Mídias Sociais do TI Medicina

Instagram rss/feed twitter TI medicina contato FacebookLeandra Carneironome skype: timedicinaimessage: contato@timedicina.com.br

25/07/2014

Porque todo prontuário eletrônico é ruim?

Uma queixa frequente que escuto é que todo prontuário eletrônico é ruim. Por que isso ocorre e o que podemos fazer para melhorar essa constatação?

Uma das variáveis quando se avalia que um prontuário eletrônico é ruim é a qualidade. Mas qualidade é uma percepção individual. O que torna um prontuário bom na opinião de um médico, não é o mesmo que o torna para outro profissional, para o gestor, para o profissional de TI, para o desenvolvedor... Necessidades e expectativas influenciam diretamente nesta definição.

"Qualidade é um conjunto de características de desempenho de um produto ou serviço, que em conformidade com as especificações, atende e, por vezes, supera as expectativas e anseios do consumidor/cliente."

Portanto, um prontuário eletrônico que tenha a maioria dos campos estruturados, ao invés de campo de texto livre, não se adapta bem ao processo de trabalho do médico, pois a medicina ainda é uma das poucas profissões onde a autonomia de conduta e processo de trabalho é mantida, assim cada profissional tem a "sua forma" de realizar seu atendimento. Informação estruturada é de extrema valia para recuperação posterior da informação, assim como a análise pelos sistemas de informação (Data Warehouse). Atualmente a análise da informação de registros eletrônicos é uma condição essencial par a gestão e a melhoria nos cuidados dos pacientes.

Na Informática em Saúde, padronizações, requisitos técnicos e interoperabilidade são sinais de qualidade. Na medicina, as variáveis são tantas, que a padronização nunca pode ser empregada sem várias ressalvas. E isso repercute diretamente na percepção que o médico tem de algo que interfere e atrapalha seu processo de trabalho, mesmo que imprescindível, mandatório e essencial, como o registro de seu atendimento.


Mas como melhorar a percepção dos médicos de qualidade dos prontuários eletrônicos e ainda manter a recuperação de dados para informação de qualidade na saúde? 

Uma solução seria empregar a mineração de dados (dados estruturados) e a mineração de texto (notas clínicas em texto livre) nos prontuários eletrônicos. Se o Google faz isso com a informação na internet, por que não podemos ter esse tipo de ferramenta em prontuários eletrônicos? 

Mineração de dados (data mining) e texto (text mining) é feita por meio de algorítimos que buscam a informação desejada nos registros eletrônicos. São usadas mais comumente em pesquisas e em alguns sistemas de apoio a decisão médica. Um exemplo interessante de como isso foi empregado pode ser visto em um artigo da BMJ (British Medical Journal), Inglaterra, que aplicou a técnica de data minig em cerca de 300.000 registros eletrônicos para detectar pacientes que deveriam ter sido submetidos a propedêutica para câncer de intestino, com base em PSOF + (pesquisa de sangue oculto nas fezes positivo), anemia e hematoquesia. Algoritmos de mineração de dados identificaram 1.048 casos de atraso ou falta de acompanhamento de resultados anormais anualmente e 47 casos de câncer colorretal. 

O interessante é que a aplicabilidade dessas técnicas não depende da estrutura do prontuário eletrônico, se está em campos estruturados ou em texto livre. A recuperação da informação pode ser realizada em resultados de exames, notas clínicas, prescrições, etc. Outro aspecto importante é a inclusão de negativas como "nega hematoquesia", ou seja, exclui pacientes que inicialmente seriam incluídos  no escopo devido a palavra hematoquesia no prontuário eletrônico.

O futuro aponta muitas soluções para agregar qualidade aos prontuários eletrônicos e satisfazer as expectativas e anseios dos médicos em relação a sua usabilidade e melhora no cuidado clínico do paciente. E aí, desenvolvedores, vamos pensar a respeito?

Porque todo prontuário eletrônico é ruim? é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

21/07/2014

Vídeo para Médicos do PSF sobre manejo de Hipertensão, Diabetes e Pré-Natal

Outro dia vi em um grupo do facebook uma divulgação de vídeos educativos para a estratégia de saúde a Família feitos por um médico residente de Medicina de Família e Comunidade. Achei a iniciativa muito interessante e resolvi divulgar.

Daniel Coriolano é médico residente do segundo ano em Medicina de Família e Comunidade (MFC) pela Universidade Federal do Ceará na cidade de Fortaleza. Graduado pela Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte (FMJ) e pós-graduado lato sensu em Medicina do Esporte pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP).


Os vídeos estão disponíveis gratuitamente mediante inscrição no link: bit.ly/videossobreMFC e contam com assuntos que sanarão muitas das dúvidas de médicos que atuma no PSF:
  • Para os diabéticos...
Quais exames solicitar?
Quais as metas glicêmicas?
Como devo realizar o exame físico dos pés?
Quando devo mudar o tratamento medicamentoso de oral para insulina?

  • Para os hipertensos...
Quais exames fazem parte da rotina básica?
Quais as metas de controle pressórico?
Efetivamente, o que devo orientar sobre atividade física e alimentação para estes pacientes?
Quando optar por combinar fármacos ou decidir pala monoterapia?

  • Pré-natal...
Quantas consultas realizar durante a gestação?
Qual a rotina básica de exames que devo solicitar?
Quais vacinas indicadas e contraindicadas para a gestante?
Qual a sequencia do exame físico e os achados esperados conforme idade gestacional?

O médico é autor dos e-books “Resumo da Ópera para Médicos e Estudantes de Medicina” e "4 Temas da Estratégia Saúde da Família que você precisa saber", disponíveis na Amazon.
Link para compra 
link para compra

14/07/2014

Qual a porcentagem de profissionais de saúde usam smartphones para sua prática clínica?

