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11 de jun. de 2017

Aplicativo e-Saúde do SUS: Informações centralizadas no celular para facilitar a vida de Médicos, Pacientes e Governo

O Ministério da Saúde lançou a nova versão do app e-Saúde (Android e iOS), que é um exemplo de interoperabilidade no SUS, que até então, eu nunca tinha visto. Acho que o SUS está entrando no século 21!
O aplicativo é a plataforma móvel e de serviços digitais oficial do Ministério da Saúde. Agrega informações do paciente como CNS (Cartão Nacional do SUS), medicamentos usados, exames, médicos do paciente, além de informações como serviços do SUS mais perto da sua localização, e é um canal de comunicação entre o usuário e o Governo.
Tela inicial do e-Saúde

Para realizar seu primeiro acesso, baixe o aplicativo e insira algumas informações básicas e o sistema localizará o seu cartão. Após este passo, você visualizará o número do seu Cartão Nacional de Saúde e algumas funcionalidades.

A página "Minha Saúde" mostra as informações gerais do cidadão como: lista de medicamentos que foram recebidos pelo programa Aqui tem Farmácia Popular, lista de vacinas recebidas e outras novidades, dentre as quais destacam-se a possibilidade de consultar a posição na lista de transplantes e denunciar o lançamento indevido de medicamentos em seu nome. O aplicativo tem ao objetivo também de diminuir fraudes.

tela "Meus Medicamentos" com medicamentos recebidos
Nesta tela de Medicamentos Recebidos, uma novidade muito interessante é a de avaliar o estabelecimento que forneceu a medicação.

tela de avaliação do estabelecimento que forneceu a medicação
Outra novidade é poder cadastrar seu médico que receberá suas informações de saúde e exames que você informar no aplicativo.

tela "Minha Saúde" e tela "Profissionais de Saúde"

A página "Serviços de Saúde" permite consultar estabelecimentos de saúde próximos à sua localização ou pelo tipo, além de permitir adicionar aos favoritos os mais relevantes.

tela "Serviços de Saúde"

A página "Atendimento SUS" apresenta a lista de procedimentos realizados pelo cidadão nos estabelecimentos da atenção básica de saúde. O aplicativo permite que sejam avaliados ou ainda, que o Ministério da Saúde seja informado quando o atendimento não foi realizado.

Tela "balão"
Ministério da Saúde merece congratulações por um serviço tão bem feito. Parabéns!!

App e-Saúde
Android e iOS
Idioma: português
Preço: Gratuito

12 de mar. de 2017

O que é o Conjunto Mínimo de Dados do SUS?

CMD (Conjunto Mínimo de Dados) é um estratégia do MS para aperfeiçoamento dos sistemas de informação do SUS, que foi instituído com a RESOLUÇÃO da Comissão Intergestores Tripartide (CIT) N 6, DE 25 DE AGOSTO DE 2016.
 
A implantação do Conjunto Mínimo de Dados (CMD) será gradual e unificará nove sistemas adotados no SUS. O registro das informações no CMD será realizado por todos estabelecimentos de saúde públicos e privados em território nacional e poderá ser realizado por meio dos sistemas já existentes que serão integrados no Barramento da Saúde ou por meio de solução gratuita disponibilizada pelo Ministério da Saúde.


15 de set. de 2015

Infraestrutura e tecnologias para integração de dados no Cartão SUS - Barramento SOA

Ontem houve a aula "Arquitetura do barramento nacional da Saúde e as perspectivas do Ministério da Saúde com relação aos serviços SOA ofertados" que faz parte do VI Ciclo de Palestras Online da SBIS (ocorre sempre na primeira segunda-feira de cada mês, às 20:00, em https://meet52658369.adobeconnect.com/_a1106706205/vi_ciclo_seminarios_online_tics_sbis/). 

Dr. Moacyr Esteves Perche, Coordenador Geral de Gestão de Projetos Estratégicos do DATASUS, deu uma visão muito interessante do cenário atual, que acho que vale a pena compartilhar, de maneira mais inteligível para quem não é da área de TI.

