14 de mai de 2009

Etiqueta inteligente usada em estoque em Florianópolis poderá ser útil para registro médico


Uma clínica médica em Florianópolis começou a utilizar o sistema de Identificação por Radiofreqüência (RFID, sigla de Radio-Frequency Identification) para controlar o estoque de dispositivos implantáveis de alto custo. É a primeira do Brasil a utilizar esse tipo de tecnologia de "etiquetas inteligentes" na administração de equipamentos e estoque consignado. A experiência tem dado certo e a tecnologia poderá ser aplicada aos prontuários e históricos médicos dos pacientes, em breve.

O RFID surgiu como um possível substituto do código de barras pela capacidade de armazenamento de um número infinitamente superior à atual teconologia, num chip cerca de dez vezes menor do que uma formiga.
Em Florianópolis, uma parceria entre a empresa Gtt (Goods that talk) e a Coris Medicina Avançada permitiu a aplicação da tecnologia para o controle de catéteres, próteses e outros equipamentos de uso na medicina.

A aplicação, segundo Thiago, aumenta a capacidade de atendimento da clícica ao gerar economia de tempo. "Com isso, os funcionários da clínica passam a dedicar seu tempo integralmente para cuidar de pacientes, sem se preocuparem com questões de estoque", destaca. "Ainda estudamos aplicar todas as informações e históricos médicos numa etiqueta na pulseira do paciente, permitindo o acesso ao seu prontuário em tempo real e agilizando o atendimento".
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