Mídias Sociais do TI Medicina

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14 de dez de 2014

Especialização em Informática em Saúde no Hospital Sírio-Libanês: inscrições até 10/01/2015


As inscrições estão abertas até dia 10/01/2015 para a Pós-Graduação em Informática em Saúde do Hospital Sírio Libanês.

O curso visa capacitar os profissionais envolvidos na modelagem, implantação e gestão de processos de saúde. O objetivo é promover conhecimento tecnológico para facilitar a captura, o processamento e a utilização de dados, proporcionando melhorias de processos e, consequentemente, da condição da saúde das pessoas.

Com isso, o participante terá a e-saúde como centro do seu processo de trabalho e das suas estratégias, sendo capaz de aperfeiçoar o atendimento e o fluxo de informações e oferecendo apoio qualificado às decisões clínicas e de gestão.


São 40 vagas oferecidas para gestores, médicos, enfermeiros, informatas, e todos os outros profissionais para um programa de pós-graduação baseado nas principais competências em Informática em Saúde, conforme a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde.

Mais informações aqui.

7 de dez de 2014

Empresas de Tecnologia em Saúde investem pouco nos núcleos acadêmicos de Informática em Saúde

A conferência de abertura do CBIS'14 foi marcada por uma avaliação crítica da situação atual da Informática em Saúde em relação ao meio acadêmico de pesquisa e desenvolvimento e sua relação com as empresas de Tecnologias da Informação e comunicação em Saúde. Dr. Edward Shortliffe, que desenvolveu um dos primeiros sistemas especialistas de apoio à decisão, o MYCIN em 1974 em Stanford, proferiu a palestra.

Dr. Shortliffe deu ênfase à quão pouco as companhias de TICS investem recursos financeiros em pesquisa e desenvolvimento em centros acadêmicos ligados a informática em saúde e afirmou a necessidade de investimento em parcerias que envolvam os centros médicos, as universidades e as empresas de TICS.

Afirmando que a demanda por produtos da Informática em Saúde atualmente é muito alta, sugeriu alguns pontos que precisam ser revistos e aprimorados. As oportunidades de treinamento devem ser diversificadas, com programas de formação ainda tão raros no nosso país em Informática em Saúde, assim como a presença desse conteúdo nos cursos de medicina. Outro ponto a ser aprimorado foi o de mestrados aplicados online, com opções realistas para profissionais de saúde. Estes mestrados teriam ênfase na prática e não só na pesquisa científica.

A sugestão de incorporação da Informática em Saúde em subespecialidade médica já é uma realidade nos EUA desde 2013. A American Board of Medical Specialities concedeu certificado de especialidade a mais de 450 médicos em Clinical Informatics em 2013 e mais de 400 em 2014. No momento há mais de 900 médicos especialistas na área nos EUA, além de vários programas de fellowship sendo desenvolvidos. O reconhecimento formal da especialidade é um dos passos para a integração das disciplinas no currículo médico.

Outro ponto muito interessante abordado foi a deficiência de profissionais líderes no setor no Brasil e a necessidade de formação dos mesmos.

Nesses muitos anos do blog TI Medicina tenho tentado aproximar a Tecnologia da Informação e Comunicação em Saúde (TICS) da comunidade médica, mas vejo o quanto é difícil e ainda escassa a formação oferecida na área, principalmente para profissionais, que como eu, encontram-se afastados no cotidiano, dos centros acadêmicos. 

Avaliações, como a do Dr. Edward Shortliffe, são extremamente oportunas, e mostram que a generosidade com o compartilhamento de conhecimento na área da Informática em Saúde no Brasil ainda é incipiente.



3 de dez de 2014

Resultado do Sorteio dos promocodes iCTI e Whitebook


  • Whitebook, sorteado no twitter:( entrar em contato pelo email conato@timedicina.com.br)





  • iCTI, sorteado no facebook:


 Sergio Andrade 
 Joaquim Torres 
 Diêgo Brandão 
 Hugo Moura 
 Tamara Aarestrup 
 Pamela Santos 
 Lazaro Inacio 
 Pablo Braga Gusman
 Ezil Reis 

Precisa-se de 2363 médicos de SP para participar de estudo

Convite para profissionais de saúde que atuam na prática clínica

Cristiane Galvão e Ivan Ricarte, do livro Prontuário do Paciente, estão desenvolvendo o estudo Evid@SP Impacto de informações disponibilizadas no portal Saúde Baseada em Evidências na prática clínica dos profissionais de saúde do Estado de São Paulo. Este projeto tem por objetivo identificar se as evidências disponibilizadas pelo Ministério da Saúde são efetivamente utilizáveis no contexto de assistência em saúde.

