29 de ago. de 2017
O futuro do Prontuário Eletrônico!
23 de jan. de 2014
O que é Prontuário Eletrônico do Paciente
- Panorama atual do uso de tecnologias (Prontuários Eletrônicos) por médicos - Parte II
- A SBIS certifica qualidade no Prontuário Eletrônico?
- Lista de Prontuários eletrônicos e Gestão de clínicas
- TI em saúde: 9 lições com prontuário eletrônico
- Desafios na implantação de prontuários eletrônicos em instituições de Saúde
- Usos do Prontuário do Paciente na contemporaneidade por Dra Cristiane Galvão
22 de nov. de 2012
Computadores em consultórios e a relação médico-paciente
Questiona-se se o uso de EHRs diminuir a interação médico-paciente na sala de exame.
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| site para pacientes do Beth Israel Deaconess Medical Center |
Aqui estão três artigos:
10 de fev. de 2011
Hospitais privados lideram adoção de sistemas de gestão
29 de jan. de 2011
Infraestrutura de TI para implementação de um PEP ou S-RES
- Qual a infraestrutura mínima correta, inclusive configuração de equipamentos?
- Qual a abrangência desta infra estrutura?
- Quais os setores devem estar equipados obrigatoriamente?
- Qual o padrão de cabeamento para os centros cirúrgicos, por exemplo?
- Quais as metodologias de atendimento do pessoal de suporte?
- Seguir a ITIL é uma boa solução?
7 de out. de 2010
As dificuldades em se criar um PEP no Brasil
Paulo Celso Budri Freire,
Médico Coordenador do Portal Saúde Direta
www.saudedireta.com.br "
21 de set. de 2010
Itens de interesse na certificação de software médico
- Se o software oferece suporte a delegação de poder, ou seja, nova atribuição para um papel previmanente definido, esta deverá ser temporária. Essa delegação de poder pode ocorrer no caso de uma enfermeira, por exemplo, que irá inserir resultados de exames em prontuário na ausência do médico.
- É mandatório que o paciente tenha acesso a TODAS as informações contidas no prontuário eletrônico,caso ele assim deseje. Seja eletronicamente (acesso por meio de login e senha ou acesso por meio de um papel de usuário que permita realizar essa atividade pelo paciente), seja impresso. Nesta caso o sistema deverá disponibilizar uma interface para a impressão de todo o prontuário e uma declaração do usuário de que está recebendo essas informações.
- Não é permitido excluir ou alterar dados já existentes no Registro eletrônico de Saúde. Ações de correção devem preservar dados antigos e devem constar da impressão do prontuário.
28 de jul. de 2010
O Uso Significativo do Prontuário Eletrônico de Saúde e o Acesso à Informação
- disponíveis para os próprios pacientes;
- disponíveis para outros provedores de serviços de saúde, de modo que eles possam coordenar a assistência médica;
- disponíveis para farmácias para que possam lidar com as receitas médicas eletrônicas; e
- disponíveis para agências governamentais para garantir a saúde pública, regular as instituições, e dar suporte à pesquisa pública para melhores curas.
8 de jan. de 2010
Gratuito para teste o P2D - Prontuário eletrônico Universal!
19 de nov. de 2009
Tecnologia da informação e a indústria de saúde
17 de nov. de 2009
P2D - Prontuário Eletrônico Universal - será lançado oficialmente no dia 01/12/2009
31 de out. de 2009
Todos seus dados médicos expostos sem segurança em um microship implantável sob a pele
VeriMed Health Link: Micro-chip Implantável Ligará seus Registros de Saúde, Histórico de Crédito e Segurança Social.
Um minúsculo microchip (o primeiro e único microchip nos EUA liberado para identificação do paciente pela FDA) e um banco de dados privado seguro, que vincula e conecta voce e seu registro pessoal de saúde. Seu Health Link está sempre com você e não pode ser perdido ou roubado.
Esse banco de dados pode ser acessado por médicos e enfermeiros:
Aproximadamente do tamanho de um grão de arroz, o micro-chip é inserido sob a pele e contém apenas um único identificador de 16 dígitos. O circuito em si não contém quaisquer outros dados que não seja essa identificação eletronica, nem contem qualquer Sistema de Posicionamento Global (GPS). E, ao contrário das formas convencionais de identificação, o Health Link não pode ser perdido, roubado, extraviado ou falsificado. É seguro, protegido, reversível, e sempre com você.
Fonte: MICRO-CHIP IMPLANTÁVEL LIGARÁ SEUS REGISTROS DE SAÚDE, HISTÓRICO DE CRÉDITO E SEGURANÇA SOCIAL
26 de out. de 2009
Sistema de Apaio a Decisão Clínica baseado em SRE
13 de out. de 2009
Registro eletrônico de saúde melhora a qualidade primária de saúde
3 de set. de 2009
Microsoft HealthVault deixa de ser versão beta
HealthVault release 0908 já está disponível em pré-produção e ambientes de produção, com esse lançamento estamos removendo a etiqueta beta do HealthVault. Os associados do SDK. NET para esta versão estarão disponíveis em breve.
24 de ago. de 2009
Prontuário Único do Paciente: parte III: Acesso por entidades, associações, planos de saúde...
Acesso limitado a leitura para saúde pública, organizações judiciárias e entidades profissionais. Algumas organizações judiciárias, de saúde pública ou entidades profissionais podem ter acesso de leitura limitado, de forma anônima ao RES sem a aprovação do paciente.
Caso uma OS ou PS esteja sendo investigada pela polícia, ou está sendo avaliada por uma entidade de classe, esses grupos podem ter acesso de leitura, de forma anônima, a segmentos dos registros do paciente referentes às decisões e ações dos PSs (ou OSs), independentemente da aprovação dos pacientes.
Do Manual de Princípios Éticos para Sites de Medicina e Saúde naInternet, o item 5 aborda a privacidade de prontuários:
“Os usuários da Internet têm o direito à privacidade sobre seus dados pessoais e de saúde. Os sites devem deixar claro seus mecanismos de armazenamento e segurança para evitar o uso indevido de dados, através de códigos, contra-senhas, software e certificados digitais de segurança apropriados para todas as transações que envolvam informações médicas ou financeiras pessoais do usuário. Devem ter acesso ao arquivo de seus dados pessoais, para fins de cancelamento ou atualização dos registros.”
O acesso de pessoas não autorizadas aos dados de prontuários médicos, mesmo anomimamente, ainda é uma questão que causa preocupação. Alguns pontos ainda em debate:
- a confidencialidade do PEP e o interesse da vigilância em saúde pública: o acesso ao PEP anonimaente seria de interesse para o Ministério da Saúde, mas na existência de múltiplos PEPs para cada paciente em várias instituições de saúde, os registros anônimos tornam-se um problema devido a duplicação dos dados. Um prontuário único (RES) seria mais útil e confiável.
- Operadoras de saúde e o acesso ao PEP: As operadoras de saúde, tendo acesso mesmo que anônimo aos dados epidemiológios, idade e localização geográfica não poderiam discriminar usuários na renovação ou contratação de planos de saúde? Como exemplo real: um software desenvolvido aqui em BH, destinado às operadoras de saúde, promete: PEP - Prontuário Eletrônico do Paciente embutido na ferramenta; Permite avaliar o custo dos programas de atenção e das equipes envolvidas de forma geral, por programa, por perfil epidemiológico e por beneficiário assistido. Contudo, os planos são obrigados a aceitar o usuário portador de uma doença crônica, podendo ampliar o tempo de carência, e acrescentar o "Agravo" (adicional a ser pago pelo consumidor por ser portador de doença crônica, porém esse valor não vem sendo cobrado, pois o mercado não chegou a um consenso sobre a metodologia de cálculo, que é particularmente complexa). Mas no caso de usuários que preenchem incorretamente a Declaração de Saúde, negando que sejam portadores de doenças pré-existentes, a Operadora pode alegar má-fé por parte do consumidor e negar a contratação por fraude.
Muitos outros aspectos ligados ao acesso ao prontuário ainda estarão por serem questionados.
