16 de nov. de 2010

e-CRM ou CRM digital: certificados digitais conjuntamente com a identidade profissional

projeto do e-CRM

"O CRM Digital será distribuído pelo CFM a partir de 2011 (talvez Março). Será um smartcard, mas sem um certificado digital inserido. Não haverá custos para o médico. Dessa forma, as instituições (hospitais, governo...) podem adquirir no mercado (Serasa, Certisign, Serpro, Caixa...) certificados digitais ICP-BRasil e inserí-los no CRM Digital", afirmou Claudio Giuliano Alves da Costa, presidente da SBIS (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde), em nossa lista de discussão na internet.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) prepara-se para emitir certificados digitais conjuntamente com a identidade profissional. Os cenários para gerenciamento dessa tecnologia, que também poderá ser chamada de CRM digital ou e-CRM, foram apresentados pelo representante do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Ruy César Ramos Filho, aos conselheiros federais. 

Certificado digital é um documento eletrônico que tem informações sobre a pessoa, assinado digitalmente por uma terceira parte confiável, com mesmo valor jurídico dos documentos assinados de forma tradicional. 
O diretor de Infra-Estrutura de Chaves Públicas do ITI, Maurício Augusto Coelho, explicou que o certificado digital poderá autenticar e validar com garantias de integridade e sigilo (as informações trafegam de forma criptografada). 
Com essa tecnologia, os processos ético-profissionais também poderiam tramitar eletronicamente, a exemplo do que já faz o judiciário. As eleições dos conselhos de medicina também poderiam ser realizadas de maneira informatizada com certificação digital, com o voto sendo efetuado de computadores privados. "O médico, se ainda não precisa, vai precisar de um certificado digital, seja para exercer seus direitos e deveres como cidadão, seja para exercer seus direitos e deveres como profissional da medicina", estima Coelho. Sul e Sudeste concentram 70% dos médicos brasileiros. Estima-se que 90% deles tenham acesso a computadores pessoais. Inicialmente, este deve ser o principal público para o CRM digital ou e-CRM.

Custos
  • Certificação digital: cerca de R$ 165,00 por três anos (certificado A3), ou seja, R$ 55,00 por ano, ou R$4,16 por mês.
  • Smartcard com chip criptográfico custa em torno dos R$ 50,00 no varejo, chegando à metade deste valor para grandes quantidades, custo este que tende a ser bancado pelos conselhos, como será o caso do CFM.  (informações cedidas por Marcelo Silva, gerente de certificação da SBIS)
Dr. Leonardo Diamante, do blog Controvérsias, Dúvidas e Bobagens,  informa que já existe no mercado computadores tanto notebooks quanto desktop com leitores de mídia embutidos, seja no teclado ou no monitor.
Dell Latitude E6400, com leitor de smartcard


Teclado USB Smart Card HP 

e-CRM ou CRM digital: certificados digitais conjuntamente com a identidade profissional é um post original do TI Medicina.

National Library of Medicine lança novo serviço Medline Plus para PEPs


A National Library of Medicine dos EUA acaba de anunciar o lançamento de MedlinePlus Connect.

MedlinePlus é um site da NLM com muitos recursos de informação em saúde para pacientes, familiares e prestadores de cuidados de saúde, e fornece informações em inglês e espanhol sobre condições e doenças, 
medicamentos, saúde e bem-estar. 


O MedlinePlus tem centenas de páginas de tópicos de saúde, que reúnem informações da Institutos Nacionais de Saúde (NIH), outras agências governamentais dos EUA e provedores de informações confiáveis sobre saúde.
-Suporta os códigos:
-Suporta as solicitações de informações sobre medicamentos:
  • RXCUI (Conceito RxNorm Unique Identifier)
  • NDC (Código Nacional de Drogas)
MedlinePlus Connect é um serviço gratuito que permite que os registros eletrônicos de saúde (RES) possam direcionar os seus usuários para o MedlinePlus.

