14 de dez. de 2010

Internet, maior concorrente dos consultórios médicos

Por Angela Bittencourt no  Valor Econômico - 14/12/2010


A internet é um concorrente e tanto para os médicos e contribui para o uso maior e indiscriminado de medicamentos. "O Dr. Google é nosso maior competidor. Os pacientes chegam aos consultórios portando diagnósticos, submetem os médicos a uma inquisição e chegam até a mudar os sintomas para que fiquem semelhantes aos obtidos nos sistemas online", relata o toxicologista do Hospital da Clínicas Anthony Wong, para quem o uso maior de medicamentos tem correlação com fluxo também maior de informações. "Na internet existem trocas de experiências, relatos. Nos grandes jornais brasileiros, as sessões de saúde só têm crescido. Ocupavam uma página, agora têm duas ou três", informa. 

Pesquisa Ibope realizada com cerca de 18 mil pessoas em regiões metropolitanas brasileiras, entre o ano passado e meados deste ano, confirma o interesse geral da população sobre produtos farmacêuticos. O maior apelo é nas classes D e E, com 40% dos entrevistados considerando "importante" conhecer "lançamentos", ante 34% em média do universo consultado. 
No Brasil, 39% dos internautas usam a rede para procurar informações sobre o assunto. Esse percentual sobe a 60% quando se consideram os internautas com nível superior, relata o Comitê Gestor da Internet no Brasil. 
Pesquisa da Faculdade de Saúde Pública da USP, via web, sobre os hábitos dos pacientes na internet mostra que 83% buscam informações sobre saúde na rede; 85% dizem que voltam a fazer pesquisas online mesmo depois da consulta médica; e 50% dos médicos reagem mal se o paciente traz informações prévias.
Nos Estados Unidos, 60% dos adultos fazem busca sobre saúde na internet e afirmam que os resultados encontrados acabam exercendo influência sobre o tratamento da doença, mostra pesquisa realizada pela Pew Research Center's Internet e California Health Care Foundation. A pesquisa revela ainda que os americanos, mesmo conectados ao mundo online, continuam a recorrer às fontes tradicionais de informação. Quando precisam de informação ou assistência em saúde e assuntos médicos, 86% dos americanos consultam profissionais de saúde; 68% trocam ideias com um amigo ou membro da família; 57% utilizam a internet; e 54% recorrem a livros ou outras publicações impressas.
"O paciente tem o direto de se informar", reconhece o psicoterapeuta. "O paciente é dono do seu corpo. Mas daí a se automedicar há uma distância. O médico tem treinamento, tem experiência clínica. Isso é muito importante e deve ser valorizado. Por mais útil que sejam os diagnósticos por computador, é necessário que alguém interprete", diz. 
Sérgio José Nicoletti, coordenador do Núcleo de Educação da Saúde da Universidade Federal de São Paulo, pondera que o consumo de medicamentos faz parte do ciclo econômico, mas é um consumo diferente. "Quando consumimos alimentos, roupas, automóveis, há busca pela satisfação. Esse consumo pode até gerar insatisfação, mas não nos deixa doentes. No consumo errôneo ou desinformado de remédios, além da perda pela não satisfação, há o risco de perda de saúde ou seu comprometimento."

Dica do meu amigo @berlitz

13 de dez. de 2010

Teleneurologia em Portugal e em Pelotas, no Brasil



Achei uma dissertação de mestrado de Pelotas, RS, que aborda uma esperiência parecida. INOVAÇÃO TECNOLÓGICA NA SAÚDE: REDE UNIVERSITÁRIA DE TELEMEDICINA – RUTE, por Alessandra Rodrigues Moreira de Castro.

A teleneurologia
Esta especialidade foi a última área a iniciar as atividades de teleconsulta e considerada a mais afetada pelo recesso34 acadêmico que ocorreu no período de 03 a 24 de setembro. Desde a sua implantação, em 09 de julho, foram contabilizadas oito sessões, com 11 casos de pacientes, representando 1,3 atendimentos (Tabela
10) por teleconsulta. A atividade foi desenvolvida quinzenalmente por um neurologista e um neurocirurgião do quadro de médicos técnicos da UFPel, que realizavam as discussões dos casos em conjunto, o que enriqueceu muito a qualidade do diagnóstico final.
As sessões foram apresentadas pelas UBS, utilizando, na maioria das vezes, o exame laboratorial do paciente, imagens de tomografia computadorizada, raio-x, ressonância magnética e ultrassonografia. Os casos apresentados geralmente eram acompanhados da fotografia digital retirada do exame do paciente. As consultas duravam, em média, 15 minutos por paciente, e a maioria dos diagnósticos foi relacionada a casos de epilepsia e isquemia. Um diferencial nessa especialidade é que a maioria dos casos apresentados não possuía uma hipótese diagnóstica levantada pela UBS.
Em nenhum caso houve necessidade de encaminhamento direto para o especialista, mas, em sua maioria, houve solicitação da realização de novos exames. Do total de pacientes atendidos (n=11), sete foram registrados e, destes, seis foram do sexo masculino (85,7%), sendo 57,1% pacientes com idade superior aos 50 anos.
Em três sessões, houve a oportunidade de que os especialistas abordassem assuntos de interesse das UBS, a exemplo do que foi contemplado sobre hérnia de disco pelo neurocirurgião e sobre epilepsia, pelo  neurologista.
Essa dinâmica surgiu como proposta dos próprios especialistas para os dias em que não havia casos suficientes para utilizar o tempo de 60 minutos disponibilizados para a atividade. As temáticas foram levantadas pelo técnico estagiário do projeto e por e-mail aos médicos das UBS.
A baixa participação dos estudantes (n=13) também foi considerada um ponto frágil dessa especialidade. Ficou evidente a necessidade de que as atividades de teleneurologia estejam inseridas nas rotinas dos estudantes de medicina.

Teleneurologia em Portugal e em Pelotas, no Brasil é um post original do TI Medicina

11 de dez. de 2010

Experiência Cirúrgica com o iPAD em sala de cirurgia

prDr. Felasfa M. Wodajo, um cirurgião ortopédico em Washington e editor da iMedicalApps.com publicou um pequeno artigo no Journal of Surgical Radiology descrevendo sua experiência com o uso de um iPad no campo operatório da sala de cirurgia.



Não surpreendentemente, sua experiência é positiva e Dr Wodajo encontra grande utilidade em ter imagens do paciente, juntamente com o instrumental cirúrgico disponíveis.

Um dado interessante é que ao usar as mãos enluvadas para operar o IPAD obtem-se resultados ruins, mas tê-lo envolvido em um saco plástico cirúrgico comum proporciona uma melhor sensibilidade do toque.

Journal of Surgical Radiology column: The iPad in the Hospital and Operating Room
Press release: Apple iPad Becomes an Icon in the Operating Room ...
Images courtesy of iMedicalApps.com...
Fonte: Medgadget

9 de dez. de 2010

Saúde 2.0: vantagens e desvantagens

Aproveitei um e-mail que recebi e fiz um post sobre esse assunto interessante que é a Saúde 2.0.

A partir do termo WEB 2.0 surgiu o Saúde 2.0, onde os médicos e pacientes interagem ativamente com as informações sobre saúde através de fóruns e comunidades virtuais, blogs e mídias socias na internet. 
VANTAGENS
O paciente de hoje não se contenta somente em possuir seus dados médicos como no caso do Microsoft HealthVault ou do Google Health entre tantos outros, ele quer discutir as possibilidades de tratamento, quer entender a doença e quer compartilhar experiências com outros pacientes. Assim, com o acesso a informações há um estreitamento na relação médico-paciente.
O acesso às informações proporciona um maior entendimento dos processos de saúde-doença o que faz com que a prevenção e melhora na qualidade de vida sejam mais acessíveis. Os conteúdos colaborativos, os repositórios de conteúdo médico e os espaços de discussão e debate, tanto profissionais como de pacientes, trazem novas perspectivas no tratamento de doenças, novas técnicas, novos métodos. As ferramentas da web 2.0 facilitam a prática clínica e ajudam no seu aprimoramento, com o uso da tecnologia móvel dos smartphones e iPADs, a telemedicina e o prontuário eletrônico do paciente.
Exemplos:
O Patientslikeme (http://www.patientslikeme.com/)  é uma rede social que tem o objetivo de aproximar médicos, pacientes, organizações de pesquisa e indústria compartilhando informações para contribuir para um melhor diagnóstico ou tratamento de uma doença. Os membros compartilham informações sobre sintomas e tratamento trazendo um maior entendimento e melhorias na sua qualidade de vida.
Outro projeto interessante é o Radiopedia (http://radiopaedia.org/) que é uma enciclopédia editável de radiologia, que pode ser usada como referência digital e onde se pode discutir casos difíceis e controversos. As imagens disponíveis no site podem ser transmitidas e usadas em aulas e projetos. Um bom exemplo de conteúdo colaborativo em Medicina.
DIFICULDADES
Apesar de não estarem sendo usadas em massa, com absoluta certeza, as ferramentas de Saúde 2.0 estão alterando o relacionamento médico-paciente.
Há um termo que vem sendo bastante usado que é o "Paciente Informado", que é aquele que consulta o "Dr. Google", antes e depois da consulta médica. O questionamento sobre tratamentos disponíveis e diagnósticos é uma realidade. Se por um lado essa mudança exige dos médicos uma maior interação com o paciente, tornando o mesmo um ator consciente e ativo nas decisões sobre sua saúde, por outro também implica em debater credibilidade das informações adquiridas na web, o que por vezes é um processo desgastante para profissionais de saúde. O conhecimento advém da prática clínica e acho muito pouco provável que "Dr. Google" substitua os consultórios médicos. Ainda assim vejo mais benefícios do que malefícios na Saúde 2.0, tanto para os profissionais de saúde, quanto para os pacientes. 



