22 de fev de 2011

Como o médico percebe a usabilidade do PEP

Na nossa lista de discussão da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, Adriana Cláudia Martins Mendoza Cuellas¹ escreveu algo sobre como nós, médicos/usuários finais,  nos sentimos com relação a usabilidade do Prontuário Eletrônico de Saúde:

"Atualmente, estou ajudando a implantar o Prontuário Eletrônico em uma grande instituição hospitalar e me deparo justamente com a questão da usabilidade e da percepção do usuário final. 
Por exemplo, hoje o médico plantonista precisa evoluir e prescrever eletronicamente uma média de 5 pacientes por plantão em um sistema que não tem a mesma "usabilidade" do papel. 
Para este médico, por mais que este sistema faça toda a integração com os processos da enfermagem e automatize a dispensação na farmácia, sempre fica a impressão que ele está sendo onerado pelo sistema para atender a estes processos.
Para a grande maioria deles, a padronização das informações e todos os "termos técnicos" de informática que utilizamos não deveriam ser mais importantes que a assistência.
Ele não enxerga o Prontuário Eletrônico como uma ferramenta de apoio e fonte de informações do paciente e sim como mais um processo que desvia o tempo do médico da assistência para a "burocracia".
"

Cabe a nós, Profissionais da Informática Médica, mudar essa visão do médico e facilitar-lhes o processo de informatização dos consultórios. http://timedicina.com.br



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