27 de mar. de 2014

Aplicativos Médicos para Estudantes de Medicina para iPad e iPhone

Estudantes


Virtual Heart: visualizações em tempo real do coração humano, com imagens dinâmicas dos batimentos cardíacos, com visões do fluxo sanguíneo nas  válvulas, da condução elétrica, com FC de 30 a 180 pbm. 
Preço: grátis
Idioma: Inglês


SUS para concursos: principais temas relacionados a legislação do SUS, suas diretrizes e outros temas relacionados. Seleção de mais 1.000 questões de concursos sobre o tema .
Idioma: Português

Preço: $4,99
Anamnesis: aplicativo que visa auxiliar os médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde na coleta dos dados dos pacientes. 
Idioma: Português

Preço:  $5,99.

Residência Médica: versão gratuita disponibilizando  200 questões de Ginecologia para testar. Versão completa com cada módulo de especialidade por $0,99. As questões podem ser filtradas por: instituição, assunto, estado, ano, tipo de prova (Acesso Direto, R3), realizas e não realizadas.
Preço: cada módulo $0,99
Idioma: português

MedQuiz: mais de 23 mil questões de provas de residência, de 20 especialidades, de instituições como USP, UNIFESP, Hospital Albert Einstein, Hospital Sírio Libanês, SUS, UNICAMP, UNIRIO, UFRJ, UFPE, UNB, possível escolher entre as instituições e os anos. 
Idioma: português
Preço: $6,99
SoundBuilder: é ferramenta de aprendizado que ajuda a melhorar as habilidades de asculta dos estudantes.
Preço: grátis
Idioma: Inglês

MedNeuro:
Da escala de coma de Glasgow aos pares cranianos, contém todas as etapas do exame físico neurológico. Inclui explicações detalhadas de Técnicas, dicas e exemplos que facilitarão a execução do exame. Didático e interessante para quem quer aprender as etapas e técnicas adequadas, entendendo o que está fazendo.
Idioma: português
Preço: $2,99

Pocket Body: atlas de anatomia em camadas, com possibilidade de colocar sues próprios marcadores e fazer suas próprias anotações no aplicativo.
Idioma: Inglês 
Preço: $ 29,99

Medcel: app grátis do Curso Preparatório para Residência Médica, dispõe de recursos multimídia e diversas ferramentas que tornarão seu estudo muito mais eficaz. Módulos vendidos separadamente por especialidade, $89,00 cada.

Visible Body: considerado o mais detalhado, anatomicamente acurado, modelo 3D de todos os sistemas anatômicos humanos. 
Preço: $34.99
Idioma: Inglês
Blaufuss Sound Builder: versão grátis: 5 sons cardíacos e 6 murmúrios (126 combinações permitidas). Versão PRO: 19 sons cardíacos e murmúrios (mais de 70.000 combinações permitidas). Idioma: Inglês Preço: gratuito e pago




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Veja também:

Os melhores aplicativos médicos GRÁTIS para iOS ( iPhone e iPad) - 3ª edição

26 de mar. de 2014

Novidades e atualizações sobre o e-SUS AB


No próximo mês de abril será disponibilizada a versão 2.0 do e-SUS-AB e com ela os municípios não mais precisarão usar/alimentar os seguintes aplicativos: SISPRENATAL, SISVAN, HIPERDIA, SISPNI, Bolsa Família. O e-SUS-AB receberá também as informações do Consultório de Rua, Brasil sem Miséria, Brasil Carinhoso, Melhor em Casa, Atenção Domiciliar (substitui o atual RRAS-AD, inclusive com uma versão para Tablet com o sistema operacional Android) e o já em operação Programa Saúde na Escola.

Está em processo à disponibilização de conectividade, via MS, para 14 mil UBS (tomara).

Para os municípios que possuem aplicativos próprios (como São Paulo com o SIGA, Curitiba, Belo Horizonte, Maringá e tantos outros) a Atenção Básica (DAB) disponibilizará a ferramenta THRIFT (http://thrift.apache.org) que viabiliza a interoperabilidade entes os aplicativos proprietários desses municípios e o e-SUS-AB. Através dessa ferramenta o SIGA e os outros aplicativos poderão exportar os seus dados para o e-sus-ab. No entanto é imprescindível que o DAB disponibiliza em tempo hábil o dicionário de dados e os metadados do e-SUS-AB para que estes municípios possam levantar quais os campos ou dados obrigatórios os seus aplicativos não possuem e estabelecer processo de desenvolvimento de seus sistemas.

