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24 de nov. de 2015

Hospitais brasileiros alcançam o estágio 6 da HIMSS

 Os hospitais brasileiros estão avançando na adoção de ferramentas informatizadas, usando assim a Tecnologia da Informação para ganhar eficiência operacional, melhor qualidade assistencial e maior segurança do paciente.

Para estimular os hospitais a avançar na adoção do prontuário eletrônico, a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS) desenvolveu o Electronic Medical Record Adoption Model (EMRAM). Como modelo de maturidade, define 8 estágios evolutivos (0 a 7), indicando passo a passo quais tecnologias precisam ser adotadas para alcançar o nível de um hospital digital.

O processo de avaliação inicia com o preenchimento de um questionário. Nos estágios mais avançados 6 e 7, funciona tal como uma acreditação hospitalar, com a visita de auditores internacionais e com a premiação em eventos realizados pela HIMSS em todo o mundo.

A FOLKS é parceira formal da HIMSS Analytics e já apoiou mais de 25 instituções na avaliação do EMRAM. Muitos se qualificaram nos estágios 0 a 5 e, através do relatório de não conformidades, estão melhorando os seus processos e adotando novas tecnologias.

Atualmente, são apenas 7 hospitais estágio 6 no Brasil: Sírio Libanês, Samaritano, Alemão Oswaldo Cruz, Santa Paula, Idoso Zilda Arns, Unimed Recife e Unimed Volta Redonda. Todos os hospitais estágio 6 no Brasil contaram com o apoio da FOLKS.

Fonte: www.folkstic.com 
folks@folkstic.com 
+55 11 2505-9271

9 de fev. de 2014

Em busca do Hospital Digital

Palestra gravada no IV Ciclo de Seminários On-Line de Tecnologias de Informação em Saúde, promovida pela Diretoria de Educação e Capacitação Profissional em Informática em Saúde da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), pelo Dr. Cláudio Gluliiano Alves da Costa, em 2013.

22 de mai. de 2012

Instituto do Câncer torna-se primeiro hospital 100% digital do Brasil

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) é o primeiro hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) do país a operar 100% com tecnologia digital.

A instituição acaba de implantar o processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, com reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

A tecnologia permite eliminar o arquivamento de prontuários em papel. Isso significa reduzir drasticamente o volume de impressos, resultando em vários ganhos. O primeiro benefício vem na forma de uma otimização do espaço físico, permitindo aproveitar a área do Instituto para ampliar o espaço hospitalar voltado diretamente para assistência. O segundo é uma maior agilidade no atendimento, já que não haverá mais perda de tempo devido ao trânsito do prontuário papel de um setor a outro.


Melhores práticas de Medicina
Mas a conquista mais importante pode vir para os pacientes.

O nível de segurança obtido com o prontuário eletrônico e certificação digital de toda a equipe de assistência garantem que, em todos os processos, haja uma conduta uniforme. Será também mais fácil garantir o padrão das melhores práticas de medicina, além de ser possível identificar em todos os passos, quem, quando, onde, e como foi executado um procedimento.

Os benefícios conquistados com a certificação também incluem a eliminação do retrabalho, comum nos processos de prontuário eletrônico sem assinatura, e otimizam as rotinas hospitalares. Agora, ao prescrever uma medicação, o médico não precisa mais esperar o prazo da enfermagem para assinar a prescrição em papel. O pedido eletrônico é válido e de acesso simultâneo a todas as áreas envolvidas.

O sistema implantado no Instituto também elimina completamente a possibilidade de falsificação de assinaturas. "Diferente de um carimbo médico, que pode ser facilmente replicado, cada assinatura digital é única", garante o diretor de Tecnologia da Informação do Icesp, Kaio Bin.

19 de jan. de 2011

O que o médico deve saber sobre direito digital

  • Propriedade, guarda e segurança do prontuário eletrônico: 
Desde sempre o direito aos dados do Prontuário Médico é do Paciente, e só cabe a ele, inclusive. No entanto, a geração do mesmo é de obrigação do médico e a guarda acaba sendo dos agentes de saúde, especialmente Clínicas e Hospitais, onde estes médicos atuam e consultam. Mas é só um paciente ou um familiar necessitar de suas informações para iniciar uma disputa muitas vezes jurídica, visto que há toda uma questão de sigilo médico envolvido.
O CFM  na Resolução CFM n.º1.821/2007 autoriza a eliminação do papel na informatização e guarda de registros médicos dos sistemas de saúde. Mas para isso há pré-requisitos a serem seguidos como o uso de certificação digital, a guarda permanente do registro, controle de acesso com base na autenticação do ususário, a rastreabilidade de dados no caso de auditoria, e principalmente que dados não podem ser alterados depois de inseridos, caso haja necessidade de fazê-lo, o sistema deverá garantir as retificações ou acréscimos, sem modificar o registro original. 
O prontuário eletrônico é visto por muitos, e erroneamente, como um documento que serve para incriminar o médico, na verdade ele é meio de prova fundamental exatamente para demonstrar como ele agiu, registrando cada detalhe, cada evolução, cada reação medicamentosa, servindo de espelho à atuação do médico naquele caso concreto.
  • Publicidade Médica em época digital:
Segundo o novo código de ética médica, é vedado ao médico permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa (blogs, redes sociais, facebook, orkut, twitter, etc), deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade; divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico; divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente por órgão competente; consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa.


Mais informações interessantes sobre o assunto podem ser pesquisadas no Livro Direito Digital da advogada Patricia Peck Pinheiro, que aborda os aspectos legais da saúde digital-prontuário eletrônico.

O que o médico deve saber sobre direito digital é post original do TIMedicina

27 de ago. de 2010

A ALERT lança o ALERT® 2.6.0.3 que representa 100% da funcionalidade necessária para produzir um hospital sem papel na Holanda

Destacam-se funcionalidades inovadoras, que incluem a integração de uma nova agenda com o ALERT® PAPER FREE HOSPITAL, assim como perfis para terapeutas (Medicina Física e Reabilitação), visualização gráfica dos resultados das análises, formulário relativo à permissão de doação de órgãos, registo da morte do paciente e consequente possibilidade de interrupção de workflows, gestão de camas em ambientes cirúrgicos, cálculo do volume do medicamento a administrar/administrado, registo da data/hora da administração e verificação do código de barras da medicação/paciente. A nova versão contempla ainda a possibilidade de fazer registos hídricos (monitorização de entradas e saídas de líquidos num paciente), escolher uma abordagem SOAP ou não SOAP no ALERT® OUTPATIENT e a integração do ALERT® REFERRAL com o ALERT® OUTPATIENT, assim como autenticação LDAP.


A mais recente versão do ALERT® integra ainda os primeiros módulos do ALERT® CRM Services, uma solução que permite uma melhor e mais fácil comunicação entre a instituição, o médico e o paciente através de diferentes canais, como SMS, e-mail.

Além disso, o ALERT® apresenta novos desenvolvimentos relativamente a versões anteriores, nomeadamente uma reformulação do histórico do Processo Clínico Electrónico, uma melhoria no registo e consulta de análises clínicas e novos templates para diversas áreas do ALERT®.

A v2.6.0.3 do ALERT® significou um total de 271 desenvolvimentos que corresponderam, na totalidade, às funcionalidades necessárias para produzir um PAPER FREE HOSPITAL na Holanda, conforme determinado pelo roadmap conjunto dos hospitais Jeroen Bosch e Bernhoven.
Fonte: Alert News

25 de jun. de 2010

Brasília ganha mais um hospital paperless

Distrito Federal já possui 1,7 milhão de prontuários eletrônicos na web.

A partir desta quarta-feira, o Hospital Regional da Asa Norte, localizado em Brasília (DF), contará com o sistema de prontuário eletrônico do paciente (PEP) desenvolvido pela InterSystems. A plataforma cobrirá todos os processos de atendimento do paciente, desde a entrada no hospital até a prescrição feita pelo médico.
Implementado em 75 dias, o hospital é a quinta instituição pública de saúde que contará com este tipo de sistema. O objetivo do projeto é reduzir o custo com desperdício de materiais e medicamentos, melhorar a gestão hospitalar e a qualidade do atendimento prestado no local.
Atualmente o sistema é acessado por mais de 7 mil profissionais da saúde e possui 1,7 milhão prontuários registrados em Brasília. O projeto executado pela empresa instalará a plataforma em 17 hospitais e 63 centros de saúde até maio de 2011, atendendo uma população de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes.
De acordo com o diretor de negócios em saúde da InterSystems, Fernando Vogt, os benefícios com a implementação do prontuário eletrônico vão além da redução de custo, pois a melhora no gerenciamento de materiais hospitalares e medicamentos traz, automaticamente, mais eficiência no atendimento prestado aos pacientes. "Em outras unidades conseguimos reduzir em 50% o desperdício de medicamentos e sua má administração, também reduzimos o número de exames realizados sem necessidade pelos pacientes, o que gerou uma boa economia de recursos e tempo", afirma Vogt.
Para reduzir a resistência dos profissionais de saúde garantir a rápida adaptação ao sistema, o software foi desenvolvido com o auxílio de médicos e enfermeiras, que utilizam cada vez mais ferramentas online para consultas e pesquisas. "Nos últimos três anos notamos uma queda na resistência a plataformas e ferramentas online por parte dos médicos", informa o diretor da empresa.
por Guilherme Batimarchi
23/06/2010
Saúde Business Web

31 de mai. de 2010

Sistema Alert reduz custos de R$ 8 milhões em hospital

Benefício foi comprovado por meio de um estudo realizado por uma universidade em uma instituição de 350 leitos

Um estudo realizado por uma universidade comprovou que o sistema Alert é capaz de gerar uma economia de R$ 8 milhões ao longo de ano em um hospital com 350 leitos. É nesses bons resultados que a Alert se baseia para desenvolver novos projetos em todo o mundo.

No Brasil, a companhia prevê a conclusão de alguns projetos ainda em 2010 como, por exemplo, o que está sendo implementado na Unimed de Belo Horizonte e o da Secretaria de Estado de Minas Gerais.

Além disso, o diretor de Serviços da Alert, Miguel Rocha destaca o projeto de atenção primária que será implantado no Hospital Albert Einstein de São Paulo. "Esse será sem dúvida uma demonstração da nossa capacidade de criar uma região digital". Um projeto com a mesma lógica também será implantado em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

"Temos uma base instalada de uma dimensão significativa no Brasil e agora estamos a apoiar a implementação da produção do nosso sistema no México e no Chile", comenta.

A Alert tem investido nos últimos seis anos em média 20% de suas vendas em desenvolvimento. Para o CEO da companhia, Paulo César Guimarães isso comprova o motivo da aceitação do seu produto que está presente em mais de 10 países.

"O ano passado foi muito positivo para a Alert, pois registramos crescimento significativo em relação a 2008. Já em 2010, projetamos um avanço no Brasil e no mundo provando a garantia de que nosso produto obedece aquilo que é mais exigente do ponto de vista da indústria, do software clínico", conclui.

por Thaia Duó
no Saúde Business Web

30 de jul. de 2009

O que é necessário para um Hospital sem papel?


As tendências de TI para a área de saúde caminham para a construção de um hospital livre de papéis, com aplicativos de telemedicina, telemonitorização e telediagnósticos, em que as paredes não sejam um obstáculo ao acesso dos dados ou ao cuidado com o paciente.

O que é necessário para o hospital sem papel
O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.
Os requisitos serão:
  1. Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
  2. Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
  3. Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
  4. Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
  5. Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema
    e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.

"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.
A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possíveis e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus, presidente da MV Sistemas.
Font: Colaboração omo estrat´ga de TI em Saúde - Saúde Business Web por Cylene Souza

Atualização do post:

        6.  Certificação pela SBIS: o CFM e a SBIS possuem um manual para certificação de software médico, onde, para se ter um Hospital sem Papel é necessário o cumprimento dos Requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2)  – Certificação Digital, ou seja a utilização de certificado digital emitido por AC credenciada à ICP-Brasil para os processos de autenticação de usuários e para assinatura digital de documentos eletrônicos no S-RES.