Para a realização deste estudo, precisaremos contar com a preciosa participação de ao menos 2363 profissionais de saúde, que atuem no Estado de São Paulo, no Sistema Único de Saúde. Os participantes do estudo receberão, a partir de janeiro de 2015, ao longo 48 semanas, 144 conteúdos informacionais relacionados a evidências em saúde sobre temáticas de interesse para o Estado de São Paulo. Se desejarem, poderão avaliar, por meio de instrumento específico, se tais conteúdos são ou não úteis para a sua prática clínica.


Os profissionais de saúde que desejem participar do estudo devem acessar o link abaixo:
participe.evidasp.med.br

Para saber mais veja o vídeo abaixo:


Responsáveis pelo Projeto
Prof. Dr. Maria Cristiane Barbosa Galvão (Universidade de São Paulo)
Prof. Dr. Ivan Luiz Marques Ricarte (Universidade Estadual de Campinas)
Prof. Dr. Fabio Carmona (Universidade de São Paulo)
Danielle Alves Fernandes dos Santos (FAPESP)
Contato: evidasp@fmrp.usp.br

1 de dez de 2014

Manual de Ética em Redes Sociais para Médicos e Estudantes de Medicina



A OMC (Organización Médica Colegial de España), que equivale ao nosso CFM, indo de encontro ao que já vem sendo feito em outros países devido a difusão do uso de redes sociais pelos médicos e estudantes e levando-se em conta  a linha tênue entre o pessoal e o profissional neste uso, lançou agora em Novembro no IV Convención de la Profesión Médica, um Manual de Ética em redes sociais para Médicos e  Estudantes de Medicina. Afinal,  o Código de Ética exige, como a medicina moderna, se adaptar a este novo ambiente e evoluir.

A equipe de médicos que trabalhou no projeto foi escolhida devido a sua boa atividade em redes sociais e blogs pessoais: Rafael Olalde , Beatriz Satué, Rosa Taberner, Marian Jiménez Aldasoro, Jose Antonio Trujillo, Rodrigo Gutierrez Fernandez, e Mónica Lalanda. Também contribuíram na elaboração do guia Iris Mar Hernández, Jesús José Camacho, Enrique Sánchez Aciaga, Emilio Delgado y Guillermo Jiménez (estudantes de medicina e membros do Conselho Estadual de estudantes de Medicina ECMS).


Manual de Estilo para os médicos e futuros sobre o bom uso de redes sociais

1-  Respeitar a confidencialidade e o Segredo Médico-Paciente
Se a informação clínica for divulgada em redes sociais, é sempre desejável:
  • Certifique-se de que o paciente não é reconhecível ou identificável, não só por meio de imagens ou dados, mas por associação em relação ao local hospitalar, centro de saúde, especialidade ... etc.
  • Faça uso profissional da informação clínica com objectivo claro e sempre em benefício do paciente em particular ou da medicina acadêmica em geral (para fins de ensino ou de intercâmbio de conhecimento com outros profissionais), evitando o sensacionalismo e morbidade.
  • Cuidado no uso de sistemas de troca de informações em que a segurança dos dados enviados é questionável (leia a privacidade e uso de aplicativos de mensagens).
  • Lembre-se de que não é sensato o armazenamento em telefones celulares e laptops, informações sem criptografia ou imagens.
  • Peça permissão antes de tirar uma foto do paciente e explique em termos que ele possa entender a finalidade dessa fotografia.