Através de uma PAB Variável, o DAB planeja um estímulo para os núcleos de telessaúde, devendo ser construída uma integração entre o processo de teleconsultoria e o de regulação do acesso (agendamento de consultas). Será construída a integração do e-SUS-AB com o SISREG, e com isto a garantia ao profissional de um acesso rápido e fácil à teleconsultoria e/ou à regulação. Além dessa integração está previsto o lançamento de protocolos orientadores para as teleconsultorias.

Conheça os estados e municípios que já transmitiram dados para o SISAB:http://dab.saude.gov.br/portaldab/esus.php?conteudo=relatorio

23 de mar. de 2014

Blackphone: o smartphone que protege a sua privacidade

O Blackphone é o smartphone ideal para aqueles que colocam a privacidade em um pedestal, feito com privacidade e segurança em mente, funciona em PrivateOS , uma versão personalizada do sistema operacional móvel Android, do Google.

Pré-carregado com um conjunto de aplicações integradas da Silent Circle, que se dedicam a manter os dados protegidos e longe da vigilância do governo , como o Silent Phone, Silent Text e Silent Contacts. O smartphone também tem um firewall embutido e um recurso para apagar remotamente os dados do telefone , se necessário, juntamente com o Kismet Smart Wi-Fi Manager para proporcionar uma navegação na Web privada, de compartilhamento de arquivos seguro e de segurança em rede Wi -Fi pública.


O Blackphone ainda utiliza um processador quad-core de 2GHz com 2GB de RAM e 16GB de espaço de armazenamento, além de suporte a conexões 4G LTE. Disponível para pré-encomenda no site Blackphone, custa USD$629.

13 de mar. de 2014

Organização de Referências Bibliográficas: Mendeley

Organizar referências bibliográficas era uma tarefa difícil até descobrir o Mendeley.

O Mendeley  é um software acadêmico gratuito para gerir, partilhar, anotar, referenciar e citar artigos científicos e textos diversos. Também funciona como uma rede social na qual podem ser criados grupos de pesquisa sobre temas de interesse, ligar-se a outros pesquisadores e interagir com os pares ).

Tenho o Mendeley instalado no meu computador e no mac, como desktop, e como app no meu iPad, ele ainda pode ser acessado do seu navegador, em qualquer computador. Assim tenho acesso a todos os meus artigos em qualquer ambiente e dispositivo. As funcionalidades que eu gosto demais são a possibilidade de grifar e fazer anotações nos PDFs abertos no programa e organizar os artigos por pastas, que ficam disponíveis online e offline, podendo ser compartilhadas ou privadas. E outro recurso é salvar artigo da web no Mendeley com apenas um click. Feito o upload do pdf, é preciso preencher umas informações sobre o arquivo, se ele já não existir na base de dados do Mendeley. E depois é só clicar sobre o artigo com o botão direito e copiar a citação formatada. Uma mão na roda para quem faz pós graduação.


Mendeley desktop
Para quem tem interesse em aprender a usar, deixo 4 tutoriais do blog da Biblioteca FEAUSP

Mendeley Web
Mendeley app no iPad

10 de mar. de 2014

Wello: case que mede sinais vitais para iPhone e Android


O Wello é um case para iPhone que tem 2 pontos de contato em sua lateral e 2 pontos em sua traseira que medem pressão arterial, ECG, frequência cardíaca, saturação de oxigênio e temperatura com alguns segundos de contato.

Wello é compatível com todos os iPhones  4s/5/5s e smartpnpones Android 4.3 e superior equipados com Bluetooth 4.0. Ele está disponível como case (capa) para o iPhone e como uma unidade autônoma para uso com todos os outros telefones compatíveis.

Por tempo limitado, a Azoi Inc. está dando (grátis) o espirômetro, que é um pequeno gadget acessório, como pode ser visto no vídeo abaixo.



O Wello custa $199,00 e não está a venda no Brasil (TI Medicina não comercializa produtos). Quer um desses?  Azoi está disponibilizando uma pre-order nesse link: https://azoi.com/

6 de mar. de 2014

iBeacon da Apple e sua aplicabilidade na Saúde

O Bluetooth LE (Bluetooth Low Energy), Bluetooth inteligente ou Bluetooth 4.0 é a nova tecnologia Bluetooth que tem como novidade o baixo uso de energia e o alcance, que passa de 9 para 61 metros.