Barramento SOA SUS


SOA é arquitetura orientada a serviços, é um estilo de arquitetura de software com foco em prover um maior reuso e eficiência na criação ou manutenção de funcionalidades e aplicações de uma empresa. No SOA,  as funcionalidades que antes estariam contidas dentro de programas e sistemas de forma isolada, devem agora ser expostas na forma de serviços através de interfaces bem definidas, utilizando tecnologias interoperáveis e padrões abertos (fonte). O objetivo é reutilizar o que já está pronto, criando interações e trocas de informação na forma de serviços (funcionalidades do software).

Barramento, ou barramento de serviços (Enterprise Service Bus - ESB) é um padrão arquitetural que permite integrar diferentes aplicações de uma maneira fácil e rápida, usando uma única interface, independentemente de quem é o destino. O ESB, ou barramento, é um intermediário entre serviços, permitindo a interoperabilidade entre eles. Integra e permite a comunicação de sistemas, independente da linguagem de programação em que foram escritos.


Interoperabilidade entre sistemas do MS e base do Cartão SUS
Toda essa arquitetura é baseada na Portaria 2.073 de Interoperabilidade do MS, com terminologias padronizadas para comunicação de serviços do SUS e também da saúde suplementar que quiser comunicar com as bases do MS. O IHE-PIX é o padrão internacional adotado para o identificador único do paciente, o Cartão SUS (CNS),  que atualmente encontra-se com 90% da população brasileira cadastrada.
Arquitetura SOA SUS
O barramento interno não é feito em software livre. A ferramenta que atualmente está sendo usada é ORACLE. 

Uma iniciativa interessante baseada em software livre, parceria do MS com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o SIS-Interop, que tem como objetivo criar um barramento local para prefeituras, por exemplo, que queira integrar dados clínicos de diversas fontes.  Mais informações podem ser obtidos pelo governanca.soa@saude.gov.br . Informações também podem ser encontradas no Centerms (Centro Nacional de Terminologias em Saúde).

Para as Startups, existe um catálogo de serviços SOA-SUS disponíveis no site do DATASUS (http://datasus.saude.gov.br/interoperabilidade) que podem e devem ser ser usados em aplicações. Vale a pena das uma olhada.
Barramento Nacional do e-Saúde. Barramento municipal e estadual pode ser feito pelo sistema SIS-Interop

Enfim, o barramento SOA tem como objetivo integrar a base de dados do Ministério da Saúde, como por exemplo, CADSUS (bane nacional de cadastros do Cartão SUS),  SISREG (sistema de regulação) ou e-SUS H (hospitalar) com hospitais, municípios ou mesmo com o aplicativo do Cartão SUS.

O App do Cartão SUS, em um futuro próximo, vai contar com todas as bases de dados do Registro Eletrônico Nacional de Saúde. Por isso é tão importante adotar o CNS (Cartão Nacional de Saúde ou Cartão SUS) como a identidade pessoal do paciente (identificador único), independente se no âmibo do SUS ou saúde suplementar. O barramento SOA (Service Oriented Architecture) para as trocas de informações, já conta com 16 sistemas integrados ao cartão SUS. Assim, tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde poderão se aproveitar dos registros, decisões clínicas e análises presentes.

11 de fev. de 2015

Chamada de Currículos (Saúde ou TI) para Apoio à Implantação – Estratégia e-SUS ABDDAB- MS


Profissionais graduados na área de saúde ou de tecnologia da informação têm até o dia 28 de fevereiro para enviar currículo para concorrer a uma das 27 vagas de consultores que vão apoiar os municípios na implantação da Estratégia e-SUS AB. Espera-se dos candidatos, preferencialmente, experiência com sistemas de informação em saúde, atuação na Atenção Básica, trabalho com o e-SUS AB ou outro sistema de prontuário eletrônico, além de atuação em gestão federal, estadual ou municipal.

De acordo com o Chamamento Público divulgado nesta segunda-feira (09/02) pelo Departamento de Atenção Básica do Ministério da Saúde, os profissionais selecionados por meio de análise curricular e entrevistas passarão por treinamento específico entre os dias 25 e 28 de março. A partir de então, os consultores vão apoiar, de forma presencial, ações de implantação do e-SUS nos municípios de sua área de abrangência, devendo ainda pactuar agenda local/regional com atores envolvidos na implantação do e-SUS, identificar os estágios de implantação e orientar gestores e trabalhadores locais, entre outras atividades.