A URL para MedlinePlus Connect é http://medlineplus.gov/connect

Para mais detalhes sobre este novo desenvolvimento ver http://www.nlm.nih.gov/news/medlineplus_connect.html


página de demosntração


Fonte: SBIS News - Boletim Eletrônico Noticioso
Sociedade Brasileira de Informática em Saúde
Assinstura gratuita para associados da SBIS

14 de nov. de 2010

Frase da semana

“Os benefícios da tecnologia aos indivíduos, negócios e autoridades públicas devem andar de mãos dadas com o respeito necessário a dados pessoais”
Trecho de um comunicado da União Européia sobre uma nova legislação que dará às pessoas mais controle sobre como as plataformas de redes sociais utilizam as informações pessoais.
Nesta semana, a Google foi condenada a doar US$ 8,5 mi para organizações que apoiam a defesa da privacidade. A empresa de busca sofreu um processo por violar a privacidade de diversos usuários com o desastroso lançamento do Google Buzz.
Fonte: Tiago Dória Weblog

13 de nov. de 2010

Programa vai detectar DST pelo celular

Dispositivo será como o teste de gravidez e vai analisar urina e saliva de usuário 
Segundo matéria do 'The Guardia', jovens têm
vergonha de fazer teste. (Foto: Reprodução no G1)

Pesquisadores britânicos estão desenvolvendo um programa de telefone celular e computador para que eles sejam capazes de diagnosticar doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Os testes serão feitos com saliva e urina e serão parecidos aos exames de gravidez.

De acordo com informações do jornal britânico The Guardian, a novidade está sendo desenvolvida por médicos e especialistas em tecnologia. Sete instituições, entre elas o Conselho de Pesquisa Médica Britânico, investiram quase R$ 11 milhões no projeto.

Para fabricar esses microdispositivos, os cientistas estão utilizando nanotecnologia e expertise de microfluidos. Ele vai funcionar da seguinte maneira. Quem tiver a suspeita de que se infectou com alguma DST, poderá colocar um pouco de urina ou saliva em um chip de computador do tamanho de uma entrada USB e inserir o dispositivo no celular ou no computador. A expectativa é de que o resultado do exame saia em alguns minutos.

Os chips serão descartáveis e vendidos no valor médio de R$2,70 em casas noturnas, farmácias e mercados.

O objetivo do plano é dar o diagnóstico mais rápido e diminuir as infecções por doenças como herpes, clamídia e gonorreia, principalmente entre a população mais jovem. Com isso, os cientistas esperam que os adolescentes controlem melhor sua vida sexual e avisem seus parceiros sexuais a respeito de possíveis infecções. No Reino Unido, dois terços das DSTs em mulheres atingem aquelas com menos de 25 anos.

De acordo com Tariq Sadiq, médico especialista em saúde sexual da Universidade de Londres e um dos autores do estudo, apesar de a maioria das DSTs ocorrer entre os jovens, eles ficam envergonhados de procurar um médico pra fazer um exame.

- Seu telefone móvel pode ser também seu médico móvel. O usuário assim consegue a qualquer hora um diagnóstico para gonorreia ou clamídia, por exemplo. O programa ainda indica o próximo passo do tratamento.
Autor: Redação do SIS notícias 
Fonte: The Guardian

10 de nov. de 2010

Como funciona o SUS? Parte 2: Níveis de Atenção ou "onde atende o quê"

Fonte: Procedimentos e Ações por Nível de Atenção
clique na imagem para ampliá-la

 Níveis de Atenção á Saúde no SUS

1-  Atenção Básica à Saúde: 

Promoção e a proteção da saúde, a prevenção de doenças, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde. São os Postos de Saúde.

A Atenção Básica tem a Saúde da Família como estratégia prioritária para sua organização e estudos demonstram que a atenção básica seria capaz de resolver cerca de 80% das necessidades e problemas de saúde. Mas, na realidade o que vemos hoje é uma rede básica com baixíssima capacidade resolutiva, seja por problemas de infra-estrutura como também pela dificuldade dos profissionais médicos em exercerem a clínica com eficácia. Os serviços básicos tem em geral funcionado como pronto - atendimento, voltados para o cuidado sintomático, sendo portanto, grandes encaminhadores, sobrecarregando os serviços médicos especializados. 





2-  Atenção secundária á saúde: média complexidade

Compõe-se por ações e serviços que visam a atender aos principais problemas de saúde e agravos da população, cuja prática clínica demande disponibilidade de profissionais especializados e o uso de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico. É o médico, seja do PSF, seja outro especialista, que dá o encaminhamento para marcação de uma especialidade.

Ambulatório SP
São os Centros de Consultas Especializadas, Ambulatórios de Especialidades, Centro de Especialidades Médicas, PAM's, etc, onde é possível encontrar os médicos especialistasO posto de saúde agenda as consultas especializadas, via central de marcação de consultas, ou via secretaria de saúde.
Vivemos hoje um grave estrangulamento no acesso aos serviços especializados/atenção secundária, com especialidades médicas com grande demora na marcação de consultas. Apesar disso alguns motivos podem ser evidenciados como baixa oferta de especialistas, grande absenteísmo, casos mal ancaminhados, falta de regulação de acesso às consultas, etc.