2-  Evitar conselho médico a pacientes virtuais
Quando o profissional aparecer nas redes sociais como médico e for questionado por um usuário (conhecido ou desconhecido) é importante observar que:
  • Não há nenhuma obrigação de responder (não é uma situação de bom samaritano), mas se for o caso é adequado e desejável encaminhá-lo a uma fonte confiável (website ou blog) onde possa esclarecer suas dúvidas ou orientá-lo a consultar o seu médico.
  • Pode ser recomendável aproveitar  o poder amplificador das redes sociais para responder a perguntas que possam ser de interesse geral e, assim, fazer um trabalho divulgador que pode ser muito gratificante (saúde pública, promover estilos de vida saudáveis, fotoproteção, etc.).
  • Temos de ser mais cauteloso no caso de consultas de outros profissionais (segunda opinião), especialmente quando eles incluem fotografias e dados reconhecíveis de paciente por terceiros.



3-  Mantenha uma imagem profissional virtual adequada
Quando um profissional escolher livremente estar presente nas redes sociais, usando uniforme médico em sua foto do perfil, é importante lembrar que está vinculando uma imagem corporativa para a profissão. Por conseguinte, é desejável:
  • Evitar o uso inadequado e inconveniente das redes sociais de modo a não abalar a confiança em nossa sociedade. É aconselhável ajustar-se às expectativas existentes na sociedade no que diz respeito à prática médica.
  • Evite sempre atitudes insensíveis, frívola ou pouco de acordo com as regras básicas de etiqueta, ou seja, educação, cortesia e respeito.
  • Não opinar sem pesar as consequências sobre questões médicas,comportando-se de forma sensata e avaliando o contexto, os interlocutores e o tema abordado, assim como as referências  e fontes utilizadas.



4-  Evitar que o uso de novas tecnologias desviem nossa atenção da consulta direta com o paciente
  • Evite interrupções particularmente se eles podem afetar a privacidade e confidencialidade dos dados.
  • Evite fazer e receber chamadas telefônicas ou trocas virtuais que não são absolutamente necessárias, e se assim for, pedir autorização e ser o mais cuidadoso possível.




5-  Ter responsabilidade sobre a informação médica difundida em redes sociais


-A Informação médica publicada em redes sociais deve ser compreensível, precisa, ponderada e prudente. A competência que nos dá nossa formação profissional faz com que nossas opiniões sejam tomadas como referência.

-A Responsabilidade pela informação médica em redes sociais se não se diliu porque o receptor é múltiplo, simultâneo ou desconhecido. Há que se ter responsabilidade sobre o que se divulga. Mas a  possibilidade de interação é também uma enorme vantagem,
  • A criação e divulgação de conteúdos de qualidade, não é uma obrigação profissional, mas é altamente recomendável (promoção de blogs, páginas da web e fóruns virtuais).
  • É altamente desejável que estar alerta e interceptar informações médicas falsas que possam alarmar a população ou comprometer a saúde.


6-  Manter o respeito na interação com colegas ou nos comentários sobre eles

  • Em caso de discordância sobre questões médicas ou profissionais, as redes sociais podem ser uma ferramenta para o diálogo. Em qualquer caso, evitar os insultos e expressões depreciativas sobre os colegas e outros profissionais de saúde.
  • Deve-se evitar alusões a âmbitos pessoais e privados dos colegas.


7-  Faz um bom uso de publicidade e propaganda médica
  • A reputação "off-line" e "on-line" é um dos maiores ativos de qualquer instituição médica ou profissional de saúde. A promessa de valor para qualquer instituição ou profissional de saúde deve respeitar a liberdade e dignidade dos doentes, e ser justo com a sua realidade.
  • O prestígio profissional, que promove relações de confiança com os pacientes,  pode tornar-se mais visível através de publicidade e propaganda.
  • A publicidade e propaganda médica deve ser sempre objetivo, prudente e verdadeira.

25 de nov de 2014

Sorteio de promocodes do app Whitebook e do app iCTI

Para comemorar tanto o relançamento do app Whitebook como a indicação da PebMed para Prêmio Startup Saúde 2014 da EmpreenderSaúde (entre lá!) nos foi fornecido promocodes iOS ( Android não fornece promocodes, assim como o Windows Phone) para sorteio tanto do app Whitebook como do app iCTI.

Veja como participar:





  • App Whitebook:  Concorra pelo twitter: Dê rt (retuíte) na seguinte frase: RT @timedicina: eu quero ganhar o app Whitebook para iOS da @PebMed http://goo.gl/OCR4t9


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