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5 de abr. de 2019

Imagens de Informática em Saúde, Informática Médica, Saúde digital

Atualizei as imagens que mostram o escopo da área de Informática Médica, Informática em Saúde e Saúde Digital.
Quem desejar usá-las, sem modificação, fique a vontade,






29 de abr. de 2018

Impressões sobre o Congresso Europeu de Informática Médica - MIE 2018

O Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini, PhD (Presidente, Instituto Edumed, Campinas, Brasil|) fala sobre as novidades e os destaques do MIE 2018 (Congresso Europeu de Informática Médica), realizado em Gotemburgo, Suécia. 




O primeiro dia: terça-feira, 24 de abril.


O segundo dia: quarta-feira, 25 de abril


O terceiro dia: quinta-feira, 26 de abril

9 de mar. de 2018

Reflexões sobre HIMSS 2018

Minha querida  amiga Osmeire Chamelette Sanzovo (certificada pelo cpTICS/SBIS) divulgou as
Reflexões pós HIMSS que a CIO da BP (SP) - Lilian Quintal Hoffmann fez no linkedin e que achei bastante interessantes para reflexão. 


18 Reflexões pós HIMSS18:


1) Sim, CIO, physician burnout também é seu problema, ajude na solução 
2) Se Artificial Intelligence não está nos seus planos, inclua 
3) Patient engagement, você tem pensado seriamente sobre isso quando define sua arquitetura de sistemas? 
4) Patient experience, onde a TI pode fazer a diferença e mostrar a que veio 
5) Inovação, questão de sobrevivência. Sem pesquisa não há inovação, sem inovação, não há pesquisa 
6) Data Analytics, revisitar sua estratégia é mandatório, seu plano pode estar errado 
7) Cybersecurity, tirará seu sono para sempre 
8) Análises preditivas salvam vidas, seus dados contem tesouros 
9) Interoperabilidade continua sendo encarada como um problema, já está na hora de vc adotar padrões e facilitar para o ecossistema 
10) Soluções criativas resolvem a maioria dos problemas 
11) Blockchain, imaturo mas promissor 
12) “Contrate” robôs e facilite a vida das áreas de negócios 
13) Sim, EMRAM é um modelo que vai poupar esforços e garantir boas práticas 
14) Transformação Digital, você está atrasado 
15) Fornecedores, divida seus problemas e suas estratégias com eles, os transforme em verdadeiros parceiros 
16) Trocar experiências te provê conhecimento e insights 
17) Sim, o paciente DEVE ser o centro 
18) Participar da HIMSS é um privilégio


por Lilian Quintal Hoffmann
CIO BP - Hospital Beneficência Portuguesa São Paulo

22 de out. de 2017

7 termos de Inteligência Artificial que o médico deve conhecer


1- Inteligência Artificial:
"Inteligência Artificial é o estudo de como fazer os computadores realizarem coisas que, no momento, as pessoas fazem melhor" (RICH & KNIGHT, 1994). Mas eu, especialmente, gosto das colocações do Prof. Cristiano L.P. de Oliveira (IFUSP), em que a IA baseia-se em:
  • sistemas que pensam como humanos, p. ex., IBM Watson Oncologia. 
  • sistemas que atuam como humanos, p. ex., Da Vinci Cirurgia Robótica. 
  • sistemas que pensam racionalmente, p. ex., dedução, lógica.
  • sistemas que atuam racionalmente, p. ex., sistemas que usam modelos matemáticos.
2- Computação Cognitiva: outro termo para inteligência artificial, mesmo significado.



3- Aprendizado de máquina

É uma área de IA que utiliza programas de computador que tomam decisões baseados em experiências acumuladas por meio de solução bem sucedida de problemas anteriores. Tem como objetivo o desenvolvimento de técnicas computacionais sobre o aprendizado, bem como a construção de sistemas capazes de adquirir conhecimento de forma automática. O reconhecimento de imagens e padrões é uma área que tem uma aplicabilidade muito grande na medicina, como Eyes of Watson,  que é um software  que potencializa o processamento de imagens e o diagnóstico digital. 

4 - Análise Preditiva:
É o uso de dados, algoritmos estatísticos e técnicas de machine learning para identificar a probabilidade de resultados futuros com base em dados históricos. Na Saúde podem prever a eficácia de novos procedimentos, exames médicos e medicamentos e melhorar serviços ou resultados, fornecendo melhor atendimento ao paciente.
Ex: O prof Alexandre Chiavegatto Filho está desenvolvendo um trabalho no LABDAPS (Laboratório de Big Data e Análise Preditiva em Saúde da USP), que tem por objetivo predizer a expectativa de vida dos habitantes de São Paulo sem usar dados de saúde. 
Alexandre Chiavegatto Filho



5- Aprendizado Profundo

É a parte do aprendizado de máquinas que se concentra na formação de "abstrações e conceitos". Os sistemas de aprendizado profundo ingerem grandes quantidades de dados e generalizam categorias e recursos relacionados a esses dados através de uma aprendizagem supervisionada (onde as varíaveis são definidas, assim como o desfecho procurado) ou não supervisionada (são fornecidas somente as variáveis e o sistema busca desfechos relevantes). Ex: Algoritmo ajuda a diagnosticar e tratar doenças oculares



6- Algoritmo
É uma sequência finita de instruções bem definidas e não ambíguas, cada uma das quais devendo ser executadas mecânica ou eletronicamente em um intervalo de tempo finito e com uma quantidade de esforço finita. Um exemplo de algoritmo seria um protocolo de bradicardia, como abaixo:


7- Processamento de linguagem natural 

Área de inteligência artificial relacionada à geração e compreensão automática da linguagem dos seres humanos. O objetivo do PLN é fornecer aos computadores a capacidade de entender e compor textos. “Entender” um texto significa reconhecer o contexto, fazer análise sintática, semântica, léxica e morfológica, criar resumos, extrair informação, interpretar os sentidos, analisar sentimentos e até aprender conceitos com os textos processados. Ex: Siri do iPhone e iPad