3- Alta complexidade: Atenção Hospitalar
Santa Casa de BH
Conjunto de procedimentos que, no contexto do SUS, envolve alta tecnologia e alto custo, objetivando propiciar à população acesso a serviços qualificados, integrando-os aos demais níveis de atenção à saúde (atenção básica e de média complexidade). A alta complexidade tem como foco a atenção hospitalar que representa um conjunto de ações e serviços de promoção, prevenção e restabelecimento da saúde realizado em ambiente hospitalar. São exemplos de serviços de alta complexidade: traumato-ortopedia, cirurgias cardíacas e neurológicas, terapia renal substitutiva( hemodiálise) e oncologia.

O encaminhamento a esses serviços normalmente é feito via Central de Internação, proveniente de Unidades de Pronto-Atendimento, ou são eletivas por meio, por exemplo, de cirurgias programadas ou exames solicitados (ressonância magnética, etc).  Não adianta procurar diretamente um hospital para atendimento ou marcação de cirurgias, é preciso ir primeiro a um posto de saúde.



4-  Atenção nas Urgências:


a- As Unidades de Pronto Atendimento - UPA 24h 
São estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares, onde em conjunto com estas compõe uma rede organizada de Atenção às Urgências.
Fazem parte do atendimento pré-hospitalar fixo e hoje contam com a classificação de risco de Manchester. Isso significa que o seu caso será triado de acordo com a urgência e classificado em vermelho (emergência), amarelo (prioridade), verde (aguarda até 12 horas pra ser atendido) e azul (caso para posto de saúde). O tempo de espera do atendimento vai depender da gravidade do caso. Parece meio óbvio que um paciente baleado ou um com infarte seja atendido antes que um com febre e dor de garganta, mesmo que esse último esteja esperando há muito mais tempo. Mas normalmente a população não entende assim.

A estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do Serviço Móvel de Urgência – SAMU que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação.

b- SAMU
O SAMU realiza o atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar: residências, locais de trabalho e vias públicas, contando com as Centrais de Regulação, profissionais e veículos de salvamento. Faz parte também do atendimento pré-hospitalar de urgência.
As Centrais de Regulação tem um papel primeiro e indispensável para o resultado positivo do atendimento, sendo o socorro feito após chamada gratuita, para o telefone 192. 
A ligação é atendida por técnicos na Central de Regulação que identificam a emergência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações. 
Ao mesmo tempo, o médico regulador avalia qual o melhor procedimento para o paciente: orienta a pessoa a procurar um posto de saúde; designa uma ambulância de suporte básico de vida, com auxiliar de enfermagem e socorrista para o atendimento no local; ou, de acordo com a gravidade do caso, envia uma UTI móvel, com médico e enfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leitos para que o atendimento de urgência tenha continuidade.
Portanto, se você precisa de um carro para ir ao médico, não ligue para o SAMU, peça um vizinho, amigo para que te leve. Assim você deixa tanto o telefone quanto as ambulâncias livres para atenderem a urgências.

Como funciona o SUS? Parte 1: Informações básicas

Hoje ouvi o Ricardo Boechat, na BANDNEWS FM,  falar mal do SUS, injustamente diga-se de passagem, e resolvi fazer uma série de posts sobre o funcionamento do SUS. Não venho defender, pois como médica exclusiva do SUS, sei na pele as mazelas pelas quais a saúde pública brasileira passa. Contudo, sei também, que a maioria das pessoas não sabe usar o SUS, e incluo principalmente meus colegas médicos.

Hoje começarei com informações básicas sobre o SUS, como a de que o Prefeito é o responsável pela Saúde da sua localidade, que ele tem que encaminhar a outra localidade se não dispuser do que o usuário necessita, que já há disponibilizada uma lista de qual município é responsável pelo quê em uma região e que o primeiro lugar que você deve procurar para ter acesso ao SUS é o seu posto de saúde (salvo em casos de urgência e emergência).


Informações Básicas do SUS

  • O município é o principal responsável pela saúde pública de sua população. Se algo não está como deveria, a cobrança deve ser feita ao prefeito.
Cartão Saúde de Cascavel PR

  • Quando o município não possui todos os serviços de saúde, ele pactua (negocia e acerta) com as demais cidades de sua região a forma de atendimento integral à saúde de sua população, são os Consórcios de Saúde. Esse pacto também deve passar pela negociação com o Governador.

  • A porta de entrada do sistema de saúde deve ser preferencialmente a atenção básica (postos de saúde, centros de saúde, unidades de Saúde da Família, etc.). Isso significa que você deve procurar primeiro o Posto de Saúde.  A partir desse primeiro atendimento, o cidadão será encaminhado para os outros serviços de maior complexidade da saúde pública (hospitais e clínicas especializadas), ou para a urgência se for o caso.

Consórcio Intermunicipal de Saúde do
Vale do Rio Doce (Cisdoce) MG
  • Com o Pacto pela Saúde (2006), os estados e municípios poderão receber os recursos federais por meio de  cinco blocos de financiamento: 1 – Atenção Básica; 2– Atenção de Média e Alta Complexidade; 3 – Vigilância em Saúde; 4 – Assistência Farmacêutica; e 5 – Gestão do SUS. Antes do pacto, havia mais de 100 formas de repasses de recursos financeiros, o que trazia algumas dificuldades para sua aplicação.

No próximo post falarei de onde atende o quê, ou seja, os níveis de atenção do SUS, e como se ter acesso. Por favor, comentem e deixem suas dúvidas que me esforçarei para esclarecê-las.


Como funciona o SUS? Parte 1: Informações básicas é um post original do TIMedicina



Leia também: 

Como funciona o SUS? Parte 2: Níveis de Atenção ou "onde atende o quê"

Por que os médicos devem cuidar da gestão de sua reputação online

Do blog Medskina vem esse artigo muito interessante e oportuno:

image
Vou explicar um pouco sobre por que os médicos devem se preocupar com a gestão da reputação online (ORM).
Enquanto o mundo online se torna mais penetrante, reputações são construídas e geridas cada vez mais na Internet. Gestão da Reputação Online é o processo de acompanhamento, endereçamento ou atenuantes (páginas de resultados nos motores de pesquisa) ou menções on-line e nas mídias sociais.
Os médicos são tão visíveis como qualquer pessoa na Internet e a visibilidade só vai aumentar. Historicamente, o médico compreendeu que ele / ela era uma figura de liderança na comunidade. Uma certa expectativa e responsabilidade é inerente à função. Enquanto os médicos não devem ser super-humanos, eles são modelos, queiramos ou não. Com a proliferação de informações na Internet, impulsionada fortemente por blogs e, mais recentemente a "mídia social", a reputação de um médico pode crescer ou despencar em um nano-segundo.
Algumas semanas atrás eu conversei com um grupo de médicos no Oregon. De antemão eu fiz uma pesquisa no Google de várias pessoas que estavam indo para a reunião e levei screen shots de primeira página do Google. Em todos os casos houve informação errada sobre o médico. Em vários casos, os erros foram significativos. Nessa mesma discussão, os médicos descreveram as dificuldades que eles passam por tentar corrigir má informação em sites como o Vitals, HealthGrades, Yelp, (no Brasil temos o Portal Consulte) etc. Um gerente de operações de um grande serviço compartilhou uma história que ocorreu meses antes em que um paciente escreveu uma análise contundente de um de seus médicos na Angie's List. Eles não pensavam muito nisso, até que perceberam que a revisão recebeu milhares de visitas em poucas semanas. Isso é um problema de gestão de reputação!
Mais e mais pacientes estão pesquisando médicos online. Colegas médicos estão fazendo o mesmo. A menos que esteja à beira da aposentadoria, você tem que prestar atenção. Isso afeta tanto médicos da atenção primária, quanto especialistas e cirurgiões. Enquanto os médicos empregados podem pensar que são imunes, não é verdade. Não só sua instituição ganha ou perde a reputação coletiva de seus médicos, mas você pode não estar sempre na mesma função. Ignorar a sua reputação online agora assemelha-se a jovens universitários que postam fotos de si mesmos envolvidos em todos os tipos de performance no Facebook, pensando que o mundo profissional está longe. É a sua reputação profissional. Você trabalhou duro para chegar onde está e você deve isso a si mesmo, gerir e proteger.
Antes de discutir ferramentas e técnicas para gerenciar a reputação de alguém, eu quero ter certeza de que tenham um entendimento comum da reputação e do que poderia se preocupar e por quê.
Para manter as coisas simples, vamos nos concentrar em apenas dois componentes principais que importam quando se trata da reputação de um médico: colegas e pacientes. Em cada caso e por coisas diferentes, com uma grande área de sobreposição vagamente classificada como competência. No final do dia, os colegas querem se associar com os pares competentes e colaborar no processo de tratamento com os colegas que irão corresponder às suas normas. Pacientes obviamente querem ser tratados e curados de forma mais eficaz possível... Isso não diminui o interesse por questões acessórias como o custo, a personalidade.... Mas no final do dia os resultados falam mais alto. No mundo off-line (que usamos para dizer 'mundo real'), uma reputação profissional foi construída através da combinação de uma série de coisas:
  • Resultados
  • Colaboração / Assistência
  • Boca-a-boca, com base na experiência das pessoas ou a percepção
  • Pesquisa / Publicações
  • Ensino
  • Falando
  • Participação comunitária, incluindo as contribuições de caridade
  • Atividades extracurriculares
Curiosamente, reputações são construídas da mesma maneira hoje. A diferença é a velocidade com que se propaga a informação e as distâncias que viaja. Resultados são talvez mais conhecidos hoje com a facilidade com que os dados são acessados e repassados. Há uma verdade agora facilmente entendida que, se um cliente tem uma boa experiência com um restaurante, ele conta para um amigo, mas se tiver uma má experiência, ele conta para 10. Não somente isto, essencialmente, são válidos para os médicos, mas o 1 ou o 10 aos trancos e barrancos chegam mais rápido do que na época pré-Internet. Além disso, os números vão de 1 e de 10 a 1.000 e 10.000, em alguns casos. Pensadores ainda são líderes do pensamento, só que hoje eles têm mais algumas ferramentas à sua disposição. Sua voz é ampliada através do poder da web. Mesmo vale para a colaboração, a pesquisa e assim por diante.
Para resumir, a sua reputação online é um negócio sério. Você deve isso a si mesmo e precisa de alguma atenção.
Tobin Arthur é CEO e fundador da iMedExchange e blogs em seu site auto-intitulado, Tobin Arthur .
No Brasil mais da metade dos brasileiros não tem acesso à internet, por isso, a busca por informações sobre médicos e a troca de informações entre os pacientes ainda são reduzidas mas estão aumentando rapidamente.
É cada vez maior o número de médicos presentes ativamente nas redes sociais e a preocupação com a reputação online deve ser constante.

