19 de jun. de 2010

A empresa TI Medicina

TI Medicina : somos uma empresa direcionada para o médico e as tecnologias da informação.
Informatizar consultórios e clínicas, aprender a usar smartphones (iphone, samsung galaxy s) e tablets (ipad), usar a tecnologia móvel para aumentar a produtividade do consultório e a sua própria e melhorar o comunicação e interatividade com seus pacientes são assuntos que na maioria das vezes assustam os médicos.
Estamos aqui para tornar isso tudo mais simples e intuitivo, tornando a tecnologia uma aliada da Medicina!

18 de jun. de 2010

ALERT lança software de gestão ideal nas instituições de saúde, o APS.

Novo ALERT Planning System permite projetar todos os insumos materiais e humanos necessários para a gestão ideal das instituições de saúde






A ALERT, multinacional portuguesa que atua há três anos no Brasil, apresenta o novo ALERT Planning System (APS), software que permite planejamento de todos os tipos de recursos aplicados à saúde. Conhecendo realidades distintas, por estar presente em dez países, a ALERT foi capaz de desenhar o sistema pioneiro, que integra planejamento e cuidados clínicos baseados em evidências científicas.
O APS controla recursos físicos, médicos e humanos de uma instituição antes e depois da execução de um período determinado de tempo. Assim, permite que seja aplicada a gestão pela qualidade, com excelência clínica aliada ao planejamento, resultando diretamente em análise de recursos e logística de forma avançada. Com o produto, um hospital pode planejar as demandas futuras com base nos históricos de doenças sazonais. Com isso, garante melhor atendimento para os pacientes e gestão de excelência em seus resultados. “Uma análise feita com base nos dados que o APS fornece proporciona leituras precisas e que visam aumentar o uso de recursos, otimizando a relação entre eles”, diz Luiz Brescia, diretor geral da ALERT Brasil.
Economia de recursos e otimização de tempo

O ALERT Planning System representa uma nova fase da ALERT, que fornece softwares clínicos para todos os ambientes de atenção à saúde. Os sistemas também são de fácil utilização, além de seguros e confiáveis. O retorno de resultados aos clientes é prerrogativa da empresa, não apenas no que diz respeito a qualidade e fluxo de atendimento, mas também em relação a fatores econômicos.
No Brasil, a ALERT já opera em grandes redes e hospitais, como a Secretaria de Saúde do Estado de Minas Gerais, Grupo Santa Casa de Belo Horizonte, Unimed-BH e Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. A utilização da tecnologia nas instituições é um diferencial e proporciona a aplicação dos mais novos conceitos de acolhimento e humanização nos atendimentos.
ALERT Brasil - sexta adição ao Grupo de Empresas ALERT, que iniciou suas atividades em dezembro de 1999, em Portugal. Com sede em Belo Horizonte, a empresa comercializa e implementa a ferramenta ALERT, destinada a todos os ambientes de prestação de cuidados de saúde, com a capacidade de torná-los completamente livres de papéis. A ferramenta operacional permite que toda informação clínica seja introduzida no sistema em tempo real, por todos os níveis de profissionais da área, por meio de telas touch screen. O ALERT permite que instituições de saúde organizem seu fluxo de trabalho, atendendo a seus clientes/pacientes com mais eficiência e segurança. As vantagens clínicas, operacionais e gerenciais do ALERT já são reconhecidas na Europa, Ásia e América do Norte.

Fonte:TI News

15 de jun. de 2010

Estudo avalia sucesso versus valor de investimento em TI em saúde

Um novo estudo do Instituto Regenstrief  fornece uma estrutura de referência para avaliar os custos, o esforço e o valor da Internet na saúde. O objetivo é ajudar os desenvolvedores de sistemas de informações de saúde e melhorar os esforços de pesquisadores no sentido de medir o valor destes serviços aos seus usuários e omunidades. O estudo permitirá avaliar as metas nacionais de reforma dos cuidados de saúde de
qualidade, segurança, custo e eficiência.

Fonte: http://www.sciencedaily.com/releases/2010/05/100511133835.htm
Resumo por Renato M.E. Sabbatini no SBIS NEWS

14 de jun. de 2010

Remédios não funcionam? Veja se há um aplicativo para isso

LONDRES (Reuters) - Os fabricantes de medicamentos estão começando a se aproximar das empresas de tecnologia da informação, em esforço de provar a governos e seguradoras o valor de seus produtos.

Ao usar aparelhos inteligentes que monitoram pacientes em tempo real, as empresas farmacêuticas acreditam que seja possível melhorar os resultados clínicos e estabelecer o verdadeiro custo/benefício de um tratamento.
O resultado, de acordo com relatório da Ernst & Young divulgado na quinta-feira, deve ser uma série de novas parcerias entre companhias farmacêuticas e empresas em áreas não tradicionais, tais como computação, telecomunicações e até varejo.
Alguns desses desenvolvimentos já estão acontecendo. A Novartis, por exemplo, assinou no mês passado um acordo de 24 milhões de dólares com a Proteus Biomedical, dos Estados Unidos, para criar "pílulas inteligentes" capazes de transmitir dados de dentro do corpo a fim de monitorar os sinais vitais dos pacientes e verificar se eles tomaram os remédios de que precisam.

A Bayer está conectando seu medidor de glicose infantil a consoles de videogame da Nintendo, a fim de promover os testes consistentes da presença de açúcar no sangue.

Didget: jogo com leitor de glicose para Nintendo DS e DS Lite



E a divisão Lifescan, da Johnson & Johnson, criou um aplicativo para o iPhone que permite que os usuários carreguem em seus celulares resultados de leitura de monitores de glicose conectados.

"Veremos múltiplos tipos de colaboração, no futuro", disse Patrick Flochel, diretor da área de biológicas na Ernst & Young para a Europa, Oriente Médio, Índia e África, em entrevista à Reuters.

"O movimento será propelido pelo foco em resultados, algo que as empresas farmacêuticas precisam promover cada vez mais", disse.

As grandes empresas farmacêuticas tradicionalmente dependem de alguns produtos de grande sucesso para a maior parte de seu faturamento. Mas esse velho modelo de negócios está se desfazendo, e as empresas passaram a se diversificar a novas áreas como os serviços de saúde, além de cortar custos e formar alianças mais flexíveis com pequenas empresas de biotecnologia.
Esse modelo revisado de operações é conhecido por alguns como "Pharma 2.0".
Fonte: IG

Telemedicina é um bom negócio

Pauta boa publicada pelo New York Times : avanços na tecnologia de vídeo e a necessidade de reduzir custos médicos transformaram a medicina interativa num negócio promissor. Leia a reportagem: “The Doctor Will See You Now. Please Log On“. Acima, o doutor Jerry Jones, que trata de pacientes usando vídeo — ele tem contrato com a NuPhysicia, uma das novas empresas de “telemedicina”.
Dr. Jerry Jones usa teleconferência em Houston, para consultar com um paciente do outro lado da cidade. Dr. Jones tem contrato com a NuPhysicia, uma das empresas de telemedicina
.

leia mais em: The Doctor Will See You Now. Please Log On. 


Fonte: por ricardo no site "Desculpe a Poeira"

13 de jun. de 2010

Ressonância magnética vira ferramenta da nanotecnologia

A ressonância magnética é particularmente útil para a medicina porque ela produz imagens tridimensionais do interior dos tecidos vivos sem danificá-los 
As imagens por ressonância magnética, uma tecnologia desenvolvida nos anos 1970, tornaram-se uma ferramenta indispensável para o diagnóstico do câncer, das doenças do coração e de problemas neurológicos.

A ressonância magnética é particularmente útil para a medicina porque ela produz imagens tridimensionais do interior dos tecidos vivos sem danificá-los.
Contudo, seu uso nos laboratórios científicos tem sido limitado porque sua resolução é baixa quando comparada aos microscópios mais poderosos, não conseguindo captar imagens de objetos menores do que alguns micrômetros cúbicos.
Super ressonância magnética
Agora, cientistas do MIT e da IBM se juntaram para combinar o poder 3-D da ressonância magnética com a precisão dos microscópios de força atômica.
Essa combinação permitiu a geração de imagens 3-D com uma resolução suficiente para permitir a visualização de vírus, células e até mesmo de estruturas presentes no interior das células.
O avanço representa uma melhoria de 100 milhões de vezes em comparação com os equipamentos de ressonância magnética hoje utilizados nos hospitais.
Estudo das proteínas
O uso da ressonância magnética para gerar imagens tridimensionais de estruturas biológicas representa um grande avanço em relação à cristalografia de raios X, utilizada hoje.
Embora tenha servido para descobrir a estrutura helicoidal das moléculas de DNA, a cristalografia de raios X não é uma boa ferramenta para estudar proteínas, por exemplo, porque as proteínas não se cristalizam facilmente.
Até agora não havia nenhuma outra técnica capaz de fazer um mapeamento molécula por molécula para determinar a estrutura de uma proteína.
Como funciona a ressonância magnética
A ressonância magnética tradicional aproveita o fraco magnetismo dos núcleos dos átomos de hidrogênio presentes na amostra que está sendo analisada.
Quando um forte campo magnético é aplicado ao tecido, o spin dos núcleos magnéticos de hidrogênio se alinham, gerando um sinal forte o suficiente para ser detectado por uma antena.
No entanto, os spins magnéticos são tão fracos que é necessário um grande número de átomos (normalmente mais de um trilhão) para gerar uma imagem. Ainda assim, a melhor resolução possível é de cerca de três milionésimos de metro - mais ou menos a metade do diâmetro de um glóbulo vermelho.
Combinação microscópica
Em 1991, o físico teórico John sidles propôs pela primeira vez a combinação da ressonância magnética com a microscopia de força atômica para produzir imagens de minúsculas estruturas biológicas.
Físicos da IBM construíram o primeiro microscópio com base nessa abordagem, chamado microscópio de força por ressonância magnética (MRFM: magnetic resonance force microscopy), já em 1993.
Desde então, e incluindo o trabalho agora apresentado, os cientistas conseguiram aprimorar a técnica a ponto de gerar imagens 3-D com resolução entre 5 e 10 nanômetros.
Microscópio por ressonância magnética
No novo microscópio MRFM, a amostra a ser analisada é fixada na extremidade de uma minúscula barra oscilante feita de silício.
Conforme uma ponta magnética de ferro-cobalto é movida ao redor da amostra, os spins dos núcleos atômicos são atraídos por ela, gerando uma pequena força sobre a barra oscilante. Os spins são então repetidamente invertidos, fazendo a barra balançar suavemente para trás e para frente em um movimento síncrono.
A oscilação da barra é medida com um feixe de laser, criando uma série de imagens 2-D da amostra, que são combinados por computador para gerar uma imagem 3-D.
A resolução do MRFM é quase tão boa (dentro de um fator de 10) quanto a resolução de um microscópio eletrônico, a técnica de imageamento mais sensível de que os biólogos dispõem hoje.
No entanto, ao contrário de microscopia eletrônica, o microscópio de força por ressonância magnética pode gerar imagens de amostras delicadas, como os vírus e as células, sem danificá-las.
Microscópio de diamante
Agora os cientistas querem explorar uma nova abordagem para usar a ressonância magnética em nanoescala.
Essa abordagem usa fluorescência, em vez de magnetismo, para produzir imagens das amostras. Nesse novo microscópio, a ponta magnética será substituída por um diamante contendo um defeito em sua estrutura cristalina.
O defeito, conhecido como defeito de vacância de nitrogênio, funciona como um sensor, uma vez que a intensidade de sua fluorescência é alterada pela interação magnética com spins magnéticos.
Essa configuração também dispensa a refrigeração de todo o mecanismo, significando que as amostras poderão ser visualizadas a temperatura ambiente.
Esses mesmos defeitos na estrutura cristalina do diamante estão sendo explorados para a criação de qubits naturais para a construção de computadores quânticos.

Autor: Imprensa 
Fonte: Site Inovação Tecnológica 

11 de jun. de 2010

Projeto Doe Palavras do Hospital Mário Pena - BH -MG



O Hospital Mário Penna, de Belo Horizonte (MG), que cuida de pacientes com câncer, lançou o Projeto “Doe palavras“. Funciona assim: você acessa o link www.doepalavras.com.br e escreve uma mensagem de esperança e otimismo. Depois de passar por um filtro, em sendo aprovada, sua mensagem aparecerá num telão, visível a todos os pacientes internados naquele hospital.



Um movimento para levar mensagens de força aos pacientes com câncer do Hospital Mário Penna. Envie sua mensagem pelo site http://doepalavras.com.br . Ela será exibida nas TVs do hospital para os nossos pacientes.





Muitas vezes o que nossos pacientes mais precisam é de escutar as palavras certas: mensagens positivas de amor, esperança e força têm o poder de transformar a meneira como eles enfrentam o câncer.

Trabalhamos isso todos os dias. Mas como o Brasil inteiro do nosso lado vamos ficar mais fortes. Esse é o objetivo dessse projeto: usar a inteligência coletiva para gerar um grande fluxo de mensagens do bem e levar toda essa força para dentro do Hospital Mário Penna

Funciona assim: Você manda sua mensagem através do site doepalavras.com.br


9 de jun. de 2010

Caso clínico AO VIVO na internet sobre Doença de Crohn



A federação Brasileira de Gastroenterologia está de volta com o Programa de Educação Continuada à Distância:

Módulo 1Doença de Crohn 
Dra. Andrea Vieira

Módulo 2Novos objetivos do tratamento da DII – Cicatrização da Mucosa 
Dr. Flávio Steinwurz



SAIBA COMO FUNCIONA O FBG TRANSMEETING
1. O Programa, em sua versão 2010, consiste de cinco módulos, cada um com um tema específico e formato pedagógico baseado na apresentação de um caso clínico ao vivo, uma aula em vídeo, e bloco de cinco questões.
2. Cada módulo vale pontos para Revalidação do Título de Especialista.
3. Para somar pontos, o médico deverá responder às questões, enviar para o banco de dados da FBG e acertar uma porcentagem mínima de 80% (04 questões).
4.Os módulos são independentes entre si, e as questões poderão ser respondidas na ordem em que o participante desejar.


5 de jun. de 2010

Planejando uma Carreira Médica de Sucesso



Planejando uma Carreira Médica de Sucesso

Programação do curso:

1- O que você quer ser daqui a 10 anos?

2- O que você vai fazer depois de formar-se?

3- Abrindo o jogo: como obter sucesso na medicina

4- Especialidades médicas do futuro

5- Tecnologia da informação na medicina

6- O passado, presente e futuro da medicina

7- O Médico como Empresário

8- Quebrando preconceitos: o dinheiro na medicina

9- Saúde pública X planos de saúde

10- Ética médica: direitos e deveres X processos médicos

11- Relação do médico com laboratórios farmacêuticos

12- Mercado de trabalho na atualidade


Início: 31 de maio de 2010. Os módulos serão disponibilizados às segundas-feiras e poderão ser acessados a qualquer momento pelo aluno, quantas vezes forem necessárias.
Modalidade: Extensão universitária totalmente à distância. Ministrado pela LIFEHiTECH Medical Solutions (www.lifehitech.com.br) em parceria com o Instituto Edumed para a educação em medicina e saúde (www.edumed.org.br). Ambos sediados em Campinas – São Paulo.
Carga Horária: 21 horas com 3 semanas de duração.
Objetivo / Público Alvo: Acadêmicos e residentes de medicina interessados em obter conhecimento sobre o mercado de trabalho, expectativas sobre novas áreas médicas, informações sobre gestão, negócios e administração em medicina, liderança e sucesso no trabalho. Ética, tecnologia da Informação na medicina, possibilidades em residência e especializações médicas, MBAs, mestrados, doutorados e estágios no exterior.
Metodologia de Ensino: Transmissão de vídeo pré-gravado pela internet em banda larga, com interatividade por webfórum, uma vez por semana. Todos os materiais de apoio são disponibilizados on-line e podem ser estudados a qualquer momento pelo aluno. O curso é apoiado por um ambiente virtual de aprendizado (AVA), acessível pela web, através do portal da LIFEHiTECH (www.lifehitech.com), contendo materiais didáticos como slides do professor, capítulos de livros, apostilas e artigos sobre os temas de aula, bibliografia recomendada, dicas de sites, de forma a aprofundar o conhecimento sobre os temas tratados.
Certificação: Os inscritos receberão um certificado de realização do curso de educação continuada do Instituto Edumed para educação em medicina e saúde, com apoio da revista Informática Médica, respondendo um questionário bem simpleas após as aulas.
Coordenador Acadêmico: Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini, PhD pelo Instituto Max Planck de Munique, Alemanha, fisiologista, professor associado da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, ex-docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP (graduação e pós-graduação). Fundador e presidente do Instituto Edumed.
Investimento: R$140,00 podendo ser divido em até 18 vezes pelo PagSeguro da UOL. Os cartões de crédito aceitos são: Visa (12x), MasterCard (12x), Diners (12x), American Experss (15x), Hipercard (12x) e Aura (18x). Pode ser feito por Débito / TEF e os bancos aceitos são: Bradesco, Itaú, Unibanco, Banco do Brasil e Banco Real. Pode ser realizado também por Boleto.
Contato: contato@lifehitech.com.br tel: +55 (19) 4141-4939.

4 de jun. de 2010

Finalistas do BMEidea - Engenharia e Design Biomédico - de 2010 são anunciados

A National Collegiate Inventors and Innovators Alliance tem seu concurso anual, BMEidea, desde 2004. A Biomedical Engineering Inovation, Desing and Entrepreneurship Award reúne equipes de alunos que trabalham com o corpo docente e os mentores da indústria para apresentar projetos que são avaliados por juízes selecionados da academia e da indústria. os projetos ou produtos vencedores devem resolver um problema clínico; atender requisitos técnicos, econômicos, legais e regulamentares; novos recursos e projetos práticos e que mostram potencial para comercialização. As submissões são julgadas sobre a viabilidade técnica, a utilidade clínica, viabilidade económica e potencial de mercado, novidade e patenteabilidade, o potencial para a comercialização e beneficiar a qualidade de vida e cuidado.  O primeiro prêmio é de US $ 10.000 dólares, que incluirá também o desenvolvimento do produtos e recursos de comercialização e de formação. 
Os finalistas deste ano foram anunciados e são os seguintes (a partir do site): 
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Natural Orifice Volume Enlargement (NOVEL) Device team: University of Cincinnati
Um dispositivo que vai facilitar procedimentos da uroginecologia, fornecendo aos cirurgiões  maior visibilidade e acesso aos tecidos profundos, e reduzindo as complicações pós-operatórias como aderências, hérnias incisionais, dor pós-operatória e o tempo de recuperação. 

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A Low Cost Ventilator for Use in Developing Nations and Large Scale Disasters team: Stanford University
Um ventilador de baixo custo para o tratamento de pacientes com insuficiência respiratória aguda em recursos escassos, pandemia e ambientes de emergência. Para suprir a necessidade em todos os casos, o dispositivo é acessível (cerca de US $ 300), recarregável, portátil e descartável. 
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Rapid Hypothermia Induction Device team: Johns Hopkins University
Um dispositivo que o pessoal de emergência ou de ambulância pode usar para administrar com rapidez e segurança a um tratamento de hipotermia terapêutica às vítimas de parada cardíaca, para melhorar suas chances de sobrevivência em hospital alcance. 

Os vencedores serão anunciados nesta quarta-feira, 09 de junho.

3 de jun. de 2010

Craig Venter, o pai da célula artificial

“Viver, errar, falhar, triunfar e recriar vida a partir da vida”. Foi com essa frase que James Joyce sintetizou a imensa busca humana pela origem da criação.
Pois essa mesma frase está miniaturizada dentro da nova célula artificial apresentada ao mundo por Craig Venter. O pesquisador, e dublê de cientista pop star, já anda nas manchetes desde muito antes da semana passada. Em 1995 fundou as mega instalações do Celera.
O gigantesco laboratório tinha a missão de sequenciar o DNA humano de forma mais rápida e barata do que o Projeto Genoma Humana. A corrida terminou praticamente empatada.
De lá pra cá, Venter sumiu da mídia.
Reaperaceu quinta-feira passada em todos os notíciários do mundo como o pai da “vida criada em laboratório”. Ele mesmo veio a público dizer que não era bem isso. “Demos um grande passo, mas ainda não criamos vida em laboratório”, disse.
Fato é que a pequena e primitiva célula é o primeiro indivíduo que nasce sem nenhum ancestral.
Veja o da Ciência e Tecnologia da Globo News  e entenda mais sobre a revolução que está em andamento.

2 de jun. de 2010

Tecnologia aplicada à medicina ortopédica


Equipamentos robóticos

Para que uma prótese que substitui membros seja considerada um robô ela deve ter mecanismos robóticos com sensores e atuadores, ser automatizada e possuir um feedback, ou seja, sistema de realimentação .
Uma prótese robótica tem, acima de tudo, a função de substituir os músculos (dos braços, das mãos ou das pernas) obedecendo ordens do seu usuário.
O mesmo vale para as cadeiras de roda. Não é qualquer cadeira de rodas que pode ser considerada um robô. Entretanto há cadeiras de rodas com características que a tornam um autêntico robô.
Um robô é um dispositivo, ou grupo de dispositivos, eletromecânicos ou biomecânicos capazes realizar trabalhos de maneira autônoma, pré-programada, ou através de controle humano.

Utilidade na vida humana

Os equipamentos robóticos aplicados a vida humana tem sido de grande ajuda para as pessoas.
Na área da Medicina estes aparelhos têm sido de grande ajuda como, por exemplo, dando auxílio na precisão de diagnósticos; na mobilidade de idosos e deficientes e substituindo partes do corpo. Proporcionando assim uma vida mais simples estável.

Algumas pesquisas desenvolvidas entre 2005 e 2009

Prótese de mão robótica conectada aos músculos

Braço biônico controlado pelo pensamento

Computador controlado com o cérebro

C-LEG, O FUTURO DAS PRÓTESE


leia o artigo completo em: AH! Informática

1 de jun. de 2010

Spirocor: teste não invasivo para insuficiência coronariana

SPIROCOR é um novo teste não-invasivo para a doença arterial coronariana (DAC). Ele usa a oximetria de pulso para medir o fluxo de sangue na ponta dos dedos, em resposta a respiração compassada, a uma taxa de 6 respirações por minuto para 70 segundos. A partir destes dados o esforço respiratório Response (RSR) é calculado como uma medida de doença arterial coronariana. Resultados de um estudo do ensaio sejam publicadas neste mês no American Journal of Medical Sciences. Pacientes com DAC significativa tinham menor RSR comparados a pacientes sem DAC, com o teste com uma sensibilidade de 83% e especificidade de 70%. A análise multivariada com os fatores de risco convencionais RSR mostrou ser um marcador independente de DAC significativa. Um estudo que comparou a técnica com teste ergométrico está em curso.

Product page: SPIROCOR...