Ferramentas práticas de Inteligência artificial que você pode experimentar, aplicadas a Saúde (fonte):
  • AIME: Uma parceria entre uma startup malaia e uma ONG carioca usa a tecnologia criada pela Artificial Intelligence in Medical Epidemiology (AIME), para prever surtos de dengue em determinadas regiões no Brasil, facilitando a prevenção e o combate.
  • Enlitic: Aprendizagem profunda para saúde e medicina baseada em dados com o objetivo de dar resultados de diagnóstico radicalmente melhores.
  • Metamind.io: Reconhecimento automático e categorização precisa de imagens. Inclui diversos cases de medicina.
  • Zebra Medical Vision: Aperfeiçoa o atendimento ao paciente ao fechar as lacunas entre pesquisa clínica em larga escala e implementação de insights clínicos.
  • Deep Genomics: Aprendizado de máquina e IA para a medicina de precisão, testes genéticos, diagnósticos e terapias.
  • Atomwise: Utiliza a IA e análises para previsões médicas e descoberta de novos medicamentos.
  • Flatiron.com: IA e aprendizagem de máquina para insights sobre tratamentos de saúde.

29 de jul. de 2017

Inscrições abertas para Congresso de Prontuário Eletrônico e e-Saúde em SP - 18 a 20/09



As inscrições para o Congresso Internacional eSAÚDE & PEP 2017, realizado pela Sociedade Brasileira de Informática e Saúde - SBIS. O período inicial de inscrições conta com valores reduzidos até o dia 11/08.


Profissionais de hospitais, clínicas, consultórios, operadoras, secretarias de saúde, universidades, consultorias, empresas de software e outros poderão, ao longo dos três dias do evento, conhecer, se atualizar e discutir como a tecnologia pode contribuir na gestão e na assistência à saúde, através de uma abordagem que irá dos conceitos aos aspectos práticos dos temas apresentados.

De 18 a 20 de setembro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, grandes especialistas irão apresentar e debater os principais aspectos da Saúde Digital e do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).

12 de mar. de 2017

O que é o Conjunto Mínimo de Dados do SUS?

O CMD (Conjunto Mínimo de Dados) é um estratégia do MS para aperfeiçoamento dos sistemas de informação do SUS, que foi instituído com a RESOLUÇÃO da Comissão Intergestores Tripartide (CIT) N 6, DE 25 DE AGOSTO DE 2016.
 
A implantação do Conjunto Mínimo de Dados (CMD) será gradual e unificará nove sistemas adotados no SUS. O registro das informações no CMD será realizado por todos estabelecimentos de saúde públicos e privados em território nacional e poderá ser realizado por meio dos sistemas já existentes que serão integrados no Barramento da Saúde ou por meio de solução gratuita disponibilizada pelo Ministério da Saúde.


1 de mar. de 2017

SBIS levanta grupos de pesquisa CNPq em Informática em Saúde



Durante a gestão 2017-2018, a Diretoria de Educação da SBIS realizou um levantamento dos grupos de pesquisa CNPq que trabalham com informática em saúde.

A lista é dividida em duas categorias: "grupos de pesquisa específicos de informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/grupos-de-pesquisa.pdf)" e "grupos de pesquisa que possuem linha(s) de pesquisa relacionadas à informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/linhas-de-pesquisa.pdf)".

Se você trabalha em um grupo de pesquisa em informática em saúde e o mesmo não consta na lista, por favor, nos informe pelo contato educacao@sbis.org.br.

15 de out. de 2016

Abertas inscrições para Cursos EAD de Introdução à Informática em Saúde, Telessaúde e Telemedicina

O Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Universidade Federal do Ceará (NUTEDS/UFC) abriu inscrições para quatro cursos ofertados em parceria com o Programa Telessaúde Brasil Redes. O público-alvo são os profissionais de saúde, embora, em alguns casos, demais interessados nos temas possam participar.


São 8 mil vagas abertas para todo o Brasil, 2 mil para cada um dos cursos. As inscrições vão até março de 2017. Interessados devem preencher o formulário de inscrição especificado para cada curso. As informações de acesso serão enviadas em até 48 horas após o preenchimento do formulário. Todos os cursos são gratuitos e autoinstrucionais. 



1ª oferta - Capacitação sobre Diabetes Mellitus para Profissionais de Saúde

O curso tem como objetivo ampliar a capacidade de enfrentamento das principais situações de risco relacionadas ao Diabetes Mellitus que se apresentam no cotidiano do profissional de saúde. Podem participar Enfermeiros e Médicos, preferencialmente atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS), em especial nas Equipes da Saúde da Família (ESF). O curso tem carga horária de 10h.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.


2ª oferta - Curso Contexto Atual da Telessaúde e da Telemedicina no Brasil

O curso de Capacitação "Contexto Atual da Telessaúde e da Telemedicina no Brasil" é voltado para profissionais da área da saúde de nível médio e superior, mas está aberto para demais interessados no tema. 2 mil vagas estão abertas. O curso pretende mostrar a o que é e como funciona o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.

2ª oferta - Curso Introdução à Informática em Saúde

O curso "Introdução à Informática em Saúde" aborda a importância da utilização das Tecnologias Digitais da Informação e das Comunicações (TDICs) na área da saúde, tanto nos aspectos ligados ao que se denomina Informática em Saúde ou Informática Médica, quanto na convergência desta área com a Educação a Distância online. A ideia é enfatizar o valor da educação colaborativa à distância na capacitação profissional em diferentes áreas da saúde. O curso possui três unidades que abordam temas relacionados à história da Informática em Saúde, as perspectivas desta área no Brasil, e aspectos referentes à Saúde Digital. 2 mil vagas estão abertas. Profissionais da saúde e interessados no tema podem participar.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.