A contratação será por um período de seis meses, não prorrogável, sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O salário bruto é de R$ 4,5 mil, mais R$ 376 de auxílio alimentação, férias e 13º salário proporcionais. Serão custeadas pelo projeto diárias e passagens para deslocamentos do consultor, mediante apresentação de plano de ação. O consultor deverá cumprir 40 horas/semanais.

Os interessados devem realizar inscrições até as 23h59 do dia 28 de fevereiro, por meio de formulário disponível no endereçohttp://formsus.datasus.gov.br/site/formulario.php?id_aplicacao=19297 , no qual o candidato deverá informar dados pessoais e profissionais e selecionar a região para a qual está se candidatando, de acordo com o Anexo I da Chamada Pública. Os currículos deverão ser anexados ao final do formulário, em arquivo não editável (PDF ou similar).

Sobre o e-SUS AB - Lançada em fevereiro de 2013, a estratégia e-SUS AB busca melhorar a gestão da informação na Atenção Básica em todo o país. Trata-se de um grande captador e distribuidor de informações da AB, que facilita processos de cadastro dos usuários, reduz o número de fichas a serem preenchidas pelos profissionais e melhora a comunicação entre os integrantes das equipes desta modalidade de atenção, entre outros avanços do novo sistema de informações.
Fonte: DAB - MS

26 de mar. de 2014

Novidades e atualizações sobre o e-SUS AB


No próximo mês de abril será disponibilizada a versão 2.0 do e-SUS-AB e com ela os municípios não mais precisarão usar/alimentar os seguintes aplicativos: SISPRENATAL, SISVAN, HIPERDIA, SISPNI, Bolsa Família. O e-SUS-AB receberá também as informações do Consultório de Rua, Brasil sem Miséria, Brasil Carinhoso, Melhor em Casa, Atenção Domiciliar (substitui o atual RRAS-AD, inclusive com uma versão para Tablet com o sistema operacional Android) e o já em operação Programa Saúde na Escola.

Está em processo à disponibilização de conectividade, via MS, para 14 mil UBS (tomara).

Para os municípios que possuem aplicativos próprios (como São Paulo com o SIGA, Curitiba, Belo Horizonte, Maringá e tantos outros) a Atenção Básica (DAB) disponibilizará a ferramenta THRIFT (http://thrift.apache.org) que viabiliza a interoperabilidade entes os aplicativos proprietários desses municípios e o e-SUS-AB. Através dessa ferramenta o SIGA e os outros aplicativos poderão exportar os seus dados para o e-sus-ab. No entanto é imprescindível que o DAB disponibiliza em tempo hábil o dicionário de dados e os metadados do e-SUS-AB para que estes municípios possam levantar quais os campos ou dados obrigatórios os seus aplicativos não possuem e estabelecer processo de desenvolvimento de seus sistemas.

Através de uma PAB Variável, o DAB planeja um estímulo para os núcleos de telessaúde, devendo ser construída uma integração entre o processo de teleconsultoria e o de regulação do acesso (agendamento de consultas). Será construída a integração do e-SUS-AB com o SISREG, e com isto a garantia ao profissional de um acesso rápido e fácil à teleconsultoria e/ou à regulação. Além dessa integração está previsto o lançamento de protocolos orientadores para as teleconsultorias.

Conheça os estados e municípios que já transmitiram dados para o SISAB:http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus.php?conteudo=relatorio

11 de jun. de 2013

Quanto custa implementar o e-sus?


Esta tem sido uma questão que temos recebido recorrentemente. Antes de falarmos em valores propriamente dito é importante o gestor de saúde e do município ter em mente uma coisa: todo e qualquer dinheiro gasto na informatização da atenção básica é um investimento que dará retorno financeiro a curtíssimo prazo, pois com a melhor gestão da informação  será possível dimensionar adequadamente todas as ações evitando desperdícios de dinheiro com mal de obra mal utilizada, materiais, e medicamentos adquiridos desnecessariamente e incontáveis horas de levantamento de informação para proposição de novos projetos e captação de recursos. Tudo isso sem falar na melhoria da qualidade do atendimento e a consequente satisfação do usuário.

O ministério da Saúde disponibilizou as expectativas de valores para implementação do E_SUS por UBS, considerando os aspectos lógicos e de infra estrutura envolvidos no processo de acordo com a realidade de cada unidade.
Todavia é preciso chamar a atenção para uma questão, que a nosso ver, é  fundamental para que o gestor não jogue fora seu investimento. Vamos chamar de aderência. O que garante que os profissionais vão utilizar o sistema?

A TI Medicina entende que este é a aderência o processo mais delicado da implementação do E-SUS e que de certa forma é negligenciado na proposta apresentada pelo Ministério da Saúde. É impossível ter certeza de que os profissionais de saúde de seu município estarão aptos e convencidos a utilizar a nova ferramenta em um treinamento coletivo de apenas 5 dias.

Aderência se faz com convencimento e apoio no cotidiano do trabalho. E isso só é possível com a personalização do treinamento e acompanhamento. Em seu serviço de saúde você deve ter profissionais que nunca tocaram em um computador (e que obrigatoriamente terão de fazê-lo a partir de agora) e profissionais que são aficionados por tecnologia. Somente a personalização e segmentação do treinamento e da implementação é capaz de superar este obstáculo.

É portanto necessário que o gestor ao pensar na implementação conheça a relação de que cada trabalhador do sistema de saúde tem com o universo da informática, do ACS ao profissional de nível superior (médico, enfermeiro, dentista).


É necessário que isto esteja alinhado a um programa de informação adequada de toda gestão municipal dos trabalhadores da saúde e da sociedade. É preciso contar com o apoio e o envolvimento do Conselho de saúde, das associações de bairro, e dos trabalhadores.

Portanto para o sucesso dessa estratégia em cada município é necessário o desenho de um projeto específico, adaptado à realidade de cada município e de cada trabalhador. O Investimento total para implementação pode inicialmente parecer maior que o esperado, mas os resultados para os trabalhadores, usuários e gestores públicos com certeza aparecerão rapidamente e compensarão os esforços iniciais.

Diretor Comercial TI Medicina
diretorcomercial@timedicina.com.br

31 de mai. de 2013

e-SUS: implantando o PEC e o CDS da Atenção Básica nas prefeituras


A utilização doe-SUS Atenção Básica é obrigatória para as equipes que realizaram atividades vinculadas à Semana Saúde na Escola (do Programa Saúde na Escola - PSE) e para as equipes com profissionais do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (PROVAB).

tela "escuta inicial" no acolhimento do PEC (prontuário eletrônico do cidadão) 

O primeiro passo na implantação do e-SUS AB é identificar as características tecnológicas disponíveis em cada UBS, como conectividade à internet, quantidade de computadores, quantidade de impressoras, suporte a informatização das unidades, entre outros. A partir das características de cada UBS, o gestor terá o diagnóstico sobre qual tipo de sistema que deverá ser implantado: Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC) ou Coleta de Dados Simplificada (CDS).


Nós da TI Medicina, dispomos de um programa de implantação do e-SUS na sua prefeitura, desde o levantamento da infraestrutura passando pela análise funcional dos processos de trabalho, com treinamento das equipes, de modo que haja a aderência dos profissionais ao novo sistema e o gestor disponha de dados de qualidade para análise.

Deseja uma ajuda para implementar na sua cidade? Entre em contato com a TI Medicina: diretorcomercial@timedicina.com.br

6 de abr. de 2013

e-SUS nas prefeituras: a nova plataforma da gestão municipal da saúde

Sistema Coleta de Dados Simplificada (CDS)
O e-SUS é nova estratégia do Ministério da Saúde para modernizar e melhorar a qualidade de atenção à saúde prestada à população.

O e-SUS Atenção Básica (AB) é o novo sistema da Atenção Básica que substitui o SIAB. Composto de dois sistemas de software (e-SUS/AB CDS e e-SUS/AB PEC) e que podem operar desde uma UBS sem computador até as novas com conexão de banda larga, computador nos consultórios e nas salas de atendimento. 

Coleta de Dados Simplificada (CDS)
O Coleta de Dados Simplificada (e-SUS/AB CDS) é um sistema onde os dados são coletados em fichas de papel e substituirá os sistemas atuais (ex.: SIAB, HIPERDIA, SISPré-Natal). Desse modo, essa modalidade também contribui para desburocratizar e dar maior agilidade ao atendimento na AB, pois o profissional precisará preencher menos fichas. 
e-SUS/AB PEC: Prontuário Eletrônico do Cidadão

O e-SUS/AB PEC, um Sistema com Prontuário Eletrônico do Cidadão, destinado a municípios cujas Unidades Básicas de Saúde são informatizadas, possuem algum grau de conectividade e contam com profissionais capacitados para apoiar sua implantação. 

A versão inicial do software desta modalidade com prontuário eletrônico, o e-SUS/AB PEC, possui ferramentas para cadastro dos indivíduos no território, gestão da agenda dos profissionais, acolhimento à demanda espontânea, atendimento individual e registro de atividades coletivas. A versão seguinte do sistema já prevê inclusão de outras funcionalidades como abordagem familiar, controle de imunização, prontuário de saúde bucal, gestão da lista de espera de encaminhamentos, gestão do cuidado a doenças crônicas, além de integração com Telessaúde e geração de relatórios dinâmicos. Também será possível monitorar pacientes faltosos e realizar controle de medicamentos e exames pelo computador.


Deseja uma ajuda para implementar na sua cidade? Entre em contato com a TI Medicina: diretorcomercial@timedicina.com.br

6 de fev. de 2013

E-SUS AB: o prontuário eletrônico da Atenção Básica do SUS

O Ministério da Saúde, Alexandre Padilha, lançou o software E-SUS  para o uso dos profissionais de saúde nas unidades básicas. Por meio desse programa, que está sendo testado em dez municípios brasileiros e estará disponível a todos a partir de março deste ano, será possível fazer prontuários eletrônicos, armazenar e acessar dados sobre os pacientes e sobre a rede de saúde.
Créditos da foto:  Diniz Neto - Informações e ideias

O programa pode ser usado em notebooks, tablets e celulares com plataforma mobile. O software poderá ser usado em versões online e off-line – em municípios onde as unidades de saúde ainda não estão conetadas à internet. Nesses locais onde não há rede disponível, o Ministério das Cidades irá custear a conexão a cerca de 14 mil unidades básicas que aderiram ao Plano Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade.

TECNOLOGIA NAS UNIDADES BÁSICAS – Outra ferramenta que moderniza os serviços de saúde é o software público E-SUS Atenção Básica (E-SUS AB), capaz de organizar a gestão do funcionamento das unidades básicas e que será ofertado gratuitamente a todos os municípios.

“O Ministério da Saúde desenvolveu um sistema para ajudar o prefeito a gerenciar melhor a Unidade Básica de Saúde, controlar o horário do médico, a agenda e manter as informações do prontuário do cidadão disponíveis aos profissionais de saúde. Assim, o médico vai saber quais doenças aquele paciente tem, quais tratamentos e exames já realizou e poderá prestar um atendimento de melhor qualidade”, informou Alexandre Padilha.


Segundo o ministro, a ferramenta irá proporcionar economia aos municípios. “Há municípios que chegaram a gastar até R$ 2 milhões para desenvolver um sistema próprio de informação. Agora, todos receberão de graça”, destacou.
As informações específicas sobre cada paciente que constarem na plataforma ficarão registradas nas unidades de cada município. Para ampliar a adesão a essas ferramentas e aperfeiçoar a capacidade de atendimento, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério das Comunicações, irá custear conexão a internet banda larga para as quase 14 mil unidades básicas que aderiram ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ). O programa induz a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica.


“Vamos financiar a Internet Banda Larga, com velocidade adequada para todas as UBS que fazem parte do PMAQ e ainda para as novas que vierem a fazer parte do programa. Desta forma, vamos garantir que todos os dispositivos e ferramentas que integram o conjunto de ações do sistema nacional de saúde sejam acessados por todas as UBS que fazem parte do PMAQ”, afirmou o secretário de Gestão Estratégica e Participativa, Luiz Odorico Andrade.


A conectividade garante maior agilidade no uso do Cartão Nacional, do prontuário eletrônico e do Portal do Cidadão, aumentando, assim, o acesso e a integração do SUS.


Em fevereiro, será realizada audiência pública com as operadoras de telefonia para definir o cronograma de implantação desse serviço. Após a discussão com o setor privado, a expectativa é lançar em março o edital para selecionar as empresas que levarão a conexão às unidades. Todos os custos serão pagos pelo Ministério da Saúde.