30 de jul. de 2009

O que é necessário para um Hospital sem papel?


As tendências de TI para a área de saúde caminham para a construção de um hospital livre de papéis, com aplicativos de telemedicina, telemonitorização e telediagnósticos, em que as paredes não sejam um obstáculo ao acesso dos dados ou ao cuidado com o paciente.

O que é necessário para o hospital sem papel
O hospital sem papel também exigirá que as empresas colaborem entre si, criando plataformas que permitam a troca de dados, independente de marca ou equipamento.
Os requisitos serão:
  1. Interoperabilidade, em que plataformas distintas apresentem a informação em qualquer lugar e sempre que necessário;
  2. Convergência e integração, em que aparelhos com diferentes finalidades, como MPOC (Mobile Point of Care), smartphones, TV digital e computadores, por exemplo, sejam integrados;
  3. Mobilidade, para que as unidades móveis de saúde, como as ambulância, possam consultar e inserir dados;
  4. Integração e abrangência, com uma visão holística de processos e compartilhamento de informações entre as áreas;
  5. Digitalização das informações em papel, para que sejam absorvidas pelo sistema
    e facilidade de acesso e portabilidade, para que os pontos e meios de acesso aos documentos digitais sejam universais.

"Para isso, será preciso criar ferramentas de compartilhamento, para que o hospital possa ser até mesmo na casa das pessoas, como uma extensão do home-care", analisa Sobral.
A simplicidade torna-se, então, a única maneira de garantir que estas soluções estarão disponíveis o mais rápido possíveis e que terão um alto índice de aceitação. "Em poucos anos, poderemos ir de um hospital para outro com o mesmo número de prontuário, mas, para que isso aconteça é preciso evitar os entraves e simplificar os processos", conclui Magnus, presidente da MV Sistemas.
Font: Colaboração omo estrat´ga de TI em Saúde - Saúde Business Web por Cylene Souza

Atualização do post:

        6.  Certificação pela SBIS: o CFM e a SBIS possuem um manual para certificação de software médico, onde, para se ter um Hospital sem Papel é necessário o cumprimento dos Requisitos do Nível de Garantia de Segurança 2 (NGS2)  – Certificação Digital, ou seja a utilização de certificado digital emitido por AC credenciada à ICP-Brasil para os processos de autenticação de usuários e para assinatura digital de documentos eletrônicos no S-RES.

29 de jul. de 2009

ALERT® - soluções para a informatização dos serviços de saúde

O software ALERT é uma solução operacional para todos os ambientes de prestação de cuidados à saúde com a capacidade de produzir ambientes clínicos totalmente sem papel. O sistema permite a introdução, em tempo real, de toda a informação clínica do paciente, em telas sensíveis ao tato (touch-screen). O software permite a realização de triagem por meio do Protocolo de Manchester* ou qualquer outro protocolo de classificação de riscos, com consulta em tempo real aos dados dos pacientes e interação entre as equipes dos profissionais da saúde.
Outro aspecto do ALERT é o fato de controlar o acesso à informação clínica por meio de identificação biométrica dos usuários (impressão digital) e de identificar pacientes por meio de fotografia digital e códigos de barra em pulseiras. Isso garante segurança tanto ao paciente quanto à instituição de saúde. O ALERT também tem capacidade de “conversar” com outros programas de gestão administrativa, sendo membro do IHE, instituto que produz protocolos para a troca, gerenciamento e integração de informações pertinentes aos cuidados do paciente, assim como a administração, distribuição e avaliação dos serviços de saúde. A vantagem para os clientes ALERT é a possibilidade de interoperabilidade entre seus sistemas de informação, sem prejuízo ou necessidade de substituição de programas já instalados.