O iBeacon da Apple, que usa o Bluetooth 4.0, é nova classe de pequenos transmissores de baixa potência e de baixo custo, com pequena bateria com autonomia de 2 anos, que podem notificar o iOS 7 – sem necessidade de Wi-Fi ou GPS - quando estes transmissores localizam os dispositivos. O interessante dessa nova tecnologia é o microlocalização dentro de locais fechados (interiores) e em alvos que se movem. 


A Apple está usando essa tecnologia em suas lojas. Basta baixar o aplicativo e autorizar o envio de notificações. A loja pode detectar em qual departamento você está parado e enviar uma oferta relevante.

Aplicabilidade na Saúde:

  1. Ao entrar no hospital o médico receberia em seu iPhone, iPad ou Samsung um listagem de passagem de plantão com os pacientes a seus cuidados, sem a necessidade de uso de pacote de dados, email ou internet.
  2. No quarto de determinado paciente, o registro eletrônico do mesmo seria automaticamente aberto em seu iPad.
  3. Avisos administrativos, de recursos humanos, comunicados de equipe médica e muito mais poderiam ser enviados ao dispositivo do funcionário quando ele estivesse no local.
  4. Como em visitas guiadas por museus, a tecnologia facilitaria visitas para os acompanhantes, assim como a localização dentro do Hospital, permissão de acesso, etc.
  5. Ponto eletrônico.
  6. Localização de insumos móveis dentro do estabelecimento de saúde, como aparelhos de US móveis, camas de pacientes, macas, etc, inclusive automatizando o fluxo de elevadores para maior agilidade.
As possibilidades são inúmeras! Os desenvolvedores tem um campo imenso para pensar em aplicabilidade dessa nova tecnologia na saúde.

iBeacon da Apple e sua aplicabilidade na Saúde é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo adiconar os devidos créditos.

1 de mar. de 2014

Ganhadores dos promocodes do app P-Med


Os ganhadores do facebook já receberem os promocodes pelo email, mas os ganhadores do Twitter devem mandar um email para contato@timedicina.com.br para receber os seus!
Twitter:
Facebook:

Agradeço ao Sr. José Luís Ribeiro, Diretor Administrativo da OAZEZ Software e Tecnologia Ltda, que enviou os promocodes para o sorteio!

Descontos imperdíveis nos apps da PebMed no carnaval!


Os apps estão com desconto:

  • iCirurgia
  • PsicoFármacos
  • iVentilação
  • iEmergências
  • Whitebook
  • iCTI
  • PedFácil
  • GVE
  • MedTox
  • Ascultar
  • MedGasometria
  • RiscoCx
  • MedAnato
  • iECG
  • MedGravidez
  • iSemiologia
Veja mais em www.pebmed.com.br

27 de fev. de 2014

coNETções neurológicas

Por Luciana Alves PhD

Não se pode dizer que a invenção da World Wide Web, o famoso WWW, foi o que primeiro marcou as nossas experiências e desejos por diversões mais velozes e por marcante aceleramento da forma como vivemos. Na verdade, constitui uma continuidade das tendências às mídias elétricas que despontaram no século XX. Entretanto, sem dúvida, consiste na forma mais radical de experiência entre as mídias.

O impacto da evolução resultou entre outras coisas na capacidade de interagirmos com um sistema que permite atividades multitarefa. Os computadores e suas janelas (ou as abas) fez com que nossa percepção se tornasse um exímio malabarista em saltar de uma janela a outra, e a mais outra, e a mais outra.

A internet se tornou uma forma de moldar a mente humana. Qual o seu impacto sobre nossa cognição? Usamos a ferramenta e somos modificadas por ela como? Em diferentes áreas de pesquisa sobre o assunto, envolvendo a psicologia, neurobiologia, educação e web afins, estes têm sido unânimes em concluir algo em comum: estar on-line aumenta as chances de que estejamos, durante esta imersão, realizando uma leitura marcada pela superficialidade, rapidez, desatenção, e com poucos efeitos duradouros para aprendizagem.

Em se tratando do que conhecemos sobre plasticidade cerebral, a invenção de um sistema que pudesse refazer nossos circuitos cerebrais resultaria em algo exatamente como a internet, e isso porque há um uso regular da ferramenta. Somo expostos a estímulos sensoriais e cognitivos de forma repetitiva. A prática nos leva a um aprimoramento do uso com consequente aumento da velocidade e destreza no manuseio dos dispositivos. Pense em quantas ações desempenhamos, como digitar com os polegares, utilizar a função touch, rolar a barra de rolagem. Pare e pense.

