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8 de jul. de 2018

Recursos para verificar interações medicamentosas


Do livro, Clinica e Prescrição, de Prof Dr. Ricardo de Souza Pereira (disponível para download no link no final do post), trago esses dicas para recursos online ou em apps para verificar interações medicamentosas.

"SITES E PROGRAMAS  DE COMPUTADOR SOBRE INTERAÇÃO MEDICAMENTOSA
Existem programas de computador (softwares) que dão resultados rápidos e imediatos de combinações de medicamentos em uma receita médica ou farmacêutica.
1- Um site que possui interações medicamentosas e interações com alimentos é o seguinte:
http://interacoesmedicamentosas.com.br/
  • O usuário precisa se inscrever. O site é bastante útil para verificar receitas que chegam na farmácia e/ou drogaria e em hospitais ou postos de saúde. 

2- Existe um aplicativo para celular, em português, chamado eVita:
http://aplicativosdesaude.com.br/evita-interacoes-medicamentosas/
3- Se o leitor entrar na App Store do Google Play e digitar “interações medicamentosas” irá encontrar aplicativos gratuitos e pagos. Em geral, os gratuitos são oferecidos pela indústria farmacêutica para determinada classe ou área médica. Por exemplo: interação medicamentosa na ginecologia (fornecido pelo laboratório Aché) ou interação medicamentosa na oncologia (fornecido pela Eurofarma), etc... O problema, neste caso, é a falta de interação entre medicamentos de áreas diferentes.
4- Um dos programas mais completos é produzido pela empresa EPOCRATES® e está disponível, na internet, em versão gratuita e por assinatura anual (seja para computador ou para celulares do tipo “smartphone” que possuam o sistema android ou similar). O programa é muito bom, porém existem alguns problemas: saber inglês e ter o nome dos medicamentos nesta língua. Isto pode ser resolvido no tradutor do GOOGLE, acessando a internet do próprio “smartphone”. Outro problema é que ele não possui interações entre medicamentos, fitoterápicos e alimentos. A interação é apenas medicamento-medicamento. Porém, para interações alimentos e álcool (ethanol ou ethy alcohol) ele ainda contém alguma informação."


Complemento o artigo acima com mais algumas ferramentas para verificar interações medicamentosas:
1- Medscape:

Uma publicação compartilhada por TI Medicina (@timedicina) em


17 de jan. de 2014

Google Glass e a Cirurgia - possibilidades e fatos concretos



Google Glass e a Medicina pelo blog Academia Médica do Dr. Fernando Carbonieri, fala das possibilidades de uso na medicina, como acesso a exames em cirurgias, auxílio aos profissionais de homecare, atendimento pré-hospitalar e muito mais.



A revolução do Google Glass na Medicina do blog Médico Nerd, Dra. Anna Carolina Batista fala do que é a tecnologia, como pode ser usada na medicina, com bons exemplos de quem já experimentou.

Dr. Miguel Pedroso transmite em tempo real uma colectomia videolaparoscópica no hospital São Camilo (Salto - SP)
Médico usa Google Glass para realizar cirurgia em hospital de Salto: A cirurgia foi transmitida em tempo real e vista por médicos que acompanhavam a cirurgia em uma sala anexa do hospital. “Estamos em fase de testes. O próximo passo é o desenvolvimento de um aplicativo que obedeça ao comando de voz para a exibição de um videoatlas para o cirurgião que realiza a operação e, simultaneamente, faça a transmissão de imagens da cirurgia para outros médicos conectados ao sistema”, diz Miguel.


Christopher Kaeding é cirurgião ortopédico da Universidade Wexner Medical Center de Ohio grava todas as suas cirurgias
Este médico usa o Google Glass para gravar todas as suas cirurgias: o intuito é transmitir as cirurgias para que estudantes possam acompanhar remotamente. Ele foi um dos escolhidos para participar do Google Glass Project, que entregou os primeiros aparelhos para algumas pessoas que pudesse pensar novas formas de utilização.



Google Glass’ abilities excite surgeons: Ciriurgiáo Plástico, Dr. Anil Shah: "Uma vantagem imediata é manter meus olhos sempre em minha paciente. Não tenho que mover constantemente a cabeça para cima e para baixo, olhando para uma MRI ou raios- X ou uma imagem de 'antes e depois' na minha tela." Ele continua: "Outra vantagem é que pode se comunicar diretamente da sala de cirurgia com os amigos de um paciente ou familiares e dizer-lhes o que está acontecendo." Além disso ele ainda vê vantagens médico-legais, principalemnte na documentação de comentos críticos durante o procedimento cirúrgico.



Experience the future of wearable technology - Philips Healthcare: Imagine um dispositivo que permita aos cirurgiões controlar simultaneamente os sinais vitais de um paciente e reagir às mudanças - sem ter que tirar os olhos do procedimento ou paciente. 

Já imaginou e muito mais.

15 de ago. de 2013

Portal de Usuários de Marcapasso: PACEMAKERuser.com


Em uma iniciativa muito interessante, Luciana Alves, idealizou após o implante de seu marcapasso cardíaco, um portal voltado para quem usa dispositivos de rítmo cardíaco como marcapasso artifical ou CDI.

O postal PACEMAKERuser.com conta áreas como 
  • Pergunte ao especialista, conde as dúvidas dos leitores são enviadas para especialistas no assunto;
  • Jurisprudência em Estimulação Cardíaca Artificial com casos em que foi necessário acionar a justiça para conseguir o implante mais rapidamente;
  • Notícias
  • Cursos, com projetos educacionais para público leigo;
  • Exame de ecocardiografia gratuitos;
  • Ações e eventos;
  • Publicações científicas.

http://www.pacemakerusers.com/
PACEMAKERuser.com nas mídias sociais:

27 de dez. de 2011

A internet está mudando a Medicina?

Com a inclusão digital e os computadores mais acessíveis, é muito comum que as pessoas busquem informações sobre saúde na internet. Tanto, que o Dr. Google é um concorrente forte em consultórios, fornecendo informações, antes mesmo da consulta, sobre as últimas novidades em tratamentos e na pior das hipóteses, propiciando um auto-diagnóstico na maioria das vezes errôneo.

Sites e comunidades online estão cada vez mais comuns, como o PatientsLikeMe, onde os pacientes encontram pessoas com os mesmos problemas de saúde para discutir tratamentos, obter apoio e trocar experiências.
sites como http://www.patientslikeme.com/
 E os médicos estão perdendo a oportunidade de ocupar esse espaço. Como detentores - não mais exclusivos - do conhecimento, deixam de aproveitar essa demanda por informações confiáveis, podendo usar esse canal para divulgar eticamente seu trabalho e ainda melhorar a comunicação com seus pacientes.

Os profissionais de saúde podem aproveitar o interesse dos pacientes pelas informações online de saúde, para criar sites sobre sua especialidade, comunidades, usar o twitter e as páginas institucionais do facebook (e  não seu perfil particular) para divulgar dicas de saúde agregando valor ao serviço médico oferecido, mantendo a fidelidade do paciente.







Os pacientes querem informação sobre saúde confiável na internet e é uma excelente oportunidade para os médicos ocuparem o espaço online.

Precisa de consultoria nessa área? TI Medicina pode te ajudar.

Baseado no 

Social Medicine: Is the Internet Transforming Healthcare? "The Social Life of Health Information" é um relatório baseado em uma pesquisa telefônica nacional realizada em agosto e setembro de 2010, entre 3.001 adultos em os EUA.

31 de ago. de 2011

Padrões de Interoperabilidade do SUS - nova portaria

A portaria que regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para sistemas de informação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar são:
  • openEHR: é uma resposta à exigência de interoperabilidade semântica, abrangendo o Information Model (RM), Archetype Model (AM) e Service Model (SM). É uma plataforma de sistemas que permite interoperabilidade entre sistemas de saúde.
  • HL7: será usado para estabelecer a interoperabilidade entre sistemas com vista a integração dos resultados e solicitações de exames. O HL7 é um protocolo internacional para intercâmbio de dados eletrônicos em todos os ambientes da área da saúde, integrando informações de natureza clínica e administrativa. Na versão 3 garante interoperabilidade funcional e semântica, utiliza XML, abrange maior quantidade de serviços de saúde, é implementada em dispositivos médicos e ainda possui aceitação no domínio de saúde.
  • HL7 CDA (Clinical Document Architecture): definição da arquitetura do documento clínico. Proporciona que os documentos sejam legíveis pela máquina tanto quanto por humanos.
  • LOINC: será usado para codificação de exames laboratoriais. Logical Observation identifiers, Names and Code. Base de dados com códigos, nomes e sinônimos de mais de 6300 exames laboratoriais. HL7 compatível, parcialmente traduzido para o português, gratuito, multiaxial.
  • SNOMED: será usado para codificação de termos clínicos e mapeamento das terminologias nacionais e internacionais em uso no país, visando suportar a interoperabilidade semântica entre os sistemas. Systematized Nomenclature of Humans and Veterinary Medicine. É um sistema de classificação abrangente, de nomenclatura multi-axial, criado para a indexação do registo clínico completo incluindo sinais e sintomas, diagnósticos e procedimentos, e que pretende a integração completa de toda a informação do registro médico eletrônico numa única estrutura de dados. Versões: SNOMED RT (Systematized NOmenclature of MEDicine Reference Terminology), e SNOMED CT (Clinical Terms). Disponível em 12 línguas. Mapeamento para LOIC, CID10, NIC, NANDA, NOC.
  • TISS será usado interoperabilidade com sistemas de saúde suplementar
  • DICOM: será usado para a representação da informação relativa a exames de imagem.
  • ISBT 128: será usado para codificação de dados de identificação das etiquetas de produtos relativos ao sangue humano, de células, tecidos e produtos de órgãos.
  • ISO 13606-2: será usado para a interoperabilidade de modelos de conhecimento, incluindo arquétipos, templates e metodologia de gestão
  • Patient Identifier Cross-Referencing (IHE-PIX): será usado para cruzamento de identificadores de pacientes de diferentes sistemas de informação. Permite a identificação inequívoca de pacientes cujos registos tenham origens diversas.
  • CID: Código Internacional de Doenças
  • TUSS: Terminologia Unificada da Saúde Suplementar
  • CIAP-2 (Atenção primária de saúde), versão brasileira da ICPC-2 (International Classification of Primary Care). Sistema de classificação para os cuidados primários de saúde.
  • CBHPM (Classificação brasileira hierarquizada de procedimentos médicos)
  • Tabela de procedimentos do SUS
Para a interoperabilidade entre os sistemas dos SUS será utilizado a tecnologia Web Service, no padrão SOAP 1.1. Outros padrões definidos serão o WSSecurity para criptografia e assinatura digital das informações, e os URI e WSDL (Web Service Description Language) para os Webservices. Uma Comissão será responsável por isso no MS, e os padrões constarão de Catálogo de Padrões de Interoperabilidade de Informações de Sistemas de Saúde (CPIISS), publicado pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS).

Fonte: Informativo por prof. Renato M.E. Sabbatini em SBIS News

26 de mai. de 2011

Você usa o iPad como ferramenta de educação do seu paciente?

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.


O IPAD da Apple, assim como os outros tablets no mercado, são divisores de águas na educação do paciente. Agora, médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde podem orientar os pacientes com mulimídia na cabeceira do doente ou no consultório, utilizando a interação de toque que aumenta a experiência educacional e ajuda o paciente a  lembrar o que você está ensinando.

Então, da próxima vez que você quiser ilustrar um problema na coluna lombar, a anatomia do estômago ou um problema vascular, considere usar um tablet para ilustrar seu ponto. 

Os recursos são vastos e a cada dia melhores. Não perca essa oportunidade de tornar seu atendimento uma experiência de aprendizado e interação com seu paciente!

6 de out. de 2010

Unimed-BH integra softwares para gestão de pronto socorro

Depois de construir um dos maiores hospitais da rede privada de Belo Horizonte, projetado para ser referência em atendimentos de urgência e emergência de alta complexidade, a Unimed-BH conseguiu em quatro meses integrar todas as suas soluções de software, para garantir a agilidade e excelência que esse tipo de serviço requer. 
A integração permitiu que aplicações independentes e especializadas de gestão hospitalar compartilhassem informações, unificando a gestão de todo o ciclo de atendimento do hospital, como por exemplo: interfaces de cadastro de pacientes e agendamento de consultas e solicitação de exames. Esses benefícios, mesmo que indiretamente, podem ser sentidos pelos clientes, pois todo o atendimento do médico é feito por meio de um prontuário eletrônico que serve como repositório único das informações dos pacientes, trabalhando de maneira orquestrada nos bastidores com outras soluções, entre elas, os sistemas de back-office, imagem e exames laboratoriais. A Ci&T foi a empresa contratada para a implementação da solução de integração das aplicações; e a Sensedia, para definir guias e padrões para a adoção de governança SOA (Service Oriented Architecture). 
"Já do ponto de vista dos negócios da empresa, os resultados do projeto garantiram melhor confiabilidade, reuso e governança das integrações. O ganho foi uma nova abordagem de integração de sistemas que permite a TI acompanhar o rápido crescimento da companhia, incluindo em seu sistema novas soluções de maneira mais ágil e eficiente", afirma Sehila Evangelista, gestora de TI da Unimed BH. "O barramento SOA permitiu aumentar a produtividade no desenvolvimento de integrações e, além disso, proporciona à Unimed-BH a possibilidade de acrescentar qualquer outro tipo de serviço, numa plataforma padronizada, voltada para os seus processos de negócios. Com a implementação de SOA, o hospital deu seu primeiro passo para o próximo nível de maturidade no desenvolvimento de aplicações, a abordagem BPM", explica Maurício Borges, gerente de Tecnologia da Ci&T. 
Os principais ganhos da utilização dessa arquitetura foram agilidade, pois automatizou o compartilhamento de informações; segurança, que garante a integridade e autenticidade das informações trocadas; extensibilidade, que permite que novas aplicações sejam incluídas sem grandes impactos; continuidade do negócio, já que conta com o monitoramento de falhas e o reprocessamento de mensagens. 
Durante dois meses, um grupo de consultores da Sensedia trabalhou para a definição de guias e padrões para a adoção de governança SOA. "Esta etapa do projeto foi essencial e serviu de base para que a Ci&T pudesse implementar o sistema integrado de gestão hospitalar, num ambiente preparado e com maturidade", explica Kleber Bacili, diretor de tecnologia da Sensedia. 
Para isso, a Ci&T implementou o barramento SOA- IBM Websphere ESB, que permitiu aumentar, significativamente, a produtividade e transparência no desenvolvimento de integrações. Com isso, a Unimed-BH consegue integrar qualquer outro tipo de serviço numa plataforma padronizada voltada para os seus processos de negócios. 
Todo projeto de integração tem suas complicações devido à heterogeneidade dos sistemas legados. Dentro de um sistema hospitalar isso não é diferente, mas os principais pontos são o grau de confiabilidade no meio de transmissão e, também, a integridade da informação trafegada. "Para solucionar essa questão, a Ci&T combinou uma solução de monitoramento/reprocessamento de eventos desenvolvida sob medida para o hospital, com uma infra-estrutura robusta do barramento SOA", explica Borges.
“Estamos caminhando para um atendimento ‘paper free’, pois quase todos os setores médicos não precisam de papel para operar”, disse Gestora de TI, Sehila Evangelhista. Sehila destaca que a redução drástica na utilização de papel em hospitais é uma tendência mundial. Como a experiência está sendo bem-sucedida em uma unidade da rede, em breve deve ser implementada também nas outras.