  1. ALERT® PHF – PAPER FREE HOSPITAL: sistema de informação clínica hospitalar para o registo e consulta de dados em tempo real. Este software permite fazer a gestão de toda a informação sobre os doentes e respectivos episódios clínicos desde o momento da entrada até que lhes é atribuída alta. Foi fechado acordo com a UNIMED-BH em Nov/2008 para softwares clínicos Alert –Paper Free Hospital para as unidades de serviços próprios da Unimed-BH, e o Alert – Private Practice para os consultórios dos médicos cooperados.
  2. ALERT® ER uma solução para urgências hospitalares que possibilita o registo, a interligação, a reutilização e análise de toda a informação relativa aos episódios de urgência.
  3. ALERT® MANCHESTER é uma aplicação informática para triagem de doentes nas urgências hospitalares. Atualmente é utilizado no HPS João XXIII e está em afse de implantação no PA do Hospital das Clínicas da UFMG.
  4. ALERT® OUTPATIENT faz a gestão da informação relativa às consultas externas. Usado atualmente pelo Grupo Santa Casa de Belo Horizonte no Centro de Especialidades Médicas. Entre outras características do Alert Outpatient estão incluídos os Motivo da Consulta; Consultas anteriores (o profissional pode acessar visitas anteriores do paciente, bem como visualizar informações detalhadas sobre ele, como sinais vitais, diagnósticos, exames de imagem, administração medicamentosa e prescrição; e Avaliação infantil.
    Também quanto a fatores e avaliações de risco, o médico pode medir todos os fatores associados a diferentes tipos de doença: doenças cardiovasculares ou de Diabetes Mellitus, por exemplo. Para cada uma das avaliações de risco, o Alert disponibiliza um formulário específico com um conjunto de questões que irão determinar, no final, um determinado nível de risco. Outra vantagem do Alert é que oferece a oportunidade de criar e marcar processos cirúrgicos e de internação, sempre que necessário.
    Também quanto a Medicina Física e de Reabilitação, o Alert disponibiliza planilha que lista os pacientes diários com procedimentos agendados para a Medicina Física e Reabilitação (MFR), onde é possível visualizar dados pessoais e clínicos do paciente. O Alert possibilita também a criação de fichas de avaliação de Medicina Física e de Reabilitação de acordo com avaliação de funcionalidade e o Plano de Intervenção.
  5. ALERT® CARE é um sistema de informação clínica para Centros de Saúde e Instituições de Saúde Pública que faz a interligação de toda a informação clínica de Cuidados de Saúde Primários, além de uma ligação, através de telemedicina, entre Centros de Saúde e Hospitais. Provavelmente será empregado nas unidades de saúde da prefeitura de Belo Horizonte, seguindo a linha de informatização da saúde em Minas Gerais.

27 de jul. de 2009

Fora do Ponto: Michael Porter e o sistema de saúde: II



Fonte: Fora do Ponto: Michael Porter e o sistema de saúde: II
Michael Porter é reconhecidamente o maior especialista em estratégia nas empresas. Suas teorias sobre forças competitivas, gestão, tipos de estratégias, relacionamento entre empresas e cadeias de valor o colocam como sendo o grande gurú da administração das corporações modernas. Em seu modelo de gestão, todos as etapas são conduzidas por processos adequados e dirigidos para a sustentabilidade da coporação.
Ele é o Sigmund Freud da gestão corporativa.
Em sua releitura dos sistemas de saúde Michael Porter, aponta várias facetas do problema da falta de foco no paciente.
Hoje abordaremos a questão da escolha dos serviços médicos:
No sistema atual, os pacientes não escolhem os serviços médicos pela qualidade, na maior parte das vezes esta escolha é realizada pelo convênio pagador do serviço. Nesta premissa, a qualidade do serviço prestado não é avaliada pelo convênio ou pela sociedade. Sómente quando acontece algo muito fora do comum ou aberrante é que os demais elos da corrente ficam sabendo. Ninguem sabe quais são os resultados dos tratamentos realizados por cada hospital.

Será que a equipe é boa no que faz?
Será que o hospital compra os remédios nas dosagens certas?
Será que o valor que o convênio paga permite que o médico consiga estudar para tratar melhor seus doentes?
Porque os funcionários dos hospitais tratam mal as pessoas?
Porque os resultados e os processos internos dos hopsitais não são publicados e auditados?
Perguntas como estas são fundamentais para que possamos escolher aonde vamos levar nossos queridos para serem tratados.
Caso a excelência do serviço prestado seja valorizada, a escolha do serviço médico será realizada pelo cliente tendo em mente a qualidade dos serviçois prestados. Os bons serviços serão recompensados, quem não for competente no que faz, que faça melhor ou mude de ramo.
Michael Porter: http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Porter
Posts Gestão de saúde: http://foradoponto.blogspot.com/2009/07/repensando-o-sistema-de-saude-michael.html

Reciclagem de telas LCD produz material para uso médico


As telas de LCD, usadas em monitores de computador, TVs e telefones celulares, agora poderão ser recicladas, tanto para fabricação de novas telas LCD como para a produção de compostos úteis para uso na medicina.

Um dos compostos utilizados na fabricação das telas LCD não provoca reações do sistema imunológico humano, o que o torna adequado para uso na biomedicina.

Como são feitas as telas LCD

As telas de LCD são compostas por duas camadas de vidro, no meio das quais é colocado um finíssimo filme de um material viscoso - o chamado cristal líquido. O material é uma mistura que contém de 15 a 20 compostos químicos diferentes.

Quando são descartadas, essas telas geralmente são incineradas e todos esses compostos são perdidos - da tela propriamente dita geralmente apenas o vidro é aproveitado. E isso quando o monitor inteiro não vai parar no aterro sanitário.

Reciclagem das telas LCD

Agora, a equipe do Dr. Avtar Matharu, da Universidade de Iorque, na Inglaterra, descobriu uma forma de reciclar as telas LCD e aproveitar todos os compostos químicos, sobretudo o álcool polivinílico (PVA PolyVinyl-Alcohol, um composto de grande interessa na medicina.

"Nós desenvolvemos uma tecnologia limpa e eficiente para recuperar o composto do cristal líquido a partir de telas de LCD descartadas. Uma vez recuperado, o composto pode ser reciclado para a fabricação de novas telas LCD ou a mistura pode ser separada em seus componentes individuais e comercializados diretamente," explica Matharu.

Para a reciclagem, o material extraído do interior das telas de cristal líquido é aquecido em uma solução aquosa no interior de um forno de microondas. Depois de esfriar e ser "lavado" em etanol, o produto final é o chamado PVA expandido, pronto para ser comercializado.

Biocompatibilidade do PVA

Os pesquisadores dedicaram especial atenção ao PVA devido às suas propriedades de biocompatibilidade. Depois de reciclado, o material pode ser utilizado na construção de suportes para o crescimento celular em laboratório ou para a regeneração de tecidos no corpo.

O PVA pode também ser utilizado em pílulas ou em medicamentos inovadores, chamados drogas inteligentes, nos quais nanopartículas devem ser acondicionadas no interior de materiais biocompatíveis para chegarem ao local preciso onde o medicamento deve ser aplicado, evitando efeitos colaterais danosos.
Fonte: Inovação Tecnológica

26 de jul. de 2009

Prontuário eletrônico com Microsoft Office e comandos de voz para inserir dados


Você está entre os 75% dos médicos que ainda não implementaram um solução de prontuário eletrônico para seu consultório ou clínica? Quanto tempo você vai esperar?
O software de Registro Eletrônico de Saúde gloEMR prontuário eletrônico 4.0 explora o poder do Microsoft Word e a indústria líder de tecnologia de reconhecimento vocal para ajudar a captar mais detalhes específicos de cada consulta.
Seu painel principal permite visualizar e gerir informações do paciente com apenas um clique. gloEMR acrescenta o poder do Microsoft ® Office Word ™ e de várias outras normas com base em tecnologias Microsoft para fornecer uma interface amigável EMR que torna o seu escritório mais produtivo.
A novidade desse software é a interface já globalmente conhecida do Microsoft Word e sua intuitiva facilidade de uso, com uma adiocional facilidade: o reconhecimento de voz. Esse recurso permite que enquanto você dita, o gloEMR converte seus comentários , em tempo real, em documentos.
É possível usar os comandos de voz para inserir:
  • Comentários e notas da consulta clínica
  • Imprimir precrições e material educativo
  • Inserir diagnóstico e códigos de procedimento
  • Fax e cartas

24 de jul. de 2009

SBIS Realizará o PEP 2009 - Novembro/SP - Prontuário Eletrônico do Paciente


A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS) irá realizar de 04 a 06 de Novembro de 2009 o evento PEP`2009 - Prontuário Eletrônico do Paciente. O tema central do evento será: "A Saúde conectada através do Registro Eletrônico em Saúde: sonho ou necessidade?".


As inscrições estão abertas! Aproveitem os descontos.


Programação científica e inscrições acesse: http://www.sbis.org.br/pep2009.


Temas que serãoi abordados no PEP 2009:



  • Por onde começar na implantação de um PEP?

  • Padrões para o Registro Eletrônico em Saúde

  • Aspectos Legais de um PEP: Certificação de Software e Assinatura Eletrônica

  • Arquitetura Integrada para o Registro Eletrônico em Saúde

  • O Estado da Arte em Prontuário Eletrônico de Paciente

  • Experiências na implantação de SIH e PEP
    Neste painel serão apresentadas experiências na implantação de Sistema de Informação Hospitalar e de Prontuário Eletrônico do Pacient por instituições públicas e privadas, hospitais e governo. Também serão apresentados casos práticos na implantação de certificação digital.

  • As Promessas e a Realidade da Saúde Digital e o Papel do Prontuário Eletrônico do Paciente

  • Percepções do PEP
    Em boa parte das instituções, não se tem clareza de quais os benefícios de um PEP. Além disso, vários atores desse processo não são ouvidos. Este painel apresentará as diferentes visões sobre o PEP: do paciente, do profissional de saúde e do gestor.

  • Projetos governamentais para o Registro Eletrônico em Saúde (RES)
    Em todo o mundo, vários países, estados e cidades estão planejando e/ou implantando projetos de RES, com o intuito de interligar as suas instituições de saúde, compartilhando informações clínicas dos cidadãos. Este painel pretende apresentar experiências nacionais e internacionais em projetos de RES na área governamental.

  • Recursos Humanos para a área de Informática em Saúde
    Obter sucesso na implantação de um PEP depende de vários fatores, dentre os quais profissionais capacitados no projeto, desenvolvimento e implantação de sistemas de informação em saúde. Para isso, é fundamental a formação e capacitação de especialista na área. Este painel irá debater quais as estratégias o Brasil deve adotar para a formação desse tipo de profissional.

  • Registro de Saúde Pessoal (Personal Health Record)

  • Tendências e inovações para o PEP/RES
    Observar as tendências e buscar inovações possibilita verificar se os projetos de PEP em andamento estão no caminho certo, bem como viabilizam o alinhamento com as novas tecnologias que surgem a cada dia. Para apresentar e debater essas tendências e inovações, este painel trará profissionais nacionais e internacionais para apresentar as tendências e inovações em PEP/RES.

  • A Situação da Informática em Saúde no Brasil - Uma Visão Geral da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde

SUA SAÚDE AO ALCANCE DO MOUSE

SUA SAÚDE AO ALCANCE DO MOUSE
www.google.com/health


Uma das promessas de campanha de Barack Obama é construir um sistema informatizado comum que reúna toda a informação de saúde do cidadão americano. O Google tem algo parecido. Trata-se do Health, um detalhado banco de dados sobre a saúde do usuário. Qualquer um pode cadastrar-se e escrever seu histórico médico: idade, peso, alergias, medicamentos que está tomando, se tem seguro de saúde, hospitais de sua preferência, nome do médico da família. Por enquanto não há versão em português.

Ter acesso imediato a toda informação sobre um paciente pode salvar vidas e economizar dinheiro. Se um sistema nacional assim existisse, segundo a Casa Branca, a economia seria de algo entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões por ano. Testes desnecessários, remédios errados, tratamentos duplicados - muito seria evitado. Mas novamente esbarra-se em um problema: a privacidade.

Num mundo em que a saúde é privada, seguros de saúde querem justamente esses dados. O risco de que vazem é alto, e o vazamento, além de embaraços públicos, pode provocar um aumento da conta no fim do mês. Há resistência a esses tipo de produto, e o Google, portanto, recusa-se em divulgar seu número de usuários cadastrados.