    RESISTÊNCIA
"Se o jeito que eu faço funciona satisfatoriamente, para quê mudar?" Ainda há muito receio por parte dos profissionais de saúde que se queixam da dificuldade de usar as novas tecnologias, do tempo que as mesmas demandam até que se tornem usuais. Mas a desinformação tem sido o maior obstáculo. A resistência parte principalmente do desconhecimento da nova tecnologia, dos seus benefícios e das suas vantagens.
Outra dificuldade é a gestão do tempo do profissional; falta tempo para quase tudo e além da aprendizagem contínua que as profissões da Saúde exigem, a aprendizagem computacional demanda tempo e dedicação.
 APLICATIVOS para Saúde e bem estar e sites de informação médica
Qual informação médica na web é confiável? Já se pensou em um selo de certificação de sites médicos. Não há controle sobre se o conteúdo dos aplicativos tem embasamento científico. Uma solução seria  aplicativos com selos de aprovação de sociedades específicas ou conselhos regionais, tornando-os certificáveis.
Redes e Mídias sociais
Há uma possibilidade de estreitamento na relação médico-paciente, ajudar os pacientes e ao mesmo tempo melhorar a prática médica. Médicos cada vez mais tem chegado a conclusão que ignorar todos os meios de comunicação social é ignorar as necessidades de seus pacientes e uma vasta gama de novas oportunidades de desenvolvimento de negócios. 
Tecnologia móvel (celulares, smartphones...)
Está em desenvolvimento um projeto britânico para diagnóstico de DST pelo celular. Quem tiver a suspeita que possa estar com DST poderá colocar uma gota de urina ou saliva em um chip de computador do tamanho de uma entrada USB e inserir o dispositivo no celular, obtendo o resultado em minutos. Foram investidos 11 milhões de dólares na pesquisa. Os chips serão descartáveis e vendidos a cerca de U$2 em casas noturnas.

7 de dez. de 2010

Ontologias e padrões de troca de informação em Saúde

A interoperabilidade pode ser:
  • Básica: troca padrão de mensagens (POP, X12, HL7)
  • Funcional: sintaxe padrão de mensagem (XML, CID, SNOMED)
  • Semântica: entendimento (UMLS, LOINC/ INPC)
Ontologia pode ser definida como os vocabulários formais que descrevem as premissas básicas de um determinado domínio. Em palavras práticas, ontologias padronizam significado através de identificadores semânticos, os quais podem representar o mundo real e conceitual. Ontologias constituem-se em definições de conceitos, classes, propriedades, relações, restrições e axiomas sobre um determinado domínio (por exemplo, neurologia). Modelos de Ontologia são UMLS e o ICNP (CIPE).


  • UMLS: Unified Medical Language System®, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de sistemas de informática em saúde com interoperabilidade, que possam criar, processar, recuperar, integrar e / ou agregar dados e informações em biomedicina e saúde, bem como pesquisas na área de informática. Conta com o Metatesauro (conceitos), Rede Semântica (categoria e relações) e o Especialista Léxico (banco de dados léxicos e programas).


Os sistemas de codificação clínicas são exemplos de ontologias e são aqueles que padronizam um conjunto de termos ou descritores clínicos em uma determinada estrutura. 

Enfermagem:
  • NANDA: é uma coleção de diagnósticos em enfermagem,  multiaxial. Entenda mais aqui.
  • NIC:  Nursing Interventions Classification, classificação de intervenções em enfermagem,  HL7 compatível, recuperável para SNOMED e NANDA, gratuito, em português.
  • NOC: Nursing Outcomes Classification, Classificação de Resultados de Enfermagem, HL7 compatível, recuperável para SNOMED e NANDA, gratuito, em português.
  • CIPE: Diagnósticos em enfermagem, gratuito, multiaxial.Consulte a CIPE PT aqui.

Médicos:
  • CID10 Classificação em estrutura hierárquica, uniaxial. CID 11 será multiaxial. Há um projeto para fundir CID11 e SNOMED com previsão para 2016 ou 2017.
  • SNOMED: Systematized Nomenclature of Humans and Veterinary Medicine. É um sistema de classificação abrangente, de nomenclatura multi-axial, criado para a indexação do registo clínico completo incluindo sinais e sintomas, diagnósticos e procedimentos, e que pretende a integração completa de toda a informação do registro médico eletrônico numa única estrutura de dados. Versões: SNOMED RT (Systematized NOmenclature of MEDicine Reference Terminology), e SNOMED CT (Clinical Terms).  Disponível em 12 línguas. Mapeamento para LOIC, CID10, NIC, NANDA, NOC.
  • LOINC: Logical Observation identifiers, Names and Code. Base de dados com códigos, nomes e sinônimos de mais de 6300 exames laboratoriais. HL7 compatível, parcialmente traduzido para o português, gratuito, multiaxial.
  • ASTM CCR: Continuity of Care Record, American Society for Testing And Materials, A norma ASTM A CCR é projetado para permitir a fácil criação de um sumário do atendimento do paciente para ser enviado eletronicamente pata um RES ou PEP. É em XML, disponível em PDF também.
  • ASC X12: padrão utilizado na América do Norte para comunicação eletrônica entre empresas, criado pela ANSI.
  •  DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) originário do MeSH (Medical Subject Headings) 
  • ICPC-2 (International Classification of Primary Care). Sistema de classificação para os cuidados primários de saúde.
Padrões internacionais desenvolvidos para proporcionar a troca de informações na saúde:

  • HL7:  O HL7 é um protocolo internacional para intercâmbio de dados eletrônicos em todos os ambientes da área da saúde, integrando informações de natureza clínica e administrativa. Na versão 3 garante interoperabilidade funcional e semântica, utiliza XML, abrange maior quantidade de serviços de saúde, é implementada em dispositivos médicos e ainda possui aceitação no domínio de saúde.
  •  openEHR: é uma resposta à exigência de interoperabilidade semântica, abrangendo o Information Model (RM), Archetype Model (AM) e Service Model (SM). É uma plataforma de sistemas que permite interoperabilidade entre sistemas de saúde.
  • CEN/TC25: CEN Comitê Técnico 251 é um grupo de trabalho dentro da União Europeia sobre a normalização  da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Saúde. O objetivo é atingir a compatibilidade e interoperabilidade entre sistemas independentes e de permitir a modularidade no S-RES.

Ontologias e padrões de troca de informação em Saúde é um post original do TI Medicina

4 de dez. de 2010

Como usar mídias e redes sociais a favor do seu negócio

How People Share Content on the Web 55 Interesting Social Media Infographics

  • Construindo uma empresa com mídias sociais:
O desafio deste novo meio, porém, é se casar as táticas de mídias sociais com os objetivos de negócio. Aqui vamos explorar as redes sociais que uma empresa pode utilizar  para alcançar seus objetivos departamentais.

Building a Company with Social Media

Building a Company with Social Media 55 Interesting Social Media Infographics


  • Panorama das redes sociais: 2010 é o ano em que as empresas investiram fortemente em mídia social. Aqui está um guia para ajudar você a entender melhor como alavancar seu negócio nos grandes sites de mídia social.

Social Landscape





































  • O efeito das mídias sociais na divulgação do seu conteúdo nos mecanismos de busca

The Social Media Effect

The Social Media Effect 55 Interesting Social Media Infographics
para ver a verão ampliada, clique aqui
  • Gêneros nas redes sociais


Gender Balance on Social Networking Sites

Gender Balance on Social Networking Sites 55 Interesting Social Media Infographics

Fonte: Imagismo

1 de dez. de 2010

II Congresso de Transplantes do E.S.

II Congresso de Transplantes do E.S.


II Congresso Capixaba de Doação e Transplantes de Órgãos e Tecidos
I Simpósio Nacional de Prevenção, Diagnóstico Precoce e Tratamento das Hepatites B e C 
I Simpósio de Atualização Interdisciplinar em Doação e Transplante de Órgãos
II Simpósio de Anestesiologia em Transplantes
II Jornada Multidisciplinar Acadêmica 
I Workshop de Hemocentros.


Com grande satisfação constatamos o crescimento deste evento, cuja primeira edição foi realizada pela Associação Pró-Vidas Transplantes em 2008, com o apoio e participação das Equipes Transplantadoras do Espírito Santo e do Hospital Meridional.

A idéia do Primeiro Congresso surgiu em janeiro de 2008, quando o ainda paciente Adauto Vieira de Almeida deixava o CTI, onde se recuperava do seu transplante hepático realizado pelo Dr. Gustavo Peixoto e sua equipe. Foi neste dia que o convite para realizar o I Congresso em Vitória foi feito. 

Meses depois, já recuperado, com o apoio do Hospital Meridional e Associação Pró-Vidas Transplantes, criada em 2007 por um grupo de pacientes da fila de transplantes e transplantados do ES o projeto foi em frente. 

Em 2010, o evento terá ainda mais visibilidade nacional, pois o Espírito Santo tem se destacado cada vez mais no número de transplantes. Chegamos a 101 transplantes de fígado com muito trabalho e sucesso.

No II Simpósio de Anestesia para Transplantes, teremos a participação dos colegas Dr. Alexandre Teruya e Dra. Suzana Teruya, do Serviço de Anestesiologia do Hospital Albert Einstein. Do Hospital Meridional, os palestrantes serão Dra Gabriela Esteves, médica diarista da UTI Hepática, Dr Eduardo Miranda, médico cardiologista e ecocardiografista e Dr Pablo Braga Gusman, anestesiologista e intensivista e professor da Faculdade de Medicina UNIVIX.

Inscrições diretamente no site:

Do blog AnestesiaDor

SBIS nas redes sociais


 projeto SBIS 2.0 nas redes sociais

  • Journal of Health Informatics: 950 integrantes
  •     Linked In: 713 integrantes
  •     Googlegroups: 354 integrantes
  •     Twitter: 401 integrantes
  •     Site EAD: 832 integrantes
  •     SBIS News: 216 integrantes
  •     Orkut: 123 integrantes
  •     Facebook: 192 integrantes
  •     Plaxo: 40 integrantes



facebook

26 de nov. de 2010

Dr. Daniel Kraft e o Futuro da Medicina

Dr. Daniel Kraft fala sobre o futuro da medicina em entrevista concedida a Salim Ismail, diretor da Singularity University. Dr. Kraft é pediatra oncologista, pesquisador de células-tronco na Universidade de Stanford, especialista em transplante de medula óssea pediátrica.
Ele fala sobre a Medicina Personalizada, software para gestão de saúde, registro eletrônico de saúde, computação cerebral e neurociência, nanotecnologia, células tronco e impressora de orgãos em 3D.
Muito interessante.

Fonte: Vídeos FIAP

25 de nov. de 2010

II Curso Telepresencial de Certificação SBIS/CFM - Brasília e Fortaleza

Curso Oficial de Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde SBIS/CFM
Simultaneamente em Fortaleza e Brasília


Em uma iniciativa conjunta da Gerência de Certificação e da Diretoria de Educação e Capacitação Profissional, a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde irá realizar nos dias 9 e 10 de dezembro de 2010 a segunda turma a distância do Curso Oficial de Certificação SBIS-CFM, em Brasília e em Fortaleza. Interessados de outras cidades próximas poderão participar.
O curso é um pre-requisito para ser consultor ou auditor oficial do processo de certificação.

