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13 de nov. de 2013

I Curso Fundamentos de Imagens Médicas e II Curso Fundamentos HL7 v.2 e v.3 - 27 e 28/11/13 em São Paulo

OIinstituto HL7 Brasil tem como principal objetivo a  formação, a capacitação e a certificação de pessoas e de sistemas no uso do HL7, e assim contribuir para a melhoria e a integração dos sistemas de informação em saúde.
Nos dias 27 e 28 de Novembro estará realizando os cursos:


Mais informações e incrição: http://www.hl7.com.br/agenda/i-curso-avancado-hl7-imagens/
O Instiuto HL7 Brasil nos ofereceu 1 vaga em cada curso com 50% de desconto para ser sorteado no blog!
Basta preencher o formulário abaixo até dia 25/11 e aguardar o sorteio.

10 de nov. de 2011

II Curso Básico e Avançado de HL7 - 17 e 18 de Novembro



INSTITUTO HL7 BRASIL, está promovendo o II CURSO BÁSICO DE HL7 e o II CURSO AVANÇADO DE HL7 que serão realizados nos dias 17 e 18 de novembro de 2011, na cidade de São Paulo.

O principal objetivo do INSTITUTO HL7 BRASIL é a formação, a capacitação e a certificação de pessoas e de sistemas no uso do padrão HL7, e assim contribuir para a melhoria e a integração dos sistemas de informação em saúde.
  1. PÚBLICO ALVO
  • Empresas de Tecnologia em Saúde
  • Gestores de TI em Hospitais, Clínicas e Instituições de Saúde
  • Desenvolvedores de Soluções de Informática em Saúde
  • Instituições Acadêmicas de Saúde e Informática em Saúde
  • Arquitetos de Sistemas
  • Desenvolvedores e Gerentes de Projetos


Dr. Marivan Santiago Abrahão
II CURSO BÁSICO DE HL7
Dia: 17 de Novembro de 2011
Horário: 8:30 hs ás 17:00 hs
Local: Laboratório de Informática - ACCTIVA
Avenida Paulista 1159 - 16º andar - Cerqueira Cesar, São Paulo



Programa:
  • Introdução à Instituição HL7 Internacional e ao Instituto HL7
  • Introdução a padrões em Sistema de Informações em Saúde - Parte 1
  • Introdução a padrões em Sistema de Informações em Saúde - Parte 2
  • HL7 versão 2.X - Estrutura das mensagens e seus elementos
  • HL7 versão 3 - Introdução aos Modelos HL7 versão 3
  • Exercício - Demonstração - HL7 v.2, HL7 v.3, Ferramentas, Arquétipos




Dra. Beatriz de Faria Leão
II CURSO AVANÇADO DE HL7
Dia: 18 de Novembro de 2011
Horário: 8:30 hs ás 17:00 hs
Local: Laboratório de Informática - ACCTIVA
Avenida Paulista 1159 - 16º andar - Cerqueira Cesar, São Paulo




Programa:

  • Introdução à Instituição HL7 Internacional e ao Instituto HL7
  • HL7 versão 3 CDA R2 - Clinical Document Architecture
  • HL7 versão 3 - CDA - Príncípios Básicos
  • Exemplo de uso do CDA: Perfis IHE de Laboratório Clínico e exemplo da SMS-SP
  • Exercício - Construa o seu primeiro CDA

Para maiores informações, por favor, acesse o site www.hl7.org.br

Apoio:
- Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS

31 de ago. de 2011

Padrões de Interoperabilidade do SUS - nova portaria

A portaria que regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para sistemas de informação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar são:
  • openEHR: é uma resposta à exigência de interoperabilidade semântica, abrangendo o Information Model (RM), Archetype Model (AM) e Service Model (SM). É uma plataforma de sistemas que permite interoperabilidade entre sistemas de saúde.
  • HL7: será usado para estabelecer a interoperabilidade entre sistemas com vista a integração dos resultados e solicitações de exames. O HL7 é um protocolo internacional para intercâmbio de dados eletrônicos em todos os ambientes da área da saúde, integrando informações de natureza clínica e administrativa. Na versão 3 garante interoperabilidade funcional e semântica, utiliza XML, abrange maior quantidade de serviços de saúde, é implementada em dispositivos médicos e ainda possui aceitação no domínio de saúde.
  • HL7 CDA (Clinical Document Architecture): definição da arquitetura do documento clínico. Proporciona que os documentos sejam legíveis pela máquina tanto quanto por humanos.
  • LOINC: será usado para codificação de exames laboratoriais. Logical Observation identifiers, Names and Code. Base de dados com códigos, nomes e sinônimos de mais de 6300 exames laboratoriais. HL7 compatível, parcialmente traduzido para o português, gratuito, multiaxial.
  • SNOMED: será usado para codificação de termos clínicos e mapeamento das terminologias nacionais e internacionais em uso no país, visando suportar a interoperabilidade semântica entre os sistemas. Systematized Nomenclature of Humans and Veterinary Medicine. É um sistema de classificação abrangente, de nomenclatura multi-axial, criado para a indexação do registo clínico completo incluindo sinais e sintomas, diagnósticos e procedimentos, e que pretende a integração completa de toda a informação do registro médico eletrônico numa única estrutura de dados. Versões: SNOMED RT (Systematized NOmenclature of MEDicine Reference Terminology), e SNOMED CT (Clinical Terms). Disponível em 12 línguas. Mapeamento para LOIC, CID10, NIC, NANDA, NOC.
  • TISS será usado interoperabilidade com sistemas de saúde suplementar
  • DICOM: será usado para a representação da informação relativa a exames de imagem.
  • ISBT 128: será usado para codificação de dados de identificação das etiquetas de produtos relativos ao sangue humano, de células, tecidos e produtos de órgãos.
  • ISO 13606-2: será usado para a interoperabilidade de modelos de conhecimento, incluindo arquétipos, templates e metodologia de gestão
  • Patient Identifier Cross-Referencing (IHE-PIX): será usado para cruzamento de identificadores de pacientes de diferentes sistemas de informação. Permite a identificação inequívoca de pacientes cujos registos tenham origens diversas.
  • CID: Código Internacional de Doenças
  • TUSS: Terminologia Unificada da Saúde Suplementar
  • CIAP-2 (Atenção primária de saúde), versão brasileira da ICPC-2 (International Classification of Primary Care). Sistema de classificação para os cuidados primários de saúde.
  • CBHPM (Classificação brasileira hierarquizada de procedimentos médicos)
  • Tabela de procedimentos do SUS
Para a interoperabilidade entre os sistemas dos SUS será utilizado a tecnologia Web Service, no padrão SOAP 1.1. Outros padrões definidos serão o WSSecurity para criptografia e assinatura digital das informações, e os URI e WSDL (Web Service Description Language) para os Webservices. Uma Comissão será responsável por isso no MS, e os padrões constarão de Catálogo de Padrões de Interoperabilidade de Informações de Sistemas de Saúde (CPIISS), publicado pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS).

Fonte: Informativo por prof. Renato M.E. Sabbatini em SBIS News

7 de dez. de 2010

Ontologias e padrões de troca de informação em Saúde

A interoperabilidade pode ser:
  • Básica: troca padrão de mensagens (POP, X12, HL7)
  • Funcional: sintaxe padrão de mensagem (XML, CID, SNOMED)
  • Semântica: entendimento (UMLS, LOINC/ INPC)
Ontologia pode ser definida como os vocabulários formais que descrevem as premissas básicas de um determinado domínio. Em palavras práticas, ontologias padronizam significado através de identificadores semânticos, os quais podem representar o mundo real e conceitual. Ontologias constituem-se em definições de conceitos, classes, propriedades, relações, restrições e axiomas sobre um determinado domínio (por exemplo, neurologia). Modelos de Ontologia são UMLS e o ICNP (CIPE).


