21 de jun de 2013

Informática em Saúde e Search Engine Optimization: update

Por Luciana Alves


Neste último mês andei desvendando um pouco sobre Search Engine Optimization (SEO) e compartilho aqui uma pequena fração deste tipo de conhecimento para reflexão.

Já faz tempo que a informação em saúde era acessada em mecanismos online apenas em portais como o Periódicos CAPES ou PubMed. Evidências científicas (ou informações em saúde) são também acessadas em outras páginas de sites não estritamente voltados para publicação de artigos científicos acadêmicos, como os mencionados, e as mesmas têm sido citadas na sessão de Referências em diversas publicações.

Em SEO o objetivo do trabalho é melhorar o posicionamento de sites na lista de resultados que nos são mostrados quando realizamos, por exemplo, uma busca no Google Search. A esta página de resultados dá-se o nome de Search Engine Results Page - SERP.

Mas o que SEO tem haver com informática em saúde? Muito mais do que eu imaginava. Ou melhor, uma possibilidade de repensar sobre a informação acessível, sobretudo, nas três primeiras páginas de uma busca.

Pensando sobre o assunto fiquei imaginando quantos tipos de vieses as informações acessadas nestas primeiras SERP’s podem apresentar.

Pensei em dois inicialmente, onde o primeiro poderia ser aquele advindo do investimento monetário (anúncio pago), que seria comparado em publicações científicas a uma declaração de existência de conflito de interesses e o outro teria sua origem no fato de que se soube incorporar no planejamento de marketing para a venda de um produto (material ou conceitual), o trabalho de um bom especialista em SEO. Pelo menos estes dois são os que ocupam os primeiros lugares daqueles que virão a ser parte dos vieses “top 10” da minha tela mental: Search Engine Results Luciana’s Brain.


- 50% dos usuários da web chegam a um site através de um mecanismo de busca;
- 90% dos internautas veem, no máximo, as três primeiras páginas de resultados;
- 27% Observam apenas os resultados de topo;
- 41% Limitam-se aos resultados da primeira página;
- 70% dos cliques em resultados de buscas no Google, por exemplo, vão para os resultados orgânicos, enquanto os outros 30% correspondem a acessos a links patrocinados.

É o meu sistema travou. Olha só a mensagem que apareceu aqui na minha tela mental depois de ler esta lista!






 Drª. Luciana Alves

Neuropsicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde, Residência Pós-Doutoral no ICB-UFMG, com temática relacionada à Infoveillance & Infodemiology junto ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue. É professora de Metodologia Científica, Informações e Informática em Saúde, atua na pesquisa e desenvolvimento de projetos de mobilidade em saúde, e é CEO na Bionics Health and Technology.

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