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8 de abr. de 2015

IV CURSO ON-LINE DE CAPACITAÇÃO EM OPENEHR - 27/04/2015

Fiz e recomendo!


Estão abertas as inscrições para o IV CURSO ON-LINE DE CAPACITAÇÃO EM OPENEHR, com início em 27 de Abril de 2015, com duração de 5 semanas.


O curso tem como objetivo introduzir os conceitos fundamentais do modelo openEHR (open Electronic Health Record) de arquitetura e conteúdo de registros eletrônicos de saúde, e seus componentes, e dar noções de como pode ser utilizado para implementar sistemas de registro eletrônico de saúde, tais como prontuários eletrônicos do paciente.

O curso compõe-se de um módulo teórico-prático, voltado para a discussão dos aspectos operacionais do uso, da implantação e do desenvolvimento do OpenEHR e tem como objetivo introduzir os conceitos fundamentais do modelo openEHR (open Electronic Health Record) de arquitetura e conteúdo de registros eletrônicos de saúde, e seus componentes, e dar noções de como pode ser utilizado para implementar sistemas de registro eletrônico de saúde, tais como prontuários eletrônicos do paciente.

Data e Duração:
A carga horária é de 16 horas, a serem completadas em 5 semanas. As aulas são todas gravadas, e podem ser assistidas sob demanda (quando o aluno quiser ou puder).

Início : 27 de Abril de 2015
Término : 15 de Maio de 2015

Público alvo:
Profissionais e estudantes da área de saúde (médicos, enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, nutricionistas, etc.) e de informática, participantes de projetos de informatização em saúde e outros que tenham interesse no desenvolvimento de sistemas de informação em saúde alinhados com a evolução clínica e de acordo com as determinações para o uso de padrões pelo Ministério da Saúde do Brasil.

Veja o que os alunos das turmas passadas acharam do curso. [Clique aqui]

Mais informações: http://www.hl7.com.br/events/iv-curso-on-line-de-capacitacao-em-openehr/

1 de set. de 2013

I Curso de Capacitação de OpenEHR dia 18/09 em São Paulo pela HL7 Brasil


OpenEHR não é um programa de registo clínico eletrônico. É um conjunto de especificações e ferramentas que permitem o desenvolvimento de registos clínicos modulares e interoperáveis. O openEHR foi o modelo de referência escolhido para definição do RES nacional e já está sendo adotado em projetos de RES compartilhados nacionais públicos e privados, como o da Atenção Básica (e-SUS AB) e no Sistema UNIMED.
 
O INSTITUTO HL7 BRASIL, chefiado pelo Dr. Marivan Santiago Abrahão, promove o I Curso de Capacitação em OpenEHR , com duração de 8 horas no dia 18/09/13, na cidade de São Paulo.
Será ministrado pela Dra. Jussara Rötzsch e Dr. Gustavo Bacelar e tem como objetivo mostrar os problemas atuais na estruturação de dados em saúde e como estruturar a informação em saúde, definir o que é o openEHR, mostrar como criar arquétipos, templates, como utilizar o Clinical Knowledge Manager (CKM) e como participar da comunidade openEHR.




DÚVIDAS ? escreva para hl7@hl7.org.br ou ligue para 11-2371-1466 ou faça sua inscrição aqui.

8 de mai. de 2013

O Prontuário do Paciente – A Paciente Frida Kahlo e seus dados de saúde


Por Luciana Alves 


Frida Kahlo não foi médica, ainda que isto tenha feito parte de seus planos de vida. A pintora, famosa por seus quadros, retratou vários de seus problemas de saúde. Na medicina não raramente é mencionada por aqueles que se interessam pela psicossomática como um exemplo de alguém que transformou a dor pela arte. 

Mas a Frida era antes uma paciente, e certa vez, declarou ela: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o tema que conheço melhor". Frida não digitou seus dados em nenhum sistema eletrônico de saúde. Não utilizou nenhum aplicativo ou software de imagem menos sofisticado do que si mesma. Frida ao menos pediu permissão, para pintar seu prontuário médico. Seu prontuário médico era a sua pintura. 

Frida pode ter enunciado esta frase mais como paciente, do que como artista. Como ela mesma afirmou: “sou o tema que conheço melhor”. Frida conseguia dizer sem uma palavra onde estava a incisão, onde doía, sua condição emocional e a percepção de si mesma frente aos seus problemas de saúde. Na verdade, quem conhece a obra de Frida percebe que, no seu “prontuário”, não faltava nenhuma informação e não havia rasuras. 

A revolução tecnológica permitiu a coexistência de um novo tipo de paciente, o e-paciente, aquele que acessa informação de saúde, que consome aplicativos voltados para o cuidado da saúde, e que troca informações com outros pacientes sobre sua condição médica. 

Vimos discutindo atualmente sobre a importância do uso de padrões para o desenvolvimento de sistemas de informações voltados para saúde, e sobre como realizar a troca de informações, gerenciamento e integração entre sistemas de informações na saúde. 

E apesar do meu grande fascínio pelas tecnologias eu não consigo deixar de pensar se realmente estamos trabalhando para “criar sistemas” de comunicação entre os profissionais de saúde e esta nova categoria de pacientes, que possam refletir para uma maior qualidade do dado que irá alimentar esta este sistema durante a integração e interoperabilidade de informações dos dados em saúde. 

O dado pelo paciente, o dado da perspectiva do paciente. A minha perspectiva do dado de Frida Kahlo.   





Drª. Luciana Alves

Neuropsicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde, Pós-doutoranda no ICB-UFMG com temática relacionada à Infoveillance & Infodemiology – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue. É professora de Informática em Saúde, e preside a empresa Bionics Health Technology. 
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