13 de nov de 2012

Uso de samrtphones por Agentes comunitários de Saúde nas UBS em São Paulo


Com esforços do Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores (LARC), da Universidade de São Paulo (USP), Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (InCor) e a Ericsson, o projeto de m-health para agilizar o trabalho dos agentes de saúde nas UBS.

Antes do projeto, o agente de saúde preenchia o formulário em papel, digitava, salvava e depois enviava a informação para o Sistema Nacional de Saúde, em um processo que levava em torno de 45 dias, chegando até a 60, para ser concluído, e que incluía constantes perdas de dados pelo caminho. “Só que em 45 dias, se tinha algum incidente de alguma peste, alguma doença, já foi”, explica a professora da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, e coordenadora geral do projeto, Tereza Cristina Carvalho.

Com o projeto, as equipes das seis UBS trocaram o papel e a caneta por smartphones para registrar os perfis de saúde de cada casa visitada. Os aparelhos têm um aplicativo que carrega uma ficha médica eletrônica. Por meio da rede 3G, os agentes de saúde enviam, em tempo real, as fichas dos moradores para os computadores da Faculdade de Medicina da USP, onde o banco de dados do projeto pode ser acessado. “É questão de segundos para os dados chegarem ao sistema”, explica Tereza.

O projeto foi iniciado em janeiro, mas seu funcionamento começou a ser aplicado com mais intensidade a partir de agosto desse ano, como informa o coordenador técnico do LARC, Marcos Simplicio. (fonte)

Outras iniciativas

Com tecnologia Esiab Digital, específica para a coleta de dados no sistema de saúde, os Smartphones com sistema Andróide começaram a fazer parte do dia-a-dia dos agentes de saúde da Ilha Comprida, São Paulo. O sistema - idealizado pela empresa Epartner – adota tecnologia de ponta na coleta de dados do sistema de saúde. A coordenadora de saúde da Família, Vanessa Gimenes de Melo, afirmou que os Samrtphones substituirão as fichas impressas padronizadas que são preenchidas manualmente pelos agentes de saúde. “Esse sistema vai permitir que a gente tenha um quadro da saúde em tempo real com o monitoramento das doenças e um banco de dados bastante preciso”. 


Software
Alguns software já se propõe a fazer a gestão mºovel de dados nas prefeituras, como o GeoMetrus e ePartner.


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