3 de dez. de 2009

Acesso venoso central guiado por US

A utilização da ultrassonografia inserida no contexto de terapia intensiva possibilita a realização de procedimentos invasivos e diagnósticos beira-leito. Através da portabilidade dos equipamentos atuais, associado ao treinamento da equipe, sua implementação assegura diminuição das complicações relacionada á inserção assim como segurança aos pacientes. Sua implementação reduz complicações graves relacionada ao cateter, como pneumotórax e lesão vascular, entre outras. Provavelmente, em um futuro próximo, com a facilitação de aquisição de equipamentos de ultrasom e treinamento adequado da equipe, esta ferramenta se tornará indispensável na prática clinica diária. (www.scielo.br/pdf/rbti/v21n2/12.pdf )

Do MD Blogger, uma aula de acesso venoso central guiado por ultrassonografia:


ultrasound guided central venous catheter placement from hqmeded.com on Vimeo.

Brasil premiado na iF Product Design Awards, na categoria Saúde

A edição 2010 do iF Product Design Awards, principal prêmio europeu de design, consagrou importantes marcas brasileiras. O Brasil foi premiado nas categorias: casa/cozinha, design público, medicina/saúde, iluminação, lazer/estilo de vida e transportes.
Dos brasileiros premiados, 62,5% são de empresas de grande porte, entre elas a Electrolux, pela linha Infinity de refrigeradores, que leva em conta questões como comodidade, tecnologia e preocupação com a higiene.
O Design & Excellence Brazil registrou 328 inscrições de produtos brasileiros para participar do iF product Design Award 2009, prêmio considerado o mais importante do mercado europeu. O programa apoiou, logística e financeiramente, a participação de 110 projetos no concurso. Desses, 103 se tornaram finalistas e 19 ficaram entre os 802 ganhadores da premiação. Os vencedores foram selecionados entre 2.808 inscritos, de 39 diferentes países.
link da mostra online:  www.ifdesign.de


Na categoria Medicina/Saúde, o Brasil recebeu a premiação pelo Módulo Cognitivo Lúdico Erê. 

Design
Paulo Dias Design (www.paulodiasdesign.com.br)
Curitiba,PR- Brasil
Empresa 
InstitutoTerressência


Parabéns!

1 de dez. de 2009

Divulgada radiografia do setor de tecnologia da informação no Brasil


Uma publicação inédita divulgada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), aponta para o crescimento do setor de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) no Brasil.

O estudo mostra que o número de empresas da área no país cresceu 4,9% ao ano no período de 2003 a 2006. Em 2007, foram contabilizadas 67 mil empresas e a estimativa é alcançar a marca de 70 mil em 2010.

O levantamento adota uma metodologia inovadora e compatível com indicadores internacionalmente aceitos, o que simplifica o cruzamento de dados com institutos de pesquisa e organismos oficiais, tanto do Brasil como do exterior. O estudo faz ainda importantes projeções de cenários para os próximos anos.

Radiografia do setor de software no Brasil

Os dados estão no primeiro volume do estudo Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva, divulgado pela Softex.

A publicação traz 15 capítulos com números e análises que traçam uma radiografia do setor.

O ministro Sérgio Rezende ressaltou a importância do trabalho para alavancar o setor dizendo que "é importante ter dados para refletir sobre eles e direcionar políticas públicas e instrumentos. Esse é um setor onde mais se produz conhecimento e que finalmente passa a ter consistência".

Empregados disfarçados

A maior parte das empresas que compõem a Indústria Brasileira de Software e Serviços de TI (IBSS) está na região Sudeste e é de pequeno porte. Em 2005, 83,9% do total tinham até quatro pessoas ocupadas. Dois anos depois, a participação desse conjunto continuou elevada, 84,3%.

Um dos motivos alegados pelos pesquisadores para esse comportamento é a utilização de pessoa jurídica como alternativa à contratação. Apesar desta constatação, o número de empresas com 20 ou mais pessoas ocupadas cresce a taxas elevadas, acima de 15% ao ano.

Na avaliação do secretário Augusto Gadelha, da Sepin, esse cenário é positivo. "Se por acaso esse trabalho de informática for contratado pelas grandes empresas e órgãos, há a possibilidade de um crescimento enorme dessa indústria no País. Essa é a tendência mundial. Os Estados Unidos contratam empresas indianas para serviços de tecnologia da informação".

Outro dado destacado no estudo é o aumento do contingente de pessoas ocupadas, com crescimento de 12,6% ao ano. Em 2007, a indústria contava com 410 mil trabalhadores. O Observatório Softex estima um total de atuação de 600 mil profissionais na área em 2010.

Carência profissional

O setor de TI sofre com carência de pessoal especializado, segundo o levantamento. O nível de educação formal dos profissionais é elevado. Entre as empresas filiadas ao Sistema Softex e a entidades parceiras, quase 75% deles, incluindo assalariados, terceirizados ou sócios têm nível superior (57,1%) ou pós-graduação (16,7%).

O alto grau de exigência de pessoas capacitadas para trabalhar na área pode explicar a dificuldade em encontrar profissionais qualificados. Do total das empresas entrevistadas, 86% estão com vagas em aberto para na área de desenvolvimento de programas. A maioria também classificou a formação do profissional de TI disponível no mercado como "ruim" ou "razoável".

A carência de trabalhadores é uma das principais preocupações na avaliação do presidente da Softex, Waldemar Borges. "Os dados vieram no sentido do que se imaginava. A questão da capacitação de recursos humanos é central e preocupante dentro do setor. Agora vamos poder acompanhar isso com metodologia e dados precisos", concluiu.

Dia Mundial contra a AIDS


30 de nov. de 2009

Tecnologia da Informação aprimorada em Montes Claros em parceria com a Argentina

A Funorte - Faculdades Unidas do Norte de Minas buscou na Argentina as bases para a implantação de um Centro de Transferência de Tecnologia Solidária. A parceria do Instituto Nacional de Tecnologia Industrial da Argentina com o Norte de Minas tem como objetivo principal atender uma sociedade carente de oportunidades nas áreas de saúde, educação etc, disse o diretor da Funorte Campus JK, Pedro de Almeida.
A ideia é resultado da assinatura de acordo de cooperação entre o governo de Minas Gerais, através das secretarias de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Desenvolvimento Social, Saúde e Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, e o Instituto Nacional de Tecnologia Industrial (INTI).



Setores com potencial para transferência de tecnologia
Esta missão tecnológica identificou os seguintes campos que têm potencial de fazer a transferência destas tecnologias para o Norte de Minas, destacando como principais:
1. Produção de uma cartela oftalmológica e sua difusão como programa de informação preventiva para disseminar  um teste contra a cegueira e as deficiências visuais.
2. Programa tecnológico, produtivo e social para produção de dispositivos para deficientes em escolas técnicas de Montes Claros e região, a serem destinados a pessoas com deficiências de baixa renda.
3. Instalação de uma unidade tecnológica para a área de plasticidade neuronal, iniciando com uma visita técnica do Dr. Richardo Garbayo a Montes Claros ainda em 2009, a fim de  estudar “in loco” a aplicabilidade desta técnica.
4. Estudar a possibilidade de cooperação em um programa de manutenção preventiva de equipamentos de eletro medicina e elaboração de procedimentos para o  controle dos mesmos, iniciando com uma visita do Engenheiro Cristian Khourian para analisar a realidade dos hospitais com potencialidade de implantação deste programa e realização de um curso nesta área para treinamento de pessoal local.
5. Acordo com o Hospital Italiano de Bueno Aires para transferir tecnologias na área de Tecnologia da Informação e Comunicação na área de saúde hospitalar, iniciando com um curso para informática médica.
6. Analisar a implementação de um programa de saúde escolar para a ações preventivas nas áreas visual, auditiva e bucal.
7. Acordo de participação com o Inatel (Santa Rita do Sapucaí) para cooperação em comunicação digital, microeletrônica e calibração de equipamentos eletro médicos.
8. Estruturação de um curso de engenharia biomédica e desenvolvimento e manutenção de equipamentos hospitalares com a participação do INTI-Inatel, Faculdades e Hospitais interessados do Norte de Minas.
9. Criação de um Centro de Transferência de Tecnologias Solidárias em diferentes países latino americanos, iniciando com a instalação de um primeiro centro em Montes Claros.  Será elaborado um projeto para o FOCEM – Mercosul.
10. Estudar a possibilidade de instalação de frigoríficos em países do Mercosul, de 6 plantas produtivas, distribuídas em Minas Gerais , Paraguai, Uruguai e Argentina, considerando pequenas localidades e suas necessidades locais.
11. Analisar a possibilidade de instalar um Centro Demonstrativo de fabricação de confecção na região de Montes Claros.

29 de nov. de 2009

Sensibilidade em dedo artificial de prótese de braço em jovem de 22 anos






Viena, 27 nov (EFE).- Uma nova prótese para o braço com controle mental, criada na Áustria e testada durante dois anos por um jovem de 22 anos, foi melhorada com uma tecnologia que devolve ao usuário parte da sensibilidade perdida nos dedos.
O protótipo da "Mão Sensível", o braço com controle mental criado pela companhia Otto Bock HealthCare Products em colaboração com o Hospital Geral de Viena e a Universidade de Medicina da mesma cidade, foi apresentado nesta sexta-feira pela primeira vez.
Hubert Egger, da Otto Bock HealthCare Products, destacou em entrevista coletiva que a prótese por controle remoto usada há dois anos por Christian Kandlbauer e que inclusive o permite dirigir um carro adaptado, recebeu a instalação de um sistema que devolve ao jovem a sensibilidade de um dedo.
Microssensores no dedo médio da mão artificial assumem a tarefa normalmente cumprida pelos receptores naturais da pele.
No lugar das fibras dos nervos, cabos elétricos transmitem digitalmente a informação sobre temperatura, vibração e pressão até o peito, onde Kandlbauer armazena esses estímulos após uma operação cirúrgica.
Por outro lado, para que o cérebro compreenda as mensagens elétricas que recebe, estas são transformadas previamente por um microchip nos estímulos correspondentes.
É desta forma que o paciente volta a experimentar, com seu dedo artificial, as mesmas sensações que tinha com seu dedo natural.
"Sinto uma agradável pressão de mão", disse Kandlbauer, que perdeu os dois braços em um acidente elétrico em 2005, ao receber um aperto de mãos.
O jovem também demonstrou como conseguiu reconhecer o tato com seu dedo artificial, ao descrever uma folha de papel como "um objeto liso", e um cubo de gelo como frio.
"Quando não se sente nada durante quatro anos e de repente volta a sentir, é uma surpresa", disse Kandlbauer.

28 de nov. de 2009

Alerta do CFM sobre assinatura eletrônica de médicos

O Conselho Federal de Medicina (CFM) recomenda aos médicos de todo o país que aguardem a definição de calendário e dos procedimentos para disponibilizar a assinatura eletrônica (certificação digital) com código de CRM para os médicos, conforme previsto na Resolução CFM nº 1.821/07.
     

Segundo o CFM, estão sendo tomadas providências para que os médicos inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina tenham acesso o mais rápido possível à certificação digital. Há um grupo de técnicos e especialistas trabalhando para isso. Em breve, serão divulgadas novas informações.
     
O CFM alerta que é preciso ter cautela porque há diversas ofertas desse tipo de assinatura que não atendem aos requisitos previstos no Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico, elaborado pelo Conselho Federal de Medicina e pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).
     