Fonte: ITweb e BHTI Magazine

11 de ago. de 2010

Pacientes podem consultar na internet leitos disponíveis de UTIs

A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) fez um censo das UTIs públicas e particulares onde trabalham médicos credenciados. Há um levantamento feito por médicos que trabalham em Unidades de Terapia Intensiva. Esse mapa pode ajudar na hora de distribuir os recursos e está agora na internet.

Uma portaria do Ministério da Saúde determina que cada hospital tenha de 4% a 10% do total de leitos destinados a Unidades de Terapia Intensiva. Agora os pacientes podem saber onde estão muitos desses leitos pela internet.

Foram mapeados 25.367 leitos em mais de duas mil unidades de saúde. A pesquisa mostrou que quase 54% dos leitos estão concentrados na Região Sudeste do país. Número bem maior do que os registrados pelo estudo no Sul e no Nordeste. Segundo a Amib, o Centro-Oeste tem apenas 7,6% do total de leitos. O Norte, 5%.
O Ministério da Saúde informou que o número de leitos é proporcional à população de cada região e que hoje apenas três estados - Maranhão, Acre e Roraima - não têm o número mínimo recomendado de vagas.
“O ministério tem feito um esforço. Somente em 2010, 1,8 mil leitos serão qualificados em todo o país”, aponta o secretário do Ministério da Saúde Alberto Beltrame.
O censo da Amib foi feito no ano passado e pode ser útil no futuro.

29 de jul. de 2010

Aplicativo Médico para Smartphones da NOKIA

AfriDoctor é um novo aplicativo para smartphones da Nokia é uma tecnologia móvel em saúde, a primeira clínica pessoal de saúde.
Envie fotos de seus sintomas (SnapDiagnosis) e receba conselhos de  profissionais ou use o recurso de mapeamento para encontrar médicos, clínicas e toda a indústria de serviços de saúde relacionados nas proximidades. O recurso "find a doctor" usa o Google Maps para geo-localizar serviços locais de saúde, incluindo médicos, hospitais e clínicas de emergência.
O recurso distress de emergência  permite  entrar em contato com um membro da família ou um amigo com um simples toque de um botão.Ao armazenar o número do celular de um parente próximo , o mesmo será então notificado sobre a localização do telefone quando o botão for pressionado.
Ainda há recursos de pesquisa de sintomas, além de várias calculadoras e testes.
Este app venceu o concurso África Nokia Calling All Innovators.

Compre aqui.

14 de jun. de 2010

Remédios não funcionam? Veja se há um aplicativo para isso

LONDRES (Reuters) - Os fabricantes de medicamentos estão começando a se aproximar das empresas de tecnologia da informação, em esforço de provar a governos e seguradoras o valor de seus produtos.

Ao usar aparelhos inteligentes que monitoram pacientes em tempo real, as empresas farmacêuticas acreditam que seja possível melhorar os resultados clínicos e estabelecer o verdadeiro custo/benefício de um tratamento.
O resultado, de acordo com relatório da Ernst & Young divulgado na quinta-feira, deve ser uma série de novas parcerias entre companhias farmacêuticas e empresas em áreas não tradicionais, tais como computação, telecomunicações e até varejo.
Alguns desses desenvolvimentos já estão acontecendo. A Novartis, por exemplo, assinou no mês passado um acordo de 24 milhões de dólares com a Proteus Biomedical, dos Estados Unidos, para criar "pílulas inteligentes" capazes de transmitir dados de dentro do corpo a fim de monitorar os sinais vitais dos pacientes e verificar se eles tomaram os remédios de que precisam.

A Bayer está conectando seu medidor de glicose infantil a consoles de videogame da Nintendo, a fim de promover os testes consistentes da presença de açúcar no sangue.

Didget: jogo com leitor de glicose para Nintendo DS e DS Lite



E a divisão Lifescan, da Johnson & Johnson, criou um aplicativo para o iPhone que permite que os usuários carreguem em seus celulares resultados de leitura de monitores de glicose conectados.

