Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mídias sociais. Mostrar todas as postagens

3 de abr. de 2017

5 coisas que os médicos nunca devem publicar em mídias sociais

 Do site DoctorCPR.com vem essa matéria útil e interessante sobre médicos e mídias socias:

A popularidade das mídias sociais explodiu nos últimos anos, com 31,24% de todo o tráfego na web vindo das plataformas de mídia social . De acordo com o New York Times, em abril de 2015, a principal plataforma de mídia social é Facebook com um incrível 1,44 bilhões de usuários.

Esta imensa popularidade oferece aos profissionais médicos algumas oportunidades para melhorar a sua interação com o paciente. Algumas das maneiras construtivas em que os médicos podem utilizar as mídias sociais incluem:
  • Melhor envolvimento com os pacientes. Responder a perguntas gerais, responder a comentários e compartilhar informações médicas  úteis
  • Promoção de serviços médicos
  • Construir um perfil relevante dentro da comunidade local
  • Divulgação de informações importantes sobre condições médicas, novos tratamentos e resultados de pesquisas


No entanto, você também deve estar ciente dos perigos potenciais do uso de mídias sociais. Aqui estão 5 coisas que os médicos nunca devem publicar em mídias sociais.
 
1. Informação Médica Confiável: Ao usar mídias sociais, vemos muitas manchetes médicas publicadas diariamente. Os artigos são muitas vezes cheio de imprecisões e distorções da investigação médica. Profissionais médicos devem evitar republicar, compartilhar, curtir ou retwitar notícias sobre tratamentos médicos a menos que tenham lido completamente a história e ter verificado a sua precisão. Se um usuário encontrar informações médicas imprecisas no seu perfil, sua reputação online fica prejudicada. 
É importante para os profissionais de saúde perceberem o volume imenso de pessoas que usam a Internet para pesquisar mais sobre sua saúde. Pew Research estima que mais de um terço dos americanos têm usado a Internet para descobrir que condição médica eles ou alguém pode ter . Os pacientes atuais e potenciais encontrarão o seu perfil social  e avaliarão seu índice de exatidão.

2. Não publique nada que viole a confidencialidade do paciente: O American College of Physicians recomenda que os médicos sejam conscientes das implicações, ao usar a mídia social, com relação a confidencialidade do paciente. Houve casos de médicos perderem sua licença médica após postar uma imagem em mídias sociais que violou a confidencialidade do paciente . Mesmo postar uma imagem de uma erupção cutânea pode ser considerado uma violação da confidencialidade do paciente, por isso tenha muito cuidado. Sempre há que se obter permissão do paciente por escrito, se for usar uma imagem de qualquer parte do corpo. Evite falar sobre pacientes específicos em todos os meios sociais, a menos que você tenha permissão para fazê-lo. Mesmo se não há nenhuma chance de que um paciente poder ser identificado pelo que você escreve em mídias sociais, é  pouco profissional discutir as especificidades de sua doença.
Tenha cuidado ao tirar fotos de si mesmo enquanto estiver em sua clínica. Também houve casos em que profissionais médicos acidentalmente incluíram a imagem do paciente no fundo da imagem enquanto tiravam uma  "selfie". Certifique-se de que não há registros de saúde do paciente em exibição ao tirar fotos na prática clínica e nenhum paciente é incluído nas fotografias a menos que eles queiram ser. Todos os profissionais em empregos médicos e empregos em escritório médicos (enfermeiros, médicos de clínica geral, recepcionistas, cirurgiões) devem manter a confidencialidade do paciente em mente quando postar em suas mídias sociais.

3. Suas informações pessoais: Você deve evitar postar qualquer informação pessoal em mídia social profissional. Publicando um comentário, imagem ou vídeo inapropriado pode manchar sua reputação profissional. Também corre o risco de uma ruptura na relação paciente-médico se os pacientes sabem muito sobre sua vida pessoal.  Por exemplo: quando você está falando com seus pacientes em um ambiente clínico não é adequado comentar que  você ficou muito bêbado na sexta-feira passada e passou um vexame.
O Colégio Americano de Médicos (ACP) e a Federação das Juntas Médicas Estaduais (FSMB) recomendam que os médicos criem contas de mídia social separadas para suas vidas profissionais e pessoais . Eles também sugerem que o perfil profissional seja mais visível do que qualquer perfil pessoal.
  Os profissionais médicos devem avaliar se as informações que colocam em seu perfil de mídia social é adequada às necessidades de seus clientes. Se você é um clínico geral, é improvável que postar sobre sua vida pessoal seja de algum benefício para seus pacientes. Sempre pense sobre os tipos de informações de seus pacientes e da comunidade estão interessados ​​em saber. Outros funcionários em clínicas, incluindo recepcionistas e gestores devem ser também cuidadoso sobre o conteúdo de sua mídia social.

  4. Opiniões sobre questões controversas: Ao usar a Internet, muitas pessoas se sentem mais opinativo e livre para divulgar suas opiniões. Acreditam que o mundo virtual não está conectado ao real! Infelizmente, o que você diz no mundo virtual definitivamente terá repercussões no mundo real. Qualquer tópico controverso deve ser evitado no seu perfil profissional, tanto quanto possível, incluindo qualquer coisa a ver com religião, política, racismo, aborto e controle de armas . Você pode perder clientes e credibilidade com isso.

5. Reclamações: Mesmo se você está tendo tido um dia muito ruim, é pouco profissional para usar as plataformas de mídia social para reclamar sobre sua situação. Mesmo se for um paciente desagradável ou um colega irritante, não use mídia social para dizê-lo. Tudo o que você escreve em mídias sociais pode um dia voltar a assombrá-lo. Se você se queixar de seu chefe, na próxima vez que mudar de emprego um possível empregador pode encontrar os comentários on-line. Um paciente pode perceber que você estava reclamando sobre eles em mídias sociais!

* Lembre-se da regra de ouro de usar as mídias sociais como um médico - apenas postar informações que seus pacientes e da comunidade vai encontrar útil. Seja profissional e lembre-se de que os posts de mídia social têm resultados de mundo real *.

Autor: Pablo Horteg-Media Social e Analista de SEO e Escritor Convidado para DoctorCPR.com–America’s #1 Site for Medical Jobs + Practice Resources

leia Também:

Como médicos devem usar redes sociais para evitar erros

5 de fev. de 2017

Como médicos devem usar redes sociais para evitar erros

Fiz uma apresentação no Congresso de Cirurgia do Espírito Santo sobre porque os médicos devem usar redes sociais. É muito importante zelar por nossa reputação online. Atualmente com toda a informações disponível a todos em tempo real,  as mídias sociais, e a necessidade de "causar" nas redes, lembrem-se que uma vez postado é impossível controlar  a divulgação. Uma vez postado é impossível apagar, completamente, um conteúdo indesejado que esteja na internet.

slide da apresentação: cuidados a serem observados nas mídias sociais
Então médicos não podem usar redes sociais? Na minha opinião temos todo o direito de criticar e fazer piadas com assuntos polêmicos, mas o que entre pares pode ser engraçado, fora do contexto pode se tornar uma mancha na reputação online de um bom profissional.
Por exemplo, vou colocar uma postagem minha polêmica em um post sobre o assunto aborto abordado pela Revista TPM abaixo:


No post expressei minha opinião de que como médica sou a favor da legalização do aborto. A maioria dos comentários ofensivos foi apagada, mas continha coisas como "você deveria ter sido abortada" e "filha do diabo", "assassina" e coisas do tipo. Desativei as notificações do post (saiba como fazer aqui) e não me dei ao trabalho de "bater boca" com nenhum deles. Poderia ter me explicado: o aborto é uma questão de saúde pública; as classes com condições financeiras melhores ou com conhecimento (como os profissionais de saúde) fazem o aborto com condições mínimas de saúde. As classes menos favorecidas morrem tentando. Legaliza e faz quem quiser, de acordo com as convicções e consciência de cada um. 

Nas redes sociais, como na vida, existem pessoas  fanáticas, isso significa que não estão dispostos a escutar a sua opinião e ainda querem impor a deles aos outros. Não alimente os trolls, não dê combustível para discussões, a não ser que essa seja sua intenção, né +MeusNervos  e @analuiza, os dois médicos mais polêmicos que conheço e amo!!!

Portanto, ao postar opiniões, piadas, brincadeiras, pensem em como isso poderia ser visto pelos seus pacientes. Qual a imagem profissional que você quer passar?


Leia também:
Porque os médicos devem usar redes sociais?

20 de dez. de 2015

Estudo Mundial sobre Médicos e Saúde Digital: Mídias Sociais

A Cello Health Insight é uma agência de pesquisa em marketing na Saúde com mais de 30 anos de experiência entregando inteligência de negócios para setores de saúde e farmacêutica. Fazem pesquisa de mercado em Saúde para projetar e conduzir guias de negócios para tomada de decisões.

O relatório The Digital Health Debate 2015 revela como os médicos estão usando canais e dispositivos digitais para trocar informações, comunicar com seus pares, representantes farmacêuticos e pacientes.
82% possuem ou tem acesso a smartphones em seu trabalho e 77% afirmam que usam regulamente para fins profissionais. (90% no Brasil, 86% na China, 73% na Itália, 73% na França, Espanha 79% e Alemanha 68%, Estados Unidos 73%)
O maior uso é no Brasil, seguido da China, Europa e EUA. O menor índice de uso de smartphones no meio médico na Europa parece estar relacionado a dificuldade de acesso ao sistemas locais e nacionais de Health Eletronic Resporting (HER). 


Comunicação por redes digitais

88% dos médicos usam o email para se comunicar com colegas de profissão, 68% SMS, 31% usam Whatsapp, 17% Skype. 

A grande maioria dos médicos mundiais relataram que o telefone ainda é o canal principal de comunicação com seus pacientes, seguido pelo email, mensagens de texto, Whatsapp, mídias socias, Skype e outros.


Um dado muito interessante é o uso do Whatsapp pelos médicos mundiais: 87% dos médicos no Brasil usam para comunicar com seus pacientes, em copmaração com 61% na China, 4% nos EUA e 2% no Reino Unido. Aqui, faço uma observação, que nos EUA quem tem dispositivos iOS prefere o iMessage, que é nativo e restrito a essa plataforma, e a Apple ainda domina o mercado lá, ao contrário daqui, onde o Android prevalece. Outro fator é que nos EUA o custo de ligações é muito barata, em comparação com os preços abusivos que pagamos aqui, de onde a preferência por um serviço de mensagens de texto e voz ilimitados, e principalmente assíncrono (não é preciso estarem os 2 interlocutores online ao mesmo tempo).

Uso de Redes Sociais

Na capacitação profissional, as mídias sociais mais usadas no mundo por médicos foram YouTube por 28%, Linkedin por 24% e Google + por 21%. No Brasil e  na China a preferência pelo Youtube é significante. E um dado arrepiante alarmante é o uso da Wikipedia, com mais da metade dos médicos brasileiros afirmando usá-la como fonte para capacitação profissional!!!


Conclusões

As conclusões neste post são minhas, e não refletem uma visão da pesquisa realizada.Apesar dos dados no estudo serem muito interessantes, a metodologia usada (veja abaixo) foi falha, incluindo somente pesquisas online, e com uma proporção de entrevistas com médicos brasileiros muito baixa. Não acho que reflita nossa realidade atual. 

Penso que muitos médicos fornecem o número do seu Whatsapp para os pacientes mais por pressão destes do que por acharem que é um bom canal de comunicação, pois muitos pacientes veem o app como uma forma de economizar ligações, e principalmetne consultas. Outro ponto é que o CFM proíbe o uso de mídias sociais, apps de mensagem, email ou qualquer forma virtual de comunicação, como forma de diagnóstico e prescrição médicas (à excessão da telemedicina regulada pelo CFM).

Outra consideração que faço é o uso da Wikipedia como fonte de referência a aprimoramento profissional! Absurdo essa taxa de 63%! Com as principais sociedades de especialidade médicas usando tanto Youtube como webconferências para aprimoramento profissional (exemplo o PEC Coloproctologia, o programa de educação continuada da SBCP), com recursos como BMJ Brasil, o Portal Saúde Baseada em Evidências, e muito mais, é um disparate que a classe médica brasileira use a Wikipedia. Ainda acho que foi uma falha grave na metodologia usada. 



Metodologia: 1040 entrevistas online de 15 minutos foram realizadas em 8 mercados entre 10 e 31 de Julho pelo M3 Global Research. EUA: 330 médicos, Europa (Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha): 650 médicos, China e Brasil: 60 médicos.


14 de jan. de 2015

CFM, conhecimento colaborativo em Medicina e as mídias sociais

No CBIS 2014 (Congresso Brasileiro de Informática em Saúde), assisti a um Talk Show "A Expectativa dos Conselhos em Relação ao eSaúde", do qual compareceu somente um representante do CFM, o Dr. Gerson Zafalon Martins, conselheiro no CRM- PR, onde seriam discutidos aspectos da e-Saúde como uso de redes sociais, prescrição eletrônica, telessaúde, etc... Os conselhos de Farmácia, Ododtologia e Enfermagem não mandaram representantes.

Houve momentos louváveis e outros, no mínimo, contrangedores, e ainda outros de desalinhamento do CFM em relação ás novas tecnologias. Nessa apresentação, o conselheiro Dr. Gérson criticou algumas posturas médicas em redes sociais, como por exemplo, o vídeo de uma cirurgia do HU de Londrina que caiu na rede (um absurdo tanto a quantidade de expectadores na sala de cirurgia, quanto a divulgação do vídeo) e uma postagem do Instagram de um jovem médico afirmando que não fez pneumotórax durante uma punção de acesso  venoso central. 
Slide da apresentação "A Expectativa dos Conselhos em Relação ao eSaúde"
Achei louvável, já que alguns profissionais não tem noção de ética quando postam como médicos em redes sociais. Falta a iniciativa, como da Ordem Médica da Espanha, de fazer um manual ético para o uso de redes sociais Manual de Ética em Redes Sociais para Médicos e Estudantes de Medicina. Ainda louvável foi a iniciativa de reavaliar a posição do conselho em relação a telemedicina em situais especiais. A perícia médica já pode ser realizada por meio eletrônico, e a teleradiologia nem sempre exigirá a presença de um médico para receber o resultado na outra ponta do radiologista.

Slide da apresentação "A Expectativa dos Conselhos em Relação ao eSaúde"
Embaraçosa foi o desconhecimento do que é prescrição eletrônica, e como é usada. O conselheiro não entendia o objetivo da prescrição eletrônica, que é assinada digitalmente e enviada por meio eletrônico á farmácia. O Dr. Claudio Giulliano Alves da Costa foi muito elegante e contornou bem a situação.

E finalmente, momentos onde o desalinhamento do CFM com o uso de novas tecnologias para compartilhamento de conhecimento médico se torna evidente é quando o conselheiro pergunta por que alguém quereria discutir casos online. 

Pois informo ao CFM que essa prática se tornou comum na classe médica, onde o paciente não se importa com a privacidade de seus dados, consentindo que tiremos fotos e gravemos vídeos, enviando a outros colegas pelos whatsapp  (já há grupos de discussão de casos pelo whatsapp) ou postando em grupos SÉRIOS,  de discussão de casos no facebook. Esses grupos são coordenados por professores universitários, preceptores de residência e médicos de renome que tem como característica comum a GENEROSIDADE com o compartilhamento de conhecimento médico.

E aí, CFM? Não está na hora de formar grupos para normalizar o uso de redes sociais na Medicina??


Leandra Carneiro é médica inscrita no CRMMG e usuária assídua do Facebook, Twitter, Linkedin, Instagram para a divulgação de conhecimento médico e tecnológico. CFM, conhecimento colaborativo em Medicina e as mídias sociais é um post original do TI Medicina.

7 de out. de 2014

20 de set. de 2014

Sugestões de Instagram médicos para seguir

Há vários usuários do Instagram que postam muitas coisas interessanates para quem é médico ou ainda está cursamdo Medicina.
Começamos com o nosso Instagram:
@TIMedicina: curiosidades médicas com uma pitada de tecnologia

@Neurocirurgiabr: neurorcirurgia com muitas imagens educativas
 @Medicosjovenes: não recomendado para quem não tolera imagens mais fortes. Muito interessante.


 @Radiopaedia: casos radiológicos muito interessantes

 @AcademiaMedica: do site Academia Médica, imagens interessantes para profissionais e estudantes de medicina
 @Lat_Trauma: Liga Araguainense do Trauma
 @Medicinaeterna: lincas imagens médicas

 @SolonMaia: imagens do cartunista Solon Maia, do blog Meus Nervos, o ponto de vista médico com ironia inteligente
 @cafesinazucar: imagens médicas interessantes. Capturando momentos. Tener dos hogares y que el segundo sea el quirófano. Neurosurgery lover.
@MPerroni: A visão poética da medicina pelos olhos da médica intensivista Mariana Perroni, @mperroni no twitter, e colunista na Palpitação da revista TPM
@Hosp_Einstein: instagram do Hospital Albert Eisntein
 @JeanPaulSol: Memorial Hospital New York Asociación Colombiana de Cirugía
@Web_medicine: medical Community to meet doctors , dentists pharmacists nurses and medical students worldwide To share medical related pictures,jokes, cases n Mcqs https://www.facebook.com/studentconsult

28 de mai. de 2014

Big Data pode e Prontuários eletrônicos - invasão de privacidade - parte II

Se você não leu a primeira parte, vale a pena :

Big Data pode acrescentar informações aos Prontuários eletrônicos em prol da melhoria do cuidado clínico?


Continuando sobre o post de ontem, as redes sociais são uma grande fábrica de informações sobre seus consumidores e ferramentas analíticas podem saber tudo sobre os internautas como hábitos de consumo, quanto ganham, onde moram, locais que frequentam, se são casados ou solterios, se têm filhos, preferências sexuais, etc.

Quando pensamos em analisar dados de uma população e aplicá-las em prontuários eletrônicos, principalmente usando geolocalização, vemos o quão benéfica pode ser essa parceria em termos de informação para decisão médica. Por exemplo, se o prontuário eletrônico tivesse inserido nele uma ferramenta de análise em tempo real de uma rede social como o twitter, uma informação sobre uma possível onda de novos casos de H1N1 naquele bairro ou cidade poderia fazer toda a diferença na avaliação médica de um quadro gripal comum. E não só epidemiologia, mas farmacovigilância e perfis de resistência a antimicrobianos seriam informações valiosas para tornar o cuidado médico mais personalizado e mais efetivo.

E se as informações que pudessem ser importadas pelos prontuários eletrônicos pudessem ser individuais? Ou seja, com o seu perfil em redes sociais, seus hábitos de consumo e hábitos de vida, seria uma ferramenta sem preço para a avaliação médica, já que todo paciente mente (ohhhhhh, é verdade.)

Suas fotos em baladas, normalmente com bebidas alcóolicas, os selfies sempre com parceiros diferentes, as fotos de comidas calóricas e deliciosas, seriam indícios de comportamentos nocivos que normalmente não contamos para nossos médicos. Quem gostaria que esse tipo de informação estivesse em seu prontuário eletrônico? Acho que  maioria de nós não se sentiria a vontade com isso.

E pode isso, Arnaldo? De acordo com o novo Marco Civil da Internet, acho que não. Mas vale a pena lembrar que as configurações de privacidade são definidas por cada usuário.


"CIO da Universidade Metodista de São Paulo, Daví Betts, acredita que os internautas precisam passar por um processo de educação e entender que tudo na web tem seu preço. Assim, os dados deles têm valor e não devem ser fornecidos de graça.
A recomendação de advogados e de especialistas é que os projetos de Big Data passem não apenas pelas questões de estratégias de negócios, tecnologia e mão de obra especializada. As empresas devem também avaliar como as questões legais podem impactar as iniciativas. por 
Edileuza Soares em Big Data: uso de dados pessoais pode levar empresas à Justiça" 
Big Data pode e Prontuários eletrônicos - invasão de privacidade - parte II é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo adicionar os devidos créditos.

24 de fev. de 2014

Sites de avaliação e classificação de médicos

Nos EUA, sites de avaliação de médicos estão se tornando tanto fonte de consulta para se escolher um profissional, quanto um local para postar comentários, muitas vezes anonimamente, sobre eles. ZocDoc, RateMD, Vitals, Heatthgrades são alguns exemplos de sites onde os médicos podem ser localizados, consultas marcadas online e avaliados. Mas os opiniões divergem bastante tanto entre os pacientes quanto entre os médicos.



Além de queixas de usuários que referem inconsistências de horários na agenda divulgada no site - maioria deles fazem marcações de consultas online - há também reclamações dos mesmos sobre a impossibilidade de publicar reviews negativas, o que obviamente deva-se a uma política dos sites e dos próprios médicos. Muitos pacientes desejam fazer as reviews anonimamente, mas a maioria dos serviços só permitem usuários cadastrados que usaram o serviço avaliem seus prestadores.

Um estudo publicando na JAMA em Fevereiro revela que 23% dos entrevistados usaram sites de avaliação médica para escolher seus cuidadores e 33% dos que não usaram disseram não o fazer por não confiar nas avaliações, já que o processo de classificação e avaliação não é transparente.


Opiniões desfavoráveis a esse tipo de serviço apontam que os médicos não devem ser sujeitos a esse tipo de avaliação, como outras commodities, como restaurantes e hotéis, pois o fato de não concordar com a conduta médica em uma consulta pode ser motivo de uma avaliação ruim. 

No Brasil, temos algo semelhante, o iMeds, que é uma comunidade médica onde o profissional pode ter uma página pessoal para ser localizado e avaliado. No cadastro, há uma opção "permitir ser avaliado", mas ainda não vi como essa avaliação é feita. Entendo que esse serviço aqui no Brasil não vá prosperar pois a aversão e resistência da classe médica à tecnologia ainda é muito grande. Vários projetos de marcação de agendas online independentes não obtiveram êxito, com exceção dos serviços oferecidos pelas operadoras de saúde, como o da Unimed BH. Mas no caso de eu estar errada, no site InformationWeek há 6 estratégias médicas para avaliações online.

Sites de avaliação e classificação de médicos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

9 de dez. de 2013

Exemplos de Gamificação em Saúde: Tendência na educação médica e de pacientes

Os smartphones com seus aplicativos e as mídias sociais como Facebook e Twitter propiciaram uma nova tendência na educação médica e na educação de pacientes, que além de divertido, vai de encontro à contemporaineidade do compartilhamento social.

Gamificação é o uso da mecânica dos jogos com o objetivo de incrementar a participação e gerar engajamento e comprometimento por parte dos usuários. A gamificação na saúde através de aplicativos traz o design motivacional, ou seja, algo que faz as atividades serem mais prazerosas tornando mais fácil atrair e engajar com jogos eletrônicos. Utilizando pontuação, ranking e recompensas, além do compartilhamento através de mídias sociais, os aplicativos que usam desse recurso de gamificação tem alcançado patamares de sucesso no ensino médicos e de pacientes.

Microbiology Flashcards app for USMLE

O app Microbiology Flashcards é um exemplo de como a gamificação chegou no ensino médico. Usando cartões com informações dos patógenos, na opção aprender  uma lista de características e as principais doenças associadas a esse organismo são apresentadas e na opção jogar há a descrição de um conjunto de questões com a descrição na parte de trás dos cartões e o objetivo é relacionar ao organismo causador. Possui badges e compartilhamento de cartões divertidos nas redes sociais. A Escola de Medicina de Stanford criou o Spetris, um jogo onde o tema Sepse é abordado em um jogo projetado para ensinar os pontos importantes no manejo e tratamento da sepse. Objetivo é curar pacientes cujo estado clínico está se deteriorando progressivamente.

The American Red Cross First Aid é um aplicativo que tem por objetivo ajudar os usuários a entender as condutas em uma situação de emergência. Utiliza gamificação para ajudar os usuários a lembrar as respostas adequadas às situações, com quizzes interativos que premiam com badges emblemas que podem ser compartilhados nas redes sociais com amigos.  Outros exemplos de apps para ensino tanto da população como de outros profissionais de saúde é o Staying Alive 3D com o objetivo de tomar condutas para manter os pacientes vivos em casos de emergência.
app MySugr Junior

O app MySugr Junior é um app destinado ao controle do Diabetes Tipo 1 em crianças que objetiva ensinar as crianças o manejo da diabetes de forma divertida. A cada entrada de dados como glicemia, alimentos e insulina usada, ela recebe o feedback de um monstrinho, ganhando pontos. O aplicativo Patient Partner usa a gamificação para aumentar a aderência ao tratamento. É um jogo de simulação interativa onde se escolhe um personagem, fazendo escolhas para esse personagem, e vendo como essas escolhas ajudam a entender e refletir sobre suas próprias decisões.

A gamificação para pacientes portanto, pode tanto aumentar as atividades preferíveis quanto desencorajar práticas insalubres, mas também aumentar a adesão à medicação ou servir como um incentivo para a dieta e exercício físico. As possibilidades são inúmeras e estão somente aguardando nossos programadores brasileiros implementarem em seus apps.

Exemplos de Gamificação em Saúde: Tendência na educação médica e de pacientes é um post original do TI Medicina. Quando coipiá-lo, adicionar os devidos créditos.

23 de jul. de 2013

Infográfico: Organizações de Saúde, Médicos e as Mídias Sociais


O que os pacientes estão fazendo?
Falando de tudo no Facebook, desde de sua cirurgia até sobre seu médico.

Conseguindo e compartilhando informações
Usuários das mídias sociais confiam mais em posts de médicos, em comparação  (ordem descrescente) com informações compartilhadas por enfermagem, hospital, organização de defesa do paciente, farmácias, outros pacientes, Organizações governamentais, seguradoras de saúde, indústria farmacêutica, outras organizações de saúde e pacientes que eles não conhecem.

Pacientes parecem estar mais confortáveis em compartilhar informações sobre sua saúde nas mídias sociais com seus médicos e hospitais do que com grandes grupos.

O que os hospitais estão fazendo?
Mais de 1500 hospitais estão presentes nas mídias sociais. Facebook é o mais popular, seguido pelo FourSquare.

76.000 foi a audiência do podcast da Mayo Clinic em um mês, depois de se juntar às mídias sociais.

88% dos médicos usam a internet para pesquisar dispositivos médicos, farmacêuticos e biotecnologia.

Top 5 dos melhores praticantes das mídias sociais entre os hospitais e relacionados  à Saúde: 
1.  Mayo Clinic: site oferece consultoria e expertise para mais de 3500 profissionais médicos e os mesmos são encorajados a participar das mídias sociais.
2.  Rush University Medical Centes, Chicago: médicos enviados para o Terramoto de 2010 no Haiti compartilhados relatos em primeira mão via mensagem de texto
3.  Massachusetts General Hospital: pesquisadores do setor de emergência trabalharam para criar o app EMnet findER para iPhone, direcionado usuários para os pronto-socorros mais próximos, em qualquer local do território dos EUA.
4.  Scott & White Healthcares, Texas: durante o tiroidetio de 2009 em Fort Hood, os funcionários ofereceram constantes updates no acesso aos pronto-atendimentos, status dos hospitais, notícias da Cruz Vermelha e mais. O ranking no Twitter da instituição aumentou em 78%.
5.  Nebrasca Medical Center, Omaha: graças ao compartilhamento de um paciente de sua experiência no youtube, o centro médico abriu uma clínica dedicada aos pacientes com este tipo específico de cancer. Médicos usam QR codes para direcionar pacientes a vídeos úteis.

Para a imagem em tamanho real, clique aqui


8 de jul. de 2013

Redes sociais e Comunidades exclusivas para Médicos

As redes sociais fazem parte do dia a dia de pessoas de todas as idades e classes sociais e ultimamente tem-se tornado bem evidente que os ganhos profissionais são uma dos principais motivos que levam as pessoas a acessar as redes sociais.

A possibilidade de discussão de casos, compartilhamento de conhecimento e networking fizeram que com que o caminho natural fosse o das redes sociais exclusivas para determinada categoria profissional.
Hoje vou falar das principais redes sociais e comunidades médicas.

Doctorsway: funciona como uma rede social parecida com o layout do facebook, com mural onde aparecem as atualizações dos seus contato. Destinada a ser um espaço privado de discussão. Possui seções de Casos Clínicos e Artigos de diversas especialidades, DW TV - aulas em vídeo com assuntos que vão desde técnicas cirúrgicas a como comunicar ao paciente que ele tem câncer. DW Consulta - onde os profissionais podem fazer perguntas clínicas, Eventos -  com agenda científica nacional.
Possui app para iPhone e iPad.
Doctors Way



Med1: rede com o tipo de layout que mostra atualizações dos contatos na timeline, como o facebook.   Possui uma interface pública com perfil e divulgação de local de atendimento e agenda para visitantes que querem interagir com especialistas. Conta com interessante sistema de pontuação de acordo com sua atividade na rede. Conta com seção de Artigos e seção de página pública. O exemplo de perfil público pode ser visto aqui.
Med1



Youdoc: Rede exclusiva para área de saúde, privada, com utilitários como CID10, Alarme, Calculadora, Conversor de moedas e Tradutor de idiomas. YouDoctors! - com provas, revistas médicas, blogs e sites, Eventos - agenda de eventos científicos, Grupos formados pelos membros, Fórum - para discussão de casos e assuntos médicos. Tem como diferencial um chat. 

YouDoc!

Ology: Rede exclusiva, privada, com interface semelhante também ao facebook. Limpa e fácil de usar, é necessario fazer um cadastro com seu CRM, mas seus contatos podem ser localizados através de suas contas com seu perfil no Linkedin, facebook, Google+ e Twitter, facilitando a busca de conhecidos. Conta com Grupos - com todas as especialidades e a possibilidade de criação de grupos com temas específicos; Instituições - por estado ou cidade, e o e-Diagnosis onde são feitas perguntas para especialistas. No site fala sobre a versão mobile do site, mas não localizei a mesma na AppleStore ou no Google Play.
Ology

WProcto: mais científica de todas, destinada a profissionais da Coloproctologia, com grande quantidade de vídeos e fotos de casos clínicos publicadas pelos próprios membros. 


WProcto


RadUniverse: comunidade com aceso somente por convite ou indicação, na área de radiologia. Espaço de discussão e aprendizagem, com QUIZ, Discussão de casos clínicos, Aulas, e artigos científico. Conta com espaço TeMed de tecnologia apliacada a medicina, espaço Cardio, Discussão Virtual Clínico-radiológica, Qual o diagnóstico e  Casos destaques.

RadUniverse


Redes sociais e comunidades exclusivas para médicos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

26 de jan. de 2013

Medicina: Perfis para seguir no twitter

Já fiz um post desse muito tempo atrás e hoje vou atualizar, pois muita coisa interessante aconteceu desde então.

Perfis de médicos:
  • @Qualidade_Vida : Dr. Ícaro A. Alcantara , Especialista em Homeopatia - Atuação em Qualidade de vida, Ortomolecular e Fitoterapia - Auxílio a processos de emagrecimento, longevidade e modul. hormonal. Distrito Federal. http://www.icaro.med.br
  • @batistacarolina : Dra. Carolina Batista,  Médica residente de Cirurgia Geral HC-FMUSP. Editora do blog Médico Nerd Natal, Brazil · http://www.mediconerd.com
  • @anestesiador : Dr. Pablo Braga Gusman, Editor do www.anestesiador.com, anestesista, intensivista, mestre e doutor em anestesiologia, diretor clínico da Kliniké, Médico da Qualidade do @HospMeridional, Vila Velha · http://www.anestesiador.com
  • @padilhando, Dr. Alexandre Padilha , Médico infectologista, ministro de Estado da Saúde e, acima de tudo, defensor de um SUS de qualidade. São Paulo/SP · http://www.blog.saude.gov.br
  • @MeusNervos : Dr. SoloN Maia, 31 anos, médico e cartunista. Autor da webcomic MeusNervos. Especialista em combater a ignorância alheia. Reclamão de plantão. E-mail: solonmaia@gmail.com, Goiânia - GO · http://www.meusnervos.com.br/
  • @charlesbigfoot : Dr. Carlos Andrade, Brasileiro de Aracaju,Sergipe.Médico ortopedista.Hoje,paulista adotado.Filho,pai,marido e tio.Geek e nerd,óbvio.Pitacador sempre. São Paulo · http://collsortopedia.com.br
  • @anabeatrizpsi : Dra. Ana Beatriz Barbosa., Médica psiquiatra e escritora carioca. Livros: sobre comportamento humano (Série Mentes). Diretora das clínicas Medicina do Comportamento (RJ e SP)@mcomport Rio de Janeiro - Brasil ·http://www.medicinadocomportamento.com.br/
  • @meduardosantana : Dr. Eduardo Santana, Médico, Sec. do Trabalho do SIMEGO, Secretário de Relações Trabalhistas da FENAM, Sec. Geral da CONFEMEL, saúde, medicina, entidades médicas e militância social. Santa Helena de Goiás, Brasil ·http://meduardosantana.wordpress.com
  • @riltonmorais Rilton Morais, Pai de Rodrigo e Alice. Marido de Gina. Neurocirurgião em tempo integral. Pensador nas horas vagas. Amante ocasional. Esportista bissexto. Aracaju - SE, Brazil · http://movam-se.blogspot.com
  • @DoutorLima_ Dr. José de Lima, Médico Cirurgião Cardiovascular InCor; Doutorado USP;Especialista em Transplante Cardíaco;Coordenador Departamento Captação Órgãos ABTO; Gestor Saude Insper. São Paulo Brasil · http://www.limacor.com.br
  • @beandrada B. Andrada, MD, Neurosurgery resident in Rio de Janeiro - RJ, Brazil. Posts about health issues and all kind of neurosciences. Brazil · http://blogdoneurocirurgiao.blogspot.com.br
  • @lottenberg Claudio Lottenberg, Oftalmologista, Presidente Hospital Albert Einstein, Presidente CONIB, Ex-Secretário Municipal SP, Vice-Presidente Conselho Deliberativo da Câmara Brasil-Israel São Paulo
  • @Gustavo_Peixoto  Dr. Gustavo Peixoto Cirurgião do Aparelho Digestivo. Bariátrica e Transplante de Fígado. Professor da UFES. Capixaba. Vascaíno, é claro. Vitória - E.S. · drgustavopeixoto.com.br
  • @Dr_VENTURA  Dr. Claudio Ventura Casado, pai de uma princesa. Apaixonado por e pela MEDICINA; Defensor de uma SAÚDE e um SUS de qualidade e não de QUANTIDADE. Um meritocrata e anti-ESQUERDISTA. Brasil - Paraíba - João Pessoa · portal.cfm.org.br
  • @alfredohalpern Alfredo Halpern Professor Livre-Docente da USP. Criador da Dieta de Pontos. Autor de vários livros. Consultor do programa Bem Estar da TVGlobo e colunista da Revista Saúde.
  • @DrAlexandrElias  Alexandre Elias Especialista em cirurgia minimamente invasiva de coluna, mestre pela EPM/UNIFESP. Especialização na University of Arkansas for Medical Sciences (EUA) CRM: 72484 São Paulo, Brasil
Utilidades, Institucionais:



Representação médica:

Perfis de publicações médicas:
Humor e Blogs:
Veja também: 


Medicina: Perfis para seguir no twitter é um post originaçl do TI medicina. Quando for copiá-lo dar os devidos créditos.

Deixe sua sugestão de perfil nos comentários!