Enquanto executamos automaticamente tantas ações físicas, nosso córtex visual, somatossensorial e auditivo é bombardeado por um fluxo contínuo e quase infindável de estímulos. Apenas o sentido do olfato e paladar ainda não são impactados pela experiência.

Com a possibilidade de navegar de forma rápida, a Net é uma fonte de “reforço positivo” na medida que nos oferece respostas e recompensas na experiência de imersão. Fácil perceber isso, afinal, vocês acham que a ferramenta “Curtir” no Facebook funciona como o que? Consegue parar e lembrar sua sensação ao ter seu post “curtido”? Como se sente? E quando recebe a resposta imediata a um e-mail importante? Não é bom? Sente-se aliviado? Quando alcança mais amigos no Facebook, mais seguidores no Twitter, como se sente?

A experiência na internet nos possibilita passar por uma experiência altamente recompensadora, com um poder incrível de nos manter conectados a ela pois carrega inerentemente o poder de recompensar, gratificar, nos reforçar positivamente. Já pensou na experiência de imersão na Web desta forma? Em como ela impacta para o que acontece no cérebro?

Quando estamos online deixamos de realizar outras tarefas que também têm consequências neurológicas. Se realizamos novas conexões a partir da experiência com a ferramenta da web, outras conexões anteriormente estabelecidas se enfraquecem, e enquanto novos circuitos se formam, outros vão perdendo a força e o cérebro recicla os neurônios e sinapses em detrimento de outras prioridades. 
De acordo com Dr. Garry Small, um estudioso do impacto das mídias digitais sobre o nosso cérebro, as mesmas estão alterando de forma importante a forma como vivemos, nos comunicamos, e profundamente nossos cérebros.

Alguns resultados de estudos realizados com usuários do Google, demonstraram que aqueles mais experientes apresentavam amplas áreas do cérebro com atividade em relação àqueles menos experientes. Aqueles com maior domínio computacional apresentavam a parte frontal esquerda do cérebro (córtex dorsolateral pré-frontal) em atividade intensa em detrimento dos menos experientes. Após os cientistas submeterem os “menos experientes” a uma experiência diária na internet, os mesmos foram testados novamente e aquelas áreas antes sem nenhuma ou pouquíssima ativação passaram a exibir grande atividade.

Em outro estudo, os pesquisadores descobriram que navegar na internet e ler um livro apresenta padrões de atividade diferentes entre si. Em leitores de livro, as áreas ativadas são aquelas associadas com a linguagem, memória e processamento visual. Em usuários experientes da internet as áreas ativadas são as encontradas em leitores, mais as regiões pré-frontais, que estão associadas à tomada de decisões e resolução de problemas.

Uau! Que boa notícia! A princípio sim, e idosos podem se beneficiar bastante desta atividade que trabalha tantas funções cerebrais. Mas pelo mesmo motivo, isto torna compreensível porque é tão difícil se realizar uma leitura mais aprofundada de algo, e concentrar de forma continuada. As inúmeras distrações a que somos submetidos na navegação na NET reduz significativamente nossa capacidade de realizar conexões mentais ricas, que por sua vez estão sendo deixadas de ser usadas em grande proporção.

A superficialidade da experiência com a informação tem implicações importantes para a memória de longo prazo e impacta para o aprendizado. A informação que nos chega “carga cognitiva” ultrapassa sua capacidade de processamento, e o resultado é a incapacidade de armazenar a informação na memória de longo prazo.

A sobrecarga à nossa memória de trabalho imputada pela forma como vimos interagido com a internet tem um preço para nossa cognição. Os Bits estão sobrecarregando nossa memória de trabalho, e enquanto algumas coNETções cognitivas estão sendo realizadas, outras conexões anteriormente estabelecidas estão morrendo.

Agora vou voltar à minha ginástica cerebral. Vou ler um livro aqui.

Confira no meu canal do YouTube: How Google is Reshaping Your Brain

Luciana Alves é Neuropsicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde, e faz Residência Pós-doutoral no Instituto de Ciências Biológicas - UFMG, com temática relacionada à Infoveillance & Infodemiology, junto ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue. Ministra curso com temática relacionada com Informática em Saúde, coordena, como colaboradora, uma linha de pesquisa em Mobilidade em Saúde e Segurança da informação no np-Infosaude – UFMG. Fundou e Lidera uma atividade de cunho social denominada PACEMAKERusers.com, e é CEO - Chief Executive Officer na Bionics Health and Technology
Linkedin              Twitter                Contato              Bionicsht              PaceMakerUsers           Lattes

24 de fev. de 2014

Sites de avaliação e classificação de médicos

Nos EUA, sites de avaliação de médicos estão se tornando tanto fonte de consulta para se escolher um profissional, quanto um local para postar comentários, muitas vezes anonimamente, sobre eles. ZocDoc, RateMD, Vitals, Heatthgrades são alguns exemplos de sites onde os médicos podem ser localizados, consultas marcadas online e avaliados. Mas os opiniões divergem bastante tanto entre os pacientes quanto entre os médicos.



Além de queixas de usuários que referem inconsistências de horários na agenda divulgada no site - maioria deles fazem marcações de consultas online - há também reclamações dos mesmos sobre a impossibilidade de publicar reviews negativas, o que obviamente deva-se a uma política dos sites e dos próprios médicos. Muitos pacientes desejam fazer as reviews anonimamente, mas a maioria dos serviços só permitem usuários cadastrados que usaram o serviço avaliem seus prestadores.

Um estudo publicando na JAMA em Fevereiro revela que 23% dos entrevistados usaram sites de avaliação médica para escolher seus cuidadores e 33% dos que não usaram disseram não o fazer por não confiar nas avaliações, já que o processo de classificação e avaliação não é transparente.


Opiniões desfavoráveis a esse tipo de serviço apontam que os médicos não devem ser sujeitos a esse tipo de avaliação, como outras commodities, como restaurantes e hotéis, pois o fato de não concordar com a conduta médica em uma consulta pode ser motivo de uma avaliação ruim. 

No Brasil, temos algo semelhante, o iMeds, que é uma comunidade médica onde o profissional pode ter uma página pessoal para ser localizado e avaliado. No cadastro, há uma opção "permitir ser avaliado", mas ainda não vi como essa avaliação é feita. Entendo que esse serviço aqui no Brasil não vá prosperar pois a aversão e resistência da classe médica à tecnologia ainda é muito grande. Vários projetos de marcação de agendas online independentes não obtiveram êxito, com exceção dos serviços oferecidos pelas operadoras de saúde, como o da Unimed BH. Mas no caso de eu estar errada, no site InformationWeek há 6 estratégias médicas para avaliações online.

Sites de avaliação e classificação de médicos é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.

22 de fev. de 2014

Sorteio de promocodes do app P-Med para cálculo de preços de procedimentos médicos


Quer ganhar um aplicativo que mostra os preços de endoscopias, procedimentos cirúrgicos pela tabela AMB, CBHPM 5 ou 12 edição, quanto ganha os auxiliares e o anestesistas.

Vamos sortear 5 promocodes do aplicativo médico P-MED para preços de procedimentos médicos.

Para participar:


O sorteio será realizado no dia 28/01/14.

21 de fev. de 2014

Aplicativos Médicos: app pMed para calcular preços de procedimentos médicos - Android e iOS


 Calcular o preço de procedimentos médicos ficou simples e rápido com o PMED (iOS e Android), um app que dispões de mais de 25000 procedimentos comparados e precificados.

O aplicativo é dividido em Busca, Grupos, favoritos, Índices e Tabelas. Na imagem abaixo observamos a tela busca, onde foi digitado "retossig"com os seguintes códigos disponíveis:

Na parte inferior da tela podemos facilmente trocar de tabela de referência, onde C3 é a CBHPM 
3ª edição e assim por diante. As pesquisas podem ser realizadas pelo código do procedimento ou pelo nome, nas diferentes tabelas AMB, C3, c4, c5, TUSS e C12.

O aplicativo utiliza os parâmetros adotados pela AMB e CFM como: CH, FILME, CO, PORTE e PORTE ANESTESICO, considerando inclusive o número de auxiliares e anestesistas no preço total do procedimento.
Na imagem abaixo vemos o procedimento 43.03.025-4 Retossigmoicetomia abdominal.

tela do procedimento retossigmoidectomia abdominal

NA segunda aba Grupos, é possível pesquisar o procedimento por grupo de especialidade.


Na aba Índices, o valor do porte de acordo com a edição da CBHPM é discriminado.
Um aplicativo médico muito interessante tanto para profissionais de saúde quanto para prestadores, faturistas, auditores e operadoras de saúde.

App P-Med
Idioma: português




Aplicativos Médicos: app pMed para calcular preços de procedimentos médicos - Android e iOS é um post original do TI Medicina. Quando copiá-lo, adicionar os devidos créditos.