- EmpreenderSaúde: A repercussão do HealthKit, da Apple
- Academia Médica: Como o novo Healthkit do iPhone afetam os médicos?
- Blog da Saúde: Healthkit, a novidade do iOS 8
- Reuters Brasil: Apple revela "Healthkit" para impulsionar ambições em saúde digital
8 de jun. de 2014
HealthKit: o que saiu nos blogs brasileiros sobre o tema
20 de mai. de 2014
Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos
Veja o vídeo abaixo:
Desenvolvedores em Saúde já podem usar Kit de controle com olhos (rastreamento ocular) em aplicativos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.
5 de abr. de 2012
e-Atestado: o atestado médico digital
20 de set. de 2009
Radiopedia - enciclopédia radiológia editável
O objetivo da Radiopedia é reunir uma pequena fração do conhecimento coletivo e de bibliotecas em Radiologia em um único site, que poderá atuar como uma referência digital, sem taxas de assinatura ou de direitos autorais. Um verdadeiro site onde é possível editar , onde os erros podem ser encontrados e corrigidos eonde se pode dicutir sobre temas difíceis ou controversos , e as imagens transmitidas e usadas. 20 de ago. de 2009
A democratização das informações na internet e o paciente
"Não se pode esquecer que a história é cruel com aqueles que pensam que ela é eterna. Porque ela não é eterna. Ela muda as faces, muda as exigências. E pode se converter num abismo e afogar aqueles que não percebem que é o momento de mudar de rumo."
Florestan Fernandes (Série Encontros, org. Amélia Cohn, Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008). )
11 de ago. de 2009
Siga Saúde: Exemplo de e-Saúde e instrumento e Gestão

Desenvolvido com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o Sistema de Gestão Integrada da Saúde Pública (SIGA Saúde) é um conjunto de tecnologias que integra e agiliza o trabalho do setor de saúde, permitindo a coleta de dados e disponibilizando informações do paciente, além de integrar as solicitações de exames e os agendamentos feitos. Possui também um módulo de gestão de medicamentos (Sisfarma).
Todas as fases do atendimento em saúde ficam organizadas num mesmo sistema de dados acessado via Internet por qualquer clínica ou hospital que integre o sistema de saúde do município. Tal tecnologia reduz custos e facilita o acesso aos dados, o que se traduz em maior rapidez no atendimento e no agendamento de consultas para os pacientes que fazem uso do sistema público de saúde.
O desafio da organização do sistema de saúde na cidade de São Paulo ganha uma dimensão gigantesca porque não existe uma ferramenta única e que se adapte às características e complexidade dos serviços aqui prestados, diversidade sociocultural e econômica e o tamanho da população.
No processo atual estamos diante de vários sistemas disponibilizados pelo DATASUS/MS relativos a cadastros, captação de dados de produção e
epidemiológicos, de vigilância, de regulação, de autorização entre outros. Esses sistemas não são integrados e, em alguns casos, não atendem as especificidades da cidade de São Paulo. Temos, portanto sistemas separados para dados ambulatoriais, de internação, de autorização, de regulação de mortalidade, de vigilância etc . Devido ao apresentado, temos problemas de alimentação dos bancos de dados e retiradas de relatórios concisos o que prejudica a agilidade de análises e decisões gerenciais, além da possibilidade de erros frequentes.
Diante dessas dificuldades São Paulo optou pelo o desenvolvimento de um aplicativo multifuncional e inovador com potencialidade para integrar, monitor e regular todo o sistema de saúde público sob gestão municipal, o SIGA Saúde.
1. A implantação do SIGA já trouxe alguns ganhos expressivos para a Gestão, tais como:
Cadastro de todos os profissionais, usuários e estabelecimentos em base compatível com o cartão Nacional de Saúde, incluindo os usuários de outras cidades ou estados que utilizam os equipamentos do município. Gerência uma agenda interna das Unidades básicas para a marcação de consultas. Permite a marcação referenciada nos ambulatórios de especialidades e nos laboratórios Dispensa de medicamentos prescritos com baixa just in time no estoque local e no almoxarifado geral da PMSP. Além de gerenciar a agenda tem a possibilidade de avisar via sistema, se o paciente compareceu à consulta ou ao local de realização de exames. Marcação de consultas com impressão do comprovante indicando local, horário e protocolo de preparo e orientações ao usuário. Cadastro de recursos humanos permitindo a confecção de banco de talentos e possibilitando o planejamento e execução de cursos a distancia multiplicando o alcance da capacitação sem precisar de deslocamentos Possibilita o próprio médico agendar os retornos dos pacientes. Integração ao sistema de informação de Vigilância em Saúde potencializando as informações e o acesso. Faz autorizações de APAC e AIH via Sistema.2. Possibilidades futuras:
Encaminhar o usuário para a rede de serviços já com as autorizações para as realizações dos procedimentos que as exigem, tanto os de internações quanto os ambulatoriais, eliminando a etapa da solicitação e autorização, facilitando a regulação do acesso, o processamento e pagamento dos prestadores, reduzindo riscos de manipulações e fraudes e facilitando o monitoramento do sistema, além de produzir dados de produção e epidemiológicos
mais confiáveis que permitirão uma análise e emissão de relatórios importantes
para tomada de decisão do Gestor. Enviar mensagem ao usuário comunicando a data e local do exame ou consulta e solicitar a confirmação com tempo de antecedência para a substituição se houver falta, diminuindo o absenteísmo, e possibilitando o gerenciamento otimizado das agendas.
3. Como ganhos obtidos temos:
agilidade no agendamento de pacientes para consultas de
especialidades e procedimentos de diagnose; possibilitou a autorização de APAC, on-line, com redução do tempo entre a solicitação e o atendimento do paciente; re-call de usuários que utilizaram medicamentos inefetivos em caso apontado Vigilância em Saúde; agilidade na dispensação de medicamentos e controle de seu estoque, permitindo redistribuição e adequação de estoque nas unidades. agilidade na entrega de resultados de exames laboratoriais, permitindo oportuna tomada de decisão.
4. Como principais obstáculos a enfrentar temos:
Cultura e resistência de profissionais mais antigos na aceitação de novas tecnologias; Dimensão e complexidade do sistema de saúde do município.O Siga Saúde no chama a atenção por permitir agregar em um mesmo sistema, toda a informação, unificada e com racionalidade de tempo e consequentemente economia de recursos financeiros.
1 de ago. de 2009
Os incentivos à Tecnologia da Informação na Saúde no governo Obama

