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7 de jul. de 2014

Modelagem em 3D e impressão de molde 3D na fixação de fraturas por Dr. Bruno Gobbato

Dr. Bruno Gobbato é ortopedista e traumatologista, especializado em cirurgias de ombro e cotovelo e criou os aplicativos Ombro e Cotovelo, Ortoclass e Tumor Ósseo para iPhone e iPad, gratuitos. 
Aplicativos Brasileiros de Ortopedia para iPhone e iPad
Vem atualmente com a novidade de impressão de moldes em 3D para melhorar o procedimento cirúrgico de fixação de fraturas. A dificuldade nas cirurgias de fixação interna é colocar a fratura no lugar, o que nem sempre é fácil - no caso de fraturas cominuídas (cominutivas)- o que requer uma fixação provisória, a realização de vários radiografias, trazendo comorbidade tanto para o paciente como para a equipe médica envolvida.

A Técnica Personalizada de Modelagem em 3D para realização de cirurgias em ortopedia e fixação de fraturas oferece a vantagem de subtrair o passo de fixação provisória. Como é feita, vantagens e desvantagens: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=2m18s

Entenda como: exemplo de caso clínico: http://youtu.be/dBIF6TQQHVs?t=4m40s

Fratura e modelagem da placa em 3D

Modelagem em 3D de molde personalizado baseado nas imagens computadorizadas da fratura

Os moldes personalizados substituem a etapa de fixação provisória da fratura

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30 de dez. de 2013

Panorama atual do uso de tecnologias (Prontuários Eletrônicos) por médicos - Parte II

Continuando com os posts sobre a pesquisa TIC Saúde (CETIC.br*)  que mede o estágio de adoção das TIC (tecnologias de informação e comunicação) nos estabelecimentos de saúde brasileiros e sua apropriação pelos profissionais do setor, hoje abordarei os estabelecimentos de saúde e a informatização disponível.

94% dos estabelecimentos de saúde utilizaram computador nos últimos 12 meses. Esse dado vem contribuir para o entendimento que as instituições tem investido em infraestrutura para informatização da atenção à saúde, mesmo que essa infraestrutura não seja adequada ou seja precária.

Com relação ao tipo de suporte de registro do prontuário do paciente, se eletrônico ou em papel, a diferença entre estabelecimentos públicos ou privados foi digna de destaque. Enquanto 35% dos estabelecimentos privados de saúde já usam registros totalmente eletrônicos, somente 9% dos públicos os tem. A maioria dos estabelecimentos 49% públicos e 53% privados, utilizam registros estão parte em papel e parte em forma eletrônica, no entanto resta saber de estão em fase de implantação ou se alguns dados são eletrônicos - como registro de pacientes -  e outros como prontuário do paciente são em papel, como na UPA de Belo Horizonte onde trabalho.  42% dos estabelecimentos públicos utilizam somente papel para registro em saúde contra 12% dos estabelecimentos privados.



Quanto à estrutura  e funcionalidades do registro eletrônico em saúde, podemos inferir com base nos dados abaixo, que a maioria dos registros eletrônicos dispõe somente de dados cadastrais, com menos de 50% deles possuindo dados básicos como histórico do paciente, medicamentos e dados vitais. Na minha visão, pelos menos metade deles não são nem sequer considerados prontuário de pacientes, mas simples registros eletrônicos de cadastros.

O mesmo pode-se dizer das funcionalidades pesquisadas como agendamento de consultas, pedir exames laboratoriais, prescrever medicamentos e fornecer resumo da alta: menos de 50% dos estabelecimentos fazem o mínimo necessário para um prontuário com suporte eletrônico.




Gráfico 1 Gráfico 2
  • Dados cadastrais do paciente: 83%
  • Resultados de exames laboratoriais: 60%
  • Diagnóstico, problemas ou condições de saúde do paciente: 49%
  • Principais motivos que levaram o paciente ao atendimento ou consulta: 45%
  • Histórico ou anotações clínicas sobre o atendimento: 42%
  • Lista de medicamentos prescritos: 40%
  • Anotações de enfermagem: 26%
  • Sinais vitais do paciente: 26%
  • Imagens de exames radiológicos: 25%
  • Agendar consultas, exames ou cirurgias: 53%
  • Listar todos os resultados de exames laboratoriais de um paciente específico: 50%
  • Listar todos os pacientes por diagnóstico: 44%
  • Pedir exames laboratoriais: 41%
  • Listar todos os medicamentos que um paciente específico está fazendo uso incluindo aqueles prescritos por outros médicos: 34%
  • Pedir exames de imagem: 34%
  • Fornecer resumos de alta dos pacientes: 33%
  • Pedir medicamentos/ prescrição médica: 32%

A atual situação brasileira de informatização do registro de saúde do paciente é incipiente, apesar de estarmos caminhando para tal realidade. A qualidade dos prontuários ainda deixa bastante a desejar e nesse ponto venho reafirmar meu apoio ao processo de certificação da SBIS/CFM dos registros eletrônicos em saúde.
Justifico meu ponto de vista neste outro post para quem quiser saber mais:
 *Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) é o departamento do NIC.br responsável pela coordenação e publicação de pesquisas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil. Esses estudos são referência para a elaboração de políticas públicas que garantam o acesso da população às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), assim como para monitorar e avaliar o impacto socioeconômico das TICs.


Panorama atual do uso de tecnologias (Prontuários Eletrônicos) por médicos - Parte II
é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo ou citá-lo, adicionar os devidos créditos.

22 de dez. de 2013

Panorama atual do uso de tecnologias (computadores, tablets, smartphones) por médicos - Parte I

Realizada pela primeira vez em 2013, a pesquisa TIC Saúde (CETIC.br*)  mede o estágio de adoção das TIC (tecnologias de informação e comunicação) nos estabelecimentos de saúde brasileiros e sua apropriação pelos profissionais do setor. As entrevistas são realizadas presencialmente e por telefone, em estabelecimentos de saúde públicos e privados de todo o país e com profissionais do setor (médicos e enfermeiros). Foram realizadas entrevistas com 1484 médicos no período de Fevereiro a Agosto de 2013, em todo o território nacional.
A maioria absoluta, 99% dos médicos entrevistados tem computador em casa com acesso à internet. No trabalho, 60% tem acesso a computadores de mesa, 22% a laptops, notebooks e netbooks; 16% a tablets e 40% a celulares e 34% dos casos nenhum destes equipamentos está disponível.  Computadores de mesa e os celulares são os equipamentos de escolha fornecidos pelos locais de trabalho. 
Curiosamente, eu faço parte desses 34%, mesmo morando e trabalhando na região sudeste, na 6ª maior capital do país, Belo Horizonte. As UPAS de BH não tem sistema informatizado para os médicos e só recentemente, após pedido nosso (da cirurgia da nossa unidade), nos foi disponibilizado um computador de mesa para impressão de receituário. Em Contagem, a segunda maior cidade da RMBH, e o quarto maior PIB de Minas, não tem sistema informatizado e nem computadores no Iria Diniz, o Centro de Consultas Especializadas onde trabalho.

Tipo de equipamento disponível e acesso a internet
Quando o equipamento está disponível, a grande maioria disponibiliza o acesso a internet como pode-se observar no gráfico inferior direto da imagem acima.  Mas curiosamente, 8% dos tablets no ambiente de trabalho não tem acesso a internet, como os do programa Mais Médicos. Isso porque uma das características dos tablets é ter acesso à internet por wifi ou 3G/4G em todos os aparelhos, sendo uma função inerente ao dispositivo. 

Acesso a rede interna intitucional e uso do computador no contato com o paciente.
Dos 66% dos médicos que tem equipamento computacional disponível, 56% tem acesso a rede interna da instituição e 10%, não tem, como é o meu caso na PBH. Com relação ao tipo de equipamento onde é disponibilizado o acesso, 89% dos computadores de mesa contra 33% dos tablets e 22% dos celulares, o que eu pessoalmente acho que deva fazer parte da política de segurança, já que são dispositivos onde os dados de pacientes ainda não tem uma legislação pelo CFM/SBIS, como a que é feita para software de resgistro eletrônico em saúde. Temos um grupo fora da SBIS, onde discutimos as normas de certificação de apps de saúde e médicos, mas ainda não tem o aval da sociedade.

77% dos médicos usam o computador no contato diário com o paciente, o que ainda incita dúvidas de que se o equipamento está disponível, qual o motivo de 15% não usarem, como no gráfico inferior direito da figura acima evidencia. Posso inferir, e posteriormente farei um post dedicado a isso, que é a falta de treinamento que deixa esses profissionais à margem do uso da tecnologia.

Noss próximos posts abordarei a Infraestrutura de TIC e Gestão de TI, Registro Eletrônico em Saúde e troca de informações e Serviços oferecidos ao paciente e Telessaúde, assim como o impacto percebido pelos médicos no uso das TICs.

*Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) é o departamento do NIC.br responsável pela coordenação e publicação de pesquisas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil. Esses estudos são referência para a elaboração de políticas públicas que garantam o acesso da população às Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs), assim como para monitorar e avaliar o impacto socioeconômico das TICs.

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22 de nov. de 2012

Computadores em consultórios e a relação médico-paciente


Questiona-se se o uso de EHRs diminuir a interação médico-paciente na sala de exame.

No hospital escola da Harvard Medical School, o BIDMC, há um portal com login para pacientes e Wi-Fi em todo o hospital, os médicos muitas vezes chegam à beira do leito para encontrar um paciente consultando seus exames de laboratório em um iPad, pronto com perguntas sobre seus testes.
site para pacientes do Beth Israel Deaconess Medical Center

A literatura mostra, baseada nos estudos realizados em consultórios com computadores na sala de exame,  que computadores atrapalham se os médicos tem facilidade no seu uso e mantém contato visual com os pacientes.

Aqui estão três artigos:

"Os computadores nos consultórios pareceu ter efeitos positivos sobre interação médico-paciente  relacionadas com a comunicação médica sem efeitos negativos significativos sobre outras áreas, como o tempo disponível para os questionamentos do paciente. Mais estudos são necessários para entender melhor uso HIT (Health Information Technology) durante as visitas." J Am Med Informe Assoc. 2005; 12:474-480. DOI 10.1197/jamia.M1741 http://jamia.bmj.com/content/12/4/474.abstract


"Os estudos que examinam o uso EHR (Eletronic Health Records) encontraram efeitos na sua maioria neutros ou positivos sobre a satisfação do paciente, mas os pesquisadores da Atenção Básica necessitam  realizar mais pesquisas para uma resposta mais definitiva." J Am Med Board Fam 2009; 22:553-562.http://www.jabfm.org/content/22/5/553.full.pdf+html


"Com a implementação do registro médico eletrônico chamado HealthConnect em todas as salas de exame em todo o sistema de prestação de saúde da Kaiser Permanente, como os computadores nos consultórios afeta a comunicação médico-paciente é uma nova preocupação. Índices de satisfação dos pacientes foram obtidas para a atenção básica e especialidades em um grande centro médico no sul da Califórnia para determinar se a pontuação seria alterada conforme os médicos começassem a usar HealthConnect na sala de exame. Os Resultados não mostram mudanças significativas na satisfação do paciente para estes médicos. Embora as preocupações de que a satisfação do paciente fosse diminuir após o HealthConnect fosse introduzido, também não houve evidência de que a introdução de um prontuário eletrônico em ambulatórios melhorasse a satisfação do paciente. " 

16 de out. de 2012

Inovação em estudo de anatomia engloga cadáveres, iPads e telemedicina

Novo centro de Anatomia formará médicos com aprendizado interativo baseado em novas tecnologias. 



A UCSF, Universidade da Califórnia, São Francisco desenvolveu um centro de estudo de anatomia inovador, que mescla métodos tradicionais de aprendizado como dissecção em cadaveres e novas tecnologias como iPads e câmeras de vídeo. 

Os alunos, além de dissecar cadáveres embalsamados, realizam procedimentos médicos e cirúrgicos em tecido fresco, interpretação de imagens de ultra-som e exame físico do paciente tanto em atores como em manequins e utilizam iPads com livros didáticos interativos, gráficos detalhados, quizzes e vídeos.

Monitores de vídeo HD de 72 polegadas revestem as paredes e conectadas a câmeras móveis e iPads, os alunos serão capazes de interagir com o material de aprendizagem e observar descobertas colegas de classe sem sair de suas estações de trabalho. 

Teleconferência no Centro de Aprendizagem de Anatomia vai permitir a conexão com locais remotos, como salas de cirurgia, clínicas, salas de aula e centro de simulação para assistir a procedimentos e aprender a técnica, além de realizar procedimentos em tecido fresco e manequins, simultaneamente.

UCSF reuniu alunos, educadores, médicos, designers e tecnólogos para criar um espaço de ensino que seria convidativo e adaptável, ao mesmo tempo funcional para o material cadavérico e seguro para os alunos da faculdade. Para acomodar um conjunto tão desafiador de pedidos, muitos recursos teve que ser construído sob encomenda para o espaço, incluindo o sistema de fornecimento de ar, as mesas de cadáver e da rede de tecnologia. O centro custou $75 milhões e foi custeado por fundos públicos e privados.


19 de jul. de 2011

Tecnologias promissoras para a medicina do futuro

Cientistas esperam estender a tecnologia de transplantes de órgãos internos para os membros como braços e pernas. Novas próteses ligadas ao cérebro podem responder a comandos cada vez mais complexos e executar movimentos com mais fidelidade. (Dedos biônicos controlados por impulsos elétricos Prodigits)





Exames de sangue sem tirar uma gota: Quando conectado à pele do paciente, esse equipamento de eletrodos fará um exame de sangue sem a necessidade de agulhas. Além disso, o dispositivo também levará os resultados prontos para o médico em tempo real e pode ser usado em casa. (Oxímetro que mede hemoglobia, metahemoglobia e PVC e Lentes de contato eletrônicas para gamers, cirurgiões e outros benefícios)



Avatar ligado ao cérebro: Uma das soluções propostas é um aparelho que realize um check-up praticamente completo, somente por meio das ondas cerebrais. Com o dispositivo semelhante ao fictício Medical Tricorder, do seriado de televisão Star Trek, se poderia realizar um check up somente por meio das ondas cerebrais. O paciente teria um avatar - igual àqueles usados nos video games, por exemplo - para armazenar todas as informações coletadas pelo sistema. As informações ficariam armazenadas em uma espécie de rede social, onde o médico recuperaria as informações. (Médico eletrônico: aparelho de diagnóstico com jeito de Jornada nas Estrelas)


Medicamentos personalizados: remédios com absorção mais rápida - eliminando a utilização de injeções, além de doses personalizadas e medicação definida por testes de DNA( , fazendo com que o médico possa montar receitas específicas para cada paciente, não importando a complexidade do tratamento. O uso de nanoprocessadores em cápsulas é o que traz mais "visão futurista". Esses pequenos transmissores seriam capazes de colher informações sobre o paciente e enviá-los para o computador, paradepois serem absorvidos pelo organismo. (Dispositivo portátil prediz reação a medicamentos com base no DNA - SNP DR)


A cura de (quase) todas as doenças: Um processo automático do nosso organismo pode ser a fonte da cura para muitas doenças. O "RNAi" (i de "interference" ou, interferência) é uma espécie de defesa natural do corpo, na qual o nosso RNA reage e bloqueia o desenvolvimento das células de doenças - como do câncer, por exemplo. Com base nisso os laboratórios farmacêuticos vêm investindo bilhões de dólares em estudos buscando uma maneira de desenvolver medicamentos que estimulem esse processo - aumentando assim a eficácia do corpo em eliminar células ruins.


Idosos com mais qualidade de vida:  O QuietCare, aparelho que funciona como uma espécie de "Big Brother" sem câmeras, é composto por sensores com algoritmos avançados, que aprendem a rotina de idosos que moram sozinhos e enviam os dados em tempo real para o responsável. Quando ocorrerem mudanças significativas ou potenciais emergências, os médicos serão prontamente avisados.(Idosos: Lifeline with AutoAlert Detecta automaticamente quedas e pede ajuda)


Fonte: TecMundo
tecmundo

4 de jun. de 2011

Medicina e tecnologia vão convergir em 5 áreas

Medicina e a tecnologia estão convergindo no cuidado aos pacientes em um ritmo mais rápido do que a maioria das pessoas imagina. Os avanços de tecnologias da era espacial aplicadas à saúde - do atendimento inicial, como a telemedicina, até os robôs cirurgiões - estão rapidamente se tornando comuns em muitos hospitais. E o que poderemos esperar a seguir? Quais serão os benefícios que a tecnologia trará à Medicina no futuro próximo? Este foi o tema do estudo realizado pelo Professor Atam Dhawan, do Instituto de Tecnologia de Nova Jérsei, nos Estados Unidos, especialmente para uma Conferência sobre Engenharia, Medicina e Biologia, que se realizará em Boston, em Agosto.


Futuro da Medicina


O evento, considerado como a maior reunião mundial de bioengenheiros, tem por objetivo analisar profundamente o futuro da Medicina.

"Nosso objetivo é investigar quais as tecnologias de engenharia biológica e biomédica que tendem a se tornar importantes na próxima década," afirmou Dhawan. "Um amanhã mais saudável consiste em avanços que vão desde biomarcadores para o diagnóstico precoce e o monitoramento de doenças, até a engenharia de sistemas neurais."

Foram identificadas cinco novas "áreas quentes" no campo da bioengenharia. Segundo Dhawan, é aí que a Medicina e a eletrônica irão se unir e exercer o maior impacto sobre a vida das pessoas.


  • Tecnologias para o atendimento médico


"É através das tecnologias no ponto de atendimento que a Medicina pode ser exercida em situações individuais, que variam de monitoramento da saúde até a telemedicina," diz o pesquisador. Todas as soluções de atendimento médico dependerão da conexão entre os pacientes e os profissionais de saúde através de computadores. Tratar as pessoas dessa maneira pode ter benefícios não apenas na forma de uma grande redução de custos, mas também do ponto de vista da qualidade do atendimento. Dentro desta abordagem, a "engenharia de enfermagem" está se tornando rapidamente uma carreira do futuro. O mesmo ocorre com a vigilância, a tele-saúde, a gestão de informações de saúde em situações de desastres e várias outras. Todas estas soluções dependerão de melhorias de hardware e de software, desenvolvidos especialmente para a área de saúde.

  • Bioeletrônica
Avanços entusiasmantes em várias áreas da neurociência estão sendo obtidos com os avanços rápidos verificados na bioeletrônica, na tecnologia de bio-nano-sensores (sensores construídos com nanotecnologia, usando materiais biológicos) e na engenharia neural.
Estes progressos tecnológicos são fundamentais para enfrentar os desafios de melhorar os conhecimentos básicos do sistema nervoso, a neurofisiologia e os distúrbios neurológicos e para desenvolver dispositivos de interface com tecidos neurais.



  • Engenharia de tecidos
A engenharia de tecidos e a Medicina regenerativa é considerada por muitos como a onda do futuro.
O advento de terapias baseadas em células-tronco colocou a Medicina regenerativa no centro das atenções.
A terapia gênica também vai desempenhar um papel mais importante nesta nova era da Medicina.




