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20 de dez. de 2015

Estudo Mundial sobre Médicos e Saúde Digital: Mídias Sociais

A Cello Health Insight é uma agência de pesquisa em marketing na Saúde com mais de 30 anos de experiência entregando inteligência de negócios para setores de saúde e farmacêutica. Fazem pesquisa de mercado em Saúde para projetar e conduzir guias de negócios para tomada de decisões.

O relatório The Digital Health Debate 2015 revela como os médicos estão usando canais e dispositivos digitais para trocar informações, comunicar com seus pares, representantes farmacêuticos e pacientes.
82% possuem ou tem acesso a smartphones em seu trabalho e 77% afirmam que usam regulamente para fins profissionais. (90% no Brasil, 86% na China, 73% na Itália, 73% na França, Espanha 79% e Alemanha 68%, Estados Unidos 73%)
O maior uso é no Brasil, seguido da China, Europa e EUA. O menor índice de uso de smartphones no meio médico na Europa parece estar relacionado a dificuldade de acesso ao sistemas locais e nacionais de Health Eletronic Resporting (HER). 


Comunicação por redes digitais

88% dos médicos usam o email para se comunicar com colegas de profissão, 68% SMS, 31% usam Whatsapp, 17% Skype. 

A grande maioria dos médicos mundiais relataram que o telefone ainda é o canal principal de comunicação com seus pacientes, seguido pelo email, mensagens de texto, Whatsapp, mídias socias, Skype e outros.


Um dado muito interessante é o uso do Whatsapp pelos médicos mundiais: 87% dos médicos no Brasil usam para comunicar com seus pacientes, em copmaração com 61% na China, 4% nos EUA e 2% no Reino Unido. Aqui, faço uma observação, que nos EUA quem tem dispositivos iOS prefere o iMessage, que é nativo e restrito a essa plataforma, e a Apple ainda domina o mercado lá, ao contrário daqui, onde o Android prevalece. Outro fator é que nos EUA o custo de ligações é muito barata, em comparação com os preços abusivos que pagamos aqui, de onde a preferência por um serviço de mensagens de texto e voz ilimitados, e principalmente assíncrono (não é preciso estarem os 2 interlocutores online ao mesmo tempo).

Uso de Redes Sociais

Na capacitação profissional, as mídias sociais mais usadas no mundo por médicos foram YouTube por 28%, Linkedin por 24% e Google + por 21%. No Brasil e  na China a preferência pelo Youtube é significante. E um dado arrepiante alarmante é o uso da Wikipedia, com mais da metade dos médicos brasileiros afirmando usá-la como fonte para capacitação profissional!!!


Conclusões

As conclusões neste post são minhas, e não refletem uma visão da pesquisa realizada.Apesar dos dados no estudo serem muito interessantes, a metodologia usada (veja abaixo) foi falha, incluindo somente pesquisas online, e com uma proporção de entrevistas com médicos brasileiros muito baixa. Não acho que reflita nossa realidade atual. 

Penso que muitos médicos fornecem o número do seu Whatsapp para os pacientes mais por pressão destes do que por acharem que é um bom canal de comunicação, pois muitos pacientes veem o app como uma forma de economizar ligações, e principalmetne consultas. Outro ponto é que o CFM proíbe o uso de mídias sociais, apps de mensagem, email ou qualquer forma virtual de comunicação, como forma de diagnóstico e prescrição médicas (à excessão da telemedicina regulada pelo CFM).

Outra consideração que faço é o uso da Wikipedia como fonte de referência a aprimoramento profissional! Absurdo essa taxa de 63%! Com as principais sociedades de especialidade médicas usando tanto Youtube como webconferências para aprimoramento profissional (exemplo o PEC Coloproctologia, o programa de educação continuada da SBCP), com recursos como BMJ Brasil,Portal Saúde Baseada em Evidências, e muito mais, é um disparate que a classe médica brasileira use a Wikipedia. Ainda acho que foi uma falha grave na metodologia usada. 



Metodologia: 1040 entrevistas online de 15 minutos foram realizadas em 8 mercados entre 10 e 31 de Julho pelo M3 Global Research. EUA: 330 médicos, Europa (Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha): 650 médicos, China e Brasil: 60 médicos.