Foram as palavras do coordenador de TI de Saúde Nacional, David Blumenthal, em entrevista a InformationWeek. Desse total, US$ 300 milhões serão investidos somente no intercâmbio de informações a nível estatal."O intercâmbio de informações é a base essencial para um sistema de saúde efetiva. Independentemente do que médicos e hospitais pensam, os doentes claramente querem as suas informações eletrônicas para poder viajar de uma maneira segura e privada. Portanto, é muito mais um objetivo da política pública, melhorar a troca de informações. (...) O objetivo de nossas políticas é tornar mais fácil a troca de informação sobre saúde e também criar um mercado de troca de informações, dando incentivos aos hospitais e médicos para se tornarem usuários significativos do sistema e ainda incluir a troca de informação como uma componente essencial dos seus trabalhos." (Fonte: Saúde Business)
O que é - Uma das principais plataformas eleitorais de Obama, projeto prevê expandir a cobertura do sistema público de saúde para 97% dos americanos; o custo para o governo será de mais de US$ 1 trilhão em dez anos, incluindo também a criação de uma empresa seguradora de saúde do governo, que concorrerá com as empresas privadas.
Críticas - Apesar de reconhecer que o sistema atual está falido, muitos conservadores consideram a reforma de Obama socialista e insistem que a livre concorrência de empresas privadas deve continuar a ser a base do setor.
Lobby - Desde o fim da 2.ª Guerra, presidentes tentam sem sucesso alterar o sistema atual, extremamente lucrativo para companhias de seguro saúde; americanos gastam 16,5% do PIB com saúde.
Fonte: O Estado de São Paulo, 23/7/2009
30 de jul. de 2009
O que é necessário para um Hospital sem papel?

O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.
Os requisitos serão:
- Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
- Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
- Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
- Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
- Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema
e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.
"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.
A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possíveis e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus, presidente da MV Sistemas.
Atualização do post:
6. Certificação pela SBIS: o CFM e a SBIS possuem um manual para certificação de software médico, onde, para se ter um Hospital sem Papel é necessário o cumprimento dos Requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2) – Certificação Digital, ou seja a utilização de certificado digital emitido por AC credenciada à ICP-Brasil para os processos de autenticação de usuários e para assinatura digital de documentos eletrônicos no S-RES.
24 de jul. de 2009
SBIS Realizará o PEP 2009 - Novembro/SP - Prontuário Eletrônico do Paciente