  • Imageamento óptico
As tecnologias de imagens ópticas serão cada vez mais utilizadas para o diagnóstico e para o acompanhamento do câncer, das doenças cardiovasculares e outras doenças fibróticas.
As atuais pesquisas sobre imageamento molecular e agentes terapêuticos estão se centrando na descoberta e uso de alvos moleculares naturais para tratar as diversas doenças.
Essas pesquisas também buscam novas abordagens para encontrar forma melhores de explorar as diferenças associadas com os alvos moleculares - entres os estados normal e doente.


  • Bio-robôs
Cada vez mais, os pacientes verão robôs médicos ou bio-robôs se tornando uma parte importante no seu atendimento e nos seus tratamentos.
"Estes robôs irão desenvolver novos micros e macros dispositivos para auxiliar no diagnóstico, cirurgia, prótese, reabilitação e apoio domiciliário," afirmou Dhawan.
"As aplicações clínicas, terapêuticas e cirúrgicas dos robôs médicos com instrumentação avançada, sensores, atuadores e sistemas de tempo real podem ter um impacto revolucionário na Medicina e no cuidado da saúde," conclui ele.


15 de dez. de 2010

Top 20 aplicativos médicos grátis para iPhone

1. Medscape


O Medscape é uma das aplicações gratuitas mais procuradas na App Store. Essa aplicação possui mais de 6000 medicamentos para consulta, um guia para doenças e sintomas além de uma seção dedicada a consulta de procedimentos médicos. As informações contidas no Medscape são claras e concisas com imagens e vídeos contendo exemplos.

Links:


2. Micromedex

Seguintes informações sobre medicamentos:

• nomes genéricos
• nomes comerciais
• Classe Terapêutica
• avisos de tarja preta
• dosagem: adultos e pediátrica
•situações de ajustes de dose
• indicações 
• posologia
• via de administração
• contra-indicações
• Precauções
• efeitos adversos (separados em "comum" e "grave")
• interações medicamentosas •
• Categoria de gravidez
• amamentação
• mecanismo de ação
• farmacocinética
• toxicologia
Disponível para iPAD também.

Links:


3. New England Journal of Medicine


Esse app traz a maioria do conteúdo do site NEJM para o seu iPhone em um formato otimizado. O aplicativo possui quatro seções, abrangendo artigos recentes, imagens, áudio e vídeo. O app inclui a "primeira linha" de artigos, mas há uma defasagem de sete dias para os artigos estarem disponíveis através do aplicativo. O aplicativo é gratuito,compatível com iPhone, iPod touch, e iPad, incluindo por um tempo limitado o acesso a todo o conteúdo do NEJM.



Links:


4. Epocrates:


É um aplicativo para celular usado por 1 em cada 4 médicos americanos. Com ele instalado, o médico pode: consultar rapidamente e entender melhor sobre algum medicamento, saber sobre interações, identificar pílulas e calcular a dosagem correta. Não é à toa que o médico particular do Steve Jobs pediu para o aplicativo ser um dos primeiros a ser desenvolvido no iPhone. Abaixo uma conversa com um dos fundadores da empresa.

Links:

5. MedCalc


Calculadora médica que contém mais de 70 das equações mais comumente usadas e ferramentas de score.

Características:
- Disponível em 4 idiomas (Inglês, Francês, Alemão e Espanhol)
- Uma seleção muito grande de fórmulas, score e classificações
- Informações detalhadas e referências bibliográficas para cada fórmula
- Procure por equações por nome ou palavra-chave
- Lista personalizável de equações favoritas
- Lista de equações utilizadas recentemente
- Livre (e open source)


Links:

6. Radiology 2.0: One night in the ED

Esta rica ferramenta de aprendizagem em radiologia de emergência é baseada no One night in the ED. A discussão de casos clínicos é muito interessante. Abaixo um caso de dissecção aguda de aorta:
clique na imagem para vê-la ampliada

Links:

7. Skyscape: RxDrugs and OCM (Outlines in Clinical Medicine)


Aplicativo free que , após instalado, se conecta com o site da skyscape e instala no iphone: OCM e RxDrugs, TODOS FREE.
A navegação é excelente e rápida .