"Veremos múltiplos tipos de colaboração, no futuro", disse Patrick Flochel, diretor da área de biológicas na Ernst & Young para a Europa, Oriente Médio, Índia e África, em entrevista à Reuters.

"O movimento será propelido pelo foco em resultados, algo que as empresas farmacêuticas precisam promover cada vez mais", disse.

As grandes empresas farmacêuticas tradicionalmente dependem de alguns produtos de grande sucesso para a maior parte de seu faturamento. Mas esse velho modelo de negócios está se desfazendo, e as empresas passaram a se diversificar a novas áreas como os serviços de saúde, além de cortar custos e formar alianças mais flexíveis com pequenas empresas de biotecnologia.
Esse modelo revisado de operações é conhecido por alguns como "Pharma 2.0".
Fonte: IG

20 de mai. de 2010

Como o médico pode se manter bem informado?


O genoma humano foi decodificado. Descobriu-se que a terapia hormonal para mulheres na meia idade aumenta o risco de acidentes cardiovasculares. Essas são apenas duas das importantes pesquisas publicadas na última década. A cada ano são feitas novas descobertas científicas na área da medicina e da farmacologia. Direta ou indiretamente, a maioria delas interfere principalmente nos tratamentos oferecidos aos pacientes. Com tanta tecnologia, acesso a publicações científicas médicas, mídias sociais, como o médico pode se manter bem informado?
Essa é uma questão importantíssima para a carreira do profissional e para a saúde de seus pacientes. Pensar nesse dilema pode até causar um certo desespero. Mas as novas formas de comunicação podem oferecer uma sugestão de resposta. E até o Ministério da Saúde percebeu o potencial delas.
Sobre as notícias oficiais brasileiras relacionadas à saúde, os profissionais podem se atualizar por meio das mídias sociais. O Ministério da Saúde possui páginas no Orkut,Facebook e Twitter. Para tirar dúvidas sobre a campanha de vacinação contra o vírus H1N1 criou inclusive uma conta no Formspring – site no qual qualquer pessoa posta uma pergunta, mas só o dono da conta pode responder. Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que regula medicamentos e alguns tratamentos, possui uma área no seu site apenas para informes e outra para notícias referentes a suas ações.
De acordo com uma matéria publicada no site Diário da Saúdeos médicos conseguiriam manter-se mais bem informados com o ritmo das descobertas científicas se usassem um plano de carreira para tal. Essa conclusão foi publicada em um estudo na revista científica Academic Pediatrics. A pesquisa analisou se “os residentes em pediatria sabem como desenvolver planos de profissionalização para se manter a par das últimas novidades na prática médica”.
Participaram da pesquisa médicos residentes – profissionais formados que estão se especializando – de 46 dos programas de residência em pediatria nos Estados Unidos, o que corresponde a 23% do total. Cerca de 1.000 dos 1.700 residentes de pediatria de todo o país foram entrevistados. Apenas 26% dos entrevistados disseram monitorar seu próprio desenvolvimento para atingir objetivos na aprendizagem. Dessa forma, a pesquisa concluiu que o acompanhamento do processo de aprendizagem continuada é mais relevante para manter os médicos atualizados com as últimas descobertas científicas e com as últimas técnicas disponíveis.
Resumindo, a melhor maneira de se manter em dia com o que há de mais novo é escrever planos realizáveis de acompanhamento do que é publicado na área e de aprendizado de novas técnicas. Em seguida, seguir os planos, claro. Apesar de ser realizada com residentes em pediatria, o resultado pode ser aplicado para qualquer profissional.
Manter-se conectado com os colegas da área também pode ser uma maneira de trocar novidades. Assim, para os conectados, o segredo é fazer um plano de estudos, segui-lo e utilizar ao máximo as redes com os amigos. Trocar experiências nunca é demais. O canal para isso? As mil e uma possibilidades da internet.

11 de mai. de 2010

Diagnósticos inteligentes: Evolução x preço


por Cylene Souza, especial para a revista Fornecedores Hospitalares
06/05/2010

As evoluções em diagnóstico por imagem não devem parar tão cedo e levarão a uma especialização ainda maior em áreas clínicas. "Os incríveis avanços tecnológicos vão continuar. As principais tendências são ferramentas de visualização e que ajudem os radiologistas a ver imagens volumétricas, detecção assistida por computação (computer assisted detection - CAD) para ajudá-los a perceber anormalidades, e aplicativos de apoio às decisões, para ajudá-los a identificar o que veem, e  bases de dados, fontes e websites que os ajudem a encontrar o conhecimento que procuram", diz o professor de Stanford.

