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5 de out. de 2011

iPhone 4S versus Samsung Galaxy S II


Como a cada dia mais os smartphones estão fazendo parte da prática clínica, recebo muitas dúvidas de qual o melhor smartphone para Medicina. Sou a favor do Galaxy S II ainda, mas chego a conclusão que é como a preferência por marca de carro, cada um tem a sua. 

Para quem pediu quadros comparativos aí vão dois que achei e mais uma avaliação do iPhone 4S por Bia Kunze.

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Do blog Garota Sem Fio, vem esse post:

"(...) Assim, o novo iPhone 4S, apresentado hoje, é apenas uma atualização menor do 4. O chip A5, o mesmo do iPad 2, é o responsável pelo aumento da velocidade do aparelho e nas melhorias de processamento gráfico. O processador terá 2 núcleos. A câmera, agora de 8 MP, pela primeira vez filmará em full HD (1080p). Notaram o quanto ele ficou parecido com o Samsung Galaxy S2? A impressão é que o 4S trata-se apenas de uma resposta ao concorrente, uma vez que Apple e Samsung não andam se bicando ultimamente.

Outra novidade apresentada, desta vez exclusiva do 4S, é o Siri, nome de uma companhia comprada pela Apple no ano passado, que se transformou numa aplicação de secretária virtual por voz. Segurando o botão home por 2 segundos e perguntando-se algo para o telefone, como “Devo levar o guarda-chuva hoje?” ou “Quero acordar amanhã às 6h” ou “Qual a pizzaria mais próxima?”, o dispositivo entenderá os comandos, consultando a previsão do tempo, agendando o despertador, e procurando o restaurante nas imediações, respectivamente. (...)" 

9 de dez. de 2010

Saúde 2.0: vantagens e desvantagens

Aproveitei um e-mail que recebi e fiz um post sobre esse assunto interessante que é a Saúde 2.0.

A partir do termo WEB 2.0 surgiu o Saúde 2.0, onde os médicos e pacientes interagem ativamente com as informações sobre saúde através de fóruns e comunidades virtuais, blogs e mídias socias na internet. 
VANTAGENS
O paciente de hoje não se contenta somente em possuir seus dados médicos como no caso do Microsoft HealthVault ou do Google Health entre tantos outros, ele quer discutir as possibilidades de tratamento, quer entender a doença e quer compartilhar experiências com outros pacientes. Assim, com o acesso a informações há um estreitamento na relação médico-paciente.
O acesso às informações proporciona um maior entendimento dos processos de saúde-doença o que faz com que a prevenção e melhora na qualidade de vida sejam mais acessíveis. Os conteúdos colaborativos, os repositórios de conteúdo médico e os espaços de discussão e debate, tanto profissionais como de pacientes, trazem novas perspectivas no tratamento de doenças, novas técnicas, novos métodos. As ferramentas da web 2.0 facilitam a prática clínica e ajudam no seu aprimoramento, com o uso da tecnologia móvel dos smartphones e iPADs, a telemedicina e o prontuário eletrônico do paciente.
Exemplos:
O Patientslikeme (http://www.patientslikeme.com/)  é uma rede social que tem o objetivo de aproximar médicos, pacientes, organizações de pesquisa e indústria compartilhando informações para contribuir para um melhor diagnóstico ou tratamento de uma doença. Os membros compartilham informações sobre sintomas e tratamento trazendo um maior entendimento e melhorias na sua qualidade de vida.
Outro projeto interessante é o Radiopedia (http://radiopaedia.org/) que é uma enciclopédia editável de radiologia, que pode ser usada como referência digital e onde se pode discutir casos difíceis e controversos. As imagens disponíveis no site podem ser transmitidas e usadas em aulas e projetos. Um bom exemplo de conteúdo colaborativo em Medicina.
DIFICULDADES
Apesar de não estarem sendo usadas em massa, com absoluta certeza, as ferramentas de Saúde 2.0 estão alterando o relacionamento médico-paciente.
Há um termo que vem sendo bastante usado que é o "Paciente Informado", que é aquele que consulta o "Dr. Google", antes e depois da consulta médica. O questionamento sobre tratamentos disponíveis e diagnósticos é uma realidade. Se por um lado essa mudança exige dos médicos uma maior interação com o paciente, tornando o mesmo um ator consciente e ativo nas decisões sobre sua saúde, por outro também implica em debater credibilidade das informações adquiridas na web, o que por vezes é um processo desgastante para profissionais de saúde. O conhecimento advém da prática clínica e acho muito pouco provável que "Dr. Google" substitua os consultórios médicos. Ainda assim vejo mais benefícios do que malefícios na Saúde 2.0, tanto para os profissionais de saúde, quanto para os pacientes. 



    RESISTÊNCIA
"Se o jeito que eu faço funciona satisfatoriamente, para quê mudar?" Ainda há muito receio por parte dos profissionais de saúde que se queixam da dificuldade de usar as novas tecnologias, do tempo que as mesmas demandam até que se tornem usuais. Mas a desinformação tem sido o maior obstáculo. A resistência parte principalmente do desconhecimento da nova tecnologia, dos seus benefícios e das suas vantagens.
Outra dificuldade é a gestão do tempo do profissional; falta tempo para quase tudo e além da aprendizagem contínua que as profissões da Saúde exigem, a aprendizagem computacional demanda tempo e dedicação.
 APLICATIVOS para Saúde e bem estar e sites de informação médica
Qual informação médica na web é confiável? Já se pensou em um selo de certificação de sites médicos. Não há controle sobre se o conteúdo dos aplicativos tem embasamento científico. Uma solução seria  aplicativos com selos de aprovação de sociedades específicas ou conselhos regionais, tornando-os certificáveis.
Redes e Mídias sociais
Há uma possibilidade de estreitamento na relação médico-paciente, ajudar os pacientes e ao mesmo tempo melhorar a prática médica. Médicos cada vez mais tem chegado a conclusão que ignorar todos os meios de comunicação social é ignorar as necessidades de seus pacientes e uma vasta gama de novas oportunidades de desenvolvimento de negócios. 
Tecnologia móvel (celulares, smartphones...)
Está em desenvolvimento um projeto britânico para diagnóstico de DST pelo celular. Quem tiver a suspeita que possa estar com DST poderá colocar uma gota de urina ou saliva em um chip de computador do tamanho de uma entrada USB e inserir o dispositivo no celular, obtendo o resultado em minutos. Foram investidos 11 milhões de dólares na pesquisa. Os chips serão descartáveis e vendidos a cerca de U$2 em casas noturnas.

30 de ago. de 2010

Avaliação das tecnologias móveis no ambiente hospitalar

O acesso imediato a informação de importância vital - histórico médico, interações medicamentosas, resultados de exames laboratoriais e de imagens e outros dados similares - são essenciais para tomada de decisão, redução de erros médicos e aumento da produtividade da equipe multidisciplinar.
Hoje os avanços na tecnologia Wi-Fi oferecem oportunidade de revitalizar as instituições de saúde de modo a melhorar a comunicação, contribuindo para eficácia e efetividade de médicos, enfermeiras e outros membros da equipe de saúde.
Em resposta aos desafios atuais, hospitais e clínicas estão repensando seus modelos tradicionais de prestação serviço de saúde. Isso diz respeito também a considerar novas tecnologias para equipar melhor os membros das equipes com melhores ferramentas de comunicação - que corroborem os processos de trabalho e possam se adaptar aos ambientes diversos com flