17 de mai de 2011

O status atual da e-prescribing (prescrição eletrônica) nos EUA

Com base no relatório National Progress Report on e-Prescribing and Interoperable Healthcare,as conclusões sobre o estado atual da e-prescribing (prescrição eletrônica) podem ser lidos abaixo:


Uso da prescrição eletrônica:

  • Respostas eletrônicas para requisições da e-prescribing cresceu 125% passando de 188 milhões em 2009 para 423 milhões em 2010.
  • Medicamentos provenientes de prescrição eletrônica entregues aos médicos cresceu 184% de 81 milhões em 2009 para 230 milhões em 2010.
  • Prescrições encaminhadas eletronicamente cresceram 72% de 191 milhões em 20 para 326 milhões em 2010.
  • Prontuário eletrônico x Software independente de prescrição eletrônica: Cerca de 79% dos médicos utilizam prontuário eletrôncio em 2010, acima dos 70% em 2009.
Adoção:
  • Prescritores: O número de médicos que emitem e-prescribing cresceu de 156.000 no final de 2009 para 234.000 no final de 2010, representando cerca de 34% de todos os médicos em consultório.
  • Pagadores: ao final de 2010, SureScripts poderia dar acesso às receitas médicas e informações sobre o histórico de mais de 66% dos pacientes os EUA
  • Farmácias e compra de medicamentos pelo correio: ao final de 2010, cerca de 91% das farmácias comunitárias dos EUA estavam conectados para a prescrição eletrônica e seis das maiores farmácias pelo correio foram capazes de receber prescrição electrônica.
Resultados surpreendentes:
  • Médicos da família e pequenas clínicas tem taxas elevadas de e-prescribing em relação às especialidades e clínicas de grande porte.
  • Especialistas, incluindo oftalmologistas e cardiologistas estão usando a prescrição eletrônicamais frequentemente que o esperado.
E-prescribing é uma história de sucesso única em interoperabilidade. As normas são claras (NCPDP) e é obrigatória. Os incentivos estão alinhados (economiza tempo dos médicos e dinheiro às farmácias ao mesmo tempo em que torna o processo mais seguro e conveniente para o paciente). 
Há esperança de que os esforços de interoperabilidade, como o sumário clínico, sigam esta trajetória de adoção e a oferta de padrões inequívocos possam mudar a cultura para tornar a interoperabilidade uma expectativa de pacientes e fornecedores.

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