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10 de mai. de 2017

11/05 10:00 Inauguração da Telemedicina da NUTEDS UFC e do Portal Saúde Digital!

Amanhã teremos a inauguração do Núcleo RUTE da Faculdade de Medicina da UFC, que funcionará no NUTEDS (Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde), sob coordenação do Prof. Dr. Luiz Roberto de Oliveira. 

Para acesso à webconferência às 10:00, clique nas instruções aqui.

Na ocasião será comunicado o lançamento do Portal de Saúde Digital da UFC  que dará suporte ao Projeto de Ensino da Informática Biomédica nas graduações da Área da Saúde. 


Nesse portal será disponibilizada uma ambiência para que com uso de um fórum e de um repositório possamos discutir trabalhos da literatura internacional acerca do tema do ensino da Informática Biomédica, com o objetivo de criar uma ampla discussão nacional sobre o tema.

23 de abr. de 2017

Por que incluir a Informática Biomédica nos cursos de graduação de medicina?

Uma iniciativa do Prof. Dr. Luiz Roberto de Oliveira do NUTEDS da UFC para a inclusão da Informática Biomédica nos currículos de graduação da medicina e demais áreas de saúde para que os alunos saiam com competências computacionais exigidas pelos dias de hoje!


NUTEDS e Rede RUTE iniciam 1ª SIG de Educação em Informática Biomédica do Brasil

O Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará realizará, no dia 27 de abril, às 8h30, a primeira reunião do SIG de Educação em Informática Biomédica no Brasil. Criado em parceria com a Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), o projeto é pioneiro no país, promovendo o debate sobre o estímulo ao desenvolvimento de competência digital entre profissionais e estudantes na área da saúde, para uso produtivo das Tecnologias Digitais da Informação e da Comunicação (TDIC), de modo a melhorar o letramento digital e informacional já a partir dos cursos de graduação.

O SIG de Educação em Informática Biomédica foi proposto pelo coordenador geral do NUTEDS, Prof. Dr. Luiz Roberto de Oliveira, em março, por sugestão do Dr. Paulo Roberto de Lima Lopes, Coordenador de Inovação da Rede RUTE, ao mesmo tempo em que foi encaminhada proposta de criação do Núcleo RUTE na Faculdade de Medicina da UFC.  A ideia do SIG a ser inaugurado vem sendo discutida desde o começo do ano e ganhou apoio de diversos outros núcleos da rede, entrando na programação oficial da RUTE em abril.

Como participar?
A primeira reunião será feita por meio de uma webconferência, transmitida nacionalmente. O acesso é gratuito. Basta entrar como convidado, colocar o nome e acessar a sala virtual. Lá, é possível acompanhar as discussões, visualizar o conteúdo e participar do debate.

CLIQUE AQUI para acessar a sala virtual

Será disponibilizada ainda a sala de vídeo do NUTEDS para quem quiser acompanhar e participar da transmissão diretemanete no Núcleo. O NUTEDS fica no Bloco Didático da Faculdade de Medicina da UFC, Rua Professor Costa Mendes, 1608 - Rodolfo Teófilo – Fortaleza-CE. Térreo CEP: 60430-140.

Quem pode participar?

A web é aberta ao público. Além dos núcleos da Rede RUTE que apoiam e demonstraram interesse em participar do projeto (UFPE, UFRN, UFMG, Escola Bahiana de Medicina, UFMA, UNESP, USP, UERJ e a Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), devem participar alunos de graduação, residentes, alunos de especialização, mestrandos ou doutorandos, professores, pesquisadores e profissionais da saúde de nível médio ou superior, tanto da Medicina, como da Farmácia, da Odontologia, do Serviço Social, da Enfermagem, da Psicologia, da Fisioterapia, da Saúde Pública e da Informática.

O que é um SIG?

Os SIGs ( do inglês Special Interest Groups) são uma iniciativa fomentada pela Rede RUTE para promoção de debates, discussões de caso e até aulas à distância, por video ou webconferência, estimulando a integração e a capacitação entre profissionais de saúde em diferentes níveis de formação profissional.

O  SIG de Educação em Informática Biomédica deve acontecer mensalmente, na última quinta-feira de cada mês.

Sobre a Rede RUTE
A Rede Universitária de Telemedicina - RUTE, é uma iniciativa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), hoje presente em universidades e hospitais universitários (HUs) e de ensino em todo o país, visando apoiar o aprimoramento de projetos de telemedicina já existentes e aprimorar futuros trabalhos institucionais na área.

O NUTEDS na Rede RUTE

O NUTEDS passou a integrar a Rede RUTE em março deste ano. Trata-se de uma conquista importante, porque é o reconhecimento do esforço que tem sido feito pelo Núcleo para promover ações no âmbito das tecnologias na saúde, especialmente em termos de ensino e de capacitação de profissionais dessa área. Além disso, este será o primeiro núcleo RUTE da Faculdade de Medicina da UFC. Na prática, o núcleo já existe, mas a inauguração oficial será no dia 11 de maio.





12 de mar. de 2017

O que é o Conjunto Mínimo de Dados do SUS?

CMD (Conjunto Mínimo de Dados) é um estratégia do MS para aperfeiçoamento dos sistemas de informação do SUS, que foi instituído com a RESOLUÇÃO da Comissão Intergestores Tripartide (CIT) N 6, DE 25 DE AGOSTO DE 2016.
 
A implantação do Conjunto Mínimo de Dados (CMD) será gradual e unificará nove sistemas adotados no SUS. O registro das informações no CMD será realizado por todos estabelecimentos de saúde públicos e privados em território nacional e poderá ser realizado por meio dos sistemas já existentes que serão integrados no Barramento da Saúde ou por meio de solução gratuita disponibilizada pelo Ministério da Saúde.


1 de mar. de 2017

SBIS levanta grupos de pesquisa CNPq em Informática em Saúde



Durante a gestão 2017-2018, a Diretoria de Educação da SBIS realizou um levantamento dos grupos de pesquisa CNPq que trabalham com informática em saúde.

A lista é dividida em duas categorias: "grupos de pesquisa específicos de informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/grupos-de-pesquisa.pdf)" e "grupos de pesquisa que possuem linha(s) de pesquisa relacionadas à informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/linhas-de-pesquisa.pdf)".

Se você trabalha em um grupo de pesquisa em informática em saúde e o mesmo não consta na lista, por favor, nos informe pelo contato educacao@sbis.org.br.

17 de jan. de 2017

Palestra Gratuita 26/01 11:00- Educação em Bioinformática - Brasil e Portugal



O Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Universidade Federal do Ceará (NUTEDS/UFC) realiza, dia 26 de janeiro, às 11h (horário de Fortaleza/CE), a webconferência especial "Educação em Informática Biomédica: O Estado da Arte em Portugal e no Brasil", ministrada pelo Professor Ricardo João Cruz Correia, docente da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (U.Porto), em Portugal. A webconferência é aberta ao público.

A iniciativa faz parte da estratégia para a criação do Grupo de Interesse Especial (do inglês Special Interest Groups - SIGs) intitulada Educação em Informática Biomédica. A ideia é fomentar o debate sobre a Informática Biomédica no Brasil, tendo como base a experiência exitosa da universidade portuguesa. A Faculdade de Medicina da U.Porto conta com um departamento específico voltado para a Informática Médica, além de um Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde.

Também deve participar da web a Profa. Dra. Zilma Reis, do Centro de Informática Médica no Centro de Tecnologia em Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Participarão ainda os Núcleos da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) que devem compor o SIG Educação em Informática Biomédica. Além do NUTEDS, na Faculdade de Medicina da UFC, estão confirmados até agora os Núcleos da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, com o Prof. Dr. José Diniz Junior; da Escola Bahiana de Medicina, com o Prof. Antonio Carlos; da Universidade Federal de Pernambuco, com a Profa. Magdala Novaes; da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, com a Profa. Alexandra Monteiro.

Como participar?
 
A webconferência é aberta ao público em geral. Interessados podem acessar pelo link: http://webconf2.rnp.br/rutehuwcufc. Basta entrar como convidado, colocar o nome e acessar a sala virtual. Lá, é possível acompanhar as discussões, visualizar o conteúdo e participar do debate.
 
Sobre os SIGs e a Rede RUTE
 
Os SIGs são uma iniciativa fomentada pela Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) para promoção de debates, discussões de caso e até aulas à distância, por videoconferência ou webconferência, estimulando a integração e a capacitação entre profissionais de saúde em diferentes níveis de formação profissional.

A Rede RUTE é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que visa a apoiar o aprimoramento de projetos em Telemedicina em universidades públicas e Hospitais Universitários (HUs), estimulando a colaboração entre os parceiros, por meio de vídeo e webconferência, com palestras, educação permanente, Segunda Opinião Formativa e teleconsultas.

12 de jul. de 2015

Palestra online Gratuita: Curso de Informática Biomédica da UFPR


A Diretoria de Educação da SBIS tem o prazer de convidar a todos para a 6ª palestra do VI Ciclo de Seminários Online de Informática em Saúde. No dia 03/08/2015, teremos a palestra Curso de Informática Biomédica da UFPR.

Resumo: O Curso de Informática Biomédica da UFPR reúne e coloca à disposição do estudante um currículo que proporciona uma formação sólida e integrada, contemplando especialmente as áreas de:
- Bioinformática;
- Processamento de Imagens Médicas;
- Sistemas de Informação em Saúde.
O curso oferta 30 vagas anuais com ingresso no primeiro semestre, teve seu início em 2011 e tem duração de 4 anos. Exigindo do aluno dedicação em tempo integral, pois oferece disciplinas nos turnos da tarde e da noite. Possui convênios de Intercâmbio com Instituições no exterior, bem como bolsas de Iniciação Científica, monitoria e Tutoria.


Palestra: Curso de Informática Biomédica da UFPR

Data: 03/08/2015
Horário: 20h00 às 21h30
Palestrante: Prof.ª Dr. Lucas Ferrari de Oliveira


Mini Currículo do palestrante:

Possui graduação (1998) em Ciência da Computação pela Universidade de Marília (UNIMAR), mestrado em Engenharia Elétrica (2000) pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), doutorado (2005) em Ciências Médicas (Clínica Médica - Investigação Biomédica) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no Departamento de Informática (DInf) e é professor colaborador dos Programas de Pós-Graduação em Informática e de Engenharia Elétrica da UFPR. Atualmente é coordenador do curso de Informática Biomédica da UFPR. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Processamento de Imagens Médicas atuando principalmente nos seguintes temas: alinhamento de imagens, cintilografia miocárdica, neurologia e epilepsia.


Você é nosso convidado. A palestra é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. Para acessar a sala virtual de webconferência, utilize um navegador de internet, acesse o link abaixo e entre na sala como Convidado, usando o seu nome.

https://meet52658369.adobeconnect.com/_a1106706205/vi_ciclo_seminarios_online_tics_sbis/

Atenciosamente,

Diretoria de Educação SBIS - Zilma Reis e Juliana Souza-Zinader

18 de jun. de 2015

Inscrições para Especialização em Informática em saúde pela UNIFESP à distância (2015-2016)



Está aberto  o processo de seleção do Curso de Especialização em Informática em Saúde UAB/UNIFESP, modalidade a distância. O período de inscrição vai de 17/06 a 15/07/2015.


Edital para TUTORES se candidatarem para trabalhar no curso

Especialização em Informática em Saúde

Objetivos do Curso
Oferecer as condições necessárias à especialização em informática em saúde na modalidade educação a distância aos profissionais interessados;
Socializar conhecimentos já produzidos e organizados da área da informática em saúde;
Desencadear novos processos sistematizados e orientados de produção de conhecimento em informática em saúde;
Proporcionar conhecimentos suficientes para a gestão de serviços de informática no ambiente de saúde.
Público Alvo
Este curso destina-se a profissionais graduados, com nível superior concluído, das áreas de saúde, biológicas, exatas e humanas com interesse de formação em informática em saúde.
Concepção do Curso
Esse curso é realizado na modalidade à distância, utilizando o ambiente virtual de aprendizagem oficial da UNIFESP, que é a plataforma Moodle, para apresentação
do conteúdo e para o cumprimento das atividades avaliativas.
O curso baseia-se na compreensão da aprendizagem como um processo de construção coletiva de conhecimentos a partir da reflexão sobre a prática. Proporciona aos participantes um conjunto de experiências de aprendizagem individual e coletiva com o objetivo de prepará-los para entender e atuar em hospitais e serviços de saúde onde haja sistemas de informação de saúde e outros recursos baseados no uso das tecnologias de informação e comunicação na saúde.
Possui acompanhamento de tutoria. Os tutores são especialistas no conteúdo do curso e selecionados previamente pela Coordenação. Durante todo o curso, o tutor estará disponível para:ƒƒ esclarecer dúvidas sobre o conteúdo do curso; acompanhar a frequência e o aproveitamento dos participantes; receber sugestões para melhoria do curso; facilitar o entendimento das disciplinas e acompanhar o aluno no processo de aprendizagem.
Temas Abordados
História da Informática em Saúde
Fundamentos da Informática em Saúde
Fundamentos das Ciências da Saúde
Fundamentos das Ciências da Computação
Estratégias e Técnicas de Gerenciamento de Dados
Bases de Dados em Saúde
Sistemas de Informação em Saúde
Prontuário Eletrônico do Paciente
Metodologia Científica em Informática em Saúde
Imagens Médicas
Telemedicina e Telessaúde
Padrões de Normatização em Informática em Saúde
Gestão e Economia em Saúde
Tecnologias para Capacitação Profissional em Saúde
Carga Horária
490 horas
Início e Duração
23 de agosto de 2015, 15 meses
Turno
Realizado a distância, com indicação de duas horas diárias de estudo, 5 dias na semana, com 3 encontros presenciais ao longo do curso no polo UAB (aos sábados)
Valor da Inscrição e Mensalidade
Curso gratuito
Local da Inscrição: http://portal.uab.unifesp.br/?p=1979
Certificação
O aluno que cumprir satisfatoriamente todas as exigências do curso receberá Certificado de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, em “Especialização em Informática em Saúde”, expedido pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP – EPM e credenciado pelo MEC (Credenciamento para a oferta de cursos superiores à distância – Portaria nº 804/06 de 27/03/2006 publicada em 28/03/2006).

13 de jun. de 2015

Palestra online gratuita: Realidade Virtual e Aumentada aplicada à Saúde 06/07

A Diretoria de Educação da SBIS tem o prazer de convidar a todos para a 4ª palestra do VI Ciclo de Seminários Online de Informática em Saúde. No dia 06/07/2015, teremos a palestra Realidade Virtual e Aumentada aplicada à Saúde.