Em breve, o Conselho Federal de Medicina passará a atuar como entidade certificadora dentro dos padrões ICP-Brasil. A certificação digital para os médicos será importante para desenvolver e implantar prontuários eletrônicos nos estabelecimentos de saúde.
     
Essa nova forma de armazenamento de dados, exigência da legislação, será realizada segundo critérios rigorosos de confidenciabilidade e de segurança, o que resulta em mais garantias para a população.

Fonte: UglyDarkSide

Chip biodegradável criará implantes temporários no corpo humano

Pesquisadores criaram transistores totalmente biodegradáveis e os utilizaram para construir circuitos eletrônicos que poderão ser utilizados como implantes temporários para o corpo humano.

Esta é a primeira vez que pesquisadores conseguem fabricar componentes eletrônicos de materiais semicondutores totalmente biodegradáveis.


Implantes temporários

Em vários tipos de condições médicas, principalmente para o acompanhamento pós-cirúrgico, sensores que funcionem em tempo integral seriam de grande utilidade para monitorar a recuperação do paciente, permitindo que ele volte mais cedo para casa portando um verdadeiro "enfermeiro eletrônico" implantado no seu corpo.

Em caso de alguma anormalidade, o circuito eletrônico pode emitir avisos por meio de um computador ou de um telefone celular. E, conforme o paciente se recupera, o circuito se dilui no interior do seu corpo, de forma muito parecida com o que acontece com os fios utilizados nas suturas da cirurgia.

Outra aplicação dos circuitos eletrônicos biodegradáveis será na construção de temporizadores eletrônicos implantados no corpo do paciente, que liberem medicamentos nas doses precisas e nos horários determinados, evitando que a pessoa se esqueça ou não faça o tratamento conforme a orientação médica.

Embora estas ainda sejam apenas possibilidades futuras, agora trata-se de possibilidades factíveis, graças ao trabalho da equipe da Dra. Zhenan Bao, da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Circuitos eletrônicos biodegradáveis

Mesmo sendo totalmente funcionais quando mergulhados em água, depois de cerca de dois meses tudo o que resta dos circuitos eletrônicos biodegradáveis são os contatos elétricos metálicos medindo alguns nanômetros de comprimento.

Como os nanocontatos de circuitos eletrônicos são feitos de ouro - um metal inerte - eles não deverão ter qualquer impacto sobre a saúde.


Circuito eletrônico totalmente funcional construído com os transistores biodegradáveis, que se dissolvem inteiramente nas condições típicas do interior do corpo humano. [Imagem: Bettinger/Bao]


Os circuitos eletrônicos começam a se dissolver quando entram em contato com um ambiente similar ao existente no interior do corpo humano: uma solução salina com um pH levemente básico. Para que eles se mantenham funcionais pelo tempo necessário, poderão ser encapsulados por camadas poliméricas que se degradem no tempo adequado.

Os transistores biodegradáveis são semicondutores orgânicos que lembram a composição da melanina, o pigmento da pele, além de contatos de ouro e prata - ambos metais aprovados para uso no interior do corpo humano.

Alta tensão

O próximo passo da pesquisa será diminuir a tensão necessária para o funcionamento dos transistores biodegradáveis. No protótipo de demonstração, a tensão é alta demais e ainda não é seguro colocar o circuito em contato nem mesmo com animais de laboratório.

Curiosamente, já que a pesquisa representa um grande avanço nos semicondutores orgânicos, o elo fraco do circuito é a camada isolante, ou dielétrica.

Os pesquisadores estão usando o álcool polivinílico, pela sua biodegradabilidade. Mas, para fornecer um bom isolamento, a camada ainda precisa ser muito grossa - cerca de 800 nanômetros de espessura - o que significa que a tensão deve ser alta o suficiente para que os elétrons possam atravessar a barreira.

