7 de out. de 2010

As dificuldades em se criar um PEP no Brasil


Recebi um comentário nesse post, do Dr. Paulo Freire, que achei muito interessante e agora o posto como artigo.

"Senhores

É muito dificil realizar algo de útil neste país, contra todos os entraves burocráticos, falta de capacitação humana, falta de recursos e apoio institucional. Parabenizo todos os idealistas que construiram sistemas de prontuários eletrônicos com sacrifício e esforço próprios, como o OnLine Doctor citado acima, e o meu próprio, Saude Direta.

Só quem construiu algo parecido sabe o que digo. E muitos críticos JAMAIS realizam algo como estes sistemas. Conheço muitos teóricos de PEP, mas nada de prático foi construido por eles.

Estes críticos de plantão estão em toda parte, dizendo que o sistema não é perfeito, não tem isto e aquilo, que não é adequado ou não segue as normas burocráticas, etc... etc... 

Como médico praticante vejo que a saúde anda de mal a pior, a qualificação dos colegas idem. 

Não adianta exigir PEPs maravilhosos para serem utilizados por médicos despreparados e sem recursos mínimos ao bom exercício da medicina. Prontuário certificado, maravilhoso, não melhora a qualidade da saúde. As pessoas continuarão morrendo nas mãos da má medicina, agora de forma digital.

Defendo que o prontuário eletronico dos pacientes deve ser uma ferramenta facilitadora do trabalho médico. Deve ter conteúdo para se evitar erros médicos (66% deles são evitáveis), deve melhorar a prescrição médica (67% delas contém erros), deve auxiliar na escolha dos medicamentos (no Brasil morrem 78 mil pessoas/ano pelo uso incorreto dos medicamentos). Este deve ser o foco.

Se um PEP não atende todas as normas burocráticas, mas atende às necessidades dos médicos, ele já se justifica. Já contribui para melhorar a saúde da população. Com a evolução este PEP, ainda não certificado, vai chegar lá.

A SBIS/CFM deveria ao menos cobrar um valor razoável pela certificação, para dar oportunidade aos idealistas como nós conseguirmos a certificação.

Construí o Portal Saúde Direta com recursos próprios e de minha família. Tenho trabalhado intensamente no projeto, e afirmo que nenhum destes teóricos me prestou qualquer colaboração para erguer o sistema.

Uma única coisa me move para realizar meu projeto: vou salvar vidas, tenho certeza. E isto me basta para caminhar para a frente.

Paulo Celso Budri Freire,
Médico Coordenador do Portal Saúde Direta
www.saudedireta.com.br "

6 de out. de 2010

Unimed-BH integra softwares para gestão de pronto socorro

Depois de construir um dos maiores hospitais da rede privada de Belo Horizonte, projetado para ser referência em atendimentos de urgência e emergência de alta complexidade, a Unimed-BH conseguiu em quatro meses integrar todas as suas soluções de software, para garantir a agilidade e excelência que esse tipo de serviço requer. 
A integração permitiu que aplicações independentes e especializadas de gestão hospitalar compartilhassem informações, unificando a gestão de todo o ciclo de atendimento do hospital, como por exemplo: interfaces de cadastro de pacientes e agendamento de consultas e solicitação de exames. Esses benefícios, mesmo que indiretamente, podem ser sentidos pelos clientes, pois todo o atendimento do médico é feito por meio de um prontuário eletrônico que serve como repositório único das informações dos pacientes, trabalhando de maneira orquestrada nos bastidores com outras soluções, entre elas, os sistemas de back-office, imagem e exames laboratoriais. A Ci&T foi a empresa contratada para a implementação da solução de integração das aplicações; e a Sensedia, para definir guias e padrões para a adoção de governança SOA (Service Oriented Architecture). 
"Já do ponto de vista dos negócios da empresa, os resultados do projeto garantiram melhor confiabilidade, reuso e governança das integrações. O ganho foi uma nova abordagem de integração de sistemas que permite a TI acompanhar o rápido crescimento da companhia, incluindo em seu sistema novas soluções de maneira mais ágil e eficiente", afirma Sehila Evangelista, gestora de TI da Unimed BH. "O barramento SOA permitiu aumentar a produtividade no desenvolvimento de integrações e, além disso, proporciona à Unimed-BH a possibilidade de acrescentar qualquer outro tipo de serviço, numa plataforma padronizada, voltada para os seus processos de negócios. Com a implementação de SOA, o hospital deu seu primeiro passo para o próximo nível de maturidade no desenvolvimento de aplicações, a abordagem BPM", explica Maurício Borges, gerente de Tecnologia da Ci&T. 
Os principais ganhos da utilização dessa arquitetura foram agilidade, pois automatizou o compartilhamento de informações; segurança, que garante a integridade e autenticidade das informações trocadas; extensibilidade, que permite que novas aplicações sejam incluídas sem grandes impactos; continuidade do negócio, já que conta com o monitoramento de falhas e o reprocessamento de mensagens. 
Durante dois meses, um grupo de consultores da Sensedia trabalhou para a definição de guias e padrões para a adoção de governança SOA. "Esta etapa do projeto foi essencial e serviu de base para que a Ci&T pudesse implementar o sistema integrado de gestão hospitalar, num ambiente preparado e com maturidade", explica Kleber Bacili, diretor de tecnologia da Sensedia. 
Para isso, a Ci&T implementou o barramento SOA- IBM Websphere ESB, que permitiu aumentar, significativamente, a produtividade e transparência no desenvolvimento de integrações. Com isso, a Unimed-BH consegue integrar qualquer outro tipo de serviço numa plataforma padronizada voltada para os seus processos de negócios. 
Todo projeto de integração tem suas complicações devido à heterogeneidade dos sistemas legados. Dentro de um sistema hospitalar isso não é diferente, mas os principais pontos são o grau de confiabilidade no meio de transmissão e, também, a integridade da informação trafegada. "Para solucionar essa questão, a Ci&T combinou uma solução de monitoramento/reprocessamento de eventos desenvolvida sob medida para o hospital, com uma infra-estrutura robusta do barramento SOA", explica Borges.
“Estamos caminhando para um atendimento ‘paper free’, pois quase todos os setores médicos não precisam de papel para operar”, disse Gestora de TI, Sehila Evangelhista. Sehila destaca que a redução drástica na utilização de papel em hospitais é uma tendência mundial. Como a experiência está sendo bem-sucedida em uma unidade da rede, em breve deve ser implementada também nas outras.


Fonte: ITweb e BHTI Magazine

5 de out. de 2010

Android Market no Brasil

Dp blog MD BLogger peguei esse post muito interessante:





Até o momento, os brasileiros só tem acesso aos aplicativos gratuitos da loja de aplicativos Android. Esta semana, o Google anunciou aos seus desenvolvedores que ampliará para mais 12 países, incluindo o Brasil, o disponibilidade de aplicativos pagos do Android Market. Acredito que isso estimulará os desenvolvedores brasileiros a criar versões dos aplicativos já disponíveis para a plataforma do iPhone e tornar os smartphones android mais completos para nós médicos. Então, vamos esperar.

Leia também:

ePocrates – saiu atualização para Android


3 de out. de 2010

Sistemas de Registro em Saúde e Prontuário Eletrônico do Paciente

Sistema de registro

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Cartão Nacional de Saúde ou Cartão do SUS

1- O que era para ser:
  • Cartão Nacional de Saúde ou Cartão do SUS é um documento pessoal que identifica o usuário do SUS, reunindo suas informações pessoais e dados sobre procedimento clínicos que já realizou, que remédios toma, etc.
  • Finalidade:Conhecer quem está sendo atendido, por quem, aonde, como e com quais resultados.Toda vez que acontece um atendimento em um estabelecimento público de saúde ele é registrado por meio do cartão do paciente no banco de dados do SUS. Todos os prontuários de pacientes ficam disponíveis na rede do sistema, desta forma, mesmo que o atendimento seja feito em outros estabelecimentos e até mesmo em outros estados, o sistema é atualizado e é possível que o médico saiba o que já foi feito.Com isso, o Cartão do SUS tem a finalidade de:
  • Fornecer um histórico confiável do paciente;
  • Imediata identificação do paciente, gerando assim agilidade no atendimento;
  • Acesso a medicamentos mais facilmente;
  • Melhoria da gestão: revisão de processo de compras de medicamentos, integração dos sistemas de informação, acompanhamento dos processos de referência e contra-referência dos pacientes, revisão dos processos de financiamento e racionalização dos custos, acompanhamento, controle, avaliação e auditoria do sistema e serviços de saúde, além da gestão e avaliação de recursos humanos.
2- O que acabou sendo: 
Cartão Nacional de Saúde do SUS está longe de alcançar a atribuição prevista na sua criação, em 1996: a identificação do paciente e do seu prontuário clínico por meio de uma base de dados on line, interligando todos os municípios ao  sistema brasileiro de saúde pública. Hoje não passa de  apenas um número para ser inserido no sistema de faturamento, como o SIA e AIHs.

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Microsoft HealthVault
A Microsoft escolheu Peter Neupert para lançar e desenvolver o HealthVault, que é um é uma plataforma da Microsoft para armazenar e manter o histórico médico e as informação em saúde do paciente, ou seja sistema on-line de registro clínico eletrônico.
O acesso ao HealthVault é feito por meio do Windows Live ID, e o registro é gratuito. A ferramenta permite que os registros pessoais sejam associados, o que facilita o gerenciamento de saúde de uma família, por exemplo. Além disso, o sistema permite baixar os documentos do próprio computador ou de aparelhos como o medidor de glicose.

Os médicos e hospitais também poderão utilizar a ferramenta. O sistema foi desenvolvido em parceria com a Allscripts Healthcare Solutions, cujo software permite o envio de dados via internet para o HealthVault.

Para gerar resultado, a Microsoft aposta na publicidade dentro do serviço de busca pela internet inserido na solução. A ferramenta foi desenvolvida pela Medstory e lista informações específicas sobre saúde. A expectativa da divisão Health Solutions Group da Microsoft é gerar operações com receita de mais de US$ 1 bilhão com o HealthVault, além da venda de softwares para os hospitais.


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Google Health
    • O que é:
    O Google Health fornece um perfil personalizado para usuários do Google com dados contendo seu histórico médico. Fazem parte do histórico dados pessoais como peso, altura, idade, sexo e dados clinicos alergias, medicamentos que faz uso, cirurgias às quais foi submetido, resultados de exames, vacinas, etc. Esta é uma forma de compilar todas as suas informações de saúde em um mesmo local, facilita a busca de históricos de tratamentos e diagnósticos antigos, localização de profissionais, entre outros. Apesar de se encontrar apenas em inglês e a possibilidade de importação de seus dados médicos a partir de de bancos de dados brasileiro não ser existir, você poderá, caso deseje, colocar os dados manualmente.Ainda há ferramentas para pesquisa de condições médicas, como Diabetes ou Hipertensão, além dos sintomas como cefaléia ou febre.
    Também é possível consultar medicamentos e interações medicamentosas, procurar serviços de saúde e médicos (ainda não disponível no Brasil).
    • Financiamento:
    Segundo o Google, o serviço Google Health será de graça e as informações pessoais não serão compartilhadas, porém, informações anônimas poderão ser capturadas e utilizadas. Por isso os usuários deverão aceitar os 2 termos logo no início do cadastro.
    A ferramenta não terá anúncios publicitários da mesma forma que outros serviços do buscador como o Google News, mas, apesar disso, será lucrativo, porque aumentará o fluxo de usuários para outras páginas do Google.
    O Google Health é um sistema aberto a outras empresas ou instituições que queiram oferecer serviços diretos para o consumidor, como 
    tabelas de medicamentos ou lembretes para vacinas, mas insistiu em que nenhum dado será compartilhado sem o consentimento do paciente.
    • Privacidade:
    "Nosso modelo se baseia em que o proprietário dos dados tem o controle sobre quem pode vê-los", disse Schmidt em uma conferência da Sociedade de Sistemas e Informação e Gestão dos Serviços de Saúde dos Estados Unidos.
    Especialistas em privacidade de dados de saúde demonstraram suas
    dúvidas sobre este projeto e outros similares. O Google não está só, pois dúzias de empresas oferecem serviços de gestão de dados médicos na Internet.
    Bob Gellman, consultor de políticas de privacidade e informação em Washington, afirma que o serviço do Google apresenta os mesmos riscos para a privacidade dos pacientes que o de outras companhias semelhantes na rede
    ."Um dos principais riscos é que estes dados privados acabem nas mãos de empresas de marketing", disse Gellman à Agência Efe. O consultor, que fez um estudo sobre o assunto para o Fórum Mundial da Privacidade, explicou que firmas como o Google não são necessariamente obrigadas a respeitar a HIPAA, uma lei federal que impede, entre outras coisas, que a informação médica seja utilizada com fins comerciais. Embora estes serviços tragam vantagens para os pacientes, "pode ser também complicado para os pacientes", opinou Gellman. "Muitos consumidores não são capazes de decidir quem pode ter acesso a seu histórico médico e quem não pode", destacou.


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ALERT
O software ALERT é uma solução operacional para todos os ambientes de prestação de cuidados à saúde com a capacidade de produzir ambientes clínicos totalmente sem papel. O sistema permite a introdução, em tempo real, de toda a informação clínica do paciente, em telas sensíveis ao tato (touch-screen). O software permite a realização de triagem por meio do Protocolo de Manchester* ou qualquer outro protocolo de classificação de riscos, com consulta em tempo real aos dados dos pacientes e interação entre as equipes dos profissionais da saúde.Outro aspecto do ALERT é o fato de controlar o acesso à informação clínica por meio de identificação biométrica dos usuários (impressão digital) e de identificar pacientes por meio de fotografia digital e códigos de barra em pulseiras. Isso garante segurança tanto ao paciente quanto à instituição de saúde. O ALERT também tem capacidade de “conversar” com outros programas de gestão administrativa, sendo membro do IHE, instituto que produz protocolos para a troca, gerenciamento e integração de informações pertinentes aos cuidados do paciente, assim como a administração, distribuição e avaliação dos serviços de saúde. A vantagem para os clientes ALERT é a possibilidade de interoperabilidade entre seus sistemas de informação, sem prejuízo ou necessidade de substituição de programas já instalados.


  • ALERT HMO: health maintenance organization ( HMO ) é um projeto voltado para as operadoras de planos de saúde, sendo responsável pela gestão de saúde da organização. Aqui em Belo Horizonte a UNIMED é um cliente desse serviço.

  • ALERT RHIO: Regional Health Information Organizations (RHIOs), integra redes básicas aos hospitais da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, com um prontuário eletrônico transversal, ou seja, compartilhado por todas as unidades em rede.

  • ALERT REFERRAL: integra as agendas e os processos de referenciação e de contra-referenciação do Servicio de Salud Metropolitano Norte (SSMN), no Chile, uma revolução nos processos de referenciação, eliminando-se o sistema tradicional de vagas.

  • ALERT INPATIENT, ALERT ORIS e ALERT EDIS: atenção hospitalar. O primeiro é o software responsável pela internação, o segundo pelo bloco cirúrgico e o terceiro pela urgência do hospital, integrando o Protocolo de Manchester (ALERT TRIAGE). São alguns dpos projetos: Santa Casa de Belo Horizonte, Hospital da Beneficência Portuguesa em São Paulo. Inclui também o ALERT OUTPATIENT, responsável pela gestão das consultas ambulatoriais.



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    P2D
    P2D é um prontuário eletrônico webased (seguindo a tendência da Cloud Computing, "nas nuvens"), ou seja, não é preciso instalar o programa no computador e pode-se ter acesso do consultório, do hospital ou de casa., agregando qualidade ao atendimento, eficiência e redução de custos.
    A confidencialidade e segurança são garantidas, o acesso aos prontuários é restrito aos profissionais de saúde, possuindo um nível de segurança similar ao do sistema bancário.
    Dentre as funcionalidades que me atraem nele estão a possibilidade deimportar dados de outros programas de registro de pacientes e a digitalização facilitada de prontuários em papel, documentos, resultados de exames, etc...


    Outros:



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    Dossia: http://dossia.org/


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    Prontuário na WEB com Agenda online de consultas

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    Online Doctor: OnLine Doctor é um sistema gratuito para gerenciamento de consultórios médicos. http://www.onlinedoctor.com.br/


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    sistema de armazenamento de histórico médico.

    Prontuário médico online e agendamento online de consultas


    28 de set. de 2010

    Palestras on-line gratuitas na VIII Semana de Informática BIomédica

    Estive em Ribeirão Preto durante esses dois últimos finais de semana fazendo o I curso de Certificação da SBIS Telepresencial e conheci os graduandos e pós-graduandos do Curso de informática Biomédica da USP e pude presenciar os preparativos para a semana VII semana de Informática Biomédica. 
    A SBIS está transmitindo AO VIVO algumas boas palestras desde ontem.
    Os próximos eventos serão:
    http://www.informaticabiomedica.com.br/semana/

    1. Terça feira. dia 28 de setembro: 16h30 - 18h00 - Aspectos fundamentais da propriedade intelectual, por Prof. Aguinaldo Campos
    2. Quarta-feira, dia 29 de setembro: 16h30 - 18h00 - Organização de Sistema e Serviço de Saúde, por Prof. Dr. José Sebastião dos Santos
    3. Sexta-feira, dia 1 de outubro: 14h00 - 15h30 - Rotulação de polígonos em uma imagem segmentada baseada na opinião de usuários voluntários (Citizen Science), por Dnda. Marinalva Dias Soares

    A entrada é gratuita, existem 50 lugares livres por palestra.
    Senha de acesso: semana2010

    Apoio oficial: Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS)

    A participação nestas atividades rende 0,75 pontos por palestra para o PAP/CAP da SBIS Programa de Aperfeiçoamento Profissional/Certificado de Atualização Profissional

    Inscrições para Mestrado e Doutorado em Ciência da Informação


    Editais de seleção 2011 para o Mestrado e o Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência da  Informação (IBICT-UFRJ). Inscrições de 3 a 16 de novembro de 2010.


    Edital de Seleção do Mestrado em Ciência da Informação: 
    http://www.ibict.br/anexos_noticias/edital.mestrado_10.11.pdf

    Edital de Seleção do Doutorado em Ciência da Informação:
    http://www.ibict.br/anexos_noticias/edital.doutorado_10.11.pdf

    Informações sobre o PPGCI (IBICT-UFRJ) 
    http://www.ibict.br/secao.php?cat=Pós-Graduação em CI

    24 de set. de 2010

    Links da semana da TI Medicina




    Como a tecnologia móvel revoluciona a medicina


    Hoje às mãos de todos que possuem um iPhone, por meio de uma simples busca em sua App Store (local onde vc pode comprar aplicativos, ou baixá-los gratuitamente em muitos casos), você pode encontrar centenas de aplicativos que facilitará seu trabalho.

    Cientistas desenvolvem nano-veículo para combater tumores

    Dentro donano-veículo estão nanopartículas carregadas com os medicamentos da quimioterapia. Quando o veículo entra em contato com as células cancerígenas, ele libera as drogas diretamente no local. De acordo com o Dr. Peer, o dispositivo pode ser usado para tratar vários tipos de câncer, incluindo pulmão, sangue, cólon, seios, ovários, pancreático e vários tipos de câncers no cérebro.


    Pesquisa encontra falha em medidores de pressão digitais

    Os aparelhos mecânicos, muito usados no passado, passavam invariavelmente por calibrações semestrais ou anuais, dependendo do modelo. No entanto, cada vez mais aumenta o número de profissionais - e mesmo de pacientes - que adotam o método de aferição automático.

    A quantidade de aplicativos disponíveis é infinitamente superior aos demais sistemas operacionais (Android, Palm, Symbian) e só cresce a cada dia. Confira no link uma lista com os 10 melhores aplicativos médicos gratuitos para iPhone.

    23 de set. de 2010

    Motorola lança PDA voltado aos profissionais de saúde



    O MC75A0-HC Rugged Healthcare Enterprise Digital Assistant (EDA) é o novo gadget da Motorola voltado para profissionais de saúde.

    Fácil de usar, intuitivo e ergonomicamente projetado para maior conforto do usuário, o MC75A0-HC agiliza os fluxos de trabalho clínico, permitindo que os profissionais de saúde tenham  acesso móvel a informação do  paciente, prescrevam medicamentos, monitorem os sinais vitais do paciente, tenham acesso a farmácia local e aos pedidos e resultados de exames de laboratório e  muito mais. Isso tudo pode ser feito em questão de segundos, em qualquer lugar dentro da unidade de saúde, proporcionando o poder de dar suporte a praticamente todos os aplicativos de saúde, mantendo as  metas de segurança do paciente.

    Características:
    • Suporta exposição constante a produtos de limpeza, água e poeira;
    • Resistência a queda de 5 metros no concreto;
    • Captura código de barras e transmite as informações via wireless para o sistema do hospital;
    • Câmera com 3.2 megapixels e autofoco;
    • Está em conformidade com a HIPAA com dertificação digital e suporte para criptografia de dados;
    • Plataforma Windows Mobile ® 6.5, possui wireless, 256MB RAM; 1GB memória, processador PXA320 @ 806 MHz, tela de 3.5 polegadas, colorida, alta definição (640 x 480).
    Fonte: MEDGADGET

    21 de set. de 2010

    Itens de interesse na certificação de software médico


    O I Curso Telepresencial de certificação de Software da SBIS/CFM que está sendo realizado em Ribeirão Preto tem como objetivo explicitar além dos tramites legais para a certificação de software médico, as funcionalidades e os componentes exigidos para o mesmo.
    Alguns pontos que achei interessantes:

    1. Se o software oferece suporte a delegação de poder, ou seja, nova atribuição para um papel previmanente definido, esta deverá ser temporária. Essa delegação de poder pode ocorrer no caso de uma enfermeira, por exemplo, que irá inserir resultados de exames em prontuário na ausência do médico.
    2. É mandatório que o paciente tenha acesso a TODAS as informações contidas no prontuário eletrônico,caso ele assim deseje. Seja eletronicamente (acesso por meio de login e senha ou acesso por meio de um papel de usuário que permita realizar essa atividade pelo paciente), seja impresso. Nesta caso o sistema deverá disponibilizar uma interface para a impressão de todo o prontuário e uma declaração do usuário de que está recebendo essas informações.
    3. Não é permitido excluir ou alterar dados já existentes no Registro eletrônico de Saúde. Ações de correção devem preservar dados antigos e devem constar da impressão do prontuário.

    16 de set. de 2010

    Brasil é 2º maior produtor de tecnologia médica

    O Brasil é o segundo maior produtor de equipamentos e tecnologia médica entre os países emergentes, perdendo apenas para a China. A constatação é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que anteontem publicou seu primeiro levantamento sobre o setor. Segundo o relatório, as empresas brasileiras venderam US$ 2,6 bilhões em 2009.
    No documento, a OMS afirma que a inovação na medicina significa também a criação de instrumentos baratos e eficientes para o diagnóstico e o tratamento de doenças. “A indústria de aparelhos médicos tem em suas mãos a grande promessa para a saúde pública”, afirmou Margaret Chan, diretora da OMS.

    O relatório diz que o controle sobre o setor está nas mãos de países ricos. Europa e EUA vendem quatro de cada cinco aparelhos comercializados no mundo, em um mercado anual de US$ 210 bilhões. Só os EUA vendem por ano US$ 91,3 bilhões – 40% do mercado. O Japão vem em segundo (US$ 22,7 bilhões).

    Pela primeira vez, países emergentes surgem como atores desse comércio. A China vem em primeiro, com vendas em 2009 de US$ 6,1 bilhões, na frente de tradicionais fabricantes como Suíça e Itália.


    por Jamil Chade / GENEBRA – O Estado de S.Paulo via Leituras Favre

    15 de set. de 2010

    A Medicina na era do Google

    No próximo dia 18 de setembro (sábado), acontece no Rio de Janeiro a Jornada Rede D'Or 2010. O encontro multidisciplinar, promovido pelo maior grupo de hospitais privados do país, visa à atualização e integração deconhecimentos entre profissionais de diferentes especialidades. Em sua quinta edição, o evento é dirigido a médicos e estudantes do curso de Medicina.

    Uma das participações mais aguardadas é a de Antônio Luiz Schuch, diretor da Google Enterprise para América Latina. Com o tema "A Medicina na era do Google", ele encerra a Jornada Rede D'Or 2010 falando sobre a aplicação das ferramentas do Google na colaboração científica, na comunicação entre os profissionais e as mudanças percebidas na relação entre pacientes e médicos geradas pela busca de informações sobre saúde na internet.



    Jornada Rede D'Or 2010

    Data: 18 de setembro - Sábado

    Horário: das 9h às 17h

    Local: Centro de Convenções do Hotel Intercontinental Rio, Rio de Janeiro.

    Endereço: Av. Pref. Mendes de Morais, 222, Praia de São Conrado.

    Público-alvo: médicos e estudantes de do curso de Medicina, a partir do 6º período.

    Valor: estudantes - R$ 100,00; médicos e residentes: R$ 200,00.

    Inscrições e informações: www.rededor.com.br

    Módulos: Cardiologia, Emergência, Terapia Intensiva, Neurologia e Medicina Interna.