Fonte: MEDSKINA 

Transforme seu iPad num Notebook

O Crux360 transforma seu iPad num notebook com teclado Bluetooth e case duro que protege o iPad de choques e arranhões.
O Crux360 pode ser usado como um notebook, totalmente dobrado como um tablet, virado para trás, como um display para assistir filmes ou fechado para transporte.
O Crux360 custa US$149 no site da Crux.
Veja mais iPad aqui no Digital Drops.
Via DVICE.

Fonte:  Digital Drops

8 de nov. de 2010

Cápsula de navegação externa para endoscopia digestiva

Sistema de endoscopia por cápsual magneticamente navegável:


O paciente engole a cápsula junto com a água e é posicionado no sistema de modo que seu estômago, incluindo a cápsula, fique no centro de um campo magnético gerado artificialmente. O ímã gera campos magnéticos variáveis em tempo real para navegar na cápsula. O campo magnético permite ao médico controlar a cápsula com um joystick. As câmeras em ambas as extremidades da cápsula gera imagens do estômago para o sistema de processamento de imagem. O endoscópio cápsula mede aproximadamente 31 mm de comprimento e  11 mm de diâmetro. 

Um estudo de viabilidade do método mostra que o sistema de cápsula magneticamente guiado fornece resultados confiáveis tanto quanto a endoscopia convencional, além do cque é um método menos invasivo, melhorando a aceitação pelo paciente. Os participantes do estudo mostraram-se igualmente entusiasmados: 93% consideraram o exame confortável, 89% acharam fácil engolir a cápsula, e sobre futuras análises, todos os pacientes questionados preferiram o endoscópio magneticamente guiada cápsula durante a endoscopia digestiva convencional.

7 de nov. de 2010

Impressora capaz de imprimir pele em pacientes com queimaduras

Fonte: CCRP
Pesquisadores do Instituto de Medicina Regenerativa da Wake Forest University anunciaram recentemente, em um congresso de cirurgiões nos Estados Unidos, o conceito de uma impressora inusitada: a impressora de pele. Inspirada nos modelos de impressoras jato de tinta, a skin printer, como vem sendo chamada, será equipada com cartuchos que contêm células vivas, e não tinta.