26 de nov. de 2009

Nova sugestão de sintaxe para o Twitter

Chris Messina, designer e cocriador do conceito de Barcamp, não trabalha diretamente no Twitter, mas faz parte da história do serviço de microblogging. Foi ele quem sugeriu a implementação de #hashtags para facilitar a busca e categorização de mensagens no Twitter.
Além do Twitter, hoje até blogs, como o Gawker, utilizam as hashtags, algo que era usado no início apenas nas salas de chat (IRC).
Messina volta a ganhar destaque. Desta vez por que publicou em seu blog uma nova proposta de sintaxe para o serviço de microblogging. As mensagens do Twitter ficariam assim:

1) Na hora de fazer referência, em vez de (via @usuario), utilizaria /via @usuario
(economiza um caractere)


2) Usar o cc @usuario quando queremos inserir alguém em uma conversa no Twitter.

É semelhante ao Cc do email.


3) Utilizar /by @usuario para indicar o autor de uma frase citada no Twitter

(exemplo: “Eu nunca usei o Twitter” /by @obama)

Além de “adicionar mais significado” às mensagens do Twitter, o principal benefício da utilização dessa sintaxe é a promessa de facilitar o trabalho futuro de robôs, aplicativos e buscadores.
De repente, no futuro, você poderá fazer uma busca detalhada por quantas vezes uma frase de uma pessoa foi citada no Twitter. Como teste, eu já estou utilizando a sintaxe proposta pelo Messina.

23 de nov. de 2009

Charles Leadbeater: Somos o que partilhamos


veja o vídeo aqui

No Congresso da Associação Portuguesa para Desenvolvimento da Comunicação - APDC '09, o autor do livro "We think: from mass production to mass collaboration" , Charles Leadbeater, afirma: Deixamos de ser aquilo que possuímos e ser o que partilhamos.

"A inovação em massa corresponde ao maior número de pessoas que contribuem com novas idéias para novos serviços e produtos, jogos, media, software.

Hoje as idéias não vêm de uma só fonte, mas de várias. Há uma oportunidade de criar novas coisas de diferentes formas.
As organizações criam novas idéias recorrendo a especialistas como designers e cientistas.
Mas cada vez mais as idéias vêm também de consumidores e parceiros. Antes éramos valorizados pelo que possuímos, como carros e roupas. Hoje somos valorizados por aquilo que partilhamos com os outros.
Para essa geração que cresce na revolução digital é mais fácil partilhar idéias, media, música ou cultura. Há uma explosão de oportunidades."


Charles Leadbeater e We-Think


Charles Leadbeater é consultor em multinacionais, autoridades autárquicas e governos em todo o mundo. O seu mais recente livro ‘ We-Think’, dá uma visão clara e objetiva sobre o poder da criatividade das massas e da participação pública na inovação, em áreas tão diferentes como a ciência, a informática ou a política. Não se trata de produção em massa, mas sim de inovação em massa. Em 2005, Charles Leadbeater foi considerado pela Accenture como um dos 10 maiores pensadores da atualidade, e em 2004 o New York Times considerou o seu conceito de ‘ativismo amador’ como uma das melhores ideias do ano. Para além de ser conselheiro em grandes organizações como a BBC, Vodafone, Microsoft ou Ericsson, Charles Leadbeater é, essencialmente, um livre pensador, tendo sido responsável pela edição do primeiro relatório britânico sobre empreendedorisnmo social, atualmente um verdadeiro movimento global. O seu trabalho inclui ainda a consultoria sênior de vários governos e da Comissão Europeia, nomeadamente no nascimento na economia do conhecimento e da Internet. Atualmente dedica-se ao estudo do papel das massas e da inovação nas organizações, sobretudo na co-criação de produtos e serviços.
Fonte: Expresso

22 de nov. de 2009

Dr. Carlos Augusto - Ortopedista, Blogueiro e Twitteiro

Matéria do Comunidade  Saúde Conectada

O Dr. Carlos Andrade é um médico ortopedista que acredita no potencial que a tecnologia da informação tem no segmento de saúde. Sempre de olho nas novidades da área, ele faz questão de compartilhar seus conhecimentos com o público que o acompanha. No depoimento aqui, o Dr. Carlos afirma que a integração do sistema de saúde pela informatização é uma tendência que chegou para ficar.
Siga o Dr. Carlos Augusto no Twitter: http://twitter.com/charlesbigfoot
Blog: http://andradfoot.vox.com/