  • Público Alvo:

O curso destina-se a todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com projetos de registro eletrônico em saúde, prontuário eletrônico do paciente e troca de informações em saúde, como gestores e administradores de instituições de saúde, desenvolvedores de sistemas (gestores de TI, consultores, analistas de sistemas, analistas de negócios, programadores, etc) e profissionais clínicos interessados no tema. O curso também contempla os requisitos de certificação, autenticação, assinatura e criptografia digital, segundo o CFM e o ICP Brasil, para instituições que pretendam ser paperfree.

  • Tópicos do curso:

1. Entendendo o processo de Certificação SBIS-CFM
2. Análise dos Requisitos de Segurança (NGS1 e NGS2)
3. Análise dos Requisitos de Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades
4. Procedimentos para auditoria e certificação

Locais: Sede da Associação Médica de Brasilia, DF. e Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE

Será adotado o modelo telepresencial por videoconferência interativa, com transmissão das aulas a distância e participação dos alunos exclusivamente em uma sala de aula remota. A transmissão contará com comunicação bidirecional de áudio, vídeo e chat entre os instrutores e a sala de aula remota, que terá a presença de um monitor local.

Datas e Horários: 09 e 10 de dezembro de 2010, das 9:00 às 18:00 horas.

Certificação: Os alunos que cumprirem a carga horária e o processo de avaliação receberão um certificado emitido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, que será pré- requisito para atuar como consultor ou auditor de sistemas de certificação médica digital.

O conteúdo e duração do curso serão exatamente os mesmos dos cursos presenciais realizados em São Paulo, assim como o material de apoio e os certificados de conclusão. O curso terá também um site de apoio pela internet, no qual serão disponibilizados para os alunos todos os materiais didáticos e de apoio como slides das aulas, manuais, artigos, exercícios e provas, assim como um fórum para resolução de dúvidas.

Maiores informações sobre o curso, bem como o formulário de inscrição podem ser acessados no endereço:


Você receberá um boleto por email para realizar o pagamento da taxa de inscrição.

Vagas Limitadas: recomendamos aos interessados efetuar a inscrição o mais breve possível.

Coordenadores locais:
DF: Dra. Valdenize Tiziani (vtiziani@gmail.com) e Dr. Hervaldo Sampaio Carvalho (carvalho@unb.br)
CE: Dr. Luiz Roberto de Oliveira (lro@ufc.br)

Eu fiz o curso telepresencial de Ribeirão Preto e achei o aproveitamento muito bom. Recomendo.

24 de nov. de 2010

Calculadora médica Medcalc - dicas de ajustes

Dica rápida: ajustando a MedCalc

Por Guilheme Aquino do iPhone e Medicina

Há alguns meses escrevi um post sobre calculadoras médicas.
Na época eu estava usando a calculadora MediMath, muito boa.
Minha segunda opção era a MedCalc. Só não era a favorita porque eu não sabia como mudar as unidades em algumas entradas. Por exemplo, no cálculo do escore Child-Pugh, na opção “bilirrubina”, os valores apareciam em mmol/l, e não em mg/dl.


Cheguei a entrar em contato com o desenvolvedor, questionando essa “falha”, mas ele me explicou como contornar o problema.
É só ir até a lista de fórmulas e selecionar “Units conversion (Chem.)”.


Escolha o soluto “bilirrubina”.


Selecione “mg/dl” na barra transversal.


Pronto. Retorne ao escore e confira que a unidade agora é mg/dl.


A MedCalc fez uma grande atualização há alguns meses, ficou perfeita. Lançou até uma versão paga, que acho desnecessária.
No momento é a única calculadora médica que uso.

Fonte: Por Guilheme Aquino do iPhone e Medicina

Comprimido permite o monitoramento remoto da dose da droga e sua eficácia

Novartis AG, utilizando tecnologia licenciada da Proteus Biomédica, está aguardando aprovação para um comprimido contendo um microchip, tornando o conceito de pílula inteligente maiperto de se tornar realidade.


Quando um paciente ingere um comprimido com a tecnologia integrada, seus ácidos do estômago ativam o microchip, que envia dados como freqüência cardíaca, temperatura e movimentos do corpo a um patch cutâneo através da conectividade Bluetooth. Este patch pode exportar os dados para um prontuário eletrônico, de modo que ele possa ser acessado pelos médicos. A Novartis afirma como seu dispositivo não irá alterar os efeitos das drogas, o IEM poderia estar no mercado em 2 anos.
Fonte: Medgadget