Resumo: A Realidade Virtual é uma área tipicamente multidisciplinar que envolve conceitos provenientes das Engenharias, Computação, Física, Artes e também da área específica da aplicação à qual ela se destina. Por permitir uma interação humano-computador mais natural em ambiente tridimensional e possibilitar a reprodução de situações reais, torna-se um recurso de amplo potencial para a área da saúde. Esta palestra aborda conceitos, desafios e oportunidades de aplicações de Realidade Virtual na área de saúde no Brasil, apresentando um estudo sobre as pesquisas na área e aplicações desenvolvidas. A análise da situação atual mostra que há vários grupos brasileiros de pesquisa desenvolvendo aplicações com grande diversidade de assuntos, contemplando principalmente as áreas de treinamento e educação. A partir da análise conduzida, verifica-se que ainda há vários desafios a serem superados a fim de que as aplicações de Realidade Virtual sejam incluídas na rotina dos profissionais da área de saúde. Se por um lado tais desafios retardam o uso efetivo desta tecnologia na prática, por outro constituem oportunidades ímpares de pesquisa e desenvolvimento. 


Palestra: Realidade Virtual e Aumentada aplicada à saúde

Data: 06/07/2015 

Horário: 20h00 às 21h30 



Mini Currículo da palestrante:

Graduada e mestre em Engenharia Elétrica pela Escola de Engenharia de São Carlos - USP, doutor em Física Professora da Universidade de São Paulo. Bacharel em Ciência da Computação, Mestre em Engenharia Elétrica, Doutora em Física Computacional. Trabalha na área de processamento gráfico aplicado à saúde, desenvolvendo pesquisas na área de treinamento médico virtual, jogos sérios para saúde, sistemas de auxílio ao diagnóstico e recuperação de imagens e modelos tridimensionais por conteúdo. Atualmente tem se dedicado a orientar e desenvolver trabalhos na área de simulação de procedimentos virtuais e jogos de reabilitação. É pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Sistemas de Informação (EACH-USP) e do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (EP-USP).


Você é nosso convidado. A palestra é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. Para acessar a sala virtual de webconferência, utilize um navegador de internet, acesse o link abaixo e entre na sala como Convidado, usando o seu nome. 

http://meet52658369. adobeconnect.com/vi_ciclo_ seminarios_online_tics_sbis/

26 de abr. de 2015

Artigo sobre comparação de gráfico de visualização de exames laboratoriais de 8 prontuários eletrônicos


Graphical Display of Diagnostic Test Results in Electronic Health Records: A Comparison of 8 Systems.
Sittig DF, Murphy DR, Smith MW, Russo E, Wright A, Singh H. Journal of the American Medical Informatics Association : JAMIA : 2015 Mar 18 pg

Objetivo: determinar o quão bem registros eletrônicos de saúde (RES) atuais facilitaram os processos de visualização e interpretação dos resultados dos testes laboratoriais clínicos. Foram avaliadas as telas gráficas dos resultados dos testes laboratoriais em oito RES usando critérios objetivos para gráficos ideais com base na literatura e na opinião de especialistas.

Método
Foram avaliadas telas gráficas de visualização de resultados de exames laboratoriais em oito interfaces do usuário de Registros Eletrônicos de Saúde, como na tabela 1.

sistemas avaliados

Foram desenvolvidos 11 critérios para gráficos ideais baseado na literatura,  e usados para a comparação dos RES, como pode ser visto abaixo:

critérios de avaliação


Visão geral dos critérios utilizados para avaliar telas gráficas da RSE
  • Patient ID visible: O nome do paciente, data de nascimento e sexo são claramente apresentados no gráfico, ou no quadro de exibição que incorpora o gráfico e não pode ser obscurecido ao ver o gráfico.
  • Title: A descrição do conteúdo do gráfico, incluindo a(s) variável(eis) observada (s), é(são) claramente visível(eis) no gráfico.
  • x-axis label: A descrição do significado do conteúdo do eixo x é exibido claramente. O rótulo de "Data" ou "Time" pode ser suprimido se os rótulos do eixo x são claramente identificados com data (02 de fevereiro de 2015) ou hora (11:00).
  • x-axis scale: O eixo x tem intervalos de escala espaçados de maneira uniforme. 
  • x-axis values: O x -axis tem rótulos que indicam claramente o valor numérico de marcas de escala. As xrótulos -axis carrapato marca deve aumentar em valor como eles se movem da esquerda para a direita ao longo do eixo.
  • y-axis label: Etiqueta no eixo y mostra claramente o nome da variável e suas unidades (por exemplo, Pressão Arterial Sistólica [mm Hg]).
  • y-axis scale: O y -axis tem intervalos de escala espaçados de maneira uniforme 
  • y-axis values: O eixo y tem rótulos que indicam claramente o valor numérico de marcas de escala. Os rótulos de marcas de escala do eixo y devem aumentar em valor à medida que avançam desde a parte inferior para a parte superior do gráfico.
  • Legend: Se existirem duas ou mais variáveis no gráfico, deve haver uma legenda explicando as diferentes cores ou formas utilizadas para marcar os pontos de dados.
  • Reference range: O intervalo de referência é mostrado para cada variável observada. 
  • Data details: Valores exatos de pontos x-y devem estar disponíveis (por exemplo, o usuário pode ver, passe o mouse sobre com o mouse ou clique para ver mais detalhes) para cada ponto de dados em gráfico. 