19 de nov. de 2009

Tecnologia da informação e a indústria de saúde

Achei esse artigo no blog CIBERSEGURANÇA E O DOMÍNIO PÚBLICO, do Professor do Centro de Informática da UFPE, Ruy de Queiroz, e reproduzo parte dele pois vem de encontro com o que eu penso sobre a TI na saúde:

É forte a tendência de crescimento do uso de tecnologia na indústria da saúde. Os custos da assistência médica continuam a crescer, não somente pelo crescimento da população em número e em longevidade, mas também devido ao fato de que a tecnologia empregada se torna cada vez mais sofisticada. 

Embora historicamente a indústria da saúde não tenha estado sempre à frente no que diz respeito ao uso da tecnologia da informação, todos os indicadores apontam para uma mudança dramática nessa tendência, não apenas nos EUA onde os esforços se redobram na busca por um equacionamento dos problemas no sistema de assistência à saúde, mas em todo o mundo. O fato é que a tecnologia da informação é vista como uma ferramenta de redução de custos assim como de melhoria da qualidade da assistência e da segurança do paciente em todo o ecossistema de assistência médica. Tal qual em diversos outros setores, o maior foco tem sido no investimento em tecnologia da informação interativa.

As fronteiras entre os agentes integrantes do ecossistema de assistência à saúde, a saber os setores das ciências da vida, os provedores e os pagantes, continuam a se tornar cada vez menos cristalinas à medida em que cada um é forçado a melhorar a qualidade e a segurança do paciente ao mesmo tempo em que reduz custos. A tendência é uma busca por maior automação da coleta de dados e da integração de informações em todo o ecossistema: surge a figura dos “registros eletrônicos de saúde” (em inglês, “electronic health records”). 

Conforme a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), organização sem fins lucrativos dedicada à promoção do melhor uso da tecnologia da informação e dos sistemas de gerenciamento nos cuidados com a saúde, “o EHR é um registro eletrônico longitudinal de informações de saúde do paciente gerado por um ou mais encontros em qualquer cenário de provimento de cuidados médicos. Incluídas nessas informações estão demografia do paciente, notas de progresso, problemas, medicações, sinais vitais, história médica passada, imunizações, dados laboratoriais, e relatórios radiológicos. O EHR automatiza e padroniza o fluxo de trabalho do clínico geral, e tem a capacidade de gerar um registro completo de um encontro clínico do paciente, assim como dar suporte a outras atividades relacionadas aos cuidados médicos direta ou indiretamente via interface—incluindo suporte à decisão baseada em evidência, gerenciamento da qualidade, e produção de relatório de resultados.” (leia mais aqui)

18 de nov. de 2009

Sobre o PEP 2009

No blog do Dr. Leonardo Diamante, o Controvérsias, Dúvidas e Bobagens, ele publicou algo muito interessante sobre a evolução do RES no país. E eu lamentei mais uma vez não ter podido comparecer...
O evento deste ano representou um grande diferencial em relação aos anteriores e foi um marco para o setor da Tecnologia da Informação em Saúde no Brasil; foram discutidas questões como a unificação de padrões, com envolvimento de autoridades governamentais do Ministério da saúde, ANVISA, ABNT, CFM, DATASUS e DEGETS que mostraram projetos como o RES, Normas e Padrões, Questões Éticas, Educacionais e de Telessaúde.
Ficou claro a preocupação e o envolvimento destas questões no âmbito governamental e em conversa informal com estes representantes, me foi dito que estes projetos seguramente chegarão ao final, claro que num tempo não muito curto, mas não serão interrompidos, pois são projetos que visam o progresso da TI em saúde, e por isso são “suprapartidários”.