23 de jul. de 2009

Radiologia 3D da Stanford agora no Flickr

O Laboratório de Imagens Rdiológicas 3D de Stanford desenvolveu um software de visualização para processar Tomografia e resonâncias magnéticas e criar representações de alta quelidade da antomia humana.
Agora o Laboratório disponibilizou no Flicr alguns de seus exemplos mais interessantes.
Acima uma imagem de de sutura craniana e abaixo imagem 3D dos rins e aorta produzidas pela tomografia inseridos em uma imagem 2D do tronco humano. Os pontos amarelos mostram placas ateromatosas na aorta e ilíacas.



Link do Flickr: http://www.flickr.com/photos/stanfordmedicine/sets/72157620423998329/

22 de jul. de 2009

Nanopartículas antioxidantes ajudam a prevenir dano celular

Sudipta Seal, cientista e engenheiro da Universidade central da Florida, detém um frasco contendo milhares de milhões de ultrapequenas partículas de nanoceria. (Crédito: Sudipta Seal, Universidade)
Cientistas pensam que as novas nanopartículas chamadas nanoceria, feitas de óxido de cério, são fortes antioxidandtes. Para testar a possibilidade da nanoceria ser usada para combater o dano celular causado pelas EROS (Espécies reativas de oxigênio), uma equipe da Universidade Central da Flórida tratou ratos com defietos na retina, similares às pessoas com degeneração macular pela idade, e obteve resultados positivos.

Os organismos expostos ao oxigénio (como os humanos) produzem espécies reativas de oxigênio no seu metabolismo normal. Em determinadas situações patológicas, a produção destas espécies aumenta. Em ambas as situações ocorre o chamado stress oxidativo: as espécies reativas de oxigênio são normalmente (mas nem sempre) poderosos agentes oxidantes que danificam todos os tipos de estrutura celular, desde lípidos membranares até ao DNA.

21 de jul. de 2009

NanoMaxx - US portátil




SonoSite anunciou esta manhã o lançamento de um novo sistema de ultra-som portátil NanoMaxx que pesa apenas 3 quilos. A empresa alega que o NanoMaxx produz imagens de qualidade semelhante ao do modelo M-Turbo. Projetado para aplicações móveis (como gabinetes, salas de emergência ou EMRs, etc), o sistema apresenta bateria independente de 2hs de duração. Para este modelo, a empresa oferece uma abrangente linha de transdutores que permitem "diagnósticos de imagens de alta resolução em toda uma gama de aplicações clínicas de apoio para orientar o diagnóstico clínico e procedimentos intervencionistas." Pronto para ser distribuído internacionalmente, o dispositivo ainda necessita da aprovação final do FDA para ser comercializado.

20 de jul. de 2009

E-wellness: o bem estar on-line


Marketing - Opinião abalizada (OPAB)
por Strategies Telecoms & Multimedia
19-Jul-2009
O mercado do bem estar on-line (e-wellness) apresenta crescimento em âmbito mundial. As preocupações ligadas à saúde associadas aos novos equipamentos em tecnologia da informação conduzem numerosos atores a multiplicar iniciativas a fim de se posicionar neste segmento emergente. A saúde se tornou a principal preocupação dos europeus, por exemplo.
De fato, 99% entre eles a consideram o elemento mais importante da vida. E 76% se dizem quotidianamente preocupados com questões de saúde e bem estar, segundo o Eurobarometer - "European social reality" 2007. À margem do mercado da saúde, endereçado às pessoas doentes, o e-wellness coloca à disposição dos consumidores em boa saúde diferentes serviços on-line que os ajudam a cuidar de si mesmos.

Quatro ofertas de serviços foram identificadas:
  1. Conteúdo (e-content) - Este serviço permite obter informar e compartilhar problemáticas de saúde ou bem estar. Ele repousa sobre um modelo econômico de audiência com o suporte da publicidade.

  2. Avaliação (e-assessment) - Este serviço permite avaliar, através de questionários, os programas de especialistas e as vendas de serviços; o nível de exposição ao risco em função do modo de vida etc.
  3. Assistência (e-coaching) - Esta aplicação diz respeito à evolução dos comportamentos, graças a um programa de assistência on-line

  4. Informação sobre saúde ou PHI (Personal Health Information) - Este serviço, financiado pela publicidade, permite gerar on-line informações sobre a saúde da família. Esta modalidade já recebeu mais de 7 milhões de visitantes únicos e uma cifra de negócios de 11,5 milhões de euros ao final de 2007.

