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28 de mai. de 2010

Vacina contra H1N1 pode dar falso positivo para HIV, diz Anvisa


Segundo agência, falso resultado pode ocorrer após vacinação.
Alteração em anticorpo ‘engana’ teste mais comum realizado no Brasil.


Nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que as pessoas que tomaram a vacina H1N1, contra a nova gripe, podem ter resultado positivo para HIV mesmo sem ter o vírus que provoca a Aids. Segundo a técnica Lílian Inocêncio, responsável pela área de Laboratórios do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (DST/Aids) do Ministério da Saúde, o falso resultado positivo pode ocorrer até 112 dias após a pessoa ter se vacinadocontra a gripe.
O problema já havia sido detectado pela Anvisa em março, mas foi abordado nesta sexta-feira (21) pelo DST/Aids. Na nota de março, a agência dizia que “podem ser obtidos resultados falso-positivos em testes imunoenzimáticos para detecção de anticorpos contra o vírus da Imunodeficiência Humana 1 (HIV 1), o vírus da Hepatite C e, especialmente, HTLV-I, devido à produção de IgM em resposta à vacina contra Influenza A(H1N1)”.
O falso resultado acontece porque a vacina contra a gripe aumenta a produção de um anticorpo, chamado de IgM (o primeiro batalhão de defesa do organismo), que “engana” o Elisa, o teste mais comum feito no Brasil para diagnosticar o vírus da Aids. Essa reação faz o organismo reproduzir uma condição parecida com aquela de quem tem o vírus HIV.
A técnica Lílian Inocêncio disse que o procedimento padrão da rede pública de saúde em casos de resultado positivo para HIV já é fazer a contraprova por meio de outro tipo de exame, o Western Blot, mais caro.
A vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV
Segundo ela, não há motivo para pânico. “Ninguém precisa se preocupar porque nenhum paciente vai receber o resultado positivo sem que seja feita a contraprova”, afirmou Lilian. De acordo com ela, nenhum paciente é informado de que tem o vírus HIV sem que seja feita antes a contraprova.
Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (21) no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde José Gomes Temporão alertou sobre o falso resultado positivo.

“Quando acontece esse falso positivo, que são casos raros, qual é a consulta? É muito simples: isso só acontece dentro de 30 dias a partir do momento que a pessoa tomou a vacina. Dando positivo, ela vai refazer esse teste, com um teste mais sofisticado, e esse vai dar, com certeza, se ela é positivo ou não”, afirmou. Ele fez questão de esclarecer que a vacina contra H1N1 não oferece nenhum risco de transmissão de HIV.

Problema incomum, mas sem gravidade
“Não é comum essa reação cruzada, esse encadeamento de falsos-positivos [quando um teste diz que a pessoa está doente, mas ela não tem nada] por geração de anticorpos para vírus tão diferentes, o H1N1 e o HIV”, aponta Edecio Cunha-Neto, chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia da USP.

“No limite, o que acontece com a produção industrial em ritmo acelerado da vacina contra a nova gripe é que, se a quantidade de adjuvantes, os componentes que potencializam a ação da vacina, estiver um pouco acima, pode fazer a resposta imunológica ter uma reatividade cruzada: acabar dando positivo para várias outras coisas.”
“Não tem nenhuma gravidade, do ponto de vista que a pessoa não está realmente infectada, mas a contraprova é importante”, diz Cunha-Neto.

Fonte: G1

26 de mar. de 2010

Verdades e mentiras sobre a vacina contra a InFluenza H1N1

Fabiana Leite da seção Doenças Infectocontagiosas do Estadão, fez essa matéria muito boa esclarecendo sobre dúvidas quanto a vacinação contra Influenza A (H1N1): 


Alguns grupos continuam no esforço de aterrorizar pessoas com informações erradas sobre a vacina contra a gripe suína, o que levou hoje o Ministério da Saúde a divulgar um rol de respostas contra a onda de boatos. Parece, pelo menos, que no mundo real, fora da rede, as mensagens amendrotadoras não tiveram efeito. O problema tem sido a falta do imunizante em alguns pontos do País.


Medo da Vacina? 
Veja as principais respostas da pasta.

O mercúrio presente na vacina causa autismo em crianças?
Não. A concentração de mercúrio é de 25 microgramas por dose de 0,5ml e é usada para evitar crescimento de fungos ou bactérias, no caso de a vacina ser contaminada acidentalmente. Esse mesmo conservante é utilizado rotineiramente em outras vacinas, como na tetravalente indicada contra difteria, tétano, coqueluche, meningite.
O timerosal, conservante antiséptico presente na vacina, pode causar autismo em crianças com disfunção mitocondrial e em adultos com disfunção hematoencefálica.
Estudos realizados em todo o mundo demonstram que o timerosal, desde 1930, tem sido amplamente utilizado como conservante em uma série de produtos biológicos, incluindo muitas vacinas. O uso nas vacinas tem por finalidade evitar o crescimento de bactérias ou fungos (micróbios) quando esta é contaminada acidentalmente, como no caso de punção repetida no frasco. A concentração do timerosal na qualidade de conservante é de 0.01%, contendo, aproximadamente, 25 microgramas de mercúrio por dose de 0,5 ml, condição que tem mostrado ser capaz de impedir o crescimento de micróbios. Vacinas com esses tipos de conservantes já são utilizadas desde 1930. Em 2004, o Instituto de Medicina dos Estados Unidos convocou um comitê de revisão de segurança em Imunização e examinou a hipótese de que as vacinas contendo timerosal estariam causalmente associadas ao autismo. Comprovou que as provas disponíveis rejeitam a existência de nexo de causalidade entre vacinas contendo timerosal e autismo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) defendeu o conservante timerosal para o uso nas vacinas, baseando-se em estudos que concluíram não existir evidências de contaminação em crianças ou adultos expostos. As vacinas que contêm essa substância não aumentam a quantidade de mercúrio no organismo, pois este é expelido rapidamente, não se acumulando em função de repetidas injeções.
A vacina contém esqualeno, substância que afeta o sistema imunológico do indivíduo.
Os adjuvantes são substâncias que estimulam a resposta imunitária, permitindo reduzir a quantidade de material viral utilizado em cada dose, garantindo proteção de longa duração. São produtos entre os quais se incluem certos sais de alumínio e emulsões (esqualeno e seus derivados) que são utilizados na composição de vacinas. E não causam danos ao ser humano.
A gripe pandêmica foi uma criação da indústria financeira para favorecer os laboratórios farmacêuticos.
O monitoramento do vírus da gripe no País identificou em 2009 que, desde o surgimento da pandemia, aproximadamente 70% dos vírus respiratórios que causavam síndrome gripal eram o vírus influenza pandêmica (H1N1) 2009. Em alguns países este percentual chegou até 100%. O simples surgimento de casos de gripe em varios países causado por um novo vírus já caracteriza a pandemia.
Anafilaxia, reação alérgica potencialmente fatal, é uma reação adversa pós-vacinação.
Anafilaxia é um evento raro que pode ocorrer com o uso de várias substâncias ingeridas ou introduzidas por via parenteral (muscular ou endovenosa) no corpo humano, incluindo alimentos, remedios, vacinas, entre outros. Se caracteriza por uma reação alérgica sistémica, severa e rápida a uma determinada substância, se apresentando com diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação sanguínea, acompanhada ou não de edema de glote. Pessoas que são altamente alérgicas a gema de ovo não podem tomar vacinas que são produzidas a partir de gemas de ovos embrionários, como a vacina contra a febre amarela, gripe comum e influenza H1N1. Os profissionais de saúde são capacitados para identificar essas pessoas altamente alérgicas no momento em que procuram um posto de vacinação.
Há evidências da síndrome de Guillain-Barré em muitas pessoas que tomaram a vacina nos outros países do mundo.
Não existe esta evidência nos países que já realizaram ou estão vacinando contra a influenza pandêmica.
A vacina contém traços de neomicina.
Sim, a vacina produzida pelo Laboratório Sanofi Pasteur.A neomicina é um antibiótico indicado para infecção bacteriana provocada por estafilococos ou outros microorganismos susceptíveis a este princípio ativo.
A vacina que venderam para o Brasil é vacina encalhada.
Todas vacinas adquiridas pelo Brasil foram compradas diretamente dos laboratórios produtores e por meio do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde – Opas/OMS. Em nenhum momento o País comprou ou recebeu doação de outro país.
Há evidências de má formação fetal em gestantes que tomaram a vacina.
A vacina contra o vírus influenza pandêmico (H1N1) 2009 é segura e indicada para a gestante em qualquer idade gestacional. Na vacinação realizada no hemisfério norte não houve nenhum registro de má formação fetal relacionada a vacina. Esta indicação foi ratificada pela Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia – Febrasgo. Até o momento, não há relato de ocorrência de nenhum prejuízo sequer para a mãe e/ou para o feto.

25 de fev. de 2010

Calendário de Vacina contra a gripe A (H1N1)


vacina2


O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (25), a inclusão dos adultos que têm entre 30 e39 anos entre os grupos que receberão a vacina contra a gripe A (H1N1). A campanha de imunização, que começa no dia 8 de março, já incluía profissionais da saúde, povos indígenas, crianças pequenas, pessoas com problemas crônicos e jovens entre 20 e 29 anos de idade.
Esses grupos foram escolhidos por serem os mais vulneráveis ou os que apresentam sintomas mais graves quando são infectados pela vírus da nova gripe. O ministério não recomenda que pessoas fora desse público tomem a vacina.
A vacinação será gratuita e dividida em cinco etapas, conforme o público-alvo (veja tabela abaixo). O Ministério da Saúde tem 83 milhões de doses da vacina, mas estima que sejam imunizadas 62 milhões de pessoas. O medicamento restante será guardado como reserva técnica caso seja necessário usá-lo em uma eventual quinta etapa.
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE A (H1N1)
8 a 19 de março
Profissionais da Saúde
Médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.
8 a 19 de março
Povos indígenas
População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).
22 de março a 2 de abril
Gestantes
Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.
22 de março a 2 de abril
Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade
Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
22 de março a 2 de abril
Crianças entre seis meses e um dois anos idade.
Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.
5 a 23 de abril 
População de 20 a 29 anos
Qualquer pessoa com essa idade.
24 de abril a 7 de maio 
Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). 
O período coincide com a vacinação de idosos para a gripe comum. Quando eles forem tomar a vacina, receberão também imunização contra o vírus influenza A (H1N1) caso tenham algum destes problemas:
• Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
• Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
• Asmáticos (formas graves);
• Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
• Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
• Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
• Diabetes mellitus;
• Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
• Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
• Doença hematológica (hemoglobinopatias);
• Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
• Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
• Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).
10 a 21 de maio
População de 30 a 39 anos
Qualquer pessoa com essa idade.

Fique atento e não se esqueça de se vacinar. Prevenir ainda é o melhor remédio.

Saúde!

28 de ago. de 2009

Anvisa pede monitoramento de usuários do Tamiflu

Profissionais devem informar reações adversas ou não detectadas em testes
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou como medida de interesse sanitário o monitoramento de usuários do Tamiflu, medicamento que contém oseltamivir em sua formulação. A determinação abrange os detentores de registros desse tipo de medicamento, os serviços de saúde, públicos ou privados, e os profissionais da saúde.
De acordo com a resolução publicada no Diário Oficial da União de hoje, 27, o monitoramento do paciente deverá ser feito por profissional responsável pelo atendimento ambulatorial e/ou pelo serviço de saúde onde houver internação. Os serviços de saúde deverão definir as rotinas e procedimentos necessários para garantir o contato com o paciente durante todo o período de tratamento.
Os profissionais e serviços de saúde que fizerem atendimento, de qualquer natureza, aos pacientes tratados com medicamentos contendo oseltamivir deverão incluir na avaliação clínica a observação de reações adversas ou que não foram detectadas durante os testes de laboratório.
De acordo com a resolução, a medida visa a combater a situação de pandemia ocasionada por um novo vírus Influenza H1N1 que aumentará notoriamente a utilização de antivirais como oseltamivir e, possivelmente, de outros medicamentos, gerando a necessidade de intensificar as ações de vigilância nas farmácias. A Organização Panamericana da Saúde (OPAS) vem estimulando nas Américas o desenvolvimento de estudos em vigilância para o manejo seguro da medicação.

18 de ago. de 2009

Pernambuco desenvolve exame que detecta a gripe suína em 5 minutos

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) desenvolveram um teste rápido e barato para detectar o vírus da nova gripe. Agora, em apenas 5 minutos, vai ser possível identificar se a pessoa está com a doença. Um tempo que pode ser determinante para o tratamento do paciente, já que o procedimento tradicional leva em torno de 15 dias para apontar o resultado. Mas, por enquanto, o novo método ainda não pode ser adotado nos hospitais do país. Ele precisa ser aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

"O nosso teste usa como vantagem a identificação do DNA. Então, ele pode ser usado para qualquer doença causada por um vírus ou por uma bactéria, por exemplo, para a qual nós saibamos qual é o segmento específico do DNA que caracteriza aquela doença" - explica Celso Melo, coordenador da pesquisa. (leia a íntegra no O Globo)

12 de ago. de 2009

Medicamentos contra gripe A não são eficazes em crianças


Uma pesquisa da Universidade de Oxford sugere que os antivirais Tamiflu e Relenza, usados para tratamento da influenza A (gripe suína), raramente evitam complicações em crianças com a gripe normal.

Apesar de ser difícil generalizar este fato com a atual epidemia de gripe A, os autores afirmam que é improvável que estes remédios ajudem crianças que tenham contraído o vírus H1N1.

Antivirais contra gripe A H1N1

Os antivirais são a base do tratamento para a gripe A até que uma vacina seja disponibilizada, o que deve acontecer em setembro. Estes remédios foram criados para garantir que os sintomas da doença sejam leves e reduzir a chance de uma pessoa infectada transmitir a gripe para outra.

O último estudo, publicado na revista British Medical Journal, mostra que os antivirais podem diminuir a duração da gripe comum em crianças em até um dia e meio, mas também mostra que estes remédios fazem pouco efeito, ou até nenhum efeito em ataques de asma, infecções no ouvido ou no caso de uma criança precisar de antibióticos.

O antiviral Tamiflu também já foi ligado ao aumento do risco de vômito e outros efeitos colaterais em crianças - veja Remédio contra gripe A causa efeitos colaterais em crianças.

Estratégia inapropriada

A equipe da Universidade de Oxford, liderada pelo pesquisador Matthew Thompson, analisou quatro testes do tratamento da gripe comum em 1.766 crianças e três testes envolvendo o uso de antiviral para limitar o contágio da gripe comum em 863 crianças.

"Nossa pesquisa descobriu que, para a maioria das crianças, estes remédios antivirais provavelmente não vão fazer muito efeito", afirmou Thompson.

O médico Carl Henegan, que participou da pesquisa e que trabalha no hospital John Radcliffe em Oxford, afirmou que a atual política britânica de distribuição do Tamiflu para ocorrências mais leves da doença, é uma "estratégia inapropriada".

"Os efeitos prejudiciais superam a redução de um dia dos benefícios sintomáticos", afirmou.

8% de eficácia do Tamiflu

A pesquisa também revelou a eficácia do uso dos antivirais para conter o contágio pela gripe e descobriu que 13 pessoas precisaram ser tratadas para evitar um caso adicional, o que significa que estes remédios reduziram a transmissão em 8%.

O especialista britânico em gripe Hugh Pennington, afirmou que as descobertas dos pesquisadores de Oxford não são surpreendentes e destacam o que já se sabe sobre o Tamiflu.

"O Tamiflu tem sua utilidade, mas não é milagroso", disse.

Política de segurança

Um porta-voz do Departamento de Saúde britânico afirmou que enquanto "ainda existem dúvidas a respeito de como a gripe A afeta crianças, acreditamos em uma política de segurança em primeiro lugar; o oferecimento de antivirais para todos ainda é uma medida responsável".

"A pesquisa está certa ao afirmar que muitas pessoas com a gripe A apresentam apenas sintomas leves e, para estas pessoas, repouso e medicamentos contra a gripe comprados em farmácias pode funcionar."

"Mas, para aqueles que sofrem sintomas mais graves, o melhor conselho científico afirma que o Tamiflu deve ser administrado o mais rápido possível, e sugerir outra forma de tratamento é potencialmente perigoso", acrescentou o porta-voz.

Vírus H1N1 representa 77% dos casos de gripe no Brasil

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, informou ontem (11) que o número de mortes provocadas pela influenza A (H1N1) - gripe suína - no país chega a 192. O último boletim divulgado pelo ministério indicava 96 óbitos. Segundo Temporão, a doença já representa 77% do total dos casos de gripe no Brasil.

Dados do ministério indicam que 43% dos infectados pelo vírus Influenza H1N1 apresentam pelo menos um fator de risco. Dentre os principais citados pelo ministro estão pacientes com doenças respiratórias, crianças menores de 2 anos, gestantes, pacientes imunodeprimidos e cardiopatas. A maioria das mortes foi registrada em São Paulo (40%). Em seguida aparece o Rio Grande do Sul (23%) e o Paraná (22%).

Até o momento, 28 gestantes morreram por causa da doença - 14,5% do total de óbitos. De acordo com Temporão, 30% delas apresentavam pelo menos um fator de risco adicional, como pressão arterial elevada. "Eles se somaram à gravidez e contribuíram para uma evolução ruim do caso", disse o ministro, que participa de comissão geral na Câmara dos Deputados para discutir as medidas de combate ao vírus Influenza H1N1 no Brasil.

Segundo Temporão, 107 gestantes que contraíram a doença já receberam alta e passam bem.

4 de ago. de 2009

Últimas notícias da Gripe H1N1 e mudanças no protocolo

  • O que mudou no protocolo da gripe H1N1 ontem


Médicos poderão receitar o medicamento contra a gripe suína para pacientes que não se enquadram nos casos previstos no atual protocolo de tratamento - SRAG* (síndrome respiratória grave ou com algum fator de risco, como cardiopatia e gravidez.
A mudança será introduzida no protocolo nos próximos dias, segundo o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Gerson Penna. O documento trará uma caixa em vermelho com a frase: "Qualquer indicação diferente das recomendadas neste protocolo fica na inteira responsabilidade do médico prescritor e da autoridade sanitária local".

Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe passa a ser considerada caso suspeito de influenza sazonal e de influenza A (H1N1).

O Ministério da Saúde prioriza entre os casos de síndrome gripal a notificação, a investigação, o diagnóstico laboratorial e o tratamento dos casos com síndrome respiratória aguda grave (SRAG)* e aquelas pessoas que apresentam fatores de risco para a complicação pela doença, como: menores de 2 e maiores de 60 anos de idade, gestantes, portadores de doenças crônicas, imunodeprimidos, entre outros. (leia mais em Portal Saúde)

  • 15% e 45% da população terá sido infectada pelo novo vírus
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reiterou nesta terça-feira (4) a estimativa de que cerca de 2 bilhões de pessoas deverão pegar o vírus A (H1N1) até o fim da pandemia. A estimativa, entretanto, vem com um grande alerta sanitário: ninguém sabe quantas pessoas já foram infectadas até agora pela nova cepa de vírus influenza, e o número final nunca será conhecido, já que muitos casos são tão leves que podem passar despercebidos.
"Até o fim da pandemia, entre 15% e 45% da população terá sido infectada pelo novo vírus pandêmico", disse a porta-voz da OMS, Aphaluck Bhatiasevi, em um comunicado."Trinta por cento é uma estimativa média e 30% da população mundial é 2 bilhões.""Devemos lembrar, entretanto, que as tentativas de estimar as taxas de infecção podem ser apenas aproximações grosseiras", acrescentou. (leia mais em GazetaWeb)
  • H1N1 pode estar substituindo vírus da gripe comum
O vírus H1N1 pode estar substituindo o vírus da gripe comum, afirmou nesta sexta-feira o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage. Segundo ele, 60% dos exames positivos para gripe desde abril apontaram para o vírus H1N1.
"O que isso pode indicar é uma possível substituição do vírus", disse Hage, de acordo com o ministério, ao comentar sobre a taxa de gripe causada pelo vírus H1N1 no país.
"Ele (vírus H1N1) aparentemente pode passar a predominar no cenário e outro vírus (da gripe comum), deixar de circular", afirmou ele.
Segundo Hage, a taxa de mortalidade em relação ao total de pacientes graves é de 12,8 por cento no país.
A pasta indicou que mais de 60% dos casos de nova gripe no Brasil estão concentrados em pacientes entre 20 e 49 anos. A idade média dos infectados é de 29 anos.
O ministério reiterou a recomendação para que pacientes em grupos de risco adiem viagens para países onde a transmissão é sustentada. A pasta também pediu que alunos com sintomas de gripe evitem retornar às aulas até que se recuperem. (leia mais em G1)
*SRAG:
DOENÇA RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE:
Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre superior a 38ºC, tosse E dispnéia, acompanhada ou não de dor de garganta ou manifestações gastrointestinais.
Sinais e sintomas que devem ser observados:
-Aumento da freqüência respiratória (> 25 irpm)
-Hipotensão em relação a pressão arterial habitual do paciente

Em crianças além dos itens acima, observar também:
-batimentos de asa de nariz, cianose, tiragem intercostal, desidratação e inapetência.
O quadro clínico pode ou não ser acompanhado de alterações laboratoriais e radiológicas listadas abaixo:
-Alterações laboratoriais: leucocitose, leucopenia ou neutrofilia;
-Radiografia de tórax: infiltrado intersticial localizado ou difuso ou presença de área de condensação.
Alerta: deve ser dada atenção especial a essas alterações quando ocorrerem em pacientes que apresentem fatores de risco para a complicação por influenza.

6 de jul. de 2009

Sintomas da Gripe H1N1 e como se prevenir.

  1. Quais os sintomas que definem um caso suspeito de influenza A (H1N1)?
  • Febre alta de maneira repentina (maior que 38ºC) e tosse podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações,
  • dificuldade respiratória;
    E
  • ter apresentado esses sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1);
    OU
  • ter tido contato próximo nos últimos 10 dias com pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de influenza.


Observação: Contato próximo: indivíduo que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluídos corporais de um caso confirmado.

2. O que a população pode fazer para evitar a influenza?
Alguns dos exemplos de cuidados para a prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória são:

  • Lavar as mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz)
  • Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies.
  • Usar lenço de papel descartável.
  • Proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar.
  • Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 cinco dias após o início dos sintomas).
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados).É importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias.
  • Restrição do ambiente de trabalho para evitar disseminação.
  • Hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

Fonte: Ministério da Saúde

5 de jul. de 2009

Perguntas e Respostas sobre a gripe H1N1 (influenza A)

Publico uma seleção de perguntas e respostas divulgadas pelo MS no dia 03/07/2009, com orientações como restrição a pedidos de exames para confirmação laboratorial só nos casos graves ou surtos localizados. Outra mudança é que o medicamento fosfato de oseltamivir só será dado aos pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas. Veja a íntegra abaixo:



Perguntas e respostas

1. É esperado um aumento no número de casos da nova gripe? Por quê?
Sim, mas não só para a nova gripe, e sim para todos os tipos de gripe, como ocorre todos os anos. Isso porque é inverno no Hemisfério Sul e as baixas temperaturas favorecem circulação dos diversos tipos de vírus influenza, os causadores da gripe, incluindo o novo H1N1.

2. A nova gripe é mesmo parecida com a gripe comum?
Na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para cura. A letalidade média no mundo é 0,4% e a quase totalidade dos óbitos é de idosos e crianças ou resultam de alguma complicação clínica prévia: pacientes com problemas respiratórios, cardíacos, renais, metabólicos, ou doenças como câncer e aids.

Na nova gripe, esse quadro se mantém. A letalidade média observada até o momento no mundo também é 0,4%. E segundo relatos dos países à Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria dos casos confirmados tem sintomas leves a moderados, evoluindo para cura.

3. Quais são as principais medidas anunciadas nesta sexta-feira?
Como a nova gripe tende a se parecer com a gripe comum, a principal recomendação para os pacientes é que, ao sentirem sintomas como febre, tosse, dores musculares, coriza e dor de garganta, procurem o serviço de saúde mais próximo.

Se os sintomas forem leves, o médico fará as recomendações necessárias para isolamento domiciliar, período de afastamento de trabalho e vai prescrever o tratamento dos sintomas. Nesses casos, não será feita confirmação por exame laboratorial.

Se o quadro clínico inspirar cuidados ou for grave, indicando necessidade de internação, o paciente será encaminhado para um dos 68 hospitais de referência.

4. Muda algo na recomendação para exames laboratoriais?
Sim. A confirmação da nova gripe por exame laboratorial será feita nos casos graves ou em amostras, no caso de surtos localizados. Não serão mais realizados exames em todas as pessoas com sintomas de gripe. Isso porque, como já foi destacado, um percentual significativo – mais de 70% – das amostras de casos suspeitos analisadas em dois laboratórios de referência (Fiocruz/RJ e Adolf Lutz/SP), nos últimos dois meses, não era influenza (gripe), mas outros vírus respiratórios.

5. E o critério para receber o medicamento fosfato de oseltamivir, sofreu alteração?
Para promover o uso racional do antiviral e evitar que o vírus desenvolva resistência, o medicamento só será dado aos pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas. Vale destacar que três países já informaram à OMS casos de resistência ao medicamento (Dinamarca, Japão e Hong Kong), o que reforça a prudência da medida adotada pelo Ministério da Saúde.

É importante lembrar, também, que todos os indivíduos que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem – obrigatoriamente – avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com oseltamivir; além da adoção de todas as demais medidas terapêuticas.

Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com deficiência imunológica (pacientes com câncer, em tratamento para aids ou em uso regular de corticosteróides), hemoglobinopatias (doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como a anemia falciforme), diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica.

6. Qual o objetivo principal das novas medidas?
Garantir atendimento ágil a pacientes com quadro grave ou com potencial para complicações e evitar superlotação de hospitais de referência com casos leves, que não têm indicação para internar todos os pacientes que chegam com sintomas de gripe.

7. Já existem filas nos hospitais?
Sim. Em alguns estados, já se observa dificuldade de atendimento nos hospitais de referência devido à alta procura de pessoas com sintomas leves e, muitas vezes, com infecção por outros vírus respiratórios.

Isso é confirmado por análises de dois dos três laboratórios de referência do Ministério da Saúde para influenza, a Fundação Oswaldo Cruz (RJ) e o Instituto Adolf Lutz (SP).

Desde o início da nova gripe, há pouco mais de dois meses, a Fiocruz processou 1.447 amostras de pacientes. Cinqüenta por cento teve resultado negativo para influenza, 29% foram confirmados para a nova gripe e 21%, para a gripe comum.

No Adolf Lutz, a situação foi parecida: das 1.768 análises, no mesmo período, 51% foram negativas para influenza, 24% foram positivas para gripe comum e outros 24% foram positivas para a nova gripe.

8. Uma hipótese: uma pessoa vai ao posto de saúde porque tem sintomas leves de gripe. O médico faz as orientações necessárias e manda a pessoa para casa, sem fazer exame. Então quer dizer que essa pessoa, se tiver gripe A, não entra na estatística? O número de casos vai ficar subnotificado?
Não necessariamente, porque como em todo ano, surtos de influenza (gripe), seja pelo H1N1, seja qualquer outro vírus, continuam ocorrendo. E, nesses casos, nós vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades da “Rede Sentinela” em todos os Estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência.

9. Então só vão coletar amostra se ocorrer um caso suspeito numa escola, por exemplo?
Imagine a situação: 30 funcionários de uma fábrica estão com sintomas. Um deles tem o estado de saúde agravado. Ele será encaminhado para um hospital de referência e será feito exame nele. Se o exame der positivo, todos os outros companheiros de fábrica serão considerados infectados, por vínculo epidemiológico, mesmo que o estado de saúde deles não se agrave.

10. Até então, o Ministério da Saúde tinha a confirmação laboratorial de todos os casos. Isso não significa perder o controle?
Não. O diagnóstico por vínculo epidemiológico é uma rotina na epidemiologia de doenças infecto-contagiosas, como meningite e sarampo, por exemplo. E, para a nova gripe, já é adotado nos Estados Unidos, Canadá, Chile, México, Reino Unido, Espanha, Alemanha e França.

O objetivo, a partir de agora, não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus, o A H1N1. Isso, como já foi explicado, tem dois motivos principais: 1) existe a tendência de crescimento do número de casos de síndrome gripal; 2) a nova gripe se assemelha à gripe comum, embora exija atenção das autoridades de saúde. Passamos, agora, a trabalhar com diagnostico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A. Repetimos: nesse estágio, para as pessoas que têm sintomas de gripe, não faz mais diferença saber se é gripe comum ou a nova gripe.

A exceção são os pacientes graves ou que podem ter o quadro de saúde agravado. Nesses casos, é importante saber o diagnóstico preciso porque, em muitas situações, eles podem ter gripe e desenvolver uma infecção bacteriana. Então, além do antiviral específico, essa pessoa pode um antibiótico ou receber outro tratamento.

23 de jun. de 2009

Marista Dom Silvério em Belo Horizonte suspende as aulas devido a confirmação de casos de Gripe A (H1N1)

As aulas de todas as turmas de todos os cursos do Colégio Marista Dom Silvério foram suspensas hoje por 10 dias devido a confirmação de poucos casos em uma turma de 3º ano do ensino fundamental.
Essa notícia pode causar grande apreensão em alguns pais e parentes das crianças que tiveram contato com os infectados. A maioria da população desconhece os motivos de tanta precaução.

A Gripe causada pelo vírus A H1N1 tem evolução extremanente benigna, é de fácil difusão, porém de baixa mortalidade (cerca de 1%), e a precaução das autoridades deve-se a evitar que um maior número de pessoas possa contrair a gripe, aumentando a chance de mutação do vírus para uma cepa mais virulenta.

13 de jun. de 2009

Elevado nível de ameaça do vírus da gripe H1N1 para o nível seis

clique no mapa para vê-lo ampliado no site da OMS



O Ministério da Saúde e de Assuntos Sociais da Suécia informou nesta quinta-feira (11/06/2009) que a Organização Mundial de Saúde (OMS) decidiu elevar o nível de ameaça do vírus da gripe H1N1 para o nível seis, patamar máximo da escala e que indica pandemia. Isso não reflete a gravidade da doença, mas sim a expansão geográfica da mesma.
Ontem, o informe oficial da OMS mostrava que 74 países haviam comunicado 29.669 casos de infecção pelo vírus H1N1 da Influenza A, com 145 mortes.
O laboratório suíço Novartis anunciou que pode começar os testes clínicos da vacina para a influenza A já no próximo mês, e espera ter à disposição a vacina a partir de setembro.


Mais informações no site da OMS: http://www.who.int/csr/disease/swineflu/en/index.html


Veja o post de 01/05 sobre a situação da gripe na época: http://timedicina.blogspot.com/2009/05/mapa-da-gripe-suina-gripeh1n1-2009.html

1 de mai. de 2009

Mapa da Gripe Suína [ gripeH1N1 2009 (Mexicana) ] do Google Maps

clique na imagem para vê-la ampliada



http://www.wpxi.com/health/19315326/detail.html

Purple marker is confirmed or probable

Pink marker is suspect

Yellow marker is negative

Fatal cases have no dot

http://www.wpxi.com/video/19313969/index.html
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Created on Apr 21 -

Updated 15 hours ago




Assim como a gripe humana comum, a gripe H1N1 2009 (Mexicana) apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga, dores pelo corpo, tosse e ainda sintomas característicos como diarreia ou vômitos.

De acordo com a OMS, os medicamentos antiviral oseltamivir e zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1.

Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença.

Fonte: googlemaps e wikipedia