Links:


8. Living Medical Textbooks

Há 5 Textbooks médicos variando do tema de Diabetes a Esclerose múltipla, mas o que os torna particularmente atraentes é que eles são atualizados constantemente com novos dados.



Links:

- iTunes link to Living Medical Textbook apps: Diabetes ; Parkinson’s Disease Multiple SclerosisLeukemia & MDS ; Metastatic Melanoma

9. Medical Radio


Rádio médica online, que apresenta discussões interessantes e apresentações sobre diversas especialidades.
Este é um produto da ReachMD, uma rádio via satélite que publica informações médicas que também estão disponíveis dentro desta aplicação.


Links:

- Link do iTunes para ReachMD Médica Rádio


10. Neuromind


Neuromind é uma excelente ferramenta para estudantes de medicina, residentes de neurologia e até mesmo neurocirurgiões. Ela contém uma grande quantidade de informação sobre neuro-anatomia.

Links:


11. Prognosis: Your Diagnosis


Game de simulação de casos clínicos que tem por objetivo ser divertido. O nível dos casos clínicos é mais adequado para estudantes de medicina e paramédicos.

Links:



12. Harvard’s Public Health News App


Surpreendentemente útil e funcional, o app trás notícias da School of Public Health de Harvard, e o interessante são os vídeos e áudios.

Links:




13. Radiopaedia Teaching Files – Lite


Esse aplicativo é baseado no site da Radiopedia, uma enciclopédia de radiologia editável, com imagens e espaço para discussão de casos difíceis. Essa versão Lite tem 10 casos clínicos grátis.

Links:




14. Ahrq ePSS


Esse aplicativo é uma ferramenta de saúde pública com dados da  US Department of Health and Human Services (HHS) — da Agency for Healthcare Research and Quality (AHRQ) e que inserindo a idade de um paciente juntamente com alguma informação demográfica, fornece um screening básico e informações de saúde pública relevantes para o paciente.

Links:


15. Dragon Medical Search


É grátis por tempo limitado, tem reconhecimento de voz e faz a busca médica incluindo o CID9  e dados agregados do Medscape, Medline e outros.

Links:



16. Epocrates - Calculadoras


GFR calculator, BMI tool, STAT cholesterol, CardioMath Tool and Seattle Heart Failure Risk Calc.


Links:




17. MedPage Today


As últimas notícias e novidades da medicina no seu iPhone. Essa aplicação foi criada em parceria com a Escola de Medicina da Pensilvânia para trazer as melhoras notícas médicas para a prática. Além de exibir notícias em forma de texto e imagens, também é possível acessar vídeos e audio através dessa aplicação.

Links:


18. Doximity


Facebook para médicos, Doximity é uma rede privada exclusive para médicos e estudantes de medicina.

Links:



19. Drop Box


Tecnicamente não é um app médico, mas O Dropbox é um dos aplicativos de produtividade mais úteis que você pode ter em seu iPhone. Ele compartilha arquivos na nuvem e que podem ser acessados por vários dispositivos diferentes, ideal para quem utiliza um computador no trabalho, outro em casa e celular, e precisa do mesmo material.


O aplicativo cria uma pasta dentro do Dropbox na qual será destinada somente à edição dos textos. Você poderá iniciar a escrita do texto no próprio aparelho para terminar no computador e vice-versa. Terá ainda opções de edição, como: disponibilidade de fones, tamanhos e cores, além de informações como número de caracteres (muito útil) e a última vez que o arquivo foi alterado.


Links:

20. 3D Brain and Lose it

2 fantásticos aplicativos para ser usado com seus pacientes: 3D brain e Lose it

3D brain: Usando gestos do iPhone, o aplicativo permite dar zoom e girar imagens do cérebro de uma forma tridimensional.

Links:

Lose It: permite aconselhar pacientes sobre dieta e exercícios. 

Links: