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4 de mar. de 2017

App Photomed: catalogue as fotos dos seus pacientes no iPhone

Estava procurando um app que catalogasse as fotos dos meus pacientes, para que eu pudesse atualizar o aspecto das lesões facilmente com a evolução do tratamento e a resposta é o app Photomed.


O aplicativo tem uma interface limpa e intuitiva, fácil de usar, e é muito rápido. É necessário em cadastro que não exige CRM, mas pede a especialidade. Basta email e senha.


Uma vez logado no app, não é preciso nova identificação para abrir o aplicativo, o que é um problema em termos de privacidade. Atualizado: segundo informações da Photomed a última atualização conta com biometria, mas como instalei no iPad para experimentar, não vi essa funcionalidade. O ideal é que fosse como um app de banco, com tempo de inatividade para deslogar e necessidade de nova senha ou biometria para logar novamente.

Tela de paciente
 Ideal para estudantes de Medicina, Médicos, enfermagem, e outros profissionais de saúde que lidam com estética. 
Tela timeline
Outra limitação é que está disponível somente para iPhone. Ainda não disponível para Android ou tablets em geral.


Idioma: português
Preço: gratuito
iOS (iPhone)

5 de set. de 2014

parte 2- Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- USOS


Continuando a análise da pesquisa/enquete realizada no blog e redes sociais, hoje abordarei os principais usos que os médicos fazem de seus smartphones.


Na pesquisa era possível marcas quantas opções desejasse.  Opções: 1-Apps médicos, 2- Sites de referência (busca na internet), 3- Acesso a prontuário eletrônico do paciente, 4- Orientação a pacientes. 5-Discussão de casos via Whatsapp, Skype, etc, 6- Livros médicos, PDfs, revistas médicas , 7-Outros
Considerando o sistema operacional escolhido, os médicos usuários de iOS (iPhone) aproveitam mais as funções de smartphone de seus celulares dos que os usuários de Android, com 91% usando aplicativos médicos contra 78% dos Galaxys, demonstrando mesmo assim, a incrível utilidades dos apps médicos para a medicina. Isso vem corroborar um dado que eu obtive em outra pesquisa, e que a maioria dos desenvolvedores já sabe, que desenvolver para iOS é financeiramente mais vantajoso que para Android em se tratando de apps médicos. Usuários de Android compram bem menos apps que usuários de iOS.

Já no uso de sites de referência, ou seja, buscar na internet informações médicas sobre assuntos de interesse, a usabilidade manteve o padrão de ser maior no iOS, com 88%, contra 59% dos médicos que usam Android. 

No acesso a Prontuário Eletrônico de Pacientes (PEP), a adesão ao uso por tecnologia móvel é muito baixa, com 12% no iPhone e 9% no Galaxy. Isso se deve a  que no Brasil, ainda não há regulamentação de aplicativos médicos quanto a requisitos mínimos de segurança e privacidade. A maioria dos desenvolvedores de software opta por dar somente acesso a consultas nos PEPs, não sendo possível utilizar toda a gama de funcionalidades dos softwares com a comodidade da mobilidade.

A orientação a pacientes usando a tecnologia móvel também ainda é incipiente, com 25% dos donos de iPhone e 18% dos de Samsung Galaxy. 

Um dado muito interessante é o uso dos smartphones para discussão de casos clínicos, onde o Android supera o iOS no uso médico, com 62% contra 54%. Não encontrei nenhuma justificativa para esse fato, e não o observo na minha prática clínica.

Outro uso bastante frequente foi usar a tecnologia móvel para ler livros médicos, artigos (PDFs) e revistas médicas, com 83% dos iPhones contra 68% dos médicos que tem Samsung Galaxy.

Outros usos citados foram: vídeos médicos, mapas mentais e webmeetings.

O uso dos smartphones de acordo com a idade dos médicos e os principais usos

Como mostrado no outro post, parte 1, a faixa etária que menos usa para fins de medicina é a dos 41 a 50 anos, justamente a que considera o smartphone menos útil na prática clínica. A faixa etária que mais usa é a dos 21 aos 30 anos, faixa que a maioria dos médicos ainda estão em formação nas suas residências e plantões e onde o celular com as funções de smartphone se mostra mais útil.