A princípio, quem se beneficiará com a invenção são os soldados americanos, que ao serem feridos em campo de batalha poderão ter sua pele reconstituída através de uma impressão de tecido novo na área do machucado. De acordo com os cientistas, ferimentos deste tipo, com mais de 4 centímetros de diâmetro, não se regeneram naturalmente por completo.

E como funciona?

A “impressora” é composta de um plotter controlado por computador e que opera nos três eixos (X, Y e Z), além de um reservatório de células, que equivale ao cabeçote de impressão e ao cartucho da “tinta”.

Assim que a posição do ferimento é passada ao plotter, o cabeçote captura a área lesionada através de uma câmera e converte a imagem para um protocolo especial, que ativa as válvulas de impressão e também contém a coordenada X-Y-Z que será utilizada pelo plotter.

Esquema do layout do experimento principal (A) e imagem de impressora atualset-up (B).

Uma das válvulas ejeta células misturadas com fibrinogênio e colágeno tipo I, enquanto a outra válvula aplica trombina. O fibrinogênio reage com a trombina e gera fibrina, uma proteína responsável pela coagulação e que forma uma espécie de “rede” onde ficam presas as hemácias, leucócitos e plaquetas, evitando assim o vazamento do sangue.


Depois disso, é impressa uma camada de fibroblastos e, posteriormente, uma camada de queratinócitos, células presentes nos tecidos conjuntivo e epitelial, respectivamente.

Testes em cobaias

Os pesquisadores já testaram a impressão em ratos. De acordo com o estudo divulgado pelo instituto, o experimento foi observado em três grupos de cobaias: um com ferimentos tratados com a impressão de pele, outro com colágeno e fibrina e outro mantido sem tratamento. O grupo que recebeu o tecido aplicado pela skin printer apresentou uma recuperação mais rápida.
O arquivo PDF com a apresentação do estudo pode ser encontrado online, em inglês.

4 de nov. de 2010

PEPID para iPAD, versão beta

PEPID está planejando lançar sua plataforma de informação clínica para o iPad em Dezembro. No momento oferece aos proprietários do iPad uma chance para se increver como usuários da verão beta e testá-lo e ajudar no seu aprimoramento.


PEPID contém o banco de droga mais ampla no mercado atualmente, junto com milhares de perfis de doenças e condições médicas, calculadoras médicas e com dosagem de medicamentos, banco de interações medicamentosas, além de ilustrações, os valores de referência de exames laboratoriais e um gerador de diagnóstico diferencial, todos disponíveis na versão beta.


Fonte: MEDGADGET

veja o post sobre aplicativos (apps) para Android e Symbian, o PEPID roda em ambas as platafromas.

3 de nov. de 2010

Usos recentes do iPad na medicina

O Chicago Sun-times publicou um artigo sobre o uso dos iPads pelos médicos.
Os usos mais comuns do iPad são:
  • Solicitar exames de laboratório e medicamentos no atendimento de urgência;
  • Mostrar previsão de resultados de cirurgias para os pacientes pelos cirurgiões plásticos;
  • Na residência médica  como uma referência rápida para procurar interações medicamentosas e patologias;
  • Ter acesso a registros médicos, exames , eletrocardiogramas e radiografias, além de poder mostrá-los aos pacientes em uma tela fácil de manusear;
  •  Prescrever e pedir exames da cabeceira do paciente, enquanto o examina e avalia.
Segundo o artigo, o Dr. Richard Watson, um médico da urgência em Chicago, usou seu IPAD para mostrar a Gustavo Piñor, de 14 anos, um raio-X de seu entorse de tornozelo. "Foi legal ver", disse o adolescente, que havia se machucado no treino de futebol. "Eu entendo o que aconteceu agora."
Dr. Richard Watson mostra a Gustavo Piñor um raio-X de seu tornozelo torcido em um iPad.
No próximo mês, a Universidade de Medicina de Chicago tem planos de fornecer iPads a todos os seus residentes de medicina interna, uma expansão de um programa piloto lançado no início deste ano. Da mesma forma, Loyola University Medical Center, em Maywood, forneceu iPads a todos os seus residentes de ortopedia como parte de um programa piloto.
Fontes: Chicago Sun-times e Medgadget