O presidente da Comissão Científica da SPR acredita no desenvolvimento de software de pós-processamento especialmente em odontologia, para o planejamento de implantes dentários, em cardiologia, para estudo das coronárias pela tomografia, e em angiografias, com a obtenção de imagens de forma não invasiva pela tomografia ou ressonância. "São incontáveis os aplicativos de pós-processamento disponíveis atualmente na área de imagem, mas sempre existirão áreas do conhecimento que necessitem de um novo software."
Entre as empresas, o aumento da capacidade de processamento e armazenamento, assim como a especialização cada vez maior, são os principais focos. "Isso é fundamental em função do avanço tecnológico. Na Siemens, também estamos investindo muito em automação do diagnóstico, para que os processos repetitivos, como o mapeamento correto do órgão, a reconstrução e até algumas definições da doença já sejam pré-determinados", conta Goto.
Na Philips, times específicos trabalham em hardware e software para lançar novos conceitos. "Ainda há muito a fazer e estas não são áreas dissociadas. Um exemplo é o conceito Time of Flight, descoberto no meio acadêmico e que foi implantado no PET-CT. Não havia capacidade eletrônica e computacional para implantar o conceito de forma que pudesse ser comercializado. Com novos cristais, eletrônica e software, a tecnologia foi implementada em 2007 e foi considerada uma revolução", relembra Cheade. "Os campos de desenvolvimento estão voltados aos exames moleculares e in-vitro, para deteção cada vez mais antecipada da alteração da condição de saúde do indivíduo. Por estes caminhos surgirão avanços da Philips", adiciona o gerente de produtos e marketing da Philips Healthcare Informatics, Benvenuto Somera.
A premissa seguida pelo departamento de pesquisa da GE Healthcare é que os equipamentos inteligentes devem ser fáceis de usar e reconhecer características do corpo humano, para apoiar com mais precisão o trabalho do radiologista. "Uma grande tendência é o que chamamos de "one touch" (toque único). Inventamos e desenvolvemos algoritmos avançados de análise para reduzir o tempo de aquisição da imagem. Nos laboratórios da GE Research (o departamento de pesquisa da empresa), desenvolvemos a tecnologia "one touch" para diversos aplicativos de ressonância magnética. Também trabalhamos no uso de atlas, para que que o computador tenha ciência do significado de cada voxel (pixel 3D), conheça a anatomia do paciente e apoie o desempenho de diversos algoritmos, levando à quantificação ou visualização da imagem", explica o gerente do Visualization and Computer Vision Lab (Laboratório de Visualização e Visão Computadorizada) da GE, Mark Grabb.
Para o radiologista do Fleury, as evoluções devem mesmo conjugar esforços em todas as áreas. "Não adianta ter um motor novo em um carro velho. Vejo lançamentos da indústria nos dois sentidos. Quanto mais o software evolui, mais demanda do hardware. No caso da colonoscopia virtual, foi necessário também aprimorar a capacidade de outro equipamento, a workstation."
O custo se torna, agora, um novo desafio. "Este dilema existe. Vemos uma avanço rápido do mundo de TI com qualidade de imagem e custo menor, como é o caso do valor por megapixel nas câmeras digitais. Além disso, a distribuição destas imagens se tornou mais simples e as soluções de armazenamento, aliadas ao uso da internet, favoreceram o crescimento das soluções. O médico atua com mais segurança e poupa em filme e negatoscópio. Porém, a análise de custo x qualidade é subjetiva na realidade brasileira. Há soluções acessíveis, mas sem a adoção de padrões como o Dicom e sem segurança no armazenamento de imagens. É preciso ter regulamentação para que a redução do preço não afete a garantia de qualidade e a adoção de padrões mínimos para a realização de diagnósticos precisos", defende o gerente da Siemens.
 "Com uma equação bem balanceada entre hardware e software, é possível fazer o diagnóstico precoce, evitar procedimentos invasivos e aumentar a produtividade, o que traz ganhos financeiros aos hospitais e centros de medicina diagnóstica", pondera Cheade.
"Se a adoção do software pelo mercado não é grande, então é sinal de que é caro. Com a capacidade destes softwares modernos de ajudar na visualização e interpretação de imagens, eles deveriam ser largamente adotados. Se não são, é hora de perguntar se os preços são apropriados", provoca Rubin.
E o impacto financeiro não está só na adoção do software, mas também no aprimoramento dos profissionais, na adaptação dos espaços e, por vezes, na necessária troca de hardware para a realização de novos exames. "Os médicos saem da especialização estrita em diagnóstico e precisam também conhecer TI, já que a radiologia é uma área muito técnica e exige o uso destas ferramentas. Além disso, com a telerradiologia, que permite a realização do laudo sem a presença física do profissional, o radiologista precisa se especializar cada vez mais, ou numa modalidade ou numa área clínica. As mudanças também acontecem na estrutura dos centros de diagnóstico. Os negatoscópios começam a ser aposentados e dão lugar a soluções de reconhecimento por voz e instalações de estações de trabalho. A radiologia está cada vez mais entrando na TI", explica Meirelles.
"As estações de trabalho passaram a ser os locais mais concorridos dos departamentos de radiologia. São muitas vezes os maiores ‘gargalos" para o desenrolar  da rotina. Praticamente todas as subespecialidades já têm pacotes e mais pacotes de software de pós-processamento. Na medida em que estas soluções e suas licenças fiquem mais baratos, poderão ser oferecidos em um número maior de estações de trabalho. Por enquanto, em alguns lugares, o transtorno chega a ser grande", relata Mendonça.
No que tange o hardware, o equipamento em si, não há ilusões: por mais que o software aprimore as características do equipamento, sozinho, não é capaz de conferir novas capacidades às máquinas. "Por melhor que seja o software, ele não gera novas informações que estejam além da capacidade do equipamento. Ele consegue atualizar este equipamento, melhora o armazenamento e tratamento das imagens, mas não amplia as funcionalidades", diz Goto.
"A indústria de diagnóstico por imagem persegue a evolução das funcionalidades clínicas para deteção do estado de saúde do indivíduo. Este objetivo traz demandas tanto para a área de software quanto hardware e frequentemente atingimos limites dos componentes", explica Somera.
Com experiência prática, Mendonça concorda. "Embora existam circunstâncias em que um upgrade de software consegue ampliar a gama de aplicações de um equipamento, dificilmente isto é significativo em uma máquina low end. Também existem limitações para qualquer upgrade. A evolução da tecnologia é tão célere que é muitas vezes mais fácil e mais barato trocar de equipamento do que tentar atualizá-lo. Em algumas poucas situações, talvez estes softwares adicionem valor a um equipamento limitado", diz Mendonça.
A boa notícia é que hoje os departamentos de pesquisas das empresas utilizam tecnologia não só para tornar as funcionalidades mais avançadas, mas também para tornar seus produtos mais acessíveis. "Com a invenção de tecnologia em pontos de preço baixo, estamos encontrando novas formas de trazer melhorias para nossos produtos high end. Isso se chama inovação reversa. Além disso, a inovação de hardware requer a criação de scanners de baixo custo. Tirar custos de um design existente é um processo de evolução buscado por qualquer fabricante, em qualquer indústria. Atingir radicalmente um ponto de preço baixo requer novas ideias e novos desenhos. A necessidade de software clínico high end está claramente em ascendência, também", analisa Grabb.