Em 2012 fiz um pesquisa no blog para pesquisar sobre o suo de smartphones e tablets para profissionais de saúde. Eis os resultados:

 A maioria dos profissionais de saúde que responderam tinham entre 30 e 60 anos, eram médicos ou estudantes de medicina, possuiam na sua grande maioria iPhone como smartphone e iPad como tablets.




A maioria dos participantes usavam o smartphone para aplicativos médicos e sites médicos, mas também para emails e mídias sociais em sua maioria.


Já os tablets eram usados para livros de referência, além de apps e sites médicos, e como leitores de email e mídias sociais.


A maioria não comprava apps médicos, assim como livros de referência.


A preferência de quem is adquirir um smartphone era dividida entre iPhone e Galaxy S, mas o iPad era mais desejado que outros tablets.
 E quem usava seus celulares ou tablets na prática clínica diária, 78% achava essencial.

E atualmente, será que isso mudou? Ajude-nos a responder essa questão!!


Ajude-nos a divulgar essa pesquisa: http://goo.gl/hyIfr2 ou  https://docs.google.com/forms/d/1rCbjmwYi_IenI8MdNL-kv17LauX9oWZLfaM6xEt6084/viewform?usp=send_form#start=invite
ou

09/07/2014

Saiba quanto as clínicas e convênios te pagam por consulta


Desenvolvido sob consultoria de médico Ortopedista, o sistema ttz.com.br tem a finalidade de facilitar o dia-a-dia da gestão financeira de médicos.  Pode seu usado no computador ou nos dispositivos móveis como smartphones e tablets, proporcionando mobilidade ao médico.

A dificuldade encontrada por nós, médicos, na gestão financeira de nossos consultórios é grande, pois o que nos interessa é tratar os pacientes. Burocracia não é nosso forte.
Na prática era mais fácil “confiar” em quem estava pagando – e ser otimista. Eventuais “erros” por parte dos departamentos financeiros das Policlínicas e administradores de Convênios e Planos era o preço a ser pago para não ter que fazer toda essa conferência manual tediosa, que na prática acabava acontecendo raramente.
Esta pedra no meu sapato ficou assim por muitos anos. Como todos nós sabemos ninguém se engana nos pagando a mais. Nunca acontece este fenômeno. Mas enganos sempre acontecem. 
Dr. E. S. F., ortopedista e early adopter do aplicativo ttz.med.br



O sistema funciona em 3 passos principais:
  1. Preparação: O médico informa no primeiro acesso qual é o valor dos atendimentos (consultas e procedimentos) e quais convênios atende (em dinheiro ou guias) e Planos de Saúde, como Unimed, Agemed, Golden Cross, etc.
  2. Dia-a-dia: a cada atendimento, o médico clica no +1 referente aquele plano e o sistema já o informa quanto levar para casa no fim do expediente, quanto tem a receber da Unimed e qual é o saldo de acerto com a Clínica, se deve pagar ou receber. Isto acontece pois convênios Guia, como Agemed, Golden Cross, Bradesco Saúde, pagam as consultas e procedimentos para a Clínica e esta repassa ao médico. Já a Unimed paga diretamente na conta do profissional de saúde.
  3. Conferência: ao fim de cada competência, pode-se conferir os valores de todo o mês e ter a certeza que está recebendo devidamente. 

O sistema oferece 30 dias grátis e mensalidade é de R$75,00.


07/07/2014

Modelagem em 3D e impressão de molde 3D na fixação de fraturas por Dr. Bruno Gobbato

Dr. Bruno Gobbato é ortopedista e traumatologista, especializado em cirurgias de ombro e cotovelo e criou os aplicativos Ombro e Cotovelo, Ortoclass e Tumor Ósseo para iPhone e iPad, gratuitos. 
Aplicativos Brasileiros de Ortopedia para iPhone e iPad
Vem atualmente com a novidade de impressão de moldes em 3D para melhorar o procedimento cirúrgico de fixação de fraturas. A dificuldade nas cirurgias de fixação interna é colocar a fratura no lugar, o que nem sempre é fácil - no caso de fraturas cominuídas (cominutivas)- o que requer uma fixação provisória, a realização de vários radiografias, trazendo comorbidade tanto para o paciente como para a equipe médica envolvida.

A Técnica Personalizada de Modelagem em 3D para realização de cirurgias em ortopedia e fixação de fraturas oferece a vantagem de subtrair o passo de fixação provisória. Como é feita, vantagens e desvantagens: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=2m18s

Entenda como: exemplo de caso clínico: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=4m40s

Fratura e modelagem da placa em 3D

Modelagem em 3D de molde personalizado baseado nas imagens computadorizadas da fratura

Os moldes personalizados substituem a etapa de fixação provisória da fratura

O post Modelagem em 3D e impressão de molde 3D na fixação de fraturas por Dr. Bruno Gobbato é um original do TI Medicina. Quando copiá-lo, citar a fonte.

06/07/2014

Resultado do Sorteio do app MeDic Bulas e Medicamentos


  • Facebook: já receberam os promocodes por email


Monaliza Rocha
Carlos Rodrigues Filho
Carolina Rosa
Ezil Reis
Joaquim Torres 

  • Twitter: devem entrar em contato por email para receber os promocodes: contato@timedicina.com.br
Vanessa Dias ‏@vanessamgdias
Erlon Vieira @_Erlon
Claudio S. P. Bastos @claudiospbastos
Diego Rangel ‏@diegoprangel




Postagens populares