O primeiro uso que os médicos fazem de seus celulares é principalmente os aplicativos médicos e em segundo lugar a utilização para ler livros, artigos científicos e revistas. A faixa etária mais adepta aos apps médicos é a de 20 a 30 anos e a menos adepta é dos 41 a 50 anos. Fica claro que as gerações mais novas se adaptaram melhor ao uso das tecnologias móveis em seu cotidiano médico. Os médicos na quinta década de vida, apesar de mais resistentes ao uso médicos dos smartphones, aderiram relativamente melhor ao uso da mobilidade para acessar dados de pacientes.


O que me chamou a atenção foi que, no mínimo,  34% dos médicos entre 41 e 50 anos, não usam o smartphone para apoio diagnóstico, discussão de casos, atualização médica, etc. Fico pensando que talvez o usem para ligações telefônicas, rsrsrsss.....

E fico imensamente satisfeita em saber que a faixa etária que já passou dos 60 anos, ainda se mantenha atualizada na medicina com o uso da tecnologia móvel!
 No próximo post falarei do uso "não médico" dos smartphones por parte da classe médica, assim como qual app que mais usam e outras considerações. Não percam e deixem suas impressões nos comentários

O post Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- parte 2- USOS é um original do TI Mecicina. Quando copiá-lo adicionar os devidos créditos.

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29 de ago. de 2014

Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- parte 1


Foi realizada uma pesquisa aqui no blog e nos meios sociais (facebook, twitter, intagram e linkedin) para traçar o perfil dos médicos que usam smartphones e tablets na sua prática clínica. Qual marca e sistema operacional preferem? Para que usam o celular? Usam rede social, Whatsapp? Qual seu aplicativo preferido?
Hoje começarei uma série de posts sobre o resultado dessa pesquisa:


Responderam a pesquisa muitos profissionais de saúde e TI, foram separados 208 médicos para análise, com idades predominantemente entre 21 a 30 anos, cerca de 80% dos médicos.  

A marca preferida de smartphone é o iPhone em 60% dos médicos (27 % sendo o iPhone 4S ou inferior e 73% 5, 5S ou 5C, com predominância desse último na faixa etária entre 31 e 50 anos) e em segundo lugar a linha Samsung  Galaxy com 28% da preferência (47% Galaxy S4 ou S5, predominando na faixa etária de 41 a 50 anos, 20% S3, 14% Galaxy Note, 11% entre Galaxy S2, Galaxy Mini, S2 ligth). Os aparelhos top de linha são mais prevalentes entre os 31 e 50 anos.

Incrivelmente, na minha opinião, 4% dos médicos entrevistados não possuem smartphone!  Mas vejo isso na minha prática clínica, onde meus colegas de plantão, homens, na faixa dos 40 a 50 anos, são extremamente resistentes a aderir ao uso do smartphones. Os outros aparelhos citados foram: Sony Xperia, Motog e Motorola Razr HD, Nokia Lumia, Nexus, LG e Blackberry Z10.


Quanto aos tablets, 20% dos médicos não os possuem, não aparecendo nenhuma tendência a alguma faixa etária em particular. Dos médicos que possuem tablet, a marca mais escolhida é sem dúvida o iPad, com 82% da preferência e a essa escolha se mantém estável dos 21 a 50 anos. 

Posso inferir que os tablets não foram uma categoria que teve uma penetração muito boa entre os médicos com mais tempo de formados, possivelmente por já estarem mais estabelecidos e passarem menos tempo em trânsito, como os mais jovens que utilizam mais dessa ferramenta de tecnologia móvel.



Foi perguntado aos entrevistados se eles achavam que o smartphone era essencial à sua prática clínica. A faixa etária que considera mais útil o celular é acima de 60 anos, e  que tem menos necessidade dele é a de 41 a 50 anos. Um resultado interessante é que 87% dos usuários de iPhone acham o dispositivo essencial contra 79% dos usuários de Galaxy. Atribuo isso a melhor qualidade dos apps da Apple Store dos que os Android, apesar dos melhores apps estarem disponíveis nas duas plataformas.

No próximo post mostrarei os resultados sobre como os médicos usam os Smartphones na sua prática clínica.

O post Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- parte 1 é um original do TI Medicina. Quando copiá-lo, citar a fonte.

28 de abr. de 2014

Case para iPhone que funciona como estetoscópio: Steth IO



Os acessórios para smartphones, princialmente para o iPhone, que o transformam em equipamentos médicos são sempre um sucesso entre os médicos. Um adolescente desenvolveu um case para iPhone, que substitui o estetoscópio. O Steth IO ainda está com a patente pedente, e aguarda aprovação da FDA nos EUA, mas não deixa de ser uma inovação muito interessante.
O StethIO, desenvolvido pela StratoScientific, é um case de smartphone que possui um diagragma na parte de trás, semelhante ao diafragma do estetoscópio, que permite gravar os sons cardíacos e pulmonares e trnasformá-los em informação visual. 


Além de elegante e, a princípio, de baixo custo, ouvir e visualizar os sons cardíacos e pulmonares é de grande valia. O app permite a "limpeza" do áudio, além da gravação em registros médicos eletrônicos, comparação de sons dos pacientes em atendimentos médicos subsequentes e enviá-los a um especialista para análise.

A habilidade para identificar uma terceira bulha usando um estetoscópio comum, exige experiência médica. Com a visualização dos sons cardíacos do Steth IO , a identificação da B3 fica muito mais fácil.


É possível fazer a PRE-ORDER do produto no site da StratoScientific. O preço ainda não foi divulgado.

7 de abr. de 2014

Aplicativos Médicos: MedIntoxicação - app de toxicologia na urgência

"Intoxicações de Emergência" é um grande guia para o atendimento de emergências relacionadas às principais intoxicações na prática clínica: Tóxicos, Animais peçonhentos, Alimentares, Metais Pesados, Medicamentos, Plantas, entre outros. Inclui todos os grandes temas do atendimento de emergência, estruturados e descritos de forma didática.

O app MedIntoxicação está disponível para iPad e iPhone e é indispensável para plantões na urgência!

COMPÊNDIO DE APLICATIVOS: Mais do que um aplicativo, adquirindo o MedIntoxicações o usuário estará economizando em diversos aplicativos da App Store que oferecem individualmente alguns de nossos recursos; guia laboratorial com valores de referência específicos e de rastreio. Reúne o que há de mais necessário na prática de emergência com amplo conteúdo exclusivo nunca visto na App Store. Compare e Comprove


CALCULADORAS:

- Intoxicação por Álcool, Metanol e Etilenoglicol
- Intoxicação por Paracetamol
- Gap osmolar / Ânion GAP
- Diálise
- Taxa de Filtração Glomerular (Cockroft-Gault, MDRD)
- Indice de falência renal

O MedTox para o Aluno: Como parte do compromisso PEBmed com a educação médica, o MedTox apresenta ampla sessão de suporte básico ao paciente no atendimento de emergência.


RECURSOS EXTRAS:

- Legislação: principais CIDs;
- Condutas médicas;
- Contato direto com os principais Centros de Intoxicação do Brasil.



MedIntoxicação para iPad e iPhone
Idioma: português
Preço: $4,99




Iremos sortear promocodes para o app Medintoxicação ! Participe aqui!

27 de mar. de 2014

Aplicativos Médicos para Estudantes de Medicina para iPad e iPhone

Estudantes


Virtual Heart: visualizações em tempo real do coração humano, com imagens dinâmicas dos batimentos cardíacos, com visões do fluxo sanguíneo nas  válvulas, da condução elétrica, com FC de 30 a 180 pbm. 
Preço: grátis
Idioma: Inglês


SUS para concursos: principais temas relacionados a legislação do SUS, suas diretrizes e outros temas relacionados. Seleção de mais 1.000 questões de concursos sobre o tema .
Idioma: Português

Preço: $4,99
Anamnesis: aplicativo que visa auxiliar os médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde na coleta dos dados dos pacientes. 
Idioma: Português

Preço:  $5,99.

Residência Médica: versão gratuita disponibilizando  200 questões de Ginecologia para testar. Versão completa com cada módulo de especialidade por $0,99. As questões podem ser filtradas por: instituição, assunto, estado, ano, tipo de prova (Acesso Direto, R3), realizas e não realizadas.
Preço: cada módulo $0,99
Idioma: português

MedQuiz: mais de 23 mil questões de provas de residência, de 20 especialidades, de instituições como USP, UNIFESP, Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês, SUS, UNICAMP, UNIRIO, UFRJ, UFPE, UNB, possível escolher entre as instituições e os anos. 
Idioma: português
Preço: $6,99
SoundBuilder: é ferramenta de aprendizado que ajuda a melhorar as habilidades de asculta dos estudantes.
Preço: grátis
Idioma: Inglês

MedNeuro:
Da escala de coma de Glasgow aos pares cranianos, contém todas as etapas do exame físico neurológico. Inclui explicações detalhadas de Técnicas, dicas e exemplos que facilitarão a execução do exame. Didático e interessante para quem quer aprender as etapas e técnicas adequadas, entendendo o que está fazendo.
Idioma: português
Preço: $2,99

Pocket Body: atlas de anatomia em camadas, com possibilidade de colocar sues próprios marcadores e fazer suas próprias anotações no aplicativo.
Idioma: Inglês 
Preço: $ 29,99

Medcel: app grátis do Curso Preparatório para Residência Médica, dispõe de recursos multimídia e diversas ferramentas que tornarão seu estudo muito mais eficaz. Módulos vendidos separadamente por especialidade, $89,00 cada.

Visible Body: considerado o mais detalhado, anatomicamente acurado, modelo 3D de todos os sistemas anatômicos humanos. 
Preço: $34.99
Idioma: Inglês
Blaufuss Sound Builder: versão grátis: 5 sons cardíacos e 6 murmúrios (126 combinações permitidas). Versão PRO: 19 sons cardíacos e murmúrios (mais de 70.000 combinações permitidas). Idioma: Inglês Preço: gratuito e pago




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Veja também:

Os melhores aplicativos médicos GRÁTIS para iOS ( iPhone e iPad) - 3ª edição

21 de fev. de 2014

Aplicativos Médicos: app pMed para calcular preços de procedimentos médicos - Android e iOS


 Calcular o preço de procedimentos médicos ficou simples e rápido com o PMED (iOS e Android), um app que dispões de mais de 25000 procedimentos comparados e precificados.

O aplicativo é dividido em Busca, Grupos, favoritos, Índices e Tabelas. Na imagem abaixo observamos a tela busca, onde foi digitado "retossig"com os seguintes códigos disponíveis:

Na parte inferior da tela podemos facilmente trocar de tabela de referência, onde C3 é a CBHPM 
3ª edição e assim por diante. As pesquisas podem ser realizadas pelo código do procedimento ou pelo nome, nas diferentes tabelas AMB, C3, c4, c5, TUSS e C12.

O aplicativo utiliza os parâmetros adotados pela AMB e CFM como: CH, FILME, CO, PORTE e PORTE ANESTESICO, considerando inclusive o número de auxiliares e anestesistas no preço total do procedimento.
Na imagem abaixo vemos o procedimento 43.03.025-4 Retossigmoicetomia abdominal.

tela do procedimento retossigmoidectomia abdominal

NA segunda aba Grupos, é possível pesquisar o procedimento por grupo de especialidade.


Na aba Índices, o valor do porte de acordo com a edição da CBHPM é discriminado.
Um aplicativo médico muito interessante tanto para profissionais de saúde quanto para prestadores, faturistas, auditores e operadoras de saúde.

