugar? Isso alteraria a capacidade do cirurgião? E como teria que mudar a experiência para o paciente? Agora, para isso, temos de ser capazes de levar uma câmera, e os instrumentos, em conjunto através de um pequeno tubo, como o tubo (trocater)que você viu na vídeolaparoscopia. Ou, não coincidentemente, como um tubo como este.
Então, o que saírá deste tubo é a estréia desta nova tecnologia, o novo robô que vai ser capaz de chegar a qualquer lugar. Esta é a câmara e três instrumentos em um só. E a fim de ser mais útil, não pode ficar agregado como este. Tem de ser capaz de sair da linha central e, em seguida, ser capaz de trabalhar para voltar a linha central.Isso permite dissecar, suturar, fazer todas as coisas que você precisa fazer, todas as tarefas cirúrgicas. E tudoi atrvés de UMA incisão. Não é assim tão simples. Mas valerá a liberdade que isto nos proporcionará.
É excitante ver onde podemos chegar com isso. Nós escrevemos o script da próxima revolução na Cirurgia. Com essas capacidades e um objetivo, temos de decidir pra onde as novas cirirgias irão. E para consolidar a revolução. Temos de ver para além da superfície. Precisamos de ser capazes de perceber que fazemos uma incisão de maneira muito melhor.
Este é uma de cancer. Um dos problemas é quando você não pode ver o câncer, especialmente quando está escondido abaixo da superfície. E então o que estamos começando a fazer é que estamos começando a injectar marcadores especialmente concebidos para a circulação sanguínea que terá como alvo o câncer. Ele irá ligar-se ao cancer. E podemos tornar esses marcadores fluorescentes, podendo ter câmeras especiais para vê-los. Agora sabemos onde devemos incisar, mesmo quando está abaixo da superfície. Podemos injetar o marcador e seguí-lo para as áreas de disseminação. Podemos injetar estes corantes na circulação sanguínea para revisão antes de fechar o paciente. Algo que não temos sido capazes de fazer, sem radiação, antes. Podemos iluminar tumores renais como este tumor de modo que você possa ver exatamente onde está olimite entre o tumor renal, o rim e o que você quer deixar para trás. Ou tumor no fígado, o fígado e que pretende deixar para trás.
E não precisamos limitar nossa visão ao cancer. Temos sondas flexíveis microscópicas que podemos inserir no organismo, olhando diretamente para as células. Eu estou olhando nervos. Esses são nervos que você vê, na parte inferior, e na parte superior o que está sendo realizado pela sonda microscópica. Isso ainda é um protótipo. Mas a inervação é importante se você é o paciente, pois ela controla a continênciae a função sexual.
A combinação dessas tecnologias nos permite chegar a isso tudo. Nós podemos curar a doença deixando a função intacta depois.Falamos do paciente como se ele fosse algo fora dessa sala. Muitos de vcoês ou todos vocês serão pacientes de um cirurgião.
E a perspectiva que eu lhes ofereço de uma cirurgia mais fácil ... é que vai fazer esse diagnóstico qualquer menos aterrador? Não tenho certeza que eu realmente queira que ele mesmo. A consciência da propria mortalidade trás uma reavaliação de prioridades, e um realinhamento dos quais são seus objetivos na vida, ao contrário de qualquer outra coisa. E eu nunca iria querer privá-lo de uma epifania. O que eu quero é que você esteja inteiro, intacto, e funcional o suficiente para sair e salvar o mundo, depois que você decidiu o que você precisa fazê-lo. E essa é a minha visão para o futuro. Obrigado. (Aplausos)
21 de jun de 2009
Grupo Medial implanta o maior PACS e RIS da América Latina
foto- Horizon Radiology ManagerA implantação das soluções PACS – Picture Archiving and Communications System, considerada a tecnologia mais moderna do mundo em termos de diagnóstico por imagem e RIS – Radiology Information System vai possibilitar a integração dos exames por imagens e laudos em toda a rede própria de atendimento do grupo Medial, dimensão que confere ao projeto o status de maior da América Latina.
Os benefícios dessa tecnologia atingem todos os envolvidos com o atendimento na área da saúde, desde o médico passando pela operadora de saúde até o paciente. Além das muitas facilidades de verificação dos resultados, há também a possibilidade de definir configurações pessoais de acesso como, por exemplo, a preferência no formato da abertura dos laudos, a ordem como os itens aparecem na tela e outras comodidades. Em breve os médicos também poderão ser informados via SMS (mensagem de texto no celular), sobre a disponibilidade de seus resultados.
“A rapidez nos resultados dos exames modifica positivamente muitas rotinas e pode impactar, inclusive, na diminuição do período de internação. Especialmente nos pronto-socorros, onde parte desse tempo deve-se à espera pelo diagnóstico”, avalia o Dr. Marco Rocha Mello, diretor médico da Unidade de Negócios Diagnósticos do Grupo Medial. “Outra possibilidade que a tecnologia permite é a criação de centros remotos onde equipes de especialistas das mais diversas áreas poderão realizar laudos à distância”, projeta.
Todas essas facilidades geram ganhos no tempo de consulta, qualidade na prestação do serviço hospitalar e economia de recursos.
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