O mercado do bem estar on-line interessa igualmente os estados, as empresas seguradoras, os exploradores de rede (como o serviço e-health da Orange e Vodafone ou o "Docteur Clic" da francesa SFR), além dós grupos de mídia, grandes empresas (entre elas o "Health Vault" da Microsoft, o "Google Health" do Google, Danone, Nestlé etc.) todos em busca de uma boa imagem junto ao cliente.

Fonte: e-Thesis - Tecnologia e Negócios

18 de jul. de 2009

Acreditação Hospitalar

A acreditação é um processo ético e que visa a garantia do atendimento e implantação de melhorias contínuas para todos os prestadores de serviços de saúde. Além disso, o Sistema Brasileiro de Acreditação é a única ferramenta de avaliação da qualidade reconhecida pelo Ministério da Saúde.
O que é o Sistema Brasileiro de Acreditação?
É um método de avaliação dos recursos das organizações prestadoras de serviços de saúde voluntário e periódico. A característica de ser voluntário, revela a responsabilidade e o comprometimento da direção da organização com a segurança e qualidade do atendimento. O objetivo da acreditação é desenvolver uma avaliação educativa, auxiliando no estabelecimento de processos de utilidades prática e segura para o cliente e todos os demais envolvidos neste contexto.
Qual a diferença entre Certificação e Acreditação?
Certificação significa a avaliação de um sistema da qualidade segundo os requisitos das normas ISO 9000 / 2000 ou outras, com a emissão de um certificado comprovando que a empresa está em conformidade com as exigências estabelecidas nestas normas. Acreditação é o procedimento pelo qual um organismo responsável, ou seja, a instituição acreditadora, reconhece formalmente que uma empresa tem competência para cumprir as atividades definidas na sua razão social. No Sistema Brasileiro de Acreditação das organizações prestadoras de serviços de saúde, a avaliação é pautada em exigências legais de segurança no atendimento, bem como na organização do trabalho e seus resultados.

Por que os hospitais devem optar pelo Sistema Brasileiro de Acreditação?
Porque este sistema quebra o paradigma da forma de administrar serviços de saúde, buscando garantir a segurança e excelência do atendimento. Neste caminho é importante reconhecer que este sistema foi desenhado para atender antes de tudo a realidade de nosso país, e tem a responsabilidade de garantir a ética na prestação de serviços de saúde.

Quais as vantagens para os hospitais?
As principais vantagens para o hospital são: ajuste dos resultados e custos à receita obtida, aprimoramento da gestão, diminuição de custos, redução de desperdícios, melhoria da qualidade dos serviços, aumento da confiabilidade e satisfação dos usuários.Este sistema pode e deve ser implantado em todas as organizações - públicas, privadas, universitárias, filantrópicas, etc. Independente da missão da organização, o sistema tem sua lógica e metodologia voltadas exclusivamente para busca de melhorias contínuas do atendimento.
Fonte: SINDHOPS

17 de jul. de 2009

Corrida Descalço - calçados apropriados?

Modernos calçados para corrida tem sido objeto de intensa atenção de designers e projetistas para ajudar as pessoas a correr mais rápido, confortavelmente e de modo mais seguro. Tudo isso levaou a aumentar a altura do calcanhar com amortecedores embutidos na sola. Embora imensamente popular entre os atletas de todo o mundo, algumas pessoas não são totamente adeptas do tênis, preferindo mesmo correr descalços. Alguns estudos sugerem que além da adaptação estrutural dos pés humanos para marcha ou corrida de longas distâncias quando comparado a outros hominídeos, os músculos do arco-plantar são capazes de atenuar choque mecânico, no início do contato do pé com o solo, e gerar força, na retirada do calcanhar do solo, na locomoção, tornando a corrida mais eficiente em termos energéticos. Agora, um novo produto foi concebido para aqueles que preferem a correr descalços mas evitar as possíveis injúrias. O FiveFingers da Vibram (Concord, MA) é uma despojada versão de um sapato, mas com sola fina e bolsos separados para os dedos, além de mínima quantidade de tecido para segurar o pé no lugar.

Five Fingers Vibram

Fonte: medgadget