18 de ago. de 2009
Prontuário Único do Paciente - Controle e Cofidencialidade (Parte 2)
Dois dos principais requisitos para um Prontuário Único ou um RES (Registro Eletrônico de Saúde) são o Controle e a Confidencialidade*. - Os pacientes devem ter a oportunidade, a cada consulta com um provedor de serviços de saúde (ou seja, médico) de anuir explicitamente sobre o acesso aos seus dados pessoais (ficha médica). Se os pacientes não consentirem, os seus dados não poderão ser acessados.
- As informações sobre um paciente em sistemas de e-saúde só podem estar disponíveis a outros provedores de assistência médica para outros tratamentos com o consentimento explícito e adicional (além do consentimento geral descrito no item 1 acima) concedido em conversa confidencial com o provedor de serviços de saúde (médico).
A interoperabilidade baseada nos padrões do modelo de metasistema de identidade já foi confirmada, afirmando que essa tecnologia é possível. Fornecedores de tecnologia (comerciais e de código aberto) foram convidados a testar a interoperabilidade das respectivas parte confiante, provedor de identidade e seletor de identidade/implementações de sujeito e os resultados foram bastante promissores.
Quem tiver mais interesse nos aspectos da arquitetura do metasistema de identidade e a sua abordagem federada não pode deixar de ler: Identidade federada e os sistemas de saúde Por Mario Szpuszta, publicado em 20 de novembro de 2008 (The Architecture Journal - Journal 16).
Além disso abordarei outros aspectos do RES nos próximos posts.
*Wainer, Jacques, 2008, Princípios que devem reger um prontuário único do paciente, Revista TEXTOS de la CiberSociedad, 16. Monográfico: Internet, sistemas interativos e saúde.
17 de ago. de 2009
Diferença entre PEP e RES
- PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente):
- RES (Registro Eletrônico em Saúde, Sistema de Registro Eletrônico em Saúde):
15 de ago. de 2009
Pontuário Único do Paciente - parte 1

Mas pensando no usuário final, eu por exemplo, seria muito mais adequado se ele pudesse reunir todos os seus dados de saúde, inclusive seu prontuário médico, em um só local. Com o RES da Microsoft e da Google isso já está sendo implementado nos EUA e na Europa, mas a privacidade dos dados ainda é um problema. E no que tange a privacidade, inclui-se quem ficaria responsável pelo armazenamento e segurança dos dados (Estado? Google? Micorosoft?) e como o acesso a esses dados se daria (médicos, enfermeiros, farmacêuticos, operadoras de saúde?).
1 de ago. de 2009
Os incentivos à Tecnologia da Informação na Saúde no governo Obama

Foram as palavras do coordenador de TI de Saúde Nacional, David Blumenthal, em entrevista a InformationWeek. Desse total, US$ 300 milhões serão investidos somente no intercâmbio de informações a nível estatal."O intercâmbio de informações é a base essencial para um sistema de saúde efetiva. Independentemente do que médicos e hospitais pensam, os doentes claramente querem as suas informações eletrônicas para poder viajar de uma maneira segura e privada. Portanto, é muito mais um objetivo da política pública, melhorar a troca de informações. (...) O objetivo de nossas políticas é tornar mais fácil a troca de informação sobre saúde e também criar um mercado de troca de informações, dando incentivos aos hospitais e médicos para se tornarem usuários significativos do sistema e ainda incluir a troca de informação como uma componente essencial dos seus trabalhos." (Fonte: Saúde Business)
O que é - Uma das principais plataformas eleitorais de Obama, projeto prevê expandir a cobertura do sistema público de saúde para 97% dos americanos; o custo para o governo será de mais de US$ 1 trilhão em dez anos, incluindo também a criação de uma empresa seguradora de saúde do governo, que concorrerá com as empresas privadas.
Críticas - Apesar de reconhecer que o sistema atual está falido, muitos conservadores consideram a reforma de Obama socialista e insistem que a livre concorrência de empresas privadas deve continuar a ser a base do setor.
Lobby - Desde o fim da 2.ª Guerra, presidentes tentam sem sucesso alterar o sistema atual, extremamente lucrativo para companhias de seguro saúde; americanos gastam 16,5% do PIB com saúde.
Fonte: O Estado de São Paulo, 23/7/2009






















