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8 de jun. de 2014

HealthKit: o que saiu nos blogs brasileiros sobre o tema


HealthKit permite que aplicativos de saúde e fitness compartilhem seus dados com o novo aplicativo de Saúde da Apple. Informações sobre a saúde de um usuário são armazenadas em um local centralizado e seguro e ele decide quais dados devem ser compartilhados com o seu aplicativo.

Apple vai trabalhar em conjunto com a Nike, empresa importante no setor de fitness, e com a Mayo Clinic no novo recurso, que será incluído nas versões mais recentes do software móvel da Apple.

Vejam quais foram as impressões dos formadores de opinião na área de tecnologia médica:

20 de mai. de 2014

Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos


Quem já não desejou que o computador pudesse responder aos seus pensamentos? 
Na saúde as possibilidades de comunicação e autonomia para pacientes tetraplégicos, com sequelas de acidentes vasculares cerebrais, ou mesmo distrofias musculares são imensas para softwares que utilizam o rastreamento ocular. 

A Tobii EyeX, líder mundial em rastreamento ocular está vendendo o Tobii EyeX Dev Kit promocionalmente por $95/€70. Com ele, movimentos oculares podem ser interpretados como cliques, zoom ou rolagens, tornando a interação mais intuitiva e a imersão, uma experiência mais real. Um excelente notícia para os desenvolvedores de e-Health!

Veja o vídeo abaixo:



Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

5 de abr. de 2012

e-Atestado: o atestado médico digital


A APM (associação Paulista de Medicina) lançou o e-atestado, o atestado médico digital. 

O atestado médico digital tem por finalidade dar segurança aos médicos que o documento emitido por ele não será alterado, ou não será emitido em seu nome sem a sua permissão, como ocorre frequentemente hoje. Mas essa ferramenta também pode ser útil na prescrição de medicamentos especiais, em laudos periciais e em relatórios médicos.

Para sua utilização o médico deverá possuir o e-CRM ou o e-CPF e registrar as informações do paciente no site da APM. O médico emitirá eletronicamente o atestado ao final da consulta e poderá enviá-lo por email ou imprimí-lo e entregar ao paciente. Cada atestado custa R$1,00.  Sua verificação poderá ser feita no site da própria APM, que possibilita inclusive sua impressão para anexação posterior em pastas médicas ou trabalhistas. As consultas ao site da APM são gratuitas.

Veja mais no vídeo abaixo:

20 de set. de 2009

Radiopedia - enciclopédia radiológia editável

O objetivo da Radiopedia é reunir uma pequena fração do conhecimento coletivo e de bibliotecas em Radiologia em um único site, que poderá atuar como uma referência digital, sem taxas de assinatura ou de direitos autorais. Um verdadeiro site onde é possível editar , onde os erros podem ser encontrados e corrigidos eonde se pode dicutir sobre temas difíceis ou controversos , e as imagens transmitidas e usadas.

Qualquer um pode criar um artigo. Qualquer pessoa pode editar um já existente. Contribuições são informadas em sua autoria, e pode ser incluído no seu CV, juntamente com um link para sua página de usuário. Basta registar (que leva apenas 60 segundos) e começam a contribuir para o wiki com o rescimento mais rápido em torno de radiologia.
Todo o conteúdo está licenciado sob Creative Commons que permite o uso não comercial de todo o conteúdo, mantendo privilégios de atribuição para os contribuintes de imagens.
Agora disponível para iPHONE.



Artigo da Radiopedia sobre Tumo dermóide ovariano

Radiografia de tumor dermóide ovariano

tc de tumro dermóide ovariano na radiopedia

tc de tumro dermóide ovariano na radiopedia
Fonte: medgadet

20 de ago. de 2009

A democratização das informações na internet e o paciente


A democratização do conteúdo informacional útil e relevante da saúde, em particular da Medicina, está cada vez mais presente na internet hoje.

No passado era preciso que a imprensa privada ou estatal processasse a informação médica e a divulgasse a população. Não bastava ter acesso a informação. Era preciso que se tivesse algum tipo de formação na área de saúde para que a informação fosse útil, ou seja, fosse utilizada por alguém para diminuir sua incerteza em relação a algum assunto. Dessa forma a informação era usada como forma de poder e controle, adequando-a a conveniência de quem a detinha.
O que acontece hoje é que a democratização da informática e das telecomunicações vem democratizando o conteúdo de informação médica. Blogs, mecanismos de pesquisa como o Google, enciclopédias como a Wikipedia, comunidades em Orkut ou associações online de indivíduos com a mesma patologia divulgam conteúdo, antes de difícil acesso e entendimento, hoje de uma forma intelegível e sucinta.
Eu vejo mais benefícios no paciente que procura informações adicionais na internet, mesmo ainda não tendo senso crítico da qualidade das mesmas, do que malefício. O questionamento sobre tratamentos disponíveis e sobre diagnóstico é uma realidade imputável dos dias de hoje. O importante é nos adaptarmos a essa nova era das informações dos 140 caracteres, e tirarmos vantagens dessa nova situação nos consultórios e hospitais.

"Não se pode esquecer que a história é cruel com aqueles que pensam que ela é eterna. Porque ela não é eterna. Ela muda as faces, muda as exigências. E pode se converter num abismo e afogar aqueles que não percebem que é o momento de mudar de rumo."
Florestan Fernandes (Série Encontros, org. Amélia Cohn, Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008). )

11 de ago. de 2009

Siga Saúde: Exemplo de e-Saúde e instrumento e Gestão


Desenvolvido com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o Sistema de Gestão Integrada da Saúde Pública (SIGA Saúde) é um conjunto de tecnologias que integra e agiliza o trabalho do setor de saúde, permitindo a coleta de dados e disponibilizando informações do paciente, além de integrar as solicitações de exames e os agendamentos feitos. Possui também um módulo de gestão de medicamentos (Sisfarma).
Todas as fases do atendimento em saúde ficam organizadas num mesmo sistema de dados acessado via Internet por qualquer clínica ou hospital que integre o sistema de saúde do município. Tal tecnologia reduz custos e facilita o acesso aos dados, o que se traduz em maior rapidez no atendimento e no agendamento de consultas para os pacientes que fazem uso do sistema público de saúde.

Do Inovação e Saúde, "Sistema Integrado de Gestão de Atendimento - SIGA Saúde como instrumento de Gestão":

O desafio da organização do sistema de saúde na cidade de São Paulo ganha uma dimensão gigantesca porque não existe uma ferramenta única e que se adapte às características e complexidade dos serviços aqui prestados, diversidade sociocultural e econômica e o tamanho da população.
No processo atual estamos diante de vários sistemas disponibilizados pelo DATASUS/MS relativos a cadastros, captação de dados de produção e
epidemiológicos
, de vigilância, de regulação, de autorização entre outros. Esses sistemas não são integrados e, em alguns casos, não atendem as especificidades da cidade de São Paulo. Temos, portanto sistemas separados para dados ambulatoriais, de internação, de autorização, de regulação de mortalidade, de vigilância etc . Devido ao apresentado, temos problemas de alimentação dos bancos de dados e retiradas de relatórios concisos o que prejudica a agilidade de análises e decisões gerenciais, além da possibilidade de erros frequentes.
Diante dessas dificuldades São Paulo optou pelo o desenvolvimento de um aplicativo multifuncional e inovador com potencialidade para integrar, monitor e regular todo o sistema de saúde público sob gestão municipal, o SIGA Saúde.
1. A implantação do SIGA já trouxe alguns ganhos expressivos para a Gestão, tais como:

  • Cadastro de todos os profissionais, usuários e estabelecimentos em base compatível com o cartão Nacional de Saúde, incluindo os usuários de outras cidades ou estados que utilizam os equipamentos do município.
  • Gerência uma agenda interna das Unidades básicas para a marcação de consultas.
  • Permite a marcação referenciada nos ambulatórios de especialidades e nos laboratórios
  • Dispensa de medicamentos prescritos com baixa just in time no estoque local e no almoxarifado geral da PMSP.
  • Além de gerenciar a agenda tem a possibilidade de avisar via sistema, se o paciente compareceu à consulta ou ao local de realização de exames.
  • Marcação de consultas com impressão do comprovante indicando local, horário e protocolo de preparo e orientações ao usuário.
  • Cadastro de recursos humanos permitindo a confecção de banco de talentos e possibilitando o planejamento e execução de cursos a distancia multiplicando o alcance da capacitação sem precisar de deslocamentos
  • Possibilita o próprio médico agendar os retornos dos pacientes.
  • Integração ao sistema de informação de Vigilância em Saúde potencializando as informações e o acesso.
  • Faz autorizações de APAC e AIH via Sistema.

2. Possibilidades futuras:

  • Encaminhar o usuário para a rede de serviços já com as autorizações para as realizações dos procedimentos que as exigem, tanto os de internações quanto os ambulatoriais, eliminando a etapa da solicitação e autorização, facilitando a regulação do acesso, o processamento e pagamento dos prestadores, reduzindo riscos de manipulações e fraudes e facilitando o monitoramento do sistema, além de produzir dados de produção e epidemiológicos
    mais confiáveis que permitirão uma análise e emissão de relatórios importantes
    para tomada de decisão do Gestor.
  • Enviar mensagem ao usuário comunicando a data e local do exame ou consulta e solicitar a confirmação com tempo de antecedência para a substituição se houver falta, diminuindo o absenteísmo, e possibilitando o gerenciamento otimizado das agendas.

    3. Como ganhos obtidos temos:
  • agilidade no agendamento de pacientes para consultas de
    especialidades e procedimentos de diagnose;
  • possibilitou a autorização de APAC, on-line, com redução do tempo entre a solicitação e o atendimento do paciente;
  • re-call de usuários que utilizaram medicamentos inefetivos em caso apontado Vigilância em Saúde;
  • agilidade na dispensação de medicamentos e controle de seu estoque, permitindo redistribuição e adequação de estoque nas unidades.
  • agilidade na entrega de resultados de exames laboratoriais, permitindo oportuna tomada de decisão.
    4. Como principais obstáculos a enfrentar temos:
  • Cultura e resistência de profissionais mais antigos na aceitação de novas tecnologias;
  • Dimensão e complexidade do sistema de saúde do município.

O Siga Saúde no chama a atenção por permitir agregar em um mesmo sistema, toda a informação, unificada e com racionalidade de tempo e consequentemente economia de recursos financeiros.

1 de ago. de 2009

Os incentivos à Tecnologia da Informação na Saúde no governo Obama


O plano para reformar o sistema público de saúde do presidente americano, Barack Obama, deu um primeiro passo adiante na noite de ontem, sexta-feira, após a aprovação do projeto por uma comissão da Câmara dos Representantes.

Um pacote de estímulos do governo americano no valor de US$ 20 bilhões tem como objetivo incentivar médicos e hospitais a usar sistemas eletrônicos de saúde focados principalmente no intercâmbio de informações no sistema de saúde.

"O intercâmbio de informações é a base essencial para um sistema de saúde efetiva. Independentemente do que médicos e hospitais pensam, os doentes claramente querem as suas informações eletrônicas para poder viajar de uma maneira segura e privada. Portanto, é muito mais um objetivo da política pública, melhorar a troca de informações. (...) O objetivo de nossas políticas é tornar mais fácil a troca de informação sobre saúde e também criar um mercado de troca de informações, dando incentivos aos hospitais e médicos para se tornarem usuários significativos do sistema e ainda incluir a troca de informação como uma componente essencial dos seus trabalhos." (Fonte: Saúde Business)

Foram as palavras do coordenador de TI de Saúde Nacional, David Blumenthal, em entrevista a InformationWeek. Desse total, US$ 300 milhões serão investidos somente no intercâmbio de informações a nível estatal.


A REFORMA DA SAÚDE
O que é - Uma das principais plataformas eleitorais de Obama, projeto prevê expandir a cobertura do sistema público de saúde para 97% dos americanos; o custo para o governo será de mais de US$ 1 trilhão em dez anos, incluindo também a criação de uma empresa seguradora de saúde do governo, que concorrerá com as empresas privadas.
Críticas - Apesar de reconhecer que o sistema atual está falido, muitos conservadores consideram a reforma de Obama socialista e insistem que a livre concorrência de empresas privadas deve continuar a ser a base do setor.
Lobby - Desde o fim da 2.ª Guerra, presidentes tentam sem sucesso alterar o sistema atual, extremamente lucrativo para companhias de seguro saúde; americanos gastam 16,5% do PIB com saúde.
Fonte: O Estado de São Paulo, 23/7/2009

30 de jul. de 2009

O que é necessário para um Hospital sem papel?


As tendências de TI para a área de saúde caminham para a construção de um hospital livre de papéis, com aplicativos de telemedicina, telemonitorização e telediagnósticos, em que as paredes não sejam um obstáculo ao acesso dos dados ou ao cuidado com o paciente.

O que é necessário para o hospital sem papel
O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.
Os requisitos serão:
  1. Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
  2. Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
  3. Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
  4. Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
  5. Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema
    e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.

"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.
A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possíveis e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus, presidente da MV Sistemas.
Font: Colaboração omo estrat´ga de TI em Saúde - Saúde Business Web por Cylene Souza

Atualização do post:

        6.  Certificação pela SBIS: o CFM e a SBIS possuem um manual para certificação de software médico, onde, para se ter um Hospital sem Papel é necessário o cumprimento dos Requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2)  – Certificação Digital, ou seja a utilização de certificado digital emitido por AC credenciada à ICP-Brasil para os processos de autenticação de usuários e para assinatura digital de documentos eletrônicos no S-RES.

24 de jul. de 2009

SBIS Realizará o PEP 2009 - Novembro/SP - Prontuário Eletrônico do Paciente


A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) irá realizar de 04 a 06 de Novembro de 2009 o evento PEP`2009 - Prontuário Eletrônico do Paciente. O tema central do evento será: "A Saúde conectada através do Registro Eletrônico em Saúde: sonho ou necessidade?".


As inscrições estão abertas! Aproveitem os descontos.


Programação científica e inscrições acesse: http://www.sbis.org.br/pep2009.


Temas que serãoi abordados no PEP 2009:



  • Por onde começar na implantação de um PEP?

  • Padrões para o Registro Eletrônico em Saúde

  • Aspectos Legais de um PEP: Certificação de Software e Assinatura Eletrônica

  • Arquitetura Integrada para o Registro Eletrônico em Saúde

  • O Estado da Arte em Prontuário Eletrônico de Paciente

  • Experiências na implantação de SIH e PEP
    Neste painel serão apresentadas experiências na implantação de Sistema de Informação Hospitalar e de Prontuário Eletrônico do Pacient por instituições públicas e privadas, hospitais e governo. Também serão apresentados casos práticos na implantação de certificação digital.

  • As Promessas e a Realidade da Saúde Digital e o Papel do Prontuário Eletrônico do Paciente

  • Percepções do PEP
    Em boa parte das instituções, não se tem clareza de quais os benefícios de um PEP. Além disso, vários atores desse processo não são ouvidos. Este painel apresentará as diferentes visões sobre o PEP: do paciente, do profissional de saúde e do gestor.

  • Projetos governamentais para o Registro Eletrônico em Saúde (RES)
    Em todo o mundo, vários países, estados e cidades estão planejando e/ou implantando projetos de RES, com o intuito de interligar as suas instituições de saúde, compartilhando informações clínicas dos cidadãos. Este painel pretende apresentar experiências nacionais e internacionais em projetos de RES na área governamental.

  • Recursos Humanos para a área de Informática em Saúde
    Obter sucesso na implantação de um PEP depende de vários fatores, dentre os quais profissionais capacitados no projeto, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em saúde. Para isso, é fundamental a formação e capacitação de especialista na área. Este painel irá debater quais as estratégias o Brasil deve adotar para a formação desse tipo de profissional.

  • Registro de Saúde Pessoal (Personal Health Record)

  • Tendências e inovações para o PEP/RES
    Observar as tendências e buscar inovações possibilita verificar se os projetos de PEP em andamento estão no caminho certo, bem como viabilizam o alinhamento com as novas tecnologias que surgem a cada dia. Para apresentar e debater essas tendências e inovações, este painel trará profissionais nacionais e internacionais para apresentar as tendências e inovações em PEP/RES.

  • A Situação da Informática em Saúde no Brasil - Uma Visão Geral da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde

20 de jul. de 2009

E-wellness: o bem estar on-line


Marketing - Opinião abalizada (OPAB)
por Strategies Telecoms & Multimedia
19-Jul-2009
O mercado do bem estar on-line (e-wellness) apresenta crescimento em âmbito mundial. As preocupações ligadas à saúde associadas aos novos equipamentos em tecnologia da informação conduzem numerosos atores a multiplicar iniciativas a fim de se posicionar neste segmento emergente. A saúde se tornou a principal preocupação dos europeus, por exemplo.
De fato, 99% entre eles a consideram o elemento mais importante da vida. E 76% se dizem quotidianamente preocupados com questões de saúde e bem estar, segundo o Eurobarometer - "European social reality" 2007. À margem do mercado da saúde, endereçado às pessoas doentes, o e-wellness coloca à disposição dos consumidores em boa saúde diferentes serviços on-line que os ajudam a cuidar de si mesmos.

Quatro ofertas de serviços foram identificadas:
  1. Conteúdo (e-content) - Este serviço permite obter informar e compartilhar problemáticas de saúde ou bem estar. Ele repousa sobre um modelo econômico de audiência com o suporte da publicidade.

  2. Avaliação (e-assessment) - Este serviço permite avaliar, através de questionários, os programas de especialistas e as vendas de serviços; o nível de exposição ao risco em função do modo de vida etc.
  3. Assistência (e-coaching) - Esta aplicação diz respeito à evolução dos comportamentos, graças a um programa de assistência on-line

  4. Informação sobre saúde ou PHI (Personal Health Information) - Este serviço, financiado pela publicidade, permite gerar on-line informações sobre a saúde da família. Esta modalidade já recebeu mais de 7 milhões de visitantes únicos e uma cifra de negócios de 11,5 milhões de euros ao final de 2007.

O mercado do bem estar on-line interessa igualmente os estados, as empresas seguradoras, os exploradores de rede (como o serviço e-health da Orange e Vodafone ou o "Docteur Clic" da francesa SFR), além dós grupos de mídia, grandes empresas (entre elas o "Health Vault" da Microsoft, o "Google Health" do Google, Danone, Nestlé etc.) todos em busca de uma boa imagem junto ao cliente.

Fonte: e-Thesis - Tecnologia e Negócios