4 de mai. de 2010

Aparelho ajuda cientistas a 'enxergar' gordura dentro do corpo

Distribuição de gordura (Foto: Jimmy Bell/Imperial College London)

Cor amarela representa gordura interna e verde representa gordura externa em indivíduos obeso (à esq.) e magro (Foto: Jimmy Bell/Imperial College London)

Um estudo realizado na Grã-Bretanha está fornecendo imagens inéditas para que cientistas analisem com mais precisão os efeitos do excesso de gordura no organismo.
Graças a um aparelho especial de ressonância magnética, que permite realizar imagens do corpo inteiro de um paciente, o painel interdisciplinar que realiza a pesquisa pode visualizar com clareza o depósito de gordura em torno de órgãos vitais de pessoas acima do peso.
"Esse tipo de imagem mostra como a gordura se distribui pelo organismo, o que é fundamental para entender a relação entre a genética e os fatores ambientais na obesidade", explicou à BBC Jimmy Bell, chefe do grupo de imagem metabólica e molecular do Imperial College, em Londres.
"Até agora a medição da quantidade de gordura no organismo era feita de maneira indireta, através de recursos como a bioimpedância ou o cálculo do Índice de Massa Corpórea (IMC)."
Problemas de saúde
O estudo, iniciado há dez anos e financiado pelo Medical Research Council britânico, pretende ajudar especialistas em obesidade a desenvolver uma metodologia para ajudar seus pacientes a lutar contra o problema.
"Combinando o conhecimento sobre a genética, a distribuição da gordura e o estilo de vida do paciente, o médico poderá sugerir menos mudanças de hábito e medidas mais eficazes para ele perder peso", disse Bell.
O acúmulo de gordura em torno de órgãos como o coração, o fígado e os pulmões, por exemplo, pode levar a problemas cardíacos e respiratórios.
Mas o estudo sugere que a gordura instalada em outras partes do corpo, como abdômen, joelhos, pés, pescoço e bacia pode incentivar o surgimento de problemas como câncer, artrite, infertilidade, depressão, dificuldades de locomoção, dores de cabeça e varicose, entre outros.
Para Bell, no entanto, o desafio de se usar a ressonância magnética para acompanhar pacientes obesos está no preço do equipamento.
"É algo muito caro. Muitos hospitais públicos têm apenas um e uma fila enorme para usá-lo", disse. "Idealmente, para fazermos o acompanhamento necessário seria preciso pelo menos uma sessão de ressonância por ano."
"De qualquer maneira, a obesidade já é um grande consumidor dos recursos públicos de saúde na Grã-Bretanha e vai continuar sendo para várias seguradoras em todo o mundo", concluiu.
Fonte: My Blog Health