3ª oferta - Capacitação para Profissionais de Saúde em Telessaúde

O projeto pretende ampliar a capacidade de enfrentamento de situações de risco que se apresentam nas áreas de atuação do profissional de saúde e áreas afins. O curso é constituído de cinco módulos. O primeiro módulo aborda as diretrizes do Programa Telessaúde Brasil Redes, e como este tem funcionado no Estado do Ceará. O segundo aborda as Doenças tropicais com foco na Dengue, Chikungunya e Zica; seguido pelos módulos sobre Geriatria, Drogas e Doenças Crônicas não Transmissíveis. 2 mil vagas estão abertas. Profissionais da saúde e interessados no tema podem participar.

CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.

4 de mai. de 2016

Queremos conhecer os médicos que atuam em Informática em Saúde


A SBIS está com um projeto de tornar a Informática Clínica/Informática Médica uma área de atuação da Medicina e subespecialidade médica.
Para tanto, deseja saber mais informações sobre os médicos brasileiros que atuam tanto no Brasil, como no exterior, em Informática em Saúde.
Clique aqui ou responda abaixo: https://docs.google.com/forms/d/1rdZOCNqGF-G3MiXn7uozey-CBMG138H5STir_O7k7ZE/viewform


7 de abr. de 2016

Painel de Big Data em 2016 - Inteligência Artificial a serviço da Saúde

Matt Turck escreveu o post "Is Big Data Still a Thing? (The 2016 Big Data Landscape)" onde mostra o panorama atual de Big Data e como ela está se tornando a nova Inteligência Artificial, inclusive na área da saúde.
"A grande tendência ao longo dos últimos meses em análise de Big Data tem sido o foco crescente em inteligência artificial (em suas diversas formas e sabores) para ajudar a analisar enormes quantidades de dados e derivar percepções preditivas.(...) Os algoritmos para aprendizagem profunda (a área da IA que recebe mais atenção nos dias de hoje) foram criados há décadas atrás, mas não mostraram todo o seu potencial até que pudessem ser aplicados a grandes quantidades de dados baratos e rápidos. (...) A combinação de Big Data e IA irá impulsionar a inovação em praticamente todos os setores. A partir dessa perspectiva, a oportunidade de Big Data é provavelmente ainda maior do que as pessoas pensavam." Matt Turck
Abaixo podemos ver um panorama atual da Big Data dividida em infraestrutura, análise e aplicações, atualizada em 23/03/2016, isto é, bem recente.

Matt Turck -big data landscape

Para a imagem em tamanho grande, clique aqui. Para a lista das empresas, clique aqui.
Na área da saúde temos 2 áreas que chama a atenção: fonte de dados e API e Aplicações em Life Science.

Fonte de dados e API em Big data em Saúde


Fonte de dados e API em Big data em Saúde
  • Jawbone: Aplicativo UP usa o telefone ou smartwatch compatível para monitorar os movimentos, permite registrar alimentos e sono e mostra como fazer ajustes simples que, com o tempo, renovam o usuário por completo. Possui monitores de atividade física também: 
  • Garmin: um dos principais produtores de dispositivos de fitness que ajudam as pessoas a atingir seus objetivos, com dispositivos para atividades diárias, caminhada, corrida, natação ou uma combinação de atividades, além de ciclismo, natação corrida e poliesportiva.
  • Practice Fusion: conecta médicos, pacientes e dados para conduzir melhor saúde e salvar vidas, plataforma clínica em tempo real de dados não-identificados.
  • Fitbit: vários modelos de dispositivos tracker para todos os gostos.
  • Withings: dispositivos wireless de pressão arterial, peso, temperatura, atividade e muito mais, vendidos no site da Apple.
  • Validic: plataforma de tecnologia baseada em nuvem que conecta os dados gravados do usuário, desde aplicativos de saúde, dispositivos e wearables à empresas, como Kaiser Permanent, Cerner, sistemas hospitalares, fornecedores, empresas farmacêuticas, contribuintes, plataformas de tecnologia de informação de saúde, clubes de saúde e empresas de bem-estar.
  • Netatmo: Câmera com reconhecimento de face.
  • Kinsa: termômetro que junto com aplicativo, relaciona a febre e os sintomas informando aos pais quando é motivo de preocupação.
  • HumanAPI: acesso em tempo real aos dados de saúde digitais estruturados a partir de fornecedores, laboratórios, farmácias, dispositivos e aplicativos, permite conectar o mundo de dados de saúde para a sua aplicação com uma única API.


Aplicações de Big Data em Life Scienses 
Aplicações de Big Data em Life Scienses 
  • 23andMe:  serviço de análise de DNA fornecendo informações e ferramentas para as pessoas para conhecer e explorar seu DNA.
  • 3scan: visa alargar a compreensão da biologia passado o dogma central para fornecer uma compreensão da estrutura, função e mau funcionamento dos tecidos normais e patológicos em 2D e 3D. Com várias modalidades de imagem disponíveis, podemos capturar, manipular, analisar e quantificar uma grande variedade de informações estruturais para fornecer insights sobre o seu investigação problemas.
  • AiCure: soluções avançadas de adesão à medicação alimentado por inteligência artificial
  • Atomwise: usando supercomputadores para prever, com antecedência, que potenciais medicamentos vai funcionar, e quais não. Usando algoritmos de aprendizado de máquina para analisar as bases de dados para dizer a diferença entre quais drogas são indicadas e quais serão tóxicas, e descobrir novos usos para medicamentos antigos. 
  • Bina Technologies: soluções para análise genômica secundária e terciária, gestão de dados end-to-end e colaboração eficaz. As soluções  ajudam a organizar, encontrar e compartilhar ideias como grandes volumes de dados e  genômica.
  • Counsyl: análise de DNA para pré-concepção, pré-natal, câncer hereditário, e mias.
  • Deep Genomics: aprendizagem de máquina, biologia do genoma e da medicina de precisão, nova geração de tecnologias computacionais que podem nos dizer o que vai acontecerá dentro de uma célula quando o DNA é alterado pela variação genética, de ocorrência natural ou terapêutico. Banco de dados SPIDEX TM , um conjunto abrangente de mutações e seus efeitos previstos no splicing de RNA em todo o genoma humano.
  • Diassess: análise de DNA com objetivos médicos, forenses, químicos, industrial e agricultura.
  • Enlitic: tecnologia de aprendizagem profunda para a medicina, contextualiza os dados de imagem comparando-a com grandes conjuntos de dados de imagens do passado, e através da análise de dados clínicos auxiliares, incluindo os relatórios clínicos e estudos de laboratório. Fornece insights ao médico em tempo real ou retrospectivo.
  • Flatiron Health: plataforma de evidências para oncologia, ferramenta de análise que desbloqueia dados de vários sistemas e fornece insights clínicos detalhados e inteligência de negócios. 
  • Ginger.io: empresa fez um app que acompanha sua saúde mental, medindo níveis de paciência e depressão.
  • Glow: rastreamento de saúde pessoal abordando período menstrual e vida sexual, fertilidade, gravidez e bebê.
  • Grand Round Table: solução de suporte a decisão clínica integrado ao Registro eletrônico de Saúde
  • HealthTap: uma plataforma com mais de 60 mil médicos para atender pacientes online, base de conhecimento mais abrangente do mundo de informações pessoais de saúde criado pelo médico, e organizado com a ontologia proprietária da empresa, não só para os usuários e médicos, mas também para os desenvolvedores.
  • HumanDX:  é um esforço mundial para mapear qualquer problema de saúde aos seus possíveis diagnósticos . O Projeto coleta e interpreta as contribuições online de membros das comunidades médicas , científicas e de paciente para criar o primeiro sistema de diagnóstico aberto do mundo .
  • Kyruus: plataforma empresarial orientada a dados ajuda os sistemas de saúde a otimizar sua capacidade clínica e melhorar a experiência do paciente em todos os pontos de entrada.
  • Metabiota: análise de risco, abordagem diferente às ameaças de doenças infecciosas, soluções para transformar a informação de saúde em inteligência acionável.
  • Ovuline:nova geração de apps de saúde construídos por cientistas e médicos usando algoritmos sofisticados, para a saúde feminina
  • Pathway: análise de DNA, com IBM Watson, fornece aos usuários informação de saúde validada e personalizada entregue em qualquer dispositivo, incluindo informação somática e câncer hereditário , saúde cardíaca , triagem de portadores , dieta e perda de peso , bem como a resposta à drogapara medicamentos específicos, incluindo os utilizados na gestão da dor e saúde mental.
  • Recombine: análise de DNA
  • SolveBio: Plataforma de Genomic Intelligence para Medicina de precisão.
  • Transcriptic: acesse um laboratório celular e de biologia molecular totalmente automatizado diretamente do seu navegador. 
  • Tute Genomics: plataforma de genômica, armazena e gerenciar grandes repositórios de dados genômicos.
  • uBiome:  mapeia o microbioma humano, serviço de sequenciamento fornece informações e ferramentas para explorar as populações de bactérias que vivem sobre e dentro do corpo. Com base em pesquisas do Projeto Microbioma Humano NIH , aperfeiçoou a tecnologia para realizar estudos microbioma em grande escala.
  • Vital Labs:  processamento de imagens médicas, análise de dados, e desenvolvimento de produtos voltado para o consumidor.
  • Zephyr Health: organizar e visualizar os dados globais de saúde para ajudar os clientes indicar terapias de acordo com as necessidades do cliente.
  • Zymergen: biotecnologiaa, biologia, automação, aprendizado de máquina e arquitetura de dados, desenvolvendo novas formas  mais eficientes e mais confiáveis ​​para otimizar microrganismos para a fermentação industrial.

Vemos big data aplicada em Genômica para Medicina de Precisão, Farmacogenômica, banco de dados gerando Suporte a Decisão Clínica para integrar a prontuários eletrônicos, Insights relacionando história clínica e exames de imagens, tudo isso utilizando a enormidade de dados disponíveis.  E empresas produzindo dispositivos para capturar esses dados, aprimorando smartphones para se tornarem cada vez mais um sensor de saúde e bem estar.

Um mundo de evidências está disponível para ser descoberto e melhorar nossa prática clínica diária. E penso que o conceito de algoritmos foi introduzido em 1936 com a Máquina de Turing de Alan Turing e pelo cálculo lambda de Alonzo Church, e que só na década de 80 foram relembrados e aplicados adequadamente devido a evolução dos microprocessadores e computadores. 

Inteligência artificial é o estudo de como fazer os computadores realizarem tarefas que, no momento, as pessoas realizam melhor, o que inclui a capacidade de adquirir e aplicar conhecimentos aprendidos. (Almir Olivette Artero - Inteligência Artificial - Teoria e Prática). Praticar Medicina ainda é algo que fazemos melhor que os computadores.  Os algoritmos e as máquinas ainda não são tão bons na análise do discurso do paciente, pois o paciente intui uma grande quantidade de conhecimento de senso comum que pressupõe que o médico possua, e usa a ambiguidade, assumindo que o médico perceba. Computadores ainda não o fazem. AINDA.

6 de mar. de 2016

Whatsapp, criptografia e segurança de dados para telemedicina


Whatsapp é um app para celulares e web, de troca de mensagens (voz, texto, imagem, vídeos e documentos) que a cada dia mais tem sido usado à revelia do CFM, entre médicos e seus colegas e entre médicos e pacientes.

O CFM define a telemedicina como "o exercício da medicina mediante a utilização de metodologias interativas de comunicação audiovisual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde". 

Face a interpretação de que se trata de ato médico, os serviços prestados através da telemedicina deverão oferecer infra-estrutura tecnológica apropriada e obedecer as normas técnicas do CFM, no que se refere à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional. De acordo com a legislação, em caso de emergência ou quando for solicitado pelo médico responsável, o profissional que emitir o laudo a distância poderá oferecer o devido suporte diagnóstico e terapêutico. O artigo 4.º ressalta, contudo, que a responsabilidade profissional é do médico assistente do paciente; os demais envolvidos responderão solidariamente na proporção em que contribuírem por eventual dano ao paciente.

Uma informação interessante, que a maioria dos leigos desconhece, é que telemedicina é de médico para médico, do médico que assiste o paciente ao médico consultor. Telessaúde envolve profissionais de saúde em geral e pacientes. 

O que falta no app para ser usado na telemedicina?
  • Segurança de dados: o app Whatsapp usa a criptografia end-to-end, o que significa que as mensagens estão criptografadas nos servidores da empresa, e só podem ser lidas/vistas/baixadas no celular que enviou e no que recebeu. Portanto, é segura o bastante, como se pode ver no recente episódio envolvendo a Justiça Brasileira e o Facebook.  Mas o CFM e a SBIS, que definiram os padrões de segurança para a telemedicina, ainda não tem um projeto ou estudo envolvendo segurança de dados em saúde e aplicativos móveis, infelizmente.
  • Guarda, manuseio, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional:  todas essas questões, no que se refere ao aplicativo, ficam muito restritas ao comportamento do médico em relação às boas práticas de segurança na internet. O único entrave seria a guarda propriamente dita. O ideal seria a exportação da conversa para um Prontuário Eletrônico como parte de um atendimento. Para saber mais, veja CERT.br e o artigo  TI Móvel na Saúde: Privacidade, Confidencialidade e Segurança.
  • Inscrição no CRM:a pessoa jurídica que presta serviço de Telemedicina deve estar inscrito no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina do estado onde estão situadas, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico regularmente inscrito no Conselho e a apresentação da relação dos médicos que componentes de seus quadros funcionais. Para uso do aplicativo por médicos, e esse pré-requisito já está cumprido.
A evolução da tecnologia é muito rápida e a morosidade das nossas instituições fazem com que o uso de tecnologias pelos médicos deixem de lado a regulamentação da categoria em prol de uma maior agilidade de processos e melhor atendimento à Saúde. 
Continuaremos usando essa ferramenta tão útil para discussão de casos clínicos, passagem de plantão, encaminhamento de casos médicos e segunda opinião, mesmo que o CFM continue ignorando as novas tendências da profissão.
Whatsapp, criptografia e segurança de dados para telemedicina é um artigo original do TI Medicina.

25 de fev. de 2016

CBIS 2016- Congresso de Informática em Saúde em Goiânia de 27 a 30/07



A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS, juntamente com a Comissão de Governança da Informação em Saúde da Universidade Federal de Goiás - CGIS-UFG (Comissão de Organização Local), realizarão no período de 27 a 30 de novembro, em Goiânia-GO, o CBIS 2016 - XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde.O CBIS é um evento com ampla programação técnica e científica, com exposições de empresas e soluções do setor.

Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016


Eixos Temáticos para Submissões:

  • Eixo I: Sistemas clínicos
Dispositivos móveis aplicados ao cuidado em saúde (m-Health)
Padrões para troca de informações
Plataformas e portais para pacientes
Prontuário eletrônico
Registro eletrônico em saúde
Robótica e realidade virtual aplicados ao cuidado em saúde
Computação gráfica e processamento de sinais e imagens em saúde
Sistemas de apoio à decisão clínica
Sistemas de prescrição e ordens
Sistemas para enfermagem
Sistemas para equipe multidisciplinar e outras áreas da saúde
Telessaúde

  • Eixo II: Informática disciplinar e transdisciplinar aplicada à saúde
Aplicações em dispositivos móveis para educação em saúde e auto-cuidado
Apoio ao ensino e educação continuada
Biodispositivos
Bioinformática translacional
Ética aplicada à informática em saúde
Infodemiologia: epidemiologia e big-data
Informática aplicada à farmácia
Informática aplicada à odontologia
Mineração de dados e Big data
Portais de informação em saúde
Processamento de imagens e sinais biomédicos
Segurança da informação
Sistemas de informação georreferenciada
Terminologias, ontologias, vocabulários controlados

  • Eixo III: Organização, gestão e impacto social da informática em saúde
Formação de Recursos Humanos
Financiamento e Valorização de P&D em Informática em Saude
Acesso à informação
Avaliação de tecnologias em saúde
Barreiras para implementação de sistemas clínicos
Indicadores de saúde: painéis de monitoramento, salas de situação, controle de epidemias
Os sistemas de informação na Saúde Pública
Outros aspectos em saúde pública
Política nacional de informática em saúde
Políticas públicas para saúde com apoio da informática
Estratégia de e-Saúde para o Brasil
Revisões sistemáticas sobre Informática em Saúde
Segurança da informação, aspectos legais e questões éticas em sistemas nacionais

  • Datas Importantes:
Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016
Notificação de aceite: 08/08/2016
Envio da versão final para anais do evento: 31/10/2016
Prazo para inscrição de pelo menos um coautor: 31/10/2016
Publicação online dos anais do evento: 25/11/2016
Siga o CBIS 2016 nas redes sociais.

Saiba Mais!

14 de fev. de 2016

História do Surgimento de Associações e Sociedades em Informática em Saúde

Achei esse post no Dental Cadi, escrito pelo Dr.Nielsen Santos Pereira, sobre Sociedades de Informática em Saúde.

"O surgimento das associações e sociedades de Informática em Saúde ocorreu paralelamente ao desenvolvimento da Informática em Saúde, sendo que, nas primeiras décadas, essas sociedades foram veículos importantes para a divulgação dos novos conhecimentos, os quais eram mais facilmente transmitidos através de reuniões científicas promovidas pelas sociedades profissionais.

Atualmente, o papel dessas sociedades profissionais é muito mais abrangente, especialmente no que se diz respeito ao fortalecimento das comunidades profissionais, à promoção da educação continuada e à representação desta área junto a outras organizações públicas e privadas.

A rápida evolução do conhecimento na área da Informática em Saúde tem favorecido a organização de várias associações e sociedades profissionais ao redor do mundo inteiro. Na Tabela 1, apresentamos um sumário com as principais sociedades dessa área. Maiores informações encontram-se podem ser acessadas nos links respectivos a cada sociedade.

Tabela 1 – Principais Sociedades e Associações de Informática em Saúde.


Atualmente, existem dezenas de associações e sociedades em todo mundo. Entre elas estão:

1. IMIA – International Medical Informatics Association

  • História - A IMIA é uma associação internacional independente fundada em 1967, mas estabelecida 1989, sob Leis Suíças. Inicialmente atuava como comitê técnico da International Federation for Information Processing (IFIP ); também está estritamente ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras organizações internacionais semelhantes. A IMIA engloba dezenas associações constituindo uma federação internacional de IS da qual a SBIS faz parte.



  • Missão - A IMIA cumpre um papel principal na aplicação da Ciência da Informação e Tecnologia nas áreas da saúde e pesquisa na medicina, saúde e bioinformática. Dentre seus vários objetivos, ressaltamos a promoção da informática na saúde; cooperação internacional; estímulo à pesquisa e desenvolvimento de aplicações, etc. A IMIA também funciona como uma organização “ponte” com os objetivos principais de ser uma ligação entre o ambiente acadêmico e pesquisa com os profissionais, as instituições, os fabricantes e vendedores de equipamentos; liderar as comunidades de IS para o século XXI.

2. SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde

  • História - A SBIS foi fundada em 1986 durante a realização do I Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, em Campinas – São Paulo. A diretoria da SBIS era composta por Roberto Rodrigues, Renato Sabbatini, Cândido Pinto de Melo e Beatriz Leão. A SBIS surgiu praticamente na mesma época que as demais associações, mostrando o interesse e o engajamento de pesquisadores e profissionais brasileiros no desenvolvimento da IS, no Brasil.
  • Missão - A SBIS reúne profissionais especialistas e interessados na área de IS com a finalidade de promover o desenvolvimento dos recursos tecnológicos para a melhoria da saúde no Brasil através de estímulos ao ensino, pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Além disso, promove congressos e eventos para divulgação de conhecimento e troca de experiências.

3. AMIA – American Medical Informatics Association

  • História - A AMIA é uma associação profissional científica que surgiu em 1988 pela união de 3 organizações: AAMSI (American Association for Medical Systems and Informatics), ACMI (American College of Medical Informatics) e SCAMC (Symposium on Computer Applications in Medical Care). A AMIA, por mais de 35 anos, tem patrocinado e apoiado encontros, educação, políticas e programas de pesquisa. A AMIA continua a ganhar influência como referência na informática em saúde devido suas publicações de alta qualidade como o Journal of the Americal Medical Informatics Association (JAMIA), Computers in Biomedical Research, e M.D. Computing. Além disso, promove o Symposium on Computers Application in Medical Care (SCAMC) – maior congresso de Informática Médica do mundo.
  • Missão - A AMIA visa liderar o caminho na transformação no ambiente em saúde através da ciência, educação e boas práticas na Informática. Ela reúne a comunidade de profissionais e estudantes interessados em informática; visa também ser uma ponte entre o meio acadêmico e o profissional das instituições de saúde. A AMIA apoia 5 domínios: Bioinformática Translacional; Pesquisa em Informática Clínica; Informática Clínica; Pesquisa em Informática do Consumidor e Informática em Saúde Pública.

4. HIMSS – Healthcare Information and Management Systems Society

  • História - A HIMSS surgiu em 1961 e foi fundada no Instituto de Tecnologia da Georgia. É uma organização sem fins lucrativos, focada exclusivamente em prover liderança global para melhorar a utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação, dos Sistemas de Informação e Gerenciamento das instituições de saúde.
  • Missão – Liderar globalmente os esforços de otimização de engajamento, qualidade e resultados no ambiente de saúde através Tecnologia da Informação (TI). Os diversos grupos de interesse procuram ajudar no direcionamento estratégico e uma posição oficial nas questões pertinentes a uma melhor utilização da TI e dos sistemas de informação e gerenciamento nas instituições de saúde.
Referência - http://www.himss.org

5. EAHIL – European Association for Health Information and Libraries

  • História - A EAHIL, fundada em 1987, em Brighton, Reino Unido, na presença de mais de 100 delegados da OMS. Mas em dezembro de 1984 um grupo de bibliotecários da área de saúde iniciou os contatos entre os diferentes países europeus. Durante o 5º Congresso Internacional de Biblioteconomia Médica em 1985, em Tóquio, 26 representantes de países europeus se reuniram e iniciaram as discussões do local e data de uma primeira conferência, que aconteceria de 30 de setembro a 5 de outubro de 1986 em Bruxelas. Atualmente, a EHAIL conta com mais de 1400 membros de 25 diferentes países europeus, além dos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Estes membros são bibliotecas, bibliotecários e empresas com interesse na ciência da IS.
  • Missão -. Seus objetivos principais são melhorar a cooperação entre as bibliotecas médicas espalhadas pela Europa; fortalecer os laços entre as bibliotecas médicas da Europa Ocidental e Oriental; elevar os padrões de fornecimento e práticas em bibliotecas médicas; manter os profissionais de biblioteca e de informação atualizados; incentivar a mobilidade e educação continuada no que tange as novas tecnologias; representar as bibliotecas médicas em nível europeu, nas instituições europeias e na OMS.

REFERÊNCIAS
Sigulem D. Um Novo Paradigma de Aprendizado na Prática Médica da UNIFESP/EPM [Tese de Livre- Docência]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Departamento de Informática em Saúde, 1997.
SBIS [homepage na internet]. São Paulo [atualizada em 2013 Out 24; acesso em 2013 Out 25]. História da SBIS; [aproximadamente 5 telas]. Disponível em: http://www.sbis.org.br/
Sabbatini RME. Associações de Informática em Saúde. Informédica [periódico da internet]. 1994 [acesso em 2013 Out 26]; 2 (10): 13-14.Disponível em:http://www.informaticamedica.org.br/informed/assoc.htm"

24 de out. de 2015

Abertas Inscrições para Pós-Graduação em Tecnologia em Saúde na PUCPR


O período de inscrições vai de 23/10 a 31/11/2015 para Mestrado e Doutorado em três linhas de pesquisa de Tecnologia em Saúde da PUCPR, a saber: 

  • Bioengenharia: biomateriais e materiais biocompatíveis; engenharia de reabilitação; tecnologias assistivas; instrumentação biomédica com ênfase em aplicações na Biomecânica; modelagem e análise biomecânicas da motricidade humana; processamento de imagens médicas. 
  • Avaliação de Tecnologia em Saúde: aplicação de métodos qualitativos e quantitativos para avaliação de abordagens, processos e recursos que visam monitorar, preservar e melhorar a saúde e qualidade de vida dos seres humanos. Examinam-se as implicações clínicas, econômicas, éticas e legais das tecnologias na saúde.
  • Informática em Saúde: sistemas de informação, de apoio à decisão, banco de dados, inteligência artificial, padronização e integração de sistemas, telemedicina, indicadores, educação, bioinformática, prontuário eletrônico do paciente e análises epidemiológicas.

O Programa de Pós-Graduação em Tecnologia em Saúde (PPGTS) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná é um programa Interdisciplinar, que tem por finalidade principal a formação de recursos humanos qualificados para pesquisa e ensino superior nos domínios da Bioengenharia e Informática em Saúde. Possui como ponto forte sua estrutura organizacional e suas disciplinas, que reflete no ótimo resultado na qualidade dos egressos. 
Inscrições de Verão 2016 e Entrega da Documentação 
De 23/10/2015 a 31/11/2015

Início do Curso 
Março 2016

Total de Vagas 
25 vagas


18 de ago. de 2015

Você já inscreveu a sua startup no Prêmio Pfizer?


http://desafiopfizer.com.br/

Desafio Pfizer é um Desafio de Startups criado pela Pfizer e Berrini Ventures que irá selecionar startups que tragam soluções inovadoras aos principais desafios da Indústria Farmacêutica e Mercado de Saúde do país.

Junto à Berrini Ventures, primeira aceleradora de empresas em saúde da América Latina, a Pfizer lança o seu Desafio Pfizer, em busca de startups inovadoras que alinhem tecnologia e visão de negócios em Saúde Digital para melhorar o mundo e facilitarem a prática médica diária. Serão escolhidas 4 empresas vencedoras, que passarão por 3 meses de mentoria com executivos nacionais e multinacionais da Pfizer, sendo que 2 delas também ingressarão no Programa de Aceleração da Berrini Ventures.

Podem participar startups que tenham sinergia aos desafios lançados. É necessário apenas que os sócios sejam maiores de idade, com no mínimo 1 (um) sócio brasileiro e que a empresa tenha menos de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) de faturamento.


Serão selecionadas 10 empresas que participarão de um encontro de premiação, com a presença de executivos da Pfizer, da Berrini Ventures, além de outros convidados do setor de Saúde e Investimentos do país.

Dessas, serão selecionadas 4 startups vencedoras para passar por um processo de mentoria, de duração de 3 meses, com executivos nacionais e internacionais da Pfizer. Duas delas também serão convidadas a participar da Turma de Aceleração da Berrini Ventures.

12 de jul. de 2015

Palestra online Gratuita: Curso de Informática Biomédica da UFPR


A Diretoria de Educação da SBIS tem o prazer de convidar a todos para a 6ª palestra do VI Ciclo de Seminários Online de Informática em Saúde. No dia 03/08/2015, teremos a palestra Curso de Informática Biomédica da UFPR.

Resumo: O Curso de Informática Biomédica da UFPR reúne e coloca à disposição do estudante um currículo que proporciona uma formação sólida e integrada, contemplando especialmente as áreas de:
- Bioinformática;
- Processamento de Imagens Médicas;
- Sistemas de Informação em Saúde.
O curso oferta 30 vagas anuais com ingresso no primeiro semestre, teve seu início em 2011 e tem duração de 4 anos. Exigindo do aluno dedicação em tempo integral, pois oferece disciplinas nos turnos da tarde e da noite. Possui convênios de Intercâmbio com Instituições no exterior, bem como bolsas de Iniciação Científica, monitoria e Tutoria.


Palestra: Curso de Informática Biomédica da UFPR

Data: 03/08/2015
Horário: 20h00 às 21h30
Palestrante: Prof.ª Dr. Lucas Ferrari de Oliveira


Mini Currículo do palestrante:

Possui graduação (1998) em Ciência da Computação pela Universidade de Marília (UNIMAR), mestrado em Engenharia Elétrica (2000) pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), doutorado (2005) em Ciências Médicas (Clínica Médica - Investigação Biomédica) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no Departamento de Informática (DInf) e é professor colaborador dos Programas de Pós-Graduação em Informática e de Engenharia Elétrica da UFPR. Atualmente é coordenador do curso de Informática Biomédica da UFPR. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Processamento de Imagens Médicas atuando principalmente nos seguintes temas: alinhamento de imagens, cintilografia miocárdica, neurologia e epilepsia.


Você é nosso convidado. A palestra é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. Para acessar a sala virtual de webconferência, utilize um navegador de internet, acesse o link abaixo e entre na sala como Convidado, usando o seu nome.

https://meet52658369.adobeconnect.com/_a1106706205/vi_ciclo_seminarios_online_tics_sbis/

Atenciosamente,

Diretoria de Educação SBIS - Zilma Reis e Juliana Souza-Zinader

18 de jun. de 2015

Inscrições para Especialização em Informática em saúde pela UNIFESP à distância (2015-2016)



Está aberto  o processo de seleção do Curso de Especialização em Informática em Saúde UAB/UNIFESP, modalidade a distância. O período de inscrição vai de 17/06 a 15/07/2015.


Edital para TUTORES se candidatarem para trabalhar no curso

Especialização em Informática em Saúde

Objetivos do Curso
Oferecer as condições necessárias à especialização em informática em saúde na modalidade educação a distância aos profissionais interessados;
Socializar conhecimentos já produzidos e organizados da área da informática em saúde;
Desencadear novos processos sistematizados e orientados de produção de conhecimento em informática em saúde;
Proporcionar conhecimentos suficientes para a gestão de serviços de informática no ambiente de saúde.
Público Alvo
Este curso destina-se a profissionais graduados, com nível superior concluído, das áreas de saúde, biológicas, exatas e humanas com interesse de formação em informática em saúde.
Concepção do Curso
Esse curso é realizado na modalidade à distância, utilizando o ambiente virtual de aprendizagem oficial da UNIFESP, que é a plataforma Moodle, para apresentação
do conteúdo e para o cumprimento das atividades avaliativas.
O curso baseia-se na compreensão da aprendizagem como um processo de construção coletiva de conhecimentos a partir da reflexão sobre a prática. Proporciona aos participantes um conjunto de experiências de aprendizagem individual e coletiva com o objetivo de prepará-los para entender e atuar em hospitais e serviços de saúde onde haja sistemas de informação de saúde e outros recursos baseados no uso das tecnologias de informação e comunicação na saúde.
Possui acompanhamento de tutoria. Os tutores são especialistas no conteúdo do curso e selecionados previamente pela Coordenação. Durante todo o curso, o tutor estará disponível para:ƒƒ esclarecer dúvidas sobre o conteúdo do curso; acompanhar a frequência e o aproveitamento dos participantes; receber sugestões para melhoria do curso; facilitar o entendimento das disciplinas e acompanhar o aluno no processo de aprendizagem.
Temas Abordados
História da Informática em Saúde
Fundamentos da Informática em Saúde
Fundamentos das Ciências da Saúde
Fundamentos das Ciências da Computação
Estratégias e Técnicas de Gerenciamento de Dados
Bases de Dados em Saúde
Sistemas de Informação em Saúde
Prontuário Eletrônico do Paciente
Metodologia Científica em Informática em Saúde
Imagens Médicas
Telemedicina e Telessaúde
Padrões de Normatização em Informática em Saúde
Gestão e Economia em Saúde
Tecnologias para Capacitação Profissional em Saúde
Carga Horária
490 horas
Início e Duração
23 de agosto de 2015, 15 meses
Turno
Realizado a distância, com indicação de duas horas diárias de estudo, 5 dias na semana, com 3 encontros presenciais ao longo do curso no polo UAB (aos sábados)
Valor da Inscrição e Mensalidade
Curso gratuito
Local da Inscrição: http://portal.uab.unifesp.br/?p=1979
Certificação
O aluno que cumprir satisfatoriamente todas as exigências do curso receberá Certificado de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível de Especialização, em “Especialização em Informática em Saúde”, expedido pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP – EPM e credenciado pelo MEC (Credenciamento para a oferta de cursos superiores à distância – Portaria nº 804/06 de 27/03/2006 publicada em 28/03/2006).

13 de jun. de 2015

Palestra online gratuita: Realidade Virtual e Aumentada aplicada à Saúde 06/07

A Diretoria de Educação da SBIS tem o prazer de convidar a todos para a 4ª palestra do VI Ciclo de Seminários Online de Informática em Saúde. No dia 06/07/2015, teremos a palestra Realidade Virtual e Aumentada aplicada à Saúde.

Resumo: A Realidade Virtual é uma área tipicamente multidisciplinar que envolve conceitos provenientes das Engenharias, Computação, Física, Artes e também da área específica da aplicação à qual ela se destina. Por permitir uma interação humano-computador mais natural em ambiente tridimensional e possibilitar a reprodução de situações reais, torna-se um recurso de amplo potencial para a área da saúde. Esta palestra aborda conceitos, desafios e oportunidades de aplicações de Realidade Virtual na área de saúde no Brasil, apresentando um estudo sobre as pesquisas na área e aplicações desenvolvidas. A análise da situação atual mostra que há vários grupos brasileiros de pesquisa desenvolvendo aplicações com grande diversidade de assuntos, contemplando principalmente as áreas de treinamento e educação. A partir da análise conduzida, verifica-se que ainda há vários desafios a serem superados a fim de que as aplicações de Realidade Virtual sejam incluídas na rotina dos profissionais da área de saúde. Se por um lado tais desafios retardam o uso efetivo desta tecnologia na prática, por outro constituem oportunidades ímpares de pesquisa e desenvolvimento. 


Palestra: Realidade Virtual e Aumentada aplicada à saúde

Data: 06/07/2015 

Horário: 20h00 às 21h30 



Mini Currículo da palestrante:

Graduada e mestre em Engenharia Elétrica pela Escola de Engenharia de São Carlos - USP, doutor em Física Professora da Universidade de São Paulo. Bacharel em Ciência da Computação, Mestre em Engenharia Elétrica, Doutora em Física Computacional. Trabalha na área de processamento gráfico aplicado à saúde, desenvolvendo pesquisas na área de treinamento médico virtual, jogos sérios para saúde, sistemas de auxílio ao diagnóstico e recuperação de imagens e modelos tridimensionais por conteúdo. Atualmente tem se dedicado a orientar e desenvolver trabalhos na área de simulação de procedimentos virtuais e jogos de reabilitação. É pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Sistemas de Informação (EACH-USP) e do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica (EP-USP).


Você é nosso convidado. A palestra é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. Para acessar a sala virtual de webconferência, utilize um navegador de internet, acesse o link abaixo e entre na sala como Convidado, usando o seu nome. 

http://meet52658369. adobeconnect.com/vi_ciclo_ seminarios_online_tics_sbis/