Mídias Sociais do TI Medicina

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21/07/2014

Vídeo para Médicos do PSF sobre manejo de Hipertensão, Diabetes e Pré-Natal

Outro dia vi em um grupo do facebook uma divulgação de vídeos educativos para a estratégia de saúde a Família feitos por um médico residente de Medicina de Família e Comunidade. Achei a iniciativa muito interessante e resolvi divulgar.

Daniel Coriolano é médico residente do segundo ano em Medicina de Família e Comunidade (MFC) pela Universidade Federal do Ceará na cidade de Fortaleza. Graduado pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (FMJ) e pós-graduado lato sensu em Medicina do Esporte pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP).


Os vídeos estão disponíveis gratuitamente mediante inscrição no link: bit.ly/videossobreMFC e contam com assuntos que sanarão muitas das dúvidas de médicos que atuma no PSF:
  • Para os diabéticos...
Quais exames solicitar?
Quais as metas glicêmicas?
Como devo realizar o exame físico dos pés?
Quando devo mudar o tratamento medicamentoso de oral para insulina?

  • Para os hipertensos...
Quais exames fazem parte da rotina básica?
Quais as metas de controle pressórico?
Efetivamente, o que devo orientar sobre atividade física e alimentação para estes pacientes?
Quando optar por combinar fármacos ou decidir pala monoterapia?

  • Pré-natal...
Quantas consultas realizar durante a gestação?
Qual a rotina básica de exames que devo solicitar?
Quais vacinas indicadas e contraindicadas para a gestante?
Qual a sequencia do exame físico e os achados esperados conforme idade gestacional?

O médico é autor dos e-books “Resumo da Ópera para Médicos e Estudantes de Medicina” e "4 Temas da Estratégia Saúde da Família que você precisa saber", disponíveis na Amazon.
Link para compra 
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14/07/2014

Qual a porcentagem de profissionais de saúde usam smartphones para sua prática clínica?

Em 2012 fiz um pesquisa no blog para pesquisar sobre o suo de smartphones e tablets para profissionais de saúde. Eis os resultados:

 A maioria dos profissionais de saúde que responderam tinham entre 30 e 60 anos, eram médicos ou estudantes de medicina, possuiam na sua grande maioria iPhone como smartphone e iPad como tablets.




A maioria dos participantes usavam o smartphone para aplicativos médicos e sites médicos, mas também para emails e mídias sociais em sua maioria.


Já os tablets eram usados para livros de referência, além de apps e sites médicos, e como leitores de email e mídias sociais.


A maioria não comprava apps médicos, assim como livros de referência.


A preferência de quem is adquirir um smartphone era dividida entre iPhone e Galaxy S, mas o iPad era mais desejado que outros tablets.
 E quem usava seus celulares ou tablets na prática clínica diária, 78% achava essencial.

E atualmente, será que isso mudou? Ajude-nos a responder essa questão!!


Ajude-nos a divulgar essa pesquisa: http://goo.gl/hyIfr2 ou  https://docs.google.com/forms/d/1rCbjmwYi_IenI8MdNL-kv17LauX9oWZLfaM6xEt6084/viewform?usp=send_form#start=invite
ou

09/07/2014

Saiba quanto as clínicas e convênios te pagam por consulta


Desenvolvido sob consultoria de médico Ortopedista, o sistema ttz.com.br tem a finalidade de facilitar o dia-a-dia da gestão financeira de médicos.  Pode seu usado no computador ou nos dispositivos móveis como smartphones e tablets, proporcionando mobilidade ao médico.

A dificuldade encontrada por nós, médicos, na gestão financeira de nossos consultórios é grande, pois o que nos interessa é tratar os pacientes. Burocracia não é nosso forte.
Na prática era mais fácil “confiar” em quem estava pagando – e ser otimista. Eventuais “erros” por parte dos departamentos financeiros das Policlínicas e administradores de Convênios e Planos era o preço a ser pago para não ter que fazer toda essa conferência manual tediosa, que na prática acabava acontecendo raramente.
Esta pedra no meu sapato ficou assim por muitos anos. Como todos nós sabemos ninguém se engana nos pagando a mais. Nunca acontece este fenômeno. Mas enganos sempre acontecem. 
Dr. E. S. F., ortopedista e early adopter do aplicativo ttz.med.br



O sistema funciona em 3 passos principais:
  1. Preparação: O médico informa no primeiro acesso qual é o valor dos atendimentos (consultas e procedimentos) e quais convênios atende (em dinheiro ou guias) e Planos de Saúde, como Unimed, Agemed, Golden Cross, etc.
  2. Dia-a-dia: a cada atendimento, o médico clica no +1 referente aquele plano e o sistema já o informa quanto levar para casa no fim do expediente, quanto tem a receber da Unimed e qual é o saldo de acerto com a Clínica, se deve pagar ou receber. Isto acontece pois convênios Guia, como Agemed, Golden Cross, Bradesco Saúde, pagam as consultas e procedimentos para a Clínica e esta repassa ao médico. Já a Unimed paga diretamente na conta do profissional de saúde.
  3. Conferência: ao fim de cada competência, pode-se conferir os valores de todo o mês e ter a certeza que está recebendo devidamente. 

O sistema oferece 30 dias grátis e mensalidade é de R$75,00.


07/07/2014

Modelagem em 3D e impressão de molde 3D na fixação de fraturas por Dr. Bruno Gobbato

Dr. Bruno Gobbato é ortopedista e traumatologista, especializado em cirurgias de ombro e cotovelo e criou os aplicativos Ombro e Cotovelo, Ortoclass e Tumor Ósseo para iPhone e iPad, gratuitos. 
Aplicativos Brasileiros de Ortopedia para iPhone e iPad
Vem atualmente com a novidade de impressão de moldes em 3D para melhorar o procedimento cirúrgico de fixação de fraturas. A dificuldade nas cirurgias de fixação interna é colocar a fratura no lugar, o que nem sempre é fácil - no caso de fraturas cominuídas (cominutivas)- o que requer uma fixação provisória, a realização de vários radiografias, trazendo comorbidade tanto para o paciente como para a equipe médica envolvida.

A Técnica Personalizada de Modelagem em 3D para realização de cirurgias em ortopedia e fixação de fraturas oferece a vantagem de subtrair o passo de fixação provisória. Como é feita, vantagens e desvantagens: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=2m18s

Entenda como: exemplo de caso clínico: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=4m40s

Fratura e modelagem da placa em 3D

Modelagem em 3D de molde personalizado baseado nas imagens computadorizadas da fratura

Os moldes personalizados substituem a etapa de fixação provisória da fratura

O post Modelagem em 3D e impressão de molde 3D na fixação de fraturas por Dr. Bruno Gobbato é um original do TI Medicina. Quando copiá-lo, citar a fonte.

06/07/2014

Resultado do Sorteio do app MeDic Bulas e Medicamentos


  • Facebook: já receberam os promocodes por email


Monaliza Rocha
Carlos Rodrigues Filho
Carolina Rosa
Ezil Reis
Joaquim Torres 

  • Twitter: devem entrar em contato por email para receber os promocodes: contato@timedicina.com.br
Vanessa Dias ‏@vanessamgdias
Erlon Vieira @_Erlon
Claudio S. P. Bastos @claudiospbastos
Diego Rangel ‏@diegoprangel




27/06/2014

O lado humano dos biossensores e wearable technologies

Do blog AI, por Fabrício Teixeira, trago uma postagem muito interessante sobre o excesso de informações que os biossensores nas tecnologias vestíveis trazem e o questionamento sobre se isso é benéfico ou não.
biosensors_wearables
Temos falado aqui no blog sobre as tecnologias vestíveis (wearable technologies) e sobre o desafio de desenhar interações entre pessoas e interfaces que são usadas em objetos do cotidiano e, muitas vezes, no próprio corpo humano. Uma tendência que tomou força lá em 2012, quando o Nike Fuelband ajudou a popularizar a ideia de “tecnologias de vestir”.
Do outro lado do espectro estão os biossensores: tecnologias que convertem sinais do corpo em informações que sejam “entendíveis” tanto por computadores quanto por humanos.
O slide abaixo, retirado de um relatório da RockHealth sobre o assunto, mostra algumas marcas e produtos que já estão utilizando esses sensores para prover algum serviço aos usuários.
biossensores
Alguns sensores mais populares (movimento, batimentos cardíacos, sono) são encontrados em um maior número de dispositivos, como o Nike Fuelband, o Samsung S-Health ou o Amiigo. Outros biossensores ainda são pouco explorados (nível de oxigênio, pressão sanguínea, hidratação), mas cada vez mais surgem novos produtos e serviços que fazem uso da possibilidade de mensurar esses dados.
O que isso tudo tem a ver com o seu trabalho?

Bom, se você trabalha com UX você provavelmente desenha aplicativos para smartphones como iOS ou Android. Aos poucos as novas versões desses dispositivos estão começando a adquirir novos sensores (exemplos incluem o leitor de impressão digital do iPhone ou o sensor de batimentos cardíacos do Galaxy S5) – e a tendência é que a cada versão futura desses celulares novos biossensores entrem no caminho de serem popularizados. E usados, é claro, pelos aplicativos que moram nesses smartphones. Google, Apple e Samsung inclusive já anunciaram suas plataformas de “saúde” que começarão a vir embarcadas em seus produtos (Google Fit, Apple Health e Samsung S-Health) ainda esse ano.

Conhecer essas tecnologias e o que é possível fazer com elas é essencial para nós, designers e tecnólogos que querem construir serviços inovadores e subir a barra do que é possível fazer com tecnologia. Mas mais importante do que a tecnologia em si, para UX designers, é entender como as pessoas se relacionam com as informações fornecidas por esses sensores. Hoje em dia fala-se muito em Behavior Change e como esses sensores podem ajudar as pessoas a terem uma vida mais saudável, ou mais ativa, ou mais consciente, por exemplo.
owlet_baby_care
Aqui vai um exemplo recente. Um dos serviços lançados pela R/GA em seu programa de aceleradora de startups foi um sensor em formato de bota ortopédica que permite aos pais monitorarem vários aspectos da saúde do bebê, como temperatura, movimento, batimentos cardíacos, entre outros. Uma espécie de “babá eletrônica 2.0″ que dá aos pais muito mais informações sobre as atividades do recém-nascido. Através do smartphone, os pais têm acesso a um painel onde essas informações são mostradas em tempo real.

Mas nos primeiros testes com usuários feitos durante o processo de desenhar o aplicativo, um comportamento digno de alerta: quanto mais detalhes os pais sabem sobre a saúde do bebê, mais preocupados ficam. E em um processo que já é naturalmente estressante para eles (os primeiros meses de vida do bebê), isso pode representar uma experiência de uso negativa e sobrecarregada.

O fato de o aplicativo fornecer informações detalhadas sobre a temperatura do bebê minuto a minuto fazia com que os pais passassem a se preocupar em excesso com isso. Qualquer oscilação de alguns graus na temperatura ou desvio dos padrões já os deixavam preocupados e eles passavam a considerar levar o bebê ao médico imediatamente.

sensor
Informações detalhadas podem ser úteis em determinados momentos, mas completamente desnecessárias em outros. No fim das contas, o que se aprendeu aqui após pesquisa com os pais é que uma interface simplificada que desse apenas uma “visão geral” do status do bebê os deixava muito mais à vontade para curtir a “arte” de serem pais – e não ficarem se preocupando com cada mínimo detalhe. Menos números, mais cores e ícones. O aplicativo continua mensurando tudo, nos mínimos detalhes; mas só quem tem acesso a esse report detalhado é o pediatra, não os pais no dia-a-dia do trato com o bebê.

Com a popularização desses biossensores, as possibilidades continuarão aumentando. Em pouco tempo será possível saber todos os detalhes sobre sua própria saúde (fisiológica, mental, social) diretamente na tela do seu celular, em tempo real e quem sabe até em tempo futuro. Mas com grande poder vêm as grandes responsabilidades. Dar acesso a dados é bem diferente de criar vícios em torno deles. Não se deixar seduzir pela tecnologia e lembrar sempre do lado humano do design também é tarefa sua, UX Designer.

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