A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) irá realizar de 04 a 06 de Novembro de 2009 o evento PEP`2009 - Prontuário Eletrônico do Paciente. O tema central do evento será: "A Saúde conectada através do Registro Eletrônico em Saúde: sonho ou necessidade?".
As inscrições estão abertas! Aproveitem os descontos.
Programação científica e inscrições acesse: http://www.sbis.org.br/pep2009.
Temas que serãoi abordados no PEP 2009:
- Por onde começar na implantação de um PEP?
- Padrões para o Registro Eletrônico em Saúde
- Aspectos Legais de um PEP: Certificação de Software e Assinatura Eletrônica
- Arquitetura Integrada para o Registro Eletrônico em Saúde
- O Estado da Arte em Prontuário Eletrônico de Paciente
- Experiências na implantação de SIH e PEP
Neste painel serão apresentadas experiências na implantação de Sistema de Informação Hospitalar e de Prontuário Eletrônico do Pacient por instituições públicas e privadas, hospitais e governo. Também serão apresentados casos práticos na implantação de certificação digital. - As Promessas e a Realidade da Saúde Digital e o Papel do Prontuário Eletrônico do Paciente
- Percepções do PEP
Em boa parte das instituções, não se tem clareza de quais os benefícios de um PEP. Além disso, vários atores desse processo não são ouvidos. Este painel apresentará as diferentes visões sobre o PEP: do paciente, do profissional de saúde e do gestor. - Projetos governamentais para o Registro Eletrônico em Saúde (RES)
Em todo o mundo, vários países, estados e cidades estão planejando e/ou implantando projetos de RES, com o intuito de interligar as suas instituições de saúde, compartilhando informações clínicas dos cidadãos. Este painel pretende apresentar experiências nacionais e internacionais em projetos de RES na área governamental. - Recursos Humanos para a área de Informática em Saúde
Obter sucesso na implantação de um PEP depende de vários fatores, dentre os quais profissionais capacitados no projeto, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em saúde. Para isso, é fundamental a formação e capacitação de especialista na área. Este painel irá debater quais as estratégias o Brasil deve adotar para a formação desse tipo de profissional. - Registro de Saúde Pessoal (Personal Health Record)
- Tendências e inovações para o PEP/RES
Observar as tendências e buscar inovações possibilita verificar se os projetos de PEP em andamento estão no caminho certo, bem como viabilizam o alinhamento com as novas tecnologias que surgem a cada dia. Para apresentar e debater essas tendências e inovações, este painel trará profissionais nacionais e internacionais para apresentar as tendências e inovações em PEP/RES. - A Situação da Informática em Saúde no Brasil - Uma Visão Geral da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde
20 de jul. de 2009
E-wellness: o bem estar on-line

por Strategies Telecoms & Multimedia
19-Jul-2009
O mercado do bem estar on-line (e-wellness) apresenta crescimento em âmbito mundial. As preocupações ligadas à saúde associadas aos novos equipamentos em tecnologia da informação conduzem numerosos atores a multiplicar iniciativas a fim de se posicionar neste segmento emergente. A saúde se tornou a principal preocupação dos europeus, por exemplo.
De fato, 99% entre eles a consideram o elemento mais importante da vida. E 76% se dizem quotidianamente preocupados com questões de saúde e bem estar, segundo o Eurobarometer - "European social reality" 2007. À margem do mercado da saúde, endereçado às pessoas doentes, o e-wellness coloca à disposição dos consumidores em boa saúde diferentes serviços on-line que os ajudam a cuidar de si mesmos.
- Conteúdo (e-content) - Este serviço permite obter informar e compartilhar problemáticas de saúde ou bem estar. Ele repousa sobre um modelo econômico de audiência com o suporte da publicidade.
- Avaliação (e-assessment) - Este serviço permite avaliar, através de questionários, os programas de especialistas e as vendas de serviços; o nível de exposição ao risco em função do modo de vida etc.
- Assistência (e-coaching) - Esta aplicação diz respeito à evolução dos comportamentos, graças a um programa de assistência on-line
- Informação sobre saúde ou PHI (Personal Health Information) - Este serviço, financiado pela publicidade, permite gerar on-line informações sobre a saúde da família. Esta modalidade já recebeu mais de 7 milhões de visitantes únicos e uma cifra de negócios de 11,5 milhões de euros ao final de 2007.
O mercado do bem estar on-line interessa igualmente os estados, as empresas seguradoras, os exploradores de rede (como o serviço e-health da Orange e Vodafone ou o "Docteur Clic" da francesa SFR), além dós grupos de mídia, grandes empresas (entre elas o "Health Vault" da Microsoft, o "Google Health" do Google, Danone, Nestlé etc.) todos em busca de uma boa imagem junto ao cliente.

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