1 de jul. de 2015

Pericoach: dispositivo para smartphone para distúrbios do assolho pélvico

O assoalho pélvico consiste em um conjunto de músculos , ligamentos e tecido de sustentação que reveste a abertura inferior da bacia. Os músculos do assoalho pélvico estão localizados entre as coxas, na região dos genitais mantendo a continência urinária e fecal e tem papel importante na esfera sexual.

As disfunções do assoalho pélvico podem causar:
- Perdas involuntárias de urina e fezes;
- Descida dos órgãos genitais (prolapsos) no reto , útero e vagina; 
- Prisão de ventre (constipação),dor pélvica, sensação de frouxidão vaginal (nas mulheres);
- Disfunção eretiva (nos homens); 
- Dor no momento da relação sexual.

Muitas são as causas das disfunções do assoalho pélvico como idade, partos complicados , cirurgias pélvicas , obesidade , período pós menopausa. 

As mulheres são as mais acometidas por estas disfunções por razões anatômicas e hormonais. (fonte)

PeriCoach é um dispositivo que acabou de ser liberado pelo FDA nos EUA, o qual ajuda com o treinamento a base de exercícios para o assoalho pélvico, fornecendo feedback em tempo real, que é transmitido para um smartphone. Além disso, é o primeiro sistema que registra os resultados ao longo do tempo para que eles possam ser compartilhados com um médico ou fisioterapeuta da saúde pélvica.
PeriCoach combina um sensor de treinamento do assoalho pélvico, que você insira e aperte contra, com um aplicativo em seu smartphone (Android ou iOS). Ele fornece orientação através de sua sessão de treinamento e monitoriza o seu progresso.

Como funciona

O dispositivo de treinamento PeriCoach contém três sensores de biofeedback. Uma vez inserido, deve-se contrair a musculatura em torno do dispositivo e os sensores detectam as contrações dos músculos do assoalho pélvico e enviam um relatório para o smartphone via Bluetooth. Ele fornece um fluxo constante de informações para mostrar o progresso, o que permite ver e documentar seus resultados.





25 de jan. de 2015

Câmeras de smartphones e a documentação de imagens clínicas

Uso muito meu galaxy para documentar imagens na proctologia e com a evolução dos modelos não notei uma melhora nesse sentido.
Usava o Galaxy S3, e com ele eu obtinha imagens de qualidade excelente no modo automático, como essa abaixo, onde a lagarta media aproximadamente 1 cm. Reparem na qualidade de ampliação da imagem e nos detalhes.
lagarta de 1 cm
lagarta de 1 cm 
detalhe da foto tirada com samsung galaxy S3 de lagarta de 1 cm
Meu Galaxy S3 queimou a placa e troquei pelo S4, que também me fornecia boas fotos no modo automático.


Quando fui trocar meu smartphone, optei pelo Samsung Galaxy Zook K, que é o Galaxy S5, sem a característica de ser à prova d'água, mas com o mesmo hardware, com o adicional de uma lente de câmera fotográfica. 


Possui uma série de especificações e modo do fotografia, inclusive de Macro. E para a minha decepção, o modo macro não obtém o grau de detalhamento da imagem que eu desejo e preciso. E no modo automático, o tamanho da lente não me permite aproximar da lesão o quanto eu gostaria. Para fotos a distância é um excelente smartphone com imagens maravilhosas de pessoas e paisagens. Mas documentação clínica de imagens médicas, não recomendo. Não sei quanto ao Galaxy S5, pois não experimentei a câmera dele.
Imagem feita com modo Macro. Observem que mesmo marcando que quero o foco no centro da imagem, ele se dá nas bordas da foto.

Feita no modo automático. Melhora discreta no foco.

Uso o Evernote para guardar imagens dos meus pacientes, mas ainda não é o que eu recomendaria. Vou procurar alguns aplicativos que possam ser usados com essa finalidade e faço um outro post sobre esse assunto.


15 de nov. de 2014

Brinco para monitorização de dados vitais


O projeto Ear-O-Smart é uma startup canadense, Biosensive Technologies,  que desenvolveu um biosensor em brinco para medir frequência cardíaca, atividades físicas e as calorias queimadas.


O produto conta com um brinco perolado de  16 mm de diâmetro e sua precisão é maior que o das pulseiras. A tecnologia empregada utiliza LED que é refletida pelo sangue que corre debaixo da pele da orelha. Essa luz refletida é captada por um sensor que envia as informações coletadas por Bluetooth Low Energy (BLE) para o smartphone, onde são apresentadas em um app. O desafio agora é melhorar a duração da bateria, hoje em torno de oito horas.

 Há também a opção de um kit "faça você mesmo", para que os próprios consumidores instalem o pequeno chip em seus brincos preferidos. 

Os dois produtos podem ser adquiridos pelos colaboradores do projeto no KickStarter por 125 e 150 dólares canadenses, respectivamente.

Veja mais no vídeo abaixo:

29 de ago. de 2014

Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- parte 1


Foi realizada uma pesquisa aqui no blog e nos meios sociais (facebook, twitter, intagram e linkedin) para traçar o perfil dos médicos que usam smartphones e tablets na sua prática clínica. Qual marca e sistema operacional preferem? Para que usam o celular? Usam rede social, Whatsapp? Qual seu aplicativo preferido?
Hoje começarei uma série de posts sobre o resultado dessa pesquisa:


Responderam a pesquisa muitos profissionais de saúde e TI, foram separados 208 médicos para análise, com idades predominantemente entre 21 a 30 anos, cerca de 80% dos médicos.  

A marca preferida de smartphone é o iPhone em 60% dos médicos (27 % sendo o iPhone 4S ou inferior e 73% 5, 5S ou 5C, com predominância desse último na faixa etária entre 31 e 50 anos) e em segundo lugar a linha Samsung  Galaxy com 28% da preferência (47% Galaxy S4 ou S5, predominando na faixa etária de 41 a 50 anos, 20% S3, 14% Galaxy Note, 11% entre Galaxy S2, Galaxy Mini, S2 ligth). Os aparelhos top de linha são mais prevalentes entre os 31 e 50 anos.

Incrivelmente, na minha opinião, 4% dos médicos entrevistados não possuem smartphone!  Mas vejo isso na minha prática clínica, onde meus colegas de plantão, homens, na faixa dos 40 a 50 anos, são extremamente resistentes a aderir ao uso do smartphones. Os outros aparelhos citados foram: Sony Xperia, Motog e Motorola Razr HD, Nokia Lumia, Nexus, LG e Blackberry Z10.


Quanto aos tablets, 20% dos médicos não os possuem, não aparecendo nenhuma tendência a alguma faixa etária em particular. Dos médicos que possuem tablet, a marca mais escolhida é sem dúvida o iPad, com 82% da preferência e a essa escolha se mantém estável dos 21 a 50 anos. 

Posso inferir que os tablets não foram uma categoria que teve uma penetração muito boa entre os médicos com mais tempo de formados, possivelmente por já estarem mais estabelecidos e passarem menos tempo em trânsito, como os mais jovens que utilizam mais dessa ferramenta de tecnologia móvel.



Foi perguntado aos entrevistados se eles achavam que o smartphone era essencial à sua prática clínica. A faixa etária que considera mais útil o celular é acima de 60 anos, e  que tem menos necessidade dele é a de 41 a 50 anos. Um resultado interessante é que 87% dos usuários de iPhone acham o dispositivo essencial contra 79% dos usuários de Galaxy. Atribuo isso a melhor qualidade dos apps da Apple Store dos que os Android, apesar dos melhores apps estarem disponíveis nas duas plataformas.

No próximo post mostrarei os resultados sobre como os médicos usam os Smartphones na sua prática clínica.

O post Perfil dos médicos quanto ao uso de celulares (smartphones) na prática clínica 2014- parte 1 é um original do TI Medicina. Quando copiá-lo, citar a fonte.

23 de mar. de 2014

Blackphone: o smartphone que protege a sua privacidade

O Blackphone é o smartphone ideal para aqueles que colocam a privacidade em um pedestal, feito com privacidade e segurança em mente, funciona em PrivateOS , uma versão personalizada do sistema operacional móvel Android, do Google.

Pré-carregado com um conjunto de aplicações integradas da Silent Circle, que se dedicam a manter os dados protegidos e longe da vigilância do governo , como o Silent Phone, Silent Text e Silent Contacts. O smartphone também tem um firewall embutido e um recurso para apagar remotamente os dados do telefone , se necessário, juntamente com o Kismet Smart Wi-Fi Manager para proporcionar uma navegação na Web privada, de compartilhamento de arquivos seguro e de segurança em rede Wi -Fi pública.


O Blackphone ainda utiliza um processador quad-core de 2GHz com 2GB de RAM e 16GB de espaço de armazenamento, além de suporte a conexões 4G LTE. Disponível para pré-encomenda no site Blackphone, custa USD$629.

26 de nov. de 2013

Os melhores celulares (smartphones) para médicos Nov/2013

Recebo muitas dúvidas de quem quer investir em um bom smartphone com intenção de usá-lo na Medicina como assistente de sua prática clínica. 
Este artigo expressa minha opinião pessoal, com base nos requisitos que acho importantes para um bom aproveitamento do seu dispositivo.

  • Por que Android e iOS somente? 
Por causa da quantidade de aplicativos médicos disponíveis. Não considero ainda o Windows Phone um bom sistema operacional para smartphones médicos, assim como também o Blackberry, pois não há apps médicos em quantidade e diversidade suficiente para atraírem o profissional de saúde. 

E entre iOS e Android? Bom, eu tenho um Galaxy S3 e um iPad, e gosto de ambos. Não trocaria meu Galaxy por um iPhone, porque gosto mais da liberdade que o Android proporciona. 
Mas qual a diferença entre os apps da Apple e do Android? Culturalmente, quem tem Android não gasta com aplicativos pagos, ao contrário de quem tem Apple. Portanto, os desenvolvedores preferem gastar tempo e dinheiro em uma plataforma que sabem que terão vendas.  Os apps médicos pagos do iPhone são muito mais elaborados e, geralmente, de melhor qualidade do que os do Android, apesar de haver mais aplicativos gratuitos na plataforma Androide alguns deles são pagos no iOS. Mas deixo claro, que os melhores apps gratuitos, como Medscape, WikEM, etc, são gratuitos nas duas plataformas.
Escolher entre iPhone e Galaxy é meio como preferência por marca de carro: cada um tem a sua. Mas posso garantir que os dois atendem a todas as necessidades dos médicos!

Separei 4 smartphones de preços diferentes , com requisitos semelhantes.
Comparativo entre iPhone 5S, Galaxy S4, LG G2 e Moto G (clique na imagem para vê-la ampliada.

Incluí o Moto G, apesar de ele ser considerado um smartphone de classe inferior aos outros 3 devido ao seu processador e quantidade de memória RAM, mas quem tem usado este celular, tem ficado extremamente satisfeito, inclusive por ser Android 4.3 e o preço muito convidativo.

  • Tela: O Galaxy S4 tem a maior tela, com uma excelente resolução e definição. Muito bom para fotografar lesões pequenas e aumentá-las para examinar melhor na tela.
  • Câmera: O Moto G perde nesse quesito com uma câmera de somente 5MP.
  • Processador: o iPhone 5S é o único que vem com processador de 64 bits, portanto ele processa 2x mais informações por unidade de tempo que os outros que tem 32 bits. Mas atenção: só se os aplicativos forem feitos para 64 bits.  O processador do Moto G tem 1,2 Ghz, menos potente, mais lento que os demais.
  • Memória RAM: com menos RAM, o smartphone processa menos informações simultaneamente, por exemplo, receber emails enquanto consulta um app médico.


Ano que vem sai o Galaxy S5, que com certeza será meu próximo smartphone. Quem quiser saber mais sobre os rumores desse celular, acesse: http://www.galaxys5brasil.com.br/


Os melhores celulares (smartphoens) para médicos Nov/2013 é um post original do TI Medicina. Quando for copiá-lo, adicionar os devidos créditos.


veja também: 

3 de jun. de 2013

Os 5 usos mais importantes dos celulares (smartphones) na Medicina

iPhones, Galaxys S, Nokia Lumia, e outros smartphones tem feito dos smartphones um acessório médico imprescindível na prática clínica. Quem usa seu celular no consultório ou nos plantões, sabe da utilidade desses dispositivos na Medicina. Quem ainda não usa, ainda está por descobrir o quão útil e impescindíveis eles são.

Os 5 principais usos dos smartphones na Medicina:

1. Referência Bibliográfica:



Quem tem instalado o app Medscape, sabe que nele há tudo o que se necessita para consultas diárias, substituindo livros textos, atlas cirúrgicos, intoxicação, interações medicamentosas, DEF, Bulários, etc, além de conter mais de 200 calculadoras médicas de score, diagnóstico e dose de medicamentos. Funciona offline, não necessitando de conexão a internet para ter acesso a sua infinita base de dados.

Para quem prefere base de dados em português, há algumas opções bem menos completas, mas muito boas, como o Guia de Vigilância Epidemiológica (GOOGLE PLAY e iTUNES).

Saiba mais sobre como usar seu dispositivo no blog só com tutoriais: 

2.  Acessórios Médicos:


Usar o iPhone como esfignomanômetro, oftalmoscópio, glicosímetro, otoscópio, dermatocópio, microscópio, saturímetro, aparelho de Ultrassom,  etc, é um dos usos méicos mais interessantes atualmente. Infelizmente a autorização desses dispositivos pela ANVISA é burocrática e cara, o que torna a importação para a venda no Brasil um impecílio.  Veja links para venda dos produtos aqui.


3.  Discussão de casos



Aplicativos como o Whatsapp tem sido muito usados para envio de imagens, vídeos e arquivos de som entre colegas médicos para discussão de casos em tempo real.

4.  Consulta à CIS 10, Tabela AMB, TUSS, Tabela Procedimentos do SUS, etc...


Pesquisa CID 10:

Android
Preço: Gratuito
Idioma: Português

P-MED Preço Médico de Proced:
 O aplicativo utiliza os parâmetros adotados pela AMB e CFM como: CH, FILME, CO, PORTE e PORTE ANESTESICO, considerando inclusive o número de auxiliares e anestesistas no preço total do procedimento.
Preço: R$4,05 
Idioma: Português

Procedimentos SUS:
 Tabela de Procedimentos, Medicamentos, Órteses e Próteses e Materiais Especiais (OPM) do SUS.
Android e iOS 
Idioma; português
 Preço: Gratuito
Procedimentos TUSS: Terminologia Unificada da Saúde Suplementar da ANS. 
Android e iOS
Preço: gratuito 
Idioma: Português

Med Amb 92: O aplicativo consulta através de código ou descrição(parte ou todo) do procedimento, um base de dados constantemente atualizada em tempo real, localizada na internet. Bastando assim o usuário ter acesso à internet. 
Android
Preço: R$3,04 
Idioma: português

MobileCare tools lite: pesquisa de códigos AMB92, AMB96, CBHPM 5ª ed, CBHPM 2010, TUSS e CID-10. 
iOS
Preço: gratuito
Idioma: português




5.  Arquivamento de casos, Prontuários eletrônicos
Poder arquivar e ter acesso a seus pacientes de uma plataforma móvel é uma alternativa muito boa para quem não quer carregar seu laptop ou seu notebook para os vários locais de trabalho.

Os 5 usos mais importantes dos celulares (smartphones) na medicina é um post original do blog TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

29 de abr. de 2013

Álcool e direção: Bafômetros digitais para smartphones salvam vidas


Hoje as pessoas reclamam que não podem sair para uma festa ou um happy hour e ingerir bebida alcóolica e retornar em seus próprios carros. Isso é um fato.

Há diversas formas de lidar com esse problema:

  • Ir de Taxi
  • Ir de carona
  • Esperar o efeito do álcool passar para pegar o carro
  • Usar várias bobagens de "lenda urbana" para metabolizar o álcool como vinagre, medicamentos, etc.

O único fator importante na equação entre beber e dirigir é: NÃO DIRIGIR SOB O EFEITO DO ÁLCOOL!

Dessa forma, o mais recomendável, se você quer beber e dirigir, é saber QUANDO não está mais sob o efeito da bebida. E aí entram os bafômetros pessoais.



Alcohoot é um bafômetro para smartphone com um app, elegante e preciso, que cabe no bolso e mede a concentração de álcool no sangue em seu iPhone, iPad ou Android. Alcohoot funciona com uma bateria de lítio-ion recarregável. Mostra um gráfico com o seu nível de álcool no sangue durante toda a noite, e pelo app é possível pedir um taxi.
Preço: $75,00

Veja mais no vídeo abaixo:





Breathometer: outro bafômetro com app, para smartphones.
Preço: $49,00





E ainda, para quem deseja um bafômetro pessoal, a revista QUATRORODAS fez esse comparativo muito interessante:

Álcool e direção: Bafômetros digitais para smartphones salvam vidas é um psot original do TI Medicina. Quando for copiá-lo, adiconar os devidos créditos.

15 de set. de 2012

Antissepsia do Smartphone - Oferta do Cooler UV Sanitizer


Publiquei um post anteriormente aqui no blog sobre antissepsia de smartphones e que faz parte do iBook "Smartphones e Tablets para profissionais de Saúde".

Limpeza e antissepsia de iPad e iPhones, smartphones e tablets no ambiente hospitalar


Hoje encontrei essa oferta que acho que vale a pena compartilhar com meus leitores. Cooler UV Sanitizer custa R$50,00 com frete grátis e é o similar do da Violight  ($49,00). 


17 de mai. de 2012

A maioria dos médicos usarão o iPad em 2013


O design e as funcionalidades do iPad fez dele uma opção para médicos e profissionais de saúde. Há não mais de 2 anos, quando foi lançado, os médicos apaixonados por tecnologia começaram a usá-lo em consultórios e os hospitais começaram a lançar inúmeros projetos pilotos em torno dele.

O interesse inicial e o entusiasmo não diminuíram de acordo com o relatorio da Pesquisa Manhattan. Na verdade o uso do iPad pelos médicos norte-americanos quase dobrou em 2012 e deve manter essa taxa meteórica nos próximos 12 meses. O relatório da pesquisa Manfhattan observou que a adoção do iPad para uso médico aumentou e que 62% dos médicos norte-americanos usam para fins profissionais. Metade dos médicos que possuem iPad também relataram que usam no local de atendimento ( hospital, consultório, plantão, bloco cirúrgico).



Os benefícios obtidos no uso no point-of-care vão além de serem mais aceitos pelo paciente no ambiente de cuidado, em detrimento do desktop ou laptop nos registros médicos eletrônicos, pela semelhança a uma prancheta. O ipad oferece a rapidez na ilustração de lesões, condições e opções de tratamento, além de acesso imediato a todos os tipos de referência médica.

A empresa de pesquisa espera que a adoção do iPad aumente e que mais de 70% dos médicos dos EUA estará usando-o profissionalmente. Na Europa um estudo semelhante mostrou que só 26% dos médicos possuem iPad e usam-no para fins profissionais.

Além do iPad o estudo mostrou que 85% dos médicos usam smartphones profissionalmente e que dois terços dos médicos usam recursos de vídeo online para aprimorar suas habilidades.

leia mias aqui: Majority Of Doctors Will Use iPads On The Job By 2013 e
How the iPad is Changing Mobile Health Care

12 de abr. de 2012

"Médico de Bolso" da Isto É


Essa semana saiu a edição da revista Isto É com a capa "Médico de Bolso". A matéria fala da Saúde na ponta dos dedos com a tecnologia móvel e como o uso dos aplicativos para celulares e tablets se popularizaram entre os médicos e se firmam como recurso para melhorar a saúde.
Como já vem ocorrendo em alguns hospitais nos EUA,  os residentes do InCor acabaram de ganhar tablets. 

Na matéria, Mônica Tarantino e Monique Oliveira mostram como o uso dos tablets e smartphones vem mudando o modo como praticamos a medicina. "Apenas com um smartphone ou um tablet na mão, hoje é possível fazer diagnósticos, registrar indicadores como taxa de açúcar no sangue ou nível de pressão arterial, conter um surto de ansiedade ou traçar um plano personalizado de treinos físicos."




A matéria vai além, mostrando aplicativos e gadgets médicos, inclusive mostrando Ricardo Maranhão, da MedPhone, que sempre divulga com promocodes seus aplicativos aqui no blog. Parabéns Ricardo!


13 de dez. de 2011

Dicas e opções de segurança para seu smartphone ou tablet


Os médicos estão cada vez mais usando e preferindo os smartphones e tablets e estes gadgets podem se tornar, em breve, os computadores preferidos na área de saúde, substituindo os notebooks e dekstops. Estes dispositivos móveis trazem problemas de segurança de dados sigilosos de pacientes quando são perdidos, roubados ou descartados de forma inadequada e nisso inclui-se pendrives, notebooks e smartphones e tablets.

É importante tomar alguns cuidados antes que precisemos e aqui vão alguns recursos disponíveis para segurança do seu gadget:

1.  Recursos de segurança:

Desbloqueio:
Recurso de bloquear a tela com um padrão de desbloqueio para prevenir pessoas não autorizadas de usar seu dispositivo sem a sua permissão.


Senha: Use senha para bloquear o teclado. Impede o acesso de pessoas não autirizadas a dados importantes ou inatalação de programas maliciosos e no caso de perda ou roubo, impede que sua lista de contatos seja usada para o golpe do Falso Sequestro.

Apagamento remoto: 

  • O iPhone suporta apagamento remoto. No caso de perda ou roubo do aparelho, o administrador ou proprietário do aparelho podem acionar um comando de apagamento remoto que exclui todos os dados e desativa o aparelho. Ex app: MobileMe, Find my iPhone, etc.  Buscar iPad : 1- Abra o App Ajustes, 2-Escolha no lado esquerdo a opção iCloud, 3-Marque a opção Buscar iPad / Escolha Permitir quando o aviso for emitido, 4-Pronto, seu iPad está configurado.
  • Android: O serviço SamsungDive pode reduzir o risco de perder as informações pessoais ao permitir que bloqueie e limpe remotamente o dispositivo móvel que perdeu. Também ajuda a encontrar o seu dispositivo móvel em caso de perda. Ex app: GPS Traking, Where's my Droid, Find My Phone, etc
Apagamento local: 
Os aparelhos também podem ser configurados para iniciar automaticamente o apagamento local após várias tentativas de digitação de senha. Isso impede o acesso não autorizado às informações armazenadas no aparelho. Com uma senha, o usuário pode acionar o apagamento local diretamente através das configurações do iPhone. Por padrão, o iPhone irá apagar automaticamente tudo o que houver no aparelho após 10 tentativas de digitação da senha.


Soluções de gerenciamento e segurança de dispositivos móveis (antivírus e mais):



2.  Cuidados adicionais:
  • Cópia de segurança dos dados do dispositivo ou backup: dados da agenda, fotos, vídeos, documentos armazenados, downloads e outros. Permite restauração em caso do celular ser infectado ou se acontecer algum incidente de perda de informações.
  • Não modifique o sistema: Evite os procedimentos de desbloqueios não oficiais, como o “Jail Break” do iPhone e versões modificadas de “firmware” (sistema operacional do smartphone ou tablet). Além de causarem a perda da garantia, essas alterações podem incluir vírus ou programas que permitam o controle remoto do seu aparelho.
  • Ative as conexões por bluetooth, infravermelho e WiFi somente quando for utilizá-las, de forma que não se convertam em portas de acesso para possíveis criminosos.
  • Cuidado com cartões de memória. Escanei-os com antivirus antes de os inserir no dispositivo.
  • Só faça downloads de aplicativos de sites de confiança ou lojas oficiais (como por exemplo Apple Store, Ovi da Nokia, Android maket, etc). As mesmas devem estar sempre certificadas pelos fabricantes.
  • Não entre em links enviados através de mensagens SMS/MMS não solicitados e que resultem no download de conteúdo no equipamento.
  • Desconecte sempre os serviços de web que exijam senha antes de fechar o navegador web.
E  é sempre bom tomar essas providências antes que sejam necessárias, assim  como fazemos com nossos netbooks, pcs e notebooks rotineiramente.


Dicas e opções de segurança para seu smartphone ou tablet é um artigo original do TI Medicina