App P-Med
Idioma: português




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16 de jan. de 2014

Uso de tablets e smartphones por Anestesiologistas brasileiros no bloco cirúrgico

Link imagem grande
A Anestech TI em Anestesiologia colheu dados do uso de tecnologia móvel por profissionais de Anestesiologia, que resultaram nesse excelente infográfico. Dr. Diogenes de Oliveira Silva relata, juntamente com o Dr. José Admirço Lima Filho,  que foram entrevistados mais de 9000 profissionais em todo o Brasil

"O médico anestesiologista vive hoje uma época de introdução de novas tecnologias em seu cotidiano não vista desde a popularização do oxímetro de pulso. Smartphones e tablets estão presentes nas salas cirúrgicas com função de "segunda tela", auxiliando monitorização, diagnóstico, conduta, documentação, cálculos e também conectividade e interação profissional nunca visto antes."

Segundo Dr. Diógenes e Dr. José Admirço, há uma preocupação com o potencial de distração e interferência dos dispositivos no procedimento anestésico, além de medos e dúvidas quanto à maneira correta de usá-los. Contudo os benefícios  se comprovam com a pesquisa e mostram que os smartphones e tablets se tornaram assistentes na prática clínica.

O link para o infográfico em tamanho real encontra-se na legenda da imagem. Tomei a liberdade de dividí-lo em partes para facilitar os comentários.

A população estudada foi formada pela maioria de profissionais com mais de 15 anos de especialização, 47% e mostra que mesmo os anestesistas mais antigos na profissão se adaptaram ao uso do smartphone e tablet no ponto de atendimento: 96% usam smartphones e 89% usam tablets. Não entendo como um médico pode usar o sistema operacional Windows Phone para sua prática clínica já que quase não possui aplicativos médicos.

O sistema operacional preferido pelos anestesiologistas foi o iOS, com seus exemplares de iPhone sendo 70% dos smartphones usados. Os aplicativos médicos mais frequentes foram os de cálculos de medicação, seguidos por consulta de condutas, manejo de taxa de infusão e condutas em situações raras, respectivamente. A Anestech possui apps de cálculo de doses de medicamentos mais usados em procedimento anestésicos, antibióticos, bloqueadores neuromusculares, além de calculadoras de anestesia venosa e muito mais: http://www.anestex.com.br/app/

70% dos anestesistas usam tablet nas salas cirúrgicas e 80% usam as variantes do iPad. Um dado interessante é que este dispositivo é usado muito direcionado à produtividade médica, como ler emails, ebooks, jornais e revistas, além do uso de mídias sociais, que hoje é tão importante para se manter atualizado. 

Uso de tablets e smartphones por Anestesiologistas brasileiros no bloco cirúrgico  é um post original do TI Medicina. Quando for copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

17 de set. de 2013

IPhone 5S traz 2 inovações importantes para os médicos

De acordo com o site imedicalapps.com as inovações que influenciam a área de saúde são:
  • Botão com sensor biométrico
Levando-se em conta que a privacidade dos pacientes é de extrema importância no caso de iPhones perdidos, o sensro biométrico leva a uma vantagem em relação á segurança da informação.

Outro aspecto a se considerar é o uso do sensor em aplicativos, tornando os dados tão seguros quanto com a certificação digital por exemplo. Mas os relatórios inciais não permitem no momento, por razões de segurança, o uso dessa funcionalidade por aplicativos de terceiros. 

E a terceira vantagem é a rapidez de acesso aos dados médicos no iPhone usando o sensor, substituindo vários logins e senhas.



  • M7 Activity Sensing Coprocessor
Esse novo co-processador foi projetado especificamente para medir dados de movimento do acelerômetro, giroscópio e bússola,  permitindo poder e eficiência para monitoramento da atividade física. Produtos da Nike, Fitbit, e Jawbone são conhecidos, mas a tecnologia de fitness ainda tem que decolar no mercado mainstream. O M7 juntamente com o Nike + Move, como apresentadona Keynote, tem a promessa de melhor rastreamento e melhor performance, vislumbrando um novo método para controlar os dados do paciente.