  • UMLS: Unified Medical Language System®, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de sistemas de informática em saúde com interoperabilidade, que possam criar, processar, recuperar, integrar e / ou agregar dados e informações em biomedicina e saúde, bem como pesquisas na área de informática. Conta com o Metatesauro (conceitos), Rede Semântica (categoria e relações) e o Especialista Léxico (banco de dados léxicos e programas).


Os sistemas de codificação clínicas são exemplos de ontologias e são aqueles que padronizam um conjunto de termos ou descritores clínicos em uma determinada estrutura. 

Enfermagem:
  • NANDA: é uma coleção de diagnósticos em enfermagem,  multiaxial. Entenda mais aqui.
  • NIC:  Nursing Interventions Classification, classificação de intervenções em enfermagem,  HL7 compatível, recuperável para SNOMED e NANDA, gratuito, em português.
  • NOC: Nursing Outcomes Classification, Classificação de Resultados de Enfermagem, HL7 compatível, recuperável para SNOMED e NANDA, gratuito, em português.
  • CIPE: Diagnósticos em enfermagem, gratuito, multiaxial.Consulte a CIPE PT aqui.

Médicos:
  • CID10 Classificação em estrutura hierárquica, uniaxial. CID 11 será multiaxial. Há um projeto para fundir CID11 e SNOMED com previsão para 2016 ou 2017.
  • SNOMED: Systematized Nomenclature of Humans and Veterinary Medicine. É um sistema de classificação abrangente, de nomenclatura multi-axial, criado para a indexação do registo clínico completo incluindo sinais e sintomas, diagnósticos e procedimentos, e que pretende a integração completa de toda a informação do registro médico eletrônico numa única estrutura de dados. Versões: SNOMED RT (Systematized NOmenclature of MEDicine Reference Terminology), e SNOMED CT (Clinical Terms).  Disponível em 12 línguas. Mapeamento para LOIC, CID10, NIC, NANDA, NOC.
  • LOINC: Logical Observation identifiers, Names and Code. Base de dados com códigos, nomes e sinônimos de mais de 6300 exames laboratoriais. HL7 compatível, parcialmente traduzido para o português, gratuito, multiaxial.
  • ASTM CCR: Continuity of Care Record, American Society for Testing And Materials, A norma ASTM A CCR é projetado para permitir a fácil criação de um sumário do atendimento do paciente para ser enviado eletronicamente pata um RES ou PEP. É em XML, disponível em PDF também.
  • ASC X12: padrão utilizado na América do Norte para comunicação eletrônica entre empresas, criado pela ANSI.
  •  DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) originário do MeSH (Medical Subject Headings) 
  • ICPC-2 (International Classification of Primary Care). Sistema de classificação para os cuidados primários de saúde.
Padrões internacionais desenvolvidos para proporcionar a troca de informações na saúde:

  • HL7:  O HL7 é um protocolo internacional para intercâmbio de dados eletrônicos em todos os ambientes da área da saúde, integrando informações de natureza clínica e administrativa. Na versão 3 garante interoperabilidade funcional e semântica, utiliza XML, abrange maior quantidade de serviços de saúde, é implementada em dispositivos médicos e ainda possui aceitação no domínio de saúde.
  •  openEHR: é uma resposta à exigência de interoperabilidade semântica, abrangendo o Information Model (RM), Archetype Model (AM) e Service Model (SM). É uma plataforma de sistemas que permite interoperabilidade entre sistemas de saúde.
  • CEN/TC25: CEN Comitê Técnico 251 é um grupo de trabalho dentro da União Europeia sobre a normalização  da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Saúde. O objetivo é atingir a compatibilidade e interoperabilidade entre sistemas independentes e de permitir a modularidade no S-RES.

Ontologias e padrões de troca de informação em Saúde é um post original do TI Medicina