14 de mar. de 2010

Simulador de ventilação mecânica


Software em Flash que simula um aparelho de ventilação mecânica.
Obs.: O arquivo está no formato executável (exe), mas nãom representa perigo, após o download aparecerá com o símbolo: 

9 de dez. de 2009

Cresce o uso de aplicativos do iPhone para radiologia



Fonte : Cylene Souza, especial para o Saúde Business Web
03/12/2009


Embora percentualmente o número de aplicativos do iPhone para a área de saúde seja pequeno (300 em um universo de 100 mil), a expectativa dos radiologistas presentes no RSNA é que o aparelho seja cada vez mais usado em diagnóstico por imagem.
O radiologista Trushar Patel, da Common Wealth Orthopaedics, avalia que o número de aplicativos está crescendo exponencialmente. “Acho que, até agora, os aplicativos só usaram superficialmente a capacidade do aparelho. O desenvolvimento de novas ferramentas tende a crescer.”
Nos EUA, já há ferramentas para ver laudos e informações médicas, permitir a colaboração e a tomada de decisão entre os profissionais, melhorar a eficiência operacional, promover a segurança do paciente e aumentar a produtividade dos médicos.
Entre os aplicativos mais populares estão os que permitem a tabulação dos casos clínicos, de forma a facilitar o acompanhamento dos pacientes, e uma calculadora de doses específicas para os exames de medicina nuclear.
Ainda devem ser desenvolvidos aplicativos que ofereçam integração com a internet e sistemas hospitalares, para aumentar a troca de informações e, na opinião de Patel, outra área que merece atenção é de imagens computadorizadas para criar uma “realidade ampliada”. “Não há aplicativos que usem a “realidade ampliada”, ou seja, que transforme o iPhone em um aparelho para visualização que responda a movimentos e locais, então, há muito potencial para desenvolvimento nesta área”, conclui.

30 de nov. de 2009

Tecnologia da Informação aprimorada em Montes Claros em parceria com a Argentina

A Funorte - Faculdades Unidas do Norte de Minas buscou na Argentina as bases para a implantação de um Centro de Transferência de Tecnologia Solidária. A parceria do Instituto Nacional de Tecnologia Industrial da Argentina com o Norte de Minas tem como objetivo principal atender uma sociedade carente de oportunidades nas áreas de saúde, educação etc, disse o diretor da Funorte Campus JK, Pedro de Almeida.
A ideia é resultado da assinatura de acordo de cooperação entre o governo de Minas Gerais, através das secretarias de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Desenvolvimento Social, Saúde e Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, e o Instituto Nacional de Tecnologia Industrial (INTI).



Setores com potencial para transferência de tecnologia
Esta missão tecnológica identificou os seguintes campos que têm potencial de fazer a transferência destas tecnologias para o Norte de Minas, destacando como principais:
1. Produção de uma cartela oftalmológica e sua difusão como programa de informação preventiva para disseminar  um teste contra a cegueira e as deficiências visuais.
2. Programa tecnológico, produtivo e social para produção de dispositivos para deficientes em escolas técnicas de Montes Claros e região, a serem destinados a pessoas com deficiências de baixa renda.
3. Instalação de uma unidade tecnológica para a área de plasticidade neuronal, iniciando com uma visita técnica do Dr. Richardo Garbayo a Montes Claros ainda em 2009, a fim de  estudar “in loco” a aplicabilidade desta técnica.
4. Estudar a possibilidade de cooperação em um programa de manutenção preventiva de equipamentos de eletro medicina e elaboração de procedimentos para o  controle dos mesmos, iniciando com uma visita do Engenheiro Cristian Khourian para analisar a realidade dos hospitais com potencialidade de implantação deste programa e realização de um curso nesta área para treinamento de pessoal local.
5. Acordo com o Hospital Italiano de Bueno Aires para transferir tecnologias na área de Tecnologia da Informação e Comunicação na área de saúde hospitalar, iniciando com um curso para informática médica.
6. Analisar a implementação de um programa de saúde escolar para a ações preventivas nas áreas visual, auditiva e bucal.
7. Acordo de participação com o Inatel (Santa Rita do Sapucaí) para cooperação em comunicação digital, microeletrônica e calibração de equipamentos eletro médicos.
8. Estruturação de um curso de engenharia biomédica e desenvolvimento e manutenção de equipamentos hospitalares com a participação do INTI-Inatel, Faculdades e Hospitais interessados do Norte de Minas.
9. Criação de um Centro de Transferência de Tecnologias Solidárias em diferentes países latino americanos, iniciando com a instalação de um primeiro centro em Montes Claros.  Será elaborado um projeto para o FOCEM – Mercosul.
10. Estudar a possibilidade de instalação de frigoríficos em países do Mercosul, de 6 plantas produtivas, distribuídas em Minas Gerais , Paraguai, Uruguai e Argentina, considerando pequenas localidades e suas necessidades locais.
11. Analisar a possibilidade de instalar um Centro Demonstrativo de fabricação de confecção na região de Montes Claros.