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11 de ago. de 2017

Facegram: sistema de apoio à cirurgia plástica reconstrutiva

Os investigadores Paulo Aguiar do INEB (Instituto de Engenharia Biomédica) –, e do i3S ( Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto) e Ana Gerós do INEB, do i3S, e da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do porto), responsáveis pelo projeto ,Facegram,  é proposto como um novo padrão e uma ferramenta universal para análise detalhada dos movimentos faciais no contexto da terapia, cirurgia e reabilitação do rosto. 

O sistema Facegram é apresentado como uma nova estratégia para compilar e visualizar dados morfométricos, incluindo um conjunto de medidas com utilidade clínica que podem ser facilmente interpretadas por um médico. Assim como um cardiograma ou um audiograma são ferramentas médicas cruciais para avaliar distúrbios cardíacos ou auditivos, o Facegram compila medidas quantitativas precisas e objetivas em relação a propriedades estáticas e dinâmicas faciais.

Paulo Aguiar  e Ana Gerós - Facegram

A aplicabilidade tanto no transplante de face, quanto na fisioterapia facial, ou na cirurgia de reconstrução facial de queimados são áreas em que o sistema promete melhorar os resultados das terapias. 


Gerós, A., Horta, R., & Aguiar, P. (2016). Facegram - Objective quantitative analysis in facial reconstructive surgery. Journal of Biomedical Informatics, 61, 1–9. http://doi.org/10.1016/j.jbi.2016.03.011

Ricardo Horta, Paulo Aguiar, Diana Monteiro, Alvaro Silva, José Manuel Amarante A facegram for spatial–temporal analysis of facial excursion: Applicability in the microsurgical reanimation of long-standing paralysis and pretransplantation Original Research Article
Journal of Cranio-Maxillofacial Surgery, Volume 42, Issue 7, October 2014, Pages 1250-1259

9 de jan. de 2017

S-Skin da Samsung: tecnologia para dermatologia

Samsung lançou alguns produtos destinados ao cuidado da pele na CES 2017.


S-Skin é uma solução destinada ao consumidor final, mas ao meu ver, pode ser muito útil para dermatologistas.
Dispositivo analisa a hidratação, melanina e vermelhidão da pele usando luz LED

É composto de um patch com microagulhas e um dispositivo portátil que analisa e cuida da pele. O patch com microagulhas pode penetrar profundamente a pele para administrar ingredientes eficazes e aumentar a absorção. 

O dispositivo pode medir a hidratação, vermelhidão e melanina da pele para um cuidado personalizado da pele usando luz LED. A condição da pele é salva no aplicativo para acompanhar as alterações ao longo do tempo.

Entenda mais no vídeo abaixo:



11 de dez. de 2016

Internet das coisas: sensor de gases para diagnóstico de doenças gastrointestinais e coloproctológicas

Como coloproctologista, adorei uma outra demonstração (veja a primeira aqui) que assisti no CBIS 2016.

Tratava-se de um sensor para correlação de doenças com gases de eructação e flatulência desenvolvido em projeto de doutoramento de Nathália Moraes  do Nascimento.

A Internet das Coisas pode ser definida com uma tendência em TI em que vários dispositivos considerados “burros” são conectados a redes de comunicação para a troca e coleta de informações. Ela envolve, mas não se limita a, o uso de sensores de presença e temperatura inteligentes para a regulação climática de um ambiente.  Na Saúde, aplicativos móveis podem se conectar a dispositivos diversos para obter e relacionar dados sobre o nosso corpo em busca de insights médicos.(fonte). Mas não temos relatos de dispositivos que analisem gases corporais (eructação e flatulênica), por isso o projeto da Nathália é um dispositivo sensor de gases, com comunicação wireless com smartphone.

Dispositivo de teste com arduino e sensores de álcool, CO2, Metano e Hidrogênio
O dispositivo é colocado próximo ao paciente e mede automaticamente a composição dos gases. 


 E como ainda não há estudos sobre o tema com sensores, acho que a correlação da composição dos gases pode ser muito útil, por exemplo, em endoscopias digestivas altas ou retossigmoidoscopias, ou mesmo em consultórios médicos com objetivo de screening de pacientes.


NASCIMENTO, N. M. DO; VIANA, M. L.; LUCENA, C. J. P. DE. An IoT-based Tool for Human Gas Monitoring. Anais do XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, p. 96–98, 2016. Disponível em: http://www.sbis.org.br/biblioteca_virtual/cbis/Anais_CBIS_2016_Diversos.pdf

3 de dez. de 2016

Geo-Monitoramento na Saúde para melhor tomada de decisão

Estive no CBIS 2016 -  XV Congresso de Informática em Saúde em Goiânia e gostaria de mostrar 2 demonstrações que assisti e que me impressionaram bastante. O post de hoje será sobre uma demonstração do Conecta SUS Zilda Arns Neumann da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, que achei  que é muito útil do ponto de vista do gestor e do profissional de saúde.

A tecnologia apresentada junta o Sistemas de Informações Geográficas (SIG) que associa uma latitude e longitude a um endereço de uma ocorrência em saúde (morte, nascimento, caso de dengue, etc) ao Business Intelligence (BI) que é uma série de tecnologias, processos, práticas e ferramentas para a evolução de dados em informação e da informação em conhecimento para auxiliar as tomadas de decisão e obtenção dos indicadores de desempenho desejados.

Geo-Business Intelligence (Geo-BI) ou localização inteligente é um conjunto de tecnologias que combina SIG e BI para avaliação de resultados obtidos, planejamento e tomada de decisão. 


Carlos Augusto Tibiriçá apresentou brilhantemente um sistema de Geo-BI do Conecta SUS, onde é possível ver o geo-referenciamento de cada caso individualmente. 
Carlos Augusto Tibiriçá mostra o sistema geo-referenciado das gestantes  em Quirinólpolis de Goiás 
É possível perceber como os dados são na maioria não informados, 117, contra 13  de gestantes normais e 5 de alto risco, e nós profissionais de saúde somos responsáveis pela baixa qualidade dos dados. E aqui faço um comentários aos gestores: mostrem aos seus profissionais de saúde seuas ferramentas de gestão e o quão importante são os dados de qualidade! Se o profissional não vê benefício na burocracia, se ele não pode usar os dados que informa em benefício da assistência à saúde, preferirá SEMPRE atender bem o paciente e deixar a burocracia mal feita. 

Ele mostrou também a gestão da Dengue, pode ser feita a cada paciente, como quando do bloqueio de caso de Dengue, que consiste em tratamento de criadouros em uma região circunferencial de 150m de cada paciente confirmado com dengue.


Cada ponto,  no slide abaixo, na tela do Módulo SIG no Sistema de Administração e Controle da Dengue - SACD,  é um caso bloqueado (verde), ainda não bloqueado (vermelho) e não informado (branco) no município de Anápolis. Clicando em cada caso é possível ver o nº da notificação, endereço, data do início do bloqueio e até a quantidade de larvicida usada. 
Bloqueio de caso de Dengue
As possibilidades são infinitas! O importante a ser ressaltado é que uma excelente ferramenta na mão de um profissional limitado não o torna mais competente ou com mais conhecimento, por isso há que se valorizar imensamente o trabalho desse pessoal. Utilizam ferramentas open source para criar um sistema de Geo-Business Intelligence, que nas mãos de profissionais competentes transformam dados em conhecimento para tomada de decisão oportuna.

Quem quiser saber mais, acesse: 

TIBIRIÇÁ, C. A. G.; RINCON, J. P.; ESMERALDO, L. L.; et al. Geo-Business Intelligence: Um Modelo Aplicado ao Monitoramento em Tempo Oportuno de Saúde Pública. Anais do XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, p. 50–53, 2016. Disponível em: http://www.sbis.org.br/biblioteca_virtual/cbis/Anais_CBIS_2016_Diversos.pdf

15 de jul. de 2016

Cirurgião esperimenta Hololens da Microsoft


O cirurgião ortopédico pediátrico Justin Barad, do site Medgadget, falou de sua experiência com o Hololens da Microsoft. Ele experimentou o dispositivo graças a Neil Gupta, organizador do Boston Augmented/Mixed Reality Meetup, e graças à Microsoft e afirmou que o hanset é ergonômico e o sistema de controle por gestos é fácil de usar, permitindo, inclusive, que se digite em um teclado virtual.

Uma observação que ele fez foi sobre o campo limitado de visão holográfica (FOV), onde os hologramas são vistos em uma pequena caixa no centro de seu campo visual  (imagem abaixo da The Verge). "Então, quando você vê vídeos promocionais com hologramas em tela cheia é um pouco enganoso. Embora os dados do objeto para esses hologramas estejam lá, há que se girar a cabeça ao redor para ver tudo. Contudo, a partir de uma perspectiva de jogos/entretenimento iso possa ser um "deal-breaker" (motivo de quebra de acordo, empecilho) no momento, mas para aplicações médicas pode não significar tanto." afirma Dr. Barad.



Ele aventou as possibilidades de uso em uma sala de cirurgia:

"Durante a cirurgia, um grande desafio é controlar a localização e o conteúdo das apresentações visuais na sala. Normalmente existem vários monitores que podem exibir um feed de câmera, sinais vitais, ou dados de imagem. às vezes a enfermeira circulante não está familiarizada com o sistema para mudar os feeds, reposicionar os monitores, e/ou abrir imagens disponíveis, o que pode ser frustante, especialmente durante um caso estressante. Pelo que experimentei, o Hololens já tem a capacidade de eliminar completamente este processo complicado e permite que você crie um layout holográfico personalizado  de informações relacionadas ao paciente. Além disso, graças ao sistema de gesto, você pode percorrer os dados e as imagens como desejar. "

Uma de suas preocupações é com a iluminação da sala de cirurgia, se a mesma afetará a qualidade das projeções holográficas, e se afetará o reconhecimento de comandos por gestos.  Outra preocupação é se o visor colorido da Hololens possa diminuir a capacidade do cirurgião de ver claramente o campo operatório, assim como se protegeria os olhos no caso de contato com secreções, o que limitaria as aplicações cirúrgicas. 

Outras aplicações de realidade aumentada na sala de cirurgia seria o uso da tecnologia de navegação cirúrgica para "ver através" do paciente, como por exemplo ver a estrutura óssea da coluna vertebral de um paciente usando reconstituição de tomografias. Outra aplicação interessante é a possibilidade e cirurgiões orientarem outros profissionais remotamente, também chamado telementoria.

Veja abaixo as aplicações no aprendizado de anatomia:

11 de jun. de 2016

Nutrição e Fitness, Dispositivos wearables e registros eletrônicos de saúde

Quantified Self, Mobilidade e Saúde: Palestra muito interessante com 13' de duração, do prof. Renato Sabbatini sobre uso de dispositivos de fitness para registro de atividades físicas, nutricionais e a utilização em registros eletrônicos pessoais de saúde.





Leia também:

Lista dos sensores vestíveis no mercado ou em desenvolvimento

5 de abr. de 2016

O Radiologista automatizado da IBM pode ler imagens e registros médicos

Do blog Technology Review vem esse artigo superinteressante sobre o Avicena, um software da IBM que usa algoritmos de processamento de imagem juntamente com outros algoritmos de interpretação de texto (nos registros médicos), para sugestão de diagnóstico no auxílio a radiologistas.  É o aprendizado de máquina e a inteligência artificial aliando-se à prática clínica. Confira:

A maioria dos softwares inteligentes em uso hoje é especializada em um tipo de dado, seja interpretando texto ou adivinhando o conteúdo de fotos. O software em desenvolvimento na IBM tem que fazer tudo isso ao mesmo tempo. Está treinando para se tornar um assistente do radiologista.
O software tem o apelido de Avicena, em homenagem ao filósofo do século 11 que escreveu uma enciclopédia médica influente. Ele pode identificar características anatômicas e anormalidades em imagens médicas, tais como tomografia computadorizada e também se baseia em texto e outros dados no prontuário do paciente para sugerir possíveis diagnósticos e tratamentos.
Avicena foi projetado para ser utilizado pelos cardiologistas e radiologistas para acelerar seu trabalho e reduzir os erros e atualmente é especializada em radiologia cardiológica e de mama. Está atualmente sendo testado e refinado usando imagens e registros médicos anônimos. Mas Tanveer Syeda-Mahmood, um pesquisador do laboratório de pesquisa da IBM em Almaden perto de San Jose, Califórnia, e cientista-chefe do projeto, diz que a sua equipe e outros na empresa já estão se preparando para começar a testar o software fora do laboratório com grandes volumes de dados reais de pacientes. "Estamos começando os preparativos para a comercialização", diz ela.
Avicena "olha" imagens médicas utilizando um conjunto de diferentes algoritmos de processamento de imagem com diferentes especialidades. Alguns foram treinados para avaliar a distância para dentro do peito do paciente de uma imagem que foi tirada, por exemplo. Outros podem identificar os órgãos ou rotular anormalidades como coágulos sanguíneos. Alguns desses componentes de imagem usam uma técnica chamada de aprendizagem profunda, que produziu recentemente grandes saltos na precisão de software de reconhecimento de imagem (veja "AI Advances Make It Possible to Search, Shop with Images").
Os algoritmos de processamento de imagem trabalham ao lado de outros que foram treinados para interpretar o texto e resultados de testes em registros médicos. Avicena tem um sistema de "raciocínio" que se enquadra na saída de todos esses sinais diferentes para sugerir possíveis diagnósticos para um paciente. Ele mostra um resumo de seu raciocínio para a pessoa que trabalha com o software.
Imagem: O software da IBM, Avicena, destacou possíveis embolias em uma tomografia em verde, encontrando virtualmente o mesmo problema que um radiologista humano que marcou a imagem em vermelho.

Em uma demonstração do sistema, Syeda-Mahmood mostrou Avicena avaliando o caso de uma mulher de 28 anos de idade, queixando-se de falta de ar. O prontuário da paciente tinha imagens de pulmão e angiograma dos vasos sanguíneos em torno de seus pulmões, alguns exames de sangue e texto, observando que sua mãe tinha passado por vários abortos.
Avicenna sabia que o histórico da família poderia ser associado com uma tendência de formar coágulos sanguíneos, o que pode levar a abortos, conhecimento que mudou como as imagens do angiograma foram analisadas. O software sugeriu embolia pulmonar como o diagnóstico mais provável e destacou várias embolias possíveis em artérias pulmonares direita e esquerda do paciente. Quando um radiologista de forma independente analisou o mesmo caso, ele fez o mesmo diagnóstico e destacou mais ou menos exatamente as mesmas embolias.
IBM não são os únicos pesquisadores tentando construir software que combina texto e outros dados de registros médicos para funcionar como um radiologista. Mas Kenji Suzuki, professor associado no centro de pesquisa de imagens médicas no Instituto de Tecnologia de Illinois, diz que as ambições comerciais da IBM para Avicena são únicos. "Nenhuma outra empresa está a tentar ou prevendo que a integração total de texto, dados estruturados e imagiologia médica", diz ele.
No entanto, com base no que ele tem visto do projeto até agora, Suzuki diz que o processamento de imagem do Avicena e os poderes de diagnóstico ainda precisam se tornar mais precisos e flexíveis. Mesmo depois de fazer essas melhorias, para ter vendas significativas, a IBM terá de integrar seu ajudante automatizado com os sistemas de TI de hospitais existentes e provar que tem benefícios econômicos - "como reduzir o custo total do hospital, o reembolso do seguro, ou os riscos de ações judiciais", diz Suzuki.
Syeda-Mahmood diz que tornar o Avicena mais preciso é uma das principais prioridades da sua equipe, embora o objetivo seja ajudar os radiologistas e não substituí-los. E ela acredita que a IBM tem uma vantagem sobre as outras empresas tentando construir este tipo de software.
Isso porque fazer um sistema de aprendizado de máquina mais preciso requer oferecer a ele muitos dados de exemplo para refinar suas habilidades. A IBM já acumulou uma grande coleção de imagens médicas e registros e está no processo de torna-la muito maior.
No ano passado a empresa adquiriu uma coleção de milhares de imagens médicas, quando adquiriu a empresa Merge Healthcare. Essas imagens ainda não estão disponíveis para Avicena, mas quando estiverem, poderão ajudar a tornar o software mais preciso, diz Syeda-Mahmood. O projeto também pode obter um aumento de 50 milhões de registos de saúde electrônicos anônimos que a IBM recebeu na aquisição do ano passado de uma startup chamada Explorys.
Este artigo pertence a coleção Como treinar suas máquinas

30 de nov. de 2015

Big Data em Saúde - Parte II

Se você ainda não leu a Parte I, lá faço um apanhado das perspectivas do uso de Biga Data na saúde, pegando como referência o curso de Big Data em Saúde no Brasil.

Hoje, falarei de aplicações  de Big Data que já estão sendo utilizadas.

Big Data em Saúde - Parte II -  

Sistema que integra internet das coisas e prontuário eletrônico

O foco da atualidade é a integração de informações, compartilhamento  e análise de Big Data.  

A cada dia centenas de milhares de dispositivos médicos em todo o mundo geram bilhões de bits de valiosos dados em tempo real de sinais vitais de pacientes, informação dos próprios dispositivos, que juntos formam um quebra-cabeças da condição do paciente e estatísticas de dispositivos médicos em determinado momento no tempo.

Imagine poder registrar os dados de todos os dispositivos médicos e enviar essas informações para atender ás necessidades de todos as aplicações do hospital?
  • Promover a segurança do paciente com a transmissão de dados dos dispositivos médicos  ao sistema de gerenciamento de alarme.
  • Melhorar a eficácia clínica identificando precocemente sinais de deterioração do paciente.
  • Apoiar a investigação clínica e melhorar as iniciativas de qualidade de dados do dispositivo médico.
  • Melhorar a eficiência operacional por meio de informações através da utilização e performance de seus ativos de dispositivos médicos o que impacta positivamente na qualidade e nos custo do cuidado. 

InterSystems fechou, em Julho último, acordo de revenda do SmartLinx MDIS da Capsule, que promete realizar as façanhas do vídeo abaixo, integrando dados de dispositivos médicos ao software proprietário, o que na prática, integrará dados de monitores, ventiladores, incubadoras, aparelhos de anestesia, bombas de infusão, sensores de balão intra-aórtico, etc, ao prontuário eletrônico, o EMR TrakCare.  


O SmartLinx MDIS da Capsule é o primeiro sistema integrado de cuidados de saúde a permitir que os hospitais e as organizações de cuidados de saúde aumentem a eficiência e ajudem a melhorar a prestação de assistência ao paciente através da captura de dados de dispositivos médicos e contexto diretamente no ponto de atendimento. O sistema consolida o fluxo de trabalho clínico e coloca os dados para trabalhar, integrando-os com os registros médicos eletrônicos e os sistemas inteligentes para gerar decisões clínicas e operacionais informadas. A conectividade e captura de dados são obtidas através de soluções integradas de hardware e/ou software que atendem aos requisitos de praticamente qualquer ambiente de cuidados de saúde. (fonte Portal ERP)


Assista mais no video:

15 de set. de 2015

Infraestrutura e tecnologias para integração de dados no Cartão SUS - Barramento SOA

Ontem houve a aula "Arquitetura do barramento nacional da Saúde e as perspectivas do Ministério da Saúde com relação aos serviços SOA ofertados" que faz parte do VI Ciclo de Palestras Online da SBIS (ocorre sempre na primeira segunda-feira de cada mês, às 20:00, em https://meet52658369.adobeconnect.com/_a1106706205/vi_ciclo_seminarios_online_tics_sbis/). 

Dr. Moacyr Esteves Perche, Coordenador Geral de Gestão de Projetos Estratégicos do DATASUS, deu uma visão muito interessante do cenário atual, que acho que vale a pena compartilhar, de maneira mais inteligível para quem não é da área de TI.

Barramento SOA SUS


SOA é arquitetura orientada a serviços, é um estilo de arquitetura de software com foco em prover um maior reuso e eficiência na criação ou manutenção de funcionalidades e aplicações de uma empresa. No SOA,  as funcionalidades que antes estariam contidas dentro de programas e sistemas de forma isolada, devem agora ser expostas na forma de serviços através de interfaces bem definidas, utilizando tecnologias interoperáveis e padrões abertos (fonte). O objetivo é reutilizar o que já está pronto, criando interações e trocas de informação na forma de serviços (funcionalidades do software).

Já Barramento, ou barramento de serviços (Enterprise Service Bus - ESB) é um padrão arquitetural que permite integrar diferentes aplicações de uma maneira fácil e rápida, usando uma única interface, independentemente de quem é o destino. O ESB, ou barramento, é um intermediário entre serviços, permitindo a interoperabilidade entre eles. Integra e permite a comunicação de sistemas, independente da linguagem de programação em que foram escritos.


Interoperabilidade entre sistemas do MS e base do Cartão SUS
Toda essa arquitetura é baseada na Portaria 2.073 de Interoperabilidade do MS, com terminologias padronizadas para comunicação de serviços do SUS e também da saúde suplementar que quiser comunicar com as bases do MS. O IHE-PIX é o padrão internacional adotado para o identificador único do paciente, o Cartão SUS (CNS),  que atualmente encontra-se com 90% da população brasileira cadastrada.
Arquitetura SOA SUS
O barramento interno não é feito em software livre. A ferramenta que atualmente está sendo usada é ORACLE. 

Uma iniciativa interessante baseada em software livre, parceria do MS com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o SIS-Interop, que tem como objetivo criar um barramento local para prefeituras, por exemplo, que queira integrar dados clínicos de diversas fontes.  Mais informações podem ser obtidos pelo governanca.soa@saude.gov.br . Informações também podem ser encontradas no Centerms (Centro Nacional de Terminologias em Saúde).

Para as Startups, existe um catálogo de serviços SOA-SUS disponíveis no site do DATASUS (http://datasus.saude.gov.br/interoperabilidade) que podem e devem ser ser usados em aplicações. Vale a pena das uma olhada.
Barramento Nacional do e-Saúde. Barramento municipal e estadual pode ser feito pelo sistema SIS-Interop

Enfim, o barramento SOA tem como objetivo integrar a base de dados do Ministério da Saúde, como por exemplo, CADSUS (bane nacional de cadastros do Cartão SUS),  SISREG (sistema de regulação) ou e-SUS H (hospitalar) com hospitais, municípios ou mesmo com o aplicativo do Cartão SUS.

O App do Cartão SUS, em um futuro próximo, vai contar com todas as bases de dados do Registro Eletrônico Nacional de Saúde. Por isso é tão importante adotar o CNS (Cartão Nacional de Saúde ou Cartão SUS) como a identidade pessoal do paciente (identificador único), independente se no âmibo do SUS ou saúde suplementar. O barramento SOA (Service Oriented Architecture) para as trocas de informações, já conta com 16 sistemas integrados ao cartão SUS. Assim, tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde poderão se aproveitar dos registros, decisões clínicas e análises presentes.

6 de jun. de 2015

Aprendizado de máquina: Site da Microsoft advinha a idade do usuário e compara fotos de "separados ao nascimento"

Há pouco tempo a Microsoft lançou o site How-old.net com a proposta de reconhecer a idade de uma pessoa a partir de uma foto enviada. Recentemente o serviço ganhou uma versão para Windows Phone.
Outro site, também da Microsoft compara 2 fotos e diz se são gêmeos, o TwinsOrNot.net. 
No primeiro site usei uma imagem da Kate Perry e no segundo site uma imagem dela com a Zooey Deschanel
Ambos fazem parte do Machine Learning da Microsoft, e foram projetados em algumas horas com o objetivo de demonstrar como é fácil para os desenvolvedores construírem aplicações usando os Face APIs e publicá-los na internet. O site TwinsOrNot usa o Face API do Projeto Oxford, que tem outros recursos como agrupamento de faces e busca de faces similares (algumas podem ser testadas aqui).

A Face API também está sendo usada na pesquisa de imagens do Bing. Basta clicar em http://bing.com/images, digitar o nome de alguma pessoa, clicar na foto e ao passar o cursor sobre a foto aparece o #HowOldRobot.

Utilizando o #HowOldRobot na pesquisa de imagens do Bing
É possível desenvolver o seu próprio API no https://studio.azureml.net/ ou ainda descobrir APIs adicionais na Biblioteca Azure de Aprendizado de Máquina.

Dá para se divertir um bocado com esse sites!

6 de jan. de 2015

Têndêcias Tecnológicas para Medicina em 2015

Retornando às atividades do blog após pequenas férias, abordarei algumas tendências de tecnologias que devem ser aprimoradas ou mais utilizadas em 2015 na Medicina.

1- Medicina na Nuvem:

Utilizar memória, capacidade de armazenamento, softwares, programas médicos, ferramentas, base de dados, etc, compartilhados e interligados por meio da internet, sem necessidade de instalar programas ou armazenar dados é o que fazemos quando utilizamos a computação em nuvem. Cada vez mais esses recursos são utilizados pelos médicos com a vantagem de economia de custos, onde não é preciso investir em infraestrutura como servidores e licenças de software. A possibilidade de ajustar o que é pago ao que é demandado, facilita no momento de adequar o sistema às necessidades do profissional, como pagar valores diferenciados por um Prontuário Eletrônico online, de acordo com a quantidade de profissionais que o usarão. Outra vantagem é a segurança de dados: provedores de cloud computing seguem padrões internacionais de segurança, como ISO, SSL, criptografia avançada e outras. Além disso, ao perder um notebook ou mesmo um celular, informações confidenciais não vão embora junto com o aparelho: elas estão armazenadas na nuvem e se mantém protegidas e disponíveis nela.
Além de prontuário eletrônico, há vários outros serviços disponíveis na nuvem como gestão empresarial, captura e armazenamento de imagens, telemedicina, etc.
Uma tendência da cloud computing na Medicina para 2015 é a “Hybrid Cloud", uma combinação entre “Private Cloud” (criar sua nuvem, com a necessidade de hardware e softwares para atender seu modelo com a estratégia de segurança de dados que atenda seu negócio) e “Public Cloud”  (fornecedor entrega “pacote” pronto para ser utilizado).

2 - Impressão 3D:
Aplicações da impressão 3D na Medicina
A técnica de impresão 3D permite uma personalização sem precedentes na história da Medicina. Utilizando pó, gel ou filamento de metal ou de plástico, a impressora 3D imprime camada por camada peças tridimensionais como vistas na imagem acima: próteses faciais, próteses, réplicas de partes do corpo e  implantes sob medida. Há a promessa de imprimir órgãos humanos e tecidos em um futuro não muito distante! Essa técnica auxilia o trabalho dos médicos e melhora a qualidade de vida dos pacientes. 

3- Big Data e Data Mining
Outra tendência importante que não deve ser ignorada em 2015 é  lidar com grande volume de dados : gerenciando e sabendo usar. A virtualização do armazenamento e eliminação de dados duplicados passa a ser uma necessidade crescente. E os benefícios são percebidos pelo gestor e pelos profissionais de saúde na tomada de decisão. 
As ferramentas de apoio a decisão tendem a se tornar mais personalizadas, como o OpenCDS e uma solução que me empolga, é o InfoButon. 
InfoButon (Anticipatory Passive Decision Support) é uma ferramenta computadorizada de busca de informação que fornece acesso contínuo a recursos de conhecimento contextualmente relevantes no âmbito dos sistemas de informação clínica como prontuários eletrônicos. São uma abordagem promissora para apoiar a tomada de decisão clínica, ajudando profissionais para atender com eficácia e eficiência as suas necessidades de informação. Por exemplo, ao clicar em um Infobutton próximo a um diagnostico na lista de problema, ele informaria links com temas como diagnóstico, tratamento, etiologia ou prognóstico provenientes de uma base de dados como o UpToDate, Medline ou qualquer outra base de dados importante. E o mais interessante seria se ele pegasse dados relevantes para aquele paciente específico, como, por exemplo, idade, sexo, creatinina, uso de captopril e o diagnóstico e fornecesse links relevantes com a associação desses fatores.
Um exemplo abaixo é a integração do VisualDX, exelente app de diagnóstico de imagens, ao prontuário eletrônico.
VisualDx supports the Health Level 7 (HL7) Infobutton standard

Têndêcias Tecnológicas para Medicina em 2015 é um artigo original do TI Medicina. Quando copiá-lo, dar o crédito.

1 de dez. de 2014

Manual de Ética em Redes Sociais para Médicos e Estudantes de Medicina



A OMC (Organización Médica Colegial de España), que equivale ao nosso CFM, indo de encontro ao que já vem sendo feito em outros países devido a difusão do uso de redes sociais pelos médicos e estudantes e levando-se em conta  a linha tênue entre o pessoal e o profissional neste uso, lançou agora em Novembro no IV Convención de la Profesión Médica, um Manual de Ética em redes sociais para Médicos e  Estudantes de Medicina. Afinal,  o Código de Ética exige, como a medicina moderna, se adaptar a este novo ambiente e evoluir.

A equipe de médicos que trabalhou no projeto foi escolhida devido a sua boa atividade em redes sociais e blogs pessoais: Rafael Olalde , Beatriz Satué, Rosa Taberner, Marian Jiménez Aldasoro, Jose Antonio Trujillo, Rodrigo Gutierrez Fernandez, e Mónica Lalanda. Também contribuíram na elaboração do guia Iris Mar Hernández, Jesús José Camacho, Enrique Sánchez Aciaga, Emilio Delgado y Guillermo Jiménez (estudantes de medicina e membros do Conselho Estadual de estudantes de Medicina ECMS).


Manual de Estilo para os médicos e futuros sobre o bom uso de redes sociais

1-  Respeitar a confidencialidade e o Segredo Médico-Paciente
Se a informação clínica for divulgada em redes sociais, é sempre desejável:
  • Certifique-se de que o paciente não é reconhecível ou identificável, não só por meio de imagens ou dados, mas por associação em relação ao local hospitalar, centro de saúde, especialidade ... etc.
  • Faça uso profissional da informação clínica com objectivo claro e sempre em benefício do paciente em particular ou da medicina acadêmica em geral (para fins de ensino ou de intercâmbio de conhecimento com outros profissionais), evitando o sensacionalismo e morbidade.
  • Cuidado no uso de sistemas de troca de informações em que a segurança dos dados enviados é questionável (leia a privacidade e uso de aplicativos de mensagens).
  • Lembre-se de que não é sensato o armazenamento em telefones celulares e laptops, informações sem criptografia ou imagens.
  • Peça permissão antes de tirar uma foto do paciente e explique em termos que ele possa entender a finalidade dessa fotografia.


2-  Evitar conselho médico a pacientes virtuais
Quando o profissional aparecer nas redes sociais como médico e for questionado por um usuário (conhecido ou desconhecido) é importante observar que:
  • Não há nenhuma obrigação de responder (não é uma situação de bom samaritano), mas se for o caso é adequado e desejável encaminhá-lo a uma fonte confiável (website ou blog) onde possa esclarecer suas dúvidas ou orientá-lo a consultar o seu médico.
  • Pode ser recomendável aproveitar  o poder amplificador das redes sociais para responder a perguntas que possam ser de interesse geral e, assim, fazer um trabalho divulgador que pode ser muito gratificante (saúde pública, promover estilos de vida saudáveis, fotoproteção, etc.).
  • Temos de ser mais cauteloso no caso de consultas de outros profissionais (segunda opinião), especialmente quando eles incluem fotografias e dados reconhecíveis de paciente por terceiros.



3-  Mantenha uma imagem profissional virtual adequada
Quando um profissional escolher livremente estar presente nas redes sociais, usando uniforme médico em sua foto do perfil, é importante lembrar que está vinculando uma imagem corporativa para a profissão. Por conseguinte, é desejável:
  • Evitar o uso inadequado e inconveniente das redes sociais de modo a não abalar a confiança em nossa sociedade. É aconselhável ajustar-se às expectativas existentes na sociedade no que diz respeito à prática médica.
  • Evite sempre atitudes insensíveis, frívola ou pouco de acordo com as regras básicas de etiqueta, ou seja, educação, cortesia e respeito.
  • Não opinar sem pesar as consequências sobre questões médicas,comportando-se de forma sensata e avaliando o contexto, os interlocutores e o tema abordado, assim como as referências  e fontes utilizadas.



4-  Evitar que o uso de novas tecnologias desviem nossa atenção da consulta direta com o paciente
  • Evite interrupções particularmente se eles podem afetar a privacidade e confidencialidade dos dados.
  • Evite fazer e receber chamadas telefônicas ou trocas virtuais que não são absolutamente necessárias, e se assim for, pedir autorização e ser o mais cuidadoso possível.




5-  Ter responsabilidade sobre a informação médica difundida em redes sociais


-A Informação médica publicada em redes sociais deve ser compreensível, precisa, ponderada e prudente. A competência que nos dá nossa formação profissional faz com que nossas opiniões sejam tomadas como referência.

-A Responsabilidade pela informação médica em redes sociais se não se diliu porque o receptor é múltiplo, simultâneo ou desconhecido. Há que se ter responsabilidade sobre o que se divulga. Mas a  possibilidade de interação é também uma enorme vantagem,
  • A criação e divulgação de conteúdos de qualidade, não é uma obrigação profissional, mas é altamente recomendável (promoção de blogs, páginas da web e fóruns virtuais).
  • É altamente desejável que estar alerta e interceptar informações médicas falsas que possam alarmar a população ou comprometer a saúde.


6-  Manter o respeito na interação com colegas ou nos comentários sobre eles

  • Em caso de discordância sobre questões médicas ou profissionais, as redes sociais podem ser uma ferramenta para o diálogo. Em qualquer caso, evitar os insultos e expressões depreciativas sobre os colegas e outros profissionais de saúde.
  • Deve-se evitar alusões a âmbitos pessoais e privados dos colegas.


7-  Faz um bom uso de publicidade e propaganda médica
  • A reputação "off-line" e "on-line" é um dos maiores ativos de qualquer instituição médica ou profissional de saúde. A promessa de valor para qualquer instituição ou profissional de saúde deve respeitar a liberdade e dignidade dos doentes, e ser justo com a sua realidade.
  • O prestígio profissional, que promove relações de confiança com os pacientes,  pode tornar-se mais visível através de publicidade e propaganda.
  • A publicidade e propaganda médica deve ser sempre objetivo, prudente e verdadeira.

15 de nov. de 2014

Brinco para monitorização de dados vitais


O projeto Ear-O-Smart é uma startup canadense, Biosensive Technologies,  que desenvolveu um biosensor em brinco para medir frequência cardíaca, atividades físicas e as calorias queimadas.


O produto conta com um brinco perolado de  16 mm de diâmetro e sua precisão é maior que o das pulseiras. A tecnologia empregada utiliza LED que é refletida pelo sangue que corre debaixo da pele da orelha. Essa luz refletida é captada por um sensor que envia as informações coletadas por Bluetooth Low Energy (BLE) para o smartphone, onde são apresentadas em um app. O desafio agora é melhorar a duração da bateria, hoje em torno de oito horas.

 Há também a opção de um kit "faça você mesmo", para que os próprios consumidores instalem o pequeno chip em seus brincos preferidos. 

Os dois produtos podem ser adquiridos pelos colaboradores do projeto no KickStarter por 125 e 150 dólares canadenses, respectivamente.

Veja mais no vídeo abaixo:

2 de out. de 2014

Acompanhamento de pacientes por SMS, automatizado! Medico.com.vc


Você já imaginou se pudesse monitorar automaticamente seus pacientes por sms, e recebesse uma comunicação caso houvesse algum sinal de alarme? 

Pois isso é possível, com a Médico.com.vc, um serviço da Tá-Na-Hora Saúde digital.

Funciona da seguinte forma: o médico cadastra o celular do paciente no site (ou do parente ou cuidador), em seguida escolhe um dos programas como os de quimioterapia, pré e pós-operatório ou cuidados crônicos (ou pode mesmo criar o seu próprio). Iniciado o programa o  sistema irá interagir com seus pacientes por meio de SMSs. Se houver algo relevante sobre o paciente, você será notificado automaticamente.

programa de quimioterapia

Programa de pré e pós operatório

Programa de cuidados em doenças crônicas
                                       
Parabéns ao pessoal da Tá-Na-Hora Saúde digital!! Iniciativa extremamente interessante e útil!

27 de ago. de 2014

Divulgados os 10 finalistas do concurso do Tricorder X-Price


Quem se lembra do Tricorder do Dr. McCoy de Star Trek? A Qualcomm criou um concurso para desenvolvimento do tricorder de Jornada nas Estrelas!



A Qualcomm Tricorder XPrize é uma competição global de 10 milhões de dólares para estimular a inovação e integração de tecnologias de diagnóstico de precisão, ajudando os consumidores a fazer as sua própria avaliação confiável  de saúde em qualquer lugar, a qualquer hora.

O dispositivo será uma ferramenta capaz de capturar as principais métricas de saúde e diagnosticar um conjunto de 15 doenças através de uma combinação de sensores sem fio, tecnologias de imagem e diagnósticos laboratoriais não-invasivos portáteis.

Os requisitos para o aparelho são 13 patologias obrigatórias: 
  • Anemia, fibrilação atrial (FA), 
  • Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DBPOC), 
  • diabetes, 
  • hepatite A, 
  • leucocitose, 
  • pneumonia, 
  • otite média, 
  • apnéia do sono, 
  • AVC, 
  • tuberculose, 
  • infecção do trato urinário, 
  • ausência de condição clínica.
Mais 3 condições a escolher:
  • Os alérgenos (no ar),  
  • Colesterol, 
  • Doença de origem alimentar,
  • HIV, hipertensão, 
  • hipotireoidismo / hipertireoidismo, 
  • Melanoma, 
  • Mononucleose, 
  • Osteoporose, 
  • coqueluche (tosse convulsa), 
  • Herpes Zoster
  • Amigdalite.
E cinco sinais vitais obrigatórios: pressão arterial, frequência cardíaca, saturação de oxigênio, frequência respiratória, temperatura.

Foram divulgados os 10 finalistas (abaixo), estamos perto do desenvolvimento e fabricação dessa ferramenta!

Baltimore, MD, United States
Team Leader: Tatiana Rypinski
Mississauga, ON, Canada
Team Leader: Sonny Kohli
Chennai, Tamilnadu, India
Team Leader: Sridharan Mani
Cambridge, MA, United States
Team Leader: Eugene Y Chan MD
Zhongli City, Taoyuan, Taiwan
Team Leader: Chung-Kang Peng
Paoli, PA, United States
Team Leader: Basil Harris
Ljubljana, Slovenia
Team Leader: Jakob Susteric
Moffett Field, CA, United States
Team Leader: Walter De Brouwer
London, United Kingdom
Team Leader: Anil Vaidya
Belfast, Belfast, United Kingdom
Team Leader: Jim McLaughlin
O post Divulgados os 10 finalistas do concurso do Tricorder X-Price é um original do TI Medicina.