23 de abr de 2017

Por que incluir a Informática Biomédica nos cursos de graduação de medicina?

Uma iniciativa do Prof. Dr. Luiz Roberto de Oliveira do NUTEDS da UFC para a inclusão da Informática Biomédica nos currículos de graduação da medicina e demais áreas de saúde para que os alunos saiam com competências computacionais exigidas pelos dias de hoje!


NUTEDS e Rede RUTE iniciam 1ª SIG de Educação em Informática Biomédica do Brasil

O Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará realizará, no dia 27 de abril, às 8h30, a primeira reunião do SIG de Educação em Informática Biomédica no Brasil. Criado em parceria com a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), o projeto é pioneiro no país, promovendo o debate sobre o estímulo ao desenvolvimento de competência digital entre profissionais e estudantes na área da saúde, para uso produtivo das Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação (TDIC), de modo a melhorar o letramento digital e informacional já a partir dos cursos de graduação.

O SIG de Educação em Informática Biomédica foi proposto pelo coordenador geral do NUTEDS, Prof. Dr. Luiz Roberto de Oliveira, em março, por sugestão do Dr. Paulo Roberto de Lima Lopes, Coordenador de Inovação da Rede RUTE, ao mesmo tempo em que foi encaminhada proposta de criação do Núcleo RUTE na Faculdade de Medicina da UFC.  A ideia do SIG a ser inaugurado vem sendo discutida desde o começo do ano e ganhou apoio de diversos outros núcleos da rede, entrando na programação oficial da RUTE em abril.

Como participar?
A primeira reunião será feita por meio de uma webconferência, transmitida nacionalmente. O acesso é gratuito. Basta entrar como convidado, colocar o nome e acessar a sala virtual. Lá, é possível acompanhar as discussões, visualizar o conteúdo e participar do debate.

CLIQUE AQUI para acessar a sala virtual

Será disponibilizada ainda a sala de vídeo do NUTEDS para quem quiser acompanhar e participar da transmissão diretemanete no Núcleo. O NUTEDS fica no Bloco Didático da Faculdade de Medicina da UFC, Rua Professor Costa Mendes, 1608 - Rodolfo Teófilo – Fortaleza-CE. Térreo CEP: 60430-140.

Quem pode participar?

A web é aberta ao público. Além dos núcleos da Rede RUTE que apoiam e demonstraram interesse em participar do projeto (UFPE, UFRN, UFMG, Escola Bahiana de Medicina, UFMA, UNESP, USP, UERJ e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), devem participar alunos de graduação, residentes, alunos de especialização, mestrandos ou doutorandos, professores, pesquisadores e profissionais da saúde de nível médio ou superior, tanto da Medicina, como da Farmácia, da Odontologia, do Serviço Social, da Enfermagem, da Psicologia, da Fisioterapia, da Saúde Pública e da Informática.

O que é um SIG?

Os SIGs ( do inglês Special Interest Groups) são uma iniciativa fomentada pela Rede RUTE para promoção de debates, discussões de caso e até aulas à distância, por video ou webconferência, estimulando a integração e a capacitação entre profissionais de saúde em diferentes níveis de formação profissional.

O  SIG de Educação em Informática Biomédica deve acontecer mensalmente, na última quinta-feira de cada mês.

Sobre a Rede RUTE
A Rede Universitária de Telemedicina - RUTE, é uma iniciativa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), hoje presente em universidades e hospitais universitários (HUs) e de ensino em todo o país, visando apoiar o aprimoramento de projetos de telemedicina já existentes e aprimorar futuros trabalhos institucionais na área.

O NUTEDS na Rede RUTE

O NUTEDS passou a integrar a Rede RUTE em março deste ano. Trata-se de uma conquista importante, porque é o reconhecimento do esforço que tem sido feito pelo Núcleo para promover ações no âmbito das tecnologias na saúde, especialmente em termos de ensino e de capacitação de profissionais dessa área. Além disso, este será o primeiro núcleo RUTE da Faculdade de Medicina da UFC. Na prática, o núcleo já existe, mas a inauguração oficial será no dia 11 de maio.





22 de abr de 2017

Avaliação de apps de saúde no blog TI Medicina

Recebo mensagens de pessoas desejando uma avaliação do aplicativo que criou, com ou sem review no blog. É uma tarefa que acho interessante, pois tenho a visão do mercado consumidor (médicos) e alguma visão de funcionalidades e interface que a maioria dos médicos não consegue colocar em palavras.

Portanto, se você criou um app e deseja uma avaliação, pode me enviar pelo email contato@timedicina.com.br. 

Podemos fazer uma review com sorteio de promocodes para divulgá-lo.


17 de abr de 2017

Localizador portátil de veias: Venoscópio IV Plus e Venos Baby

DUAN Internacional do Brasil produz um transiluminador cutâneo para visualização de veias, comercializado no Brasil sob o nome de Venoscópio.


  • Utiliza leds com a combinação das luzes (verde + vermelha) que, projetada sobre a pele, permeia o tecido subcutâneo em até 5 mm de profundidade, destacando, em tom azulado, o gás carbônico transportado pelas veias.
  • Assim, é possível a perfeita visualização de uma veia em luz ambiente antes de puncioná-la, diminuindo a possibilidade de erro.
  • A rotação de 90° das hastes permite o aproveitamento do Venoscópio IV Plus em qualquer superfície da pele.
  • É importante salientar que a imagem é direta e não refletida, tornando nulo o risco de erro de uma visualização ampliada das veias.
  • Dispensa o uso do garrote que interrompe, de forma temporária, o fluxo sanguíneo, alterando os parâmetros bioquímicos e hematológicos.
  • Após a fixação do Venoscópio IV Plus ao membro, o operador fica com as duas mãos livres para o procedimento da punção venosa.

Utiliza leds com a combinação das luzes (verde + vermelha + branca) que, projetada sobre a pele, permeia o tecido subcutâneo, destacando a veia, em tom azulado (é o gás carbônico transportado pelas veias).

Permite utilizar a iluminação de três maneiras: 
  1. iluminação direta ou transdérmica: o fecho de luz projetado diretamente sobre a pele destaca as veias através do tom azulado.
  2.  iluminação oposta: quando o fecho de luz é posicionado na região oposta ao membro a ser puncionado (punho, cotovelo, mão, pé, tornozelo). Esta maneira é indicada para crianças de até 2 kg. 
  3. iluminação bilateral: quando o membro do recém-nascido (diâmetros entre 1,5 - 2,0 cm) é posicionado entre as 2 hastes a 90°, possibilitando a visualização das veias superficiais e profundas. Há uma somatória dos fechos de luz da direita e da esquerda.
veja como funciona no vídeo abaixo:


16 de abr de 2017

Aplicativo para marcar consultas na Atenção Básica no SUS em Curitiba

Prefeitura de Curitiba lançou nesta quarta-feira (12) um app para o agendamento de consultas e procedimentos médicos no Sistema Único de Saúde. O aplicativo Saúde Já Curitiba permite que os usuários dos serviços públicos possam marcar as visitas ao médico diretamente pelo celular. A novidade está em fase de testes e está disponível apenas para quem mora nas imediações do Bairro Portão.




Segundo a prefeitura, o aplicativo permite que os usuários escolham o melhor dia e o melhor horário para se consultarem nas unidades de saúde. Atualmente, podem experimentar a novidade os pacientes atendidos pelas unidades de saúde dos bairros Vila Izabel, Portão, Fazendinha e Santa Quitéria. A expectativa é de que até 2018 o programa funcione para os pacientes de toda a cidade.


O aplicativo Saúde Já Curitiba está disponível em versões para Android e também iOS. Quem não possui smartphones pode acessar o sistema pelo site especial saudeja.curitiba.pr.gov.br, onde os links para baixar os aplicativos estão disponíveis.
Fonte: G1

13 de abr de 2017

AHEAD 30: detectando lesões cerebrais traumáticas com o smartphone


AHEAD 300 é um dispositivo portátil para detectar TCE. BrainScope - que recebeu a aprovação do FDA desde Setembro de 2016 para o dispositivo - é  uma empresa médica de neurotecnologia que está desenvolvendo uma nova geração de dispositivos portáteis, fáceis de usar e não invasivos, projetados para auxiliar os profissionais médicos a avaliar rápida e objetivamente diversas condições neurológicas, começando com lesões cerebrais traumáticas, incluindo concussão. A empresa de Bethesda, Maryland, trabalha em parceria com o Departamento de Defesa dos EUA.


Ahead 300 consiste de um headset que transmite dados para um dispositivo portátil com o objetivo de avaliar a probabilidade de um paciente ter mais do que um mililitro de sangramento no cérebro e sinaliza a necessidade de uma avaliação neurológica mias completa.

Em um teste clínico recente envolvendo 11 hospitais e 720 participantes, o AHEAD 300 conseguiu detectar corretamente hemorragia cerebral em 97% dos pacientes. Esses resultados agora aparecem no periódico científico Academic Emergency Medicine.

3 de abr de 2017

5 coisas que os médicos nunca devem publicar em mídias sociais

 Do site DoctorCPR.com vem essa matéria útil e interessante sobre médicos e mídias socias:

A popularidade das mídias sociais explodiu nos últimos anos, com 31,24% de todo o tráfego na web vindo das plataformas de mídia social . De acordo com o New York Times, em abril de 2015, a principal plataforma de mídia social é Facebook com um incrível 1,44 bilhões de usuários.

Esta imensa popularidade oferece aos profissionais médicos algumas oportunidades para melhorar a sua interação com o paciente. Algumas das maneiras construtivas em que os médicos podem utilizar as mídias sociais incluem:
  • Melhor envolvimento com os pacientes. Responder a perguntas gerais, responder a comentários e compartilhar informações médicas  úteis
  • Promoção de serviços médicos
  • Construir um perfil relevante dentro da comunidade local
  • Divulgação de informações importantes sobre condições médicas, novos tratamentos e resultados de pesquisas


No entanto, você também deve estar ciente dos perigos potenciais do uso de mídias sociais. Aqui estão 5 coisas que os médicos nunca devem publicar em mídias sociais.
 
1. Informação Médica Confiável: Ao usar mídias sociais, vemos muitas manchetes médicas publicadas diariamente. Os artigos são muitas vezes cheio de imprecisões e distorções da investigação médica. Profissionais médicos devem evitar republicar, compartilhar, curtir ou retwitar notícias sobre tratamentos médicos a menos que tenham lido completamente a história e ter verificado a sua precisão. Se um usuário encontrar informações médicas imprecisas no seu perfil, sua reputação online fica prejudicada. 
É importante para os profissionais de saúde perceberem o volume imenso de pessoas que usam a Internet para pesquisar mais sobre sua saúde. Pew Research estima que mais de um terço dos americanos têm usado a Internet para descobrir que condição médica eles ou alguém pode ter . Os pacientes atuais e potenciais encontrarão o seu perfil social  e avaliarão seu índice de exatidão.

2. Não publique nada que viole a confidencialidade do paciente: O American College of Physicians recomenda que os médicos sejam conscientes das implicações, ao usar a mídia social, com relação a confidencialidade do paciente. Houve casos de médicos perderem sua licença médica após postar uma imagem em mídias sociais que violou a confidencialidade do paciente . Mesmo postar uma imagem de uma erupção cutânea pode ser considerado uma violação da confidencialidade do paciente, por isso tenha muito cuidado. Sempre há que se obter permissão do paciente por escrito, se for usar uma imagem de qualquer parte do corpo. Evite falar sobre pacientes específicos em todos os meios sociais, a menos que você tenha permissão para fazê-lo. Mesmo se não há nenhuma chance de que um paciente poder ser identificado pelo que você escreve em mídias sociais, é  pouco profissional discutir as especificidades de sua doença.
Tenha cuidado ao tirar fotos de si mesmo enquanto estiver em sua clínica. Também houve casos em que profissionais médicos acidentalmente incluíram a imagem do paciente no fundo da imagem enquanto tiravam uma  "selfie". Certifique-se de que não há registros de saúde do paciente em exibição ao tirar fotos na prática clínica e nenhum paciente é incluído nas fotografias a menos que eles queiram ser. Todos os profissionais em empregos médicos e empregos em escritório médicos (enfermeiros, médicos de clínica geral, recepcionistas, cirurgiões) devem manter a confidencialidade do paciente em mente quando postar em suas mídias sociais.

3. Suas informações pessoais: Você deve evitar postar qualquer informação pessoal em mídia social profissional. Publicando um comentário, imagem ou vídeo inapropriado pode manchar sua reputação profissional. Também corre o risco de uma ruptura na relação paciente-médico se os pacientes sabem muito sobre sua vida pessoal.  Por exemplo: quando você está falando com seus pacientes em um ambiente clínico não é adequado comentar que  você ficou muito bêbado na sexta-feira passada e passou um vexame.
O Colégio Americano de Médicos (ACP) e a Federação das Juntas Médicas Estaduais (FSMB) recomendam que os médicos criem contas de mídia social separadas para suas vidas profissionais e pessoais . Eles também sugerem que o perfil profissional seja mais visível do que qualquer perfil pessoal.
  Os profissionais médicos devem avaliar se as informações que colocam em seu perfil de mídia social é adequada às necessidades de seus clientes. Se você é um clínico geral, é improvável que postar sobre sua vida pessoal seja de algum benefício para seus pacientes. Sempre pense sobre os tipos de informações de seus pacientes e da comunidade estão interessados ​​em saber. Outros funcionários em clínicas, incluindo recepcionistas e gestores devem ser também cuidadoso sobre o conteúdo de sua mídia social.

  4. Opiniões sobre questões controversas: Ao usar a Internet, muitas pessoas se sentem mais opinativo e livre para divulgar suas opiniões. Acreditam que o mundo virtual não está conectado ao real! Infelizmente, o que você diz no mundo virtual definitivamente terá repercussões no mundo real. Qualquer tópico controverso deve ser evitado no seu perfil profissional, tanto quanto possível, incluindo qualquer coisa a ver com religião, política, racismo, aborto e controle de armas . Você pode perder clientes e credibilidade com isso.

5. Reclamações: Mesmo se você está tendo tido um dia muito ruim, é pouco profissional para usar as plataformas de mídia social para reclamar sobre sua situação. Mesmo se for um paciente desagradável ou um colega irritante, não use mídia social para dizê-lo. Tudo o que você escreve em mídias sociais pode um dia voltar a assombrá-lo. Se você se queixar de seu chefe, na próxima vez que mudar de emprego um possível empregador pode encontrar os comentários on-line. Um paciente pode perceber que você estava reclamando sobre eles em mídias sociais!

* Lembre-se da regra de ouro de usar as mídias sociais como um médico - apenas postar informações que seus pacientes e da comunidade vai encontrar útil. Seja profissional e lembre-se de que os posts de mídia social têm resultados de mundo real *.

Autor: Pablo Horteg-Media Social e Analista de SEO e Escritor Convidado para DoctorCPR.com–America’s #1 Site for Medical Jobs + Practice Resources

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Como médicos devem usar redes sociais para evitar erros

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