A avaliação revelou que nenhum dos gráficos dos RES que estudamos reuniu todos os 11 critérios de avaliação. A magnitude da deficiência de 10 de 11 critérios para 5 de 11. Nenhum tinha um gráfico com rótulos do eixo x nomeados ou com as unidades de medida. Um sistema representou graficamente os resultados em ordem cronológica inversa (ou seja, os resultados mais recentes sobre o lado esquerdo do gráfico). Outro sistema mostrou dados coletados em pontos desigualmente espaçados no tempo, o que teve a percepção visual de desvio entre pontos de dados interpretada erroneamente. Esta deficiência teve um impacto negativamente significativo sobre a segurança do paciente. Apenas dois sistemas permitiam aos usuários ver ao passar o cursor, ou clicar em um ponto de dados para ver os valores exatos das coordenadas x - y. Três sistemas não exibiam ID do paciente diretamente no gráfico. 

Cursor mostra dados exatos

ordem cronológica inversa dos dados
Discussão/Conclusão:
A visualização e interpretação dos resultados de testes laboratoriais é fundamental na segurança do paciente. Além disso gráficos que mostram os dados em ordem cronológica inversa pode causar confusão aos usuários.
A visualização clara e imprecisa de dados ao longo do tempo pode ter sérias implicações na tomada de decisão clínica.
Recomenda-se que a legislação vigente nos EUA possa garantir a exibição visual clara e precisa dos dados laboratoriais  através de critérios no teste de certificação. Estes critérios devem ser baseados na melhor evidência científica disponível a partir da literatura e da opinião de especialistas, quando não houver evidência publicada. 

12 de abr. de 2015

Artigo sobre âmbito da computação em nuvem na área da saúde

A scoping review of cloud computing in healthcare . Lena Griebel , Hans-Ulrich Prokosch , Felix Köpcke , Dennis Toddenroth , Jan Christoph ,Ines Leb , Igor Engel e Martin Sedlmayr. BMC Medical Informatics and Decision Making. 15 (Mar. 19, 2015): p17.


Revisão de 102 publicações do MEDLINE de Julho de 2013 a Dezembro de 2014. 
Seis domínios para computação em nuvem nos cuidados de saúde foram classificados em ordem decrescente pelo número de artigos incluídos:
1. Telemedicina / Teleconsulta
2. Imagens Médicas
3. Saúde pública e auto-gestão dos pacientes
4. Gestão Hospitalar / sistemas de informação clínica
5. Terapêutica
6. O uso secundário de dados


1- Telemedicina / teleconsulta: Apoiar a comunicação e partilha de dados entre as partes interessadas na área da saúde é o domínio mais proeminente dos quais 34 artigos, com as seguintes aplicações:

  • sistema de partilha de Prontuário eletrônico e PACS
  • rede ponto-a-ponto para transferir informações médicas como registros de pacientes e histórias médicas entre diversos atores, como hospitais e ambulâncias em um cenário de emergência médica
  • serviços médicos em nuvem de emergência: figura com componentes do sistema como infrastructure as a service (IaaS) , platform as a service (PaaS) and software as a service (SaaS).
  • Cloud Cardiology®: um servidor em nuvem permite compartilhar ECG simultaneamente dentro e fora do hospital
  • ECG de 12 derivações: serviço de telemedicina baseado em computação em nuvem, descreveram claramente como o processamento, visualização, gestão e serviços de e-learning são implantados dentro da plataforma comercial em nuvem da Microsoft Azur
  • e-Science Central: conjunto de serviços de nuvem prestados, que abrangem serviços de armazenamento de dados, mas também a execução do serviço, de fluxo de trabalho e segurança
  • projeto MOVEeCloud: médicos especialistas avaliar a atividade física dos pacientes com base nos dados enviados para a nuvem e-Science Central por acelerômetros wearable.
  • caREMOTE: protótipo de um relatório de supervisão der cânvcer, controlo da qualidade de vida e sinais vitais com telemedicina, que é acessível por dispositivos móveis, protótipo usa a infraestrutura de nuvem que foi construída sobre o Google App Engine (GAE) e os dados foram armazenados emGoogle's Big table technology.
  • dados de sensores de smartphone para detectar padrões de atividade e, finalmente, os padrões de estilo de vida
  • sistema de monitoramento em tempo real remoto de saúde baseada em nuvem (CHMS), que tem como objetivo integrar as redes de sensores multi-hop e computação em nuvem
  • telemonitorização no campo da neurociência: sistema on-line prototypic EEG-BCI (Brain Computer Interface) com base em EEG fones de ouvido sem fio e telefones celulares para prever estados cognitivos em pacientes saudáveis em doentes em situações dinâmicas de vida real
2- Imagiologia médica: armazenamento, compartilhamento e cálculo de imagens
  • PACS baseado em nuvem pode permitir o armazenamento de imagens médicas como "PACS-as-a-Service" ou até mesmo fornecer “radiology round-the-clock” altamente flexível
  • protótipo de prova de conceito para demonstrar que é possível a troca de imagens segura entre um cliente e um servidor DICOM hospedado no Microsoft Azure
  • cliente Android para receber informações do paciente e imagens de um servidor central que é executado em uma máquina virtual Amazon e medidos os tempos de download de imagens via 3G e WLAN. Além de o servidor estar na Internet, nem detalhes sobre a nuvem-particularidades nem sobre proteção de dados / segurança são questões mencionadas.
  • algoritmo de reconstrução cone-beam CT usando MapReduce, avaliado em 10 a 200 cloud nodes da Amazon que experimentam a 1/n diminuição do tempo de computação
  • projeto financiado pela Microsoft para implementar um ambiente de pesquisa virtual para reduzir as barreiras à examers imaginológicos no câncer
3- Saúde pública e auto-gestão dos pacientes: prevenção, promoção da saúde ou melhoria para os cidadãos e os pacientes, mas também para grandes grupos populacionais (epidemiologia)
  • HealthATM: infra-estrutura de saúde pessoal baseada em nuvem para fornecer à indivíduos de grupos populacionais carentes (ou seja, pessoas sem seguro de saúde) acesso instantâneo às suas informações de saúde
  • sistemas para informar os grupos de pacientes carentes que sofrem de diabetes e hipertensão com chamadas telefônicas automatizadas para permitir uma melhor auto-gestão das doenças
  • Sistema baseado em nuvem  para armazenar dados pessoais de saúde e estilo de vida através de dispositivos móveis
  • Telecare Medical Information System (TMIS): serviços médicos para os pacientes e profissionais da área médica, como uma monitorização remota de sinais fisiológicos, através de smartphones
  • protótipo de MyPHRMachines onde uma nuvem é usado para fazer upload dos dados relacionados com a saúde e o software aplicativo lê e analisa em um sistema de registro pessoal de saúde
  • TPM (Tele-PTSD Monitor) :monitor de transtorno de estresse baseado em nuvem para pacientes que sofrem de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) monitorarem seu progresso durante o tratamento
  • IAServ (Intelligent Aging-in-place Home care Web Services): plataforma eletrônica de prestação de serviços de saúde para os idosos em domicílio
  • iFit, que é uma plataforma para a promoção da aptidão física para os idosos através de atividades de gamificação
  • solução para trabalhar com dados de grandes populações por conceituar o uso de nuvens privadas virtuais para informação sobre saúde pública
  • redução do tempo de execução para epidemia de análises usando estruturas em nuvem
  • arquitetura baseada em nuvem para simulação de surtos de gripe pandémica
  • plataforma móvel de saúde baseada em nuvem com foco em eficiência energética
4- Gestão hospitalar e sistemas de informação clínica: implantação de sistemas de informação clínica em nuvens
  • nuvem privada dentro de Seoul National Bundang Hospital Universitário (Coréia), com base na tecnologia de virtualização, uma infra-estrutura de desktop virtual e 400 máquinas virtuais, com acesso fácil a cada um dos sistemas de informação do hospital de todos os dispositivos em todo o hospital.
  • ambiente de dois departamentos do hospital romenos com dois subsistemas clínicas diferentes que são capazes de trocar dados entre si com base em HL7 CDA
  • CMSDF : infraestrutura de dekstop virtual baseado em nuvem é detida e gerida por um grande hospital, que é capaz de compartilhar seu software médico como SaaS com as instituições de saúde Grassroot (menor nível administrativo das instituições médicas na China)
  • transferência de recursos da saúde para sistemas de nuvem deve ler em conta vários requisitos em relação à privacidade e confidencialidade dos dados do paciente e que uma empresa externa é necessária para auditar os mecanismos de segurança do provedor de plataforma de nuvem.
5- Terapêutica: planejamento, gerenciamento ou análise de intervenções terapêuticas
  • site para acesso a informações sobre compostos da droga usada na medicina tradicional chinesa
  • protótipo de um sistema de apoio à decisão clínica (CDS) que os pacotes de dados de um paciente são enviados para um SaaS remoto para análise, ou seja, aplicação de regra e comparação das avaliações locais versus os resultados obtidos  analisados ​​em remotamente
  • sistema de apoio à decisão baseado em nuvem para o reconhecimento precoce da sepse
  • avaliar o ganho de desempenho quando se deslocam simulações de Monte Carlo para o planejamento de radioterapia para a nuvem.
  • modelo baseado em nuvem da Amazon para simulação Monte Carlo da dose de radiação.
6- Uso secundário de dados:
  • Possibilidade de armazenasr e compartilhar dados de pesquisa em saúde e dados de prontuários eletrônicos em uma estrutura de computação em nuvem de modo a cumprir o HIPAA
  • abordagem para permitir serviços baseados em nuvem, que deve oferecer alta escalabilidade e segurança de dados HIPAA-compliant, propóe um protótipo SaaS baseado em NLP, em nuvem para permitir a extração, processamento, gestão, e comparação de dados médicos de vários hospitais
  • serviço NPL baseado em nuvem onde  texto livre é deidentificado antes de colocar na nuvem, com benefícios do uso de computação em nuvem como redução do custo de processamento de dados (sem investimento inicial, pay per use) e os serviços gerenciados que permitem o uso de serviços de computação intensivos e complexos por provedores de dados com departamentos de TI pequenos.
  • modelos de mineração de dados e os resultados podem ser partilhados entre os diferentes hospitais usando servidor baseado em nuvem.
  • sistema protótipo que permite uma arquitetura baseada em nuvem para o mineção e nomarlização de dados para o intercâmbio entre hospitais
Conclusão:

Uma aplicação que realmente melhora a prestação de serviço na Saúde,  por meio da computação em nuvem,  deve descrever explicitamente as características específicas da nuvem da sua aplicação de acordo com as definições do NIST, como elasticidade rápida ou serviço medido, onde um modelo de pay-per-use substitui investimentos iniciais . Pool de recursos ajuda as organizações a consolidar e simplificar os serviços de infra-estrutura e tendências existentes em virtualização. 

Além disso, se a computação em nuvem é uma das principais características de um aplicativo de assistência médica, recomendamos que em futuras publicações, autores que descrevem o modelo de implantação particular escolhido e  tipo de serviço de nuvem usado.

5 de abr. de 2015

Artigo sobre fatores de sucesso para implantação de prontuário eletrônico em ambientes de baixa renda

Fleur Fritz , Binyam Tilahun , Martin Dugas J Am Med Inform Assoc (2015) 22 (2): 479-488 DOI: http://dx.doi.org/10.1093/jamia/ocu038 First published online: 13 March 2015 (10 pages)

Revisão da literatuta (PUBMED) de 47 trabalhos de 1999 até 2013de onde foram extraídos 381 critérios de sucesso e 229 medidas correspondentes. Dos artigos, cerca de três quartos eram de países africanos. O país com o maior número de publicações a África do Sul.
Foi definido como ambiente de baixa renda, partes do mundo em que os recursos para a saúde (dinheiro, recursos humanos, e técnico infra-estrutura) são escassos, com características como deficiência de infra-estrutura  e financiamento na saúde assim como falta de pessoal treinado; deficiência de infraestrutura de TI e pouco treinamento de TI de saúde dentro do currículo médico; situação política que influencia muito dinâmica organizacional, o que dificulta a gestão eficiente do projeto e muitas vezes grande variedade de diferentes línguas tornando-se difícil de usar prontuários em Inglês. A definição de sucesso usada foi baseada no modelo de sucesso dos sistemas de informação DeLone e McLeanDeLone e McLean, a qualidade do sistema, a qualidade da informacão, a utilizacão, a satisfacão do utilizador, o impacto individual e organizational.

Os 381 critérios de sucesso são distribuídos nas seguintes categorias, classificadas por frequência: 112, funcionalidade (29%); 88, organizacional (23,5%); 82, técnico (21,5%); 37, a formação (10%); 24, política (6%); 21, ética (5,5%); e 17, financeira (4,5%).
  • Funcionalidade: ter um dicionário de dados, a qualidade dos dados, ou métodos de entrada de dados, Recursos opcionais ou extras designados especificamente para os usuários finais do prontuário eletrônico , critérios de usabilidade e funcionalidades mencionadas necessárias para agregar e reportar dados.
  • Organizacional:  recursos humanos, por exemplo, ter pessoal qualificado suficiente; questões de gerenciamento de projetos e o compromisso com o projeto de implementação do prontuário pela administração, critérios que estimulam ou impedem o uso do sistema e atitude em relação ao prontuário.
  • Técnico: infra-estrutura, como a rede e acesso à internet, bem como fonte de energia, características arquitetônicas do prontuário, questões de segurança e privacidade que precisam ser resolvidos antes que o prontuário seja implementado com sucesso além de  normas, incluindo padrões de interface, como HL7.
  • Formação: treinamentos, conhecimento existente e caracteríristicas da equipe, principalmente o conhecimento computacional dos usuários.
  • Política: confiança, atitude de mudar, e vontade política em geral. Cerca de um terço se relacionam com as políticas e a infra-estrutura do sistema de saúde, por exemplo, a localização de hospitais e a definição de tecnologia da informação e comunicação em geral.
  • Ético: sustentabilidade do prontuário implementado,  preocupações de privacidade e segurança.
  • Financeiro:  disponibilidade de recursos, a maioria deles mencionou especificamente recursos humanos. As despesas gerais e a necessidade de eficiência foram mencionados em 37% dos critérios.

Os resultados sugerem que os principais critérios para o sucesso da implementação do prontuário eletrôncio dependem da funcionalidade do sistema implementado, seguido pela estrutura organizacional e apoio para o projeto, bem como a disponibilidade da infra-estrutura técnica. Surpreendentemente, o financiamento não foi encontrado entre os principais critérios, embora parecça ser um fator importante, pois é quase sempre mencionado inicialmente, quando se fala em ambientes de baixa renda. A colocaçãodo fator financiamento pode ser devido ao fato de que muitos desses projetos foram financiados por doadores, com custos não está sendo discutidos. No entanto, o aspecto financeiro precisa ser levado em conta. Estudos mostram que há um retorno sobre o investimento em ambientes de baixa renda após 3 a 5 anos.

Neste estudo, parece que os fatores de sucesso são semelhantes aos encontrados em países com melhor renda. No entanto, deve-se reconhecer que existem diferenças em certos fatores individuais, como critérios de infraestrutura técnica, como fonte de energia e redes estáveis.

Projetos de implementação de prontuário eletrônico em ambientes de baixa renda precisam ser cuidadosamente planejados e, idealmente, com base nas melhores práticas para evitar o desperdício de recursos escassos. Responsáveis políticos, gestores e gerentes de projeto não devem preocupar-se apenas sobre as finanças, mas também, como demonstrado na revisão, nos aspectos funcionais, organizacionais e técnicos do PEP. Em particular, os métodos de manipulação de dados confiáveis, recursos humanos e gestão eficaz do projeto, bem como a arquitetura técnica e questões de infra-estrutura são fatores-chave para fazer implementações de sucesso.

9 de fev. de 2015

O que faz um médico especialista em Informática em Saúde?

áreas de atuação do Médico Informata em Saúde

O que é Informática em Saúde?

A Informática em Saúde estuda e desenvolve sistemas computacionais para apoio às atividades médicas, trabalhando com análise e processamento digital de sinais bioelétricos, processamento digital de imagens médicas, desenvolvimento de sistemas de monitoração, apoio ao diagnóstico e à decisão e sistemas de instrução inteligente auxiliada por computador.

O que faz um Médico Informata?

Os médicos que praticam Informática Médica colaboram com outros profissionais de saúde e de tecnologia da informação para analisar, projetar , implementar e avaliar as tecnologias de informação e de comunicação (TICS) que melhoram os resultados de saúde individuais e da população,  a assistência ao paciente e reforçam a relação médico -paciente. 


Esses profissionais usam seu conhecimento da assistência ao paciente combinado com sua compreensão dos conceitos de informática , métodos e ferramentas para : 
  • Avaliar as necessidades de informação e de conhecimento dos profissionais de saúde e pacientes; 
  • Caracterizar, avaliar e aperfeiçoar processos clínicos; 
  • Desenvolver, implementar aquisição, personalização, desenvolvimento, implementação, gestão, avaliação e melhoria contínua dos sistemas de informação clínica .

Áreas de atuação:
  1. Sistemas de informação em Saúde
  2. Certificação Registros eletrônicos em Saúde da SBIS
  3. Telemedicina e telessaúde
  4. Internet em saúde
  5. Padronização de informação em saúde: nomenclaturas, ontologias
  6. Mineração de dados em Informação Médica
  7. Educação Médica em EAD
  8. Processamento de Imagens Médicas
  9. Sistemas de Apoio a decisão clínica
  10. Prontuário eletrônico do Paciente
Retirado do site: http://timedicina.com.br

14 de dez. de 2014

Especialização em Informática em Saúde no Hospital Sírio-Libanês: inscrições até 10/01/2015


As inscrições estão abertas até dia 10/01/2015 para a Pós-Graduação em Informática em Saúde do Hospital Sírio Libanês.

O curso visa capacitar os profissionais envolvidos na modelagem, implantação e gestão de processos de saúde. O objetivo é promover conhecimento tecnológico para facilitar a captura, o processamento e a utilização de dados, proporcionando melhorias de processos e, consequentemente, da condição da saúde das pessoas.

Com isso, o participante terá a e-saúde como centro do seu processo de trabalho e das suas estratégias, sendo capaz de aperfeiçoar o atendimento e o fluxo de informações e oferecendo apoio qualificado às decisões clínicas e de gestão.


São 40 vagas oferecidas para gestores, médicos, enfermeiros, informatas, e todos os outros profissionais para um programa de pós-graduação baseado nas principais competências em Informática em Saúde, conforme a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde.

Mais informações aqui.

8 de set. de 2013

Game de Nanotecnologia ensina princípios básicos do tratamento tumoral


NanoDoc é um game permite bioengenheiros e o público em geral projetar novas estratégias de nanopartículas para o tratamento de câncer. Você vai aprender sobre nanomedicina e explorar como nanovehicles podem cooperar entre si e com seu meio ambiente para matar tumores. 

  • Dosagem: quantas nanopartículas são necessárias para matar um célula tumoral sem atingir as células saudáveis.
  • Especificidade: quantas nanopartículas são necessárias para matar uma célula tumoral preservando as células saudáveis. 



  • Difusão: a difusão ocorre de áreas mais concentradas para menos concentradas e as partículas maiores se difundem mais lentamente. Crie partículas maiores quando o tumor está mais próximo dos vasos e menores quando estão mais afastados.

  • Active Targeting: é cobrir a nanopartícula com um "sensor"que será igual ao da célula tumoral alvo.

  • Terapia combinada: combinar 2 nanopartículas com proppiedades diferentes para obter um melhor efeito nas células tumorais.

  • Delivery: é fazer chegar a nanomartícula no alvo, por meio de Effectors que podem ser drogas, siRNA destinados a reprogramar a célula, calor, ou fatores que podem ativar outras nanopartículas.

  • Materiais inteligentes: são materiais que têm uma função ativa , muitas vezes em resposta ao ambiente, e são feitos para reagir em certas condições como pH, temperatura ou na presença de certas enzimas. Para criar um material inteligente, você pode adicionar uma "ação". As ações são as linhas mostradas abaixo que ligam sensores aos effectors. Quando o sensor de nanopartículas se liga com outra nanopartícula ou uma célula, ela irá libertar os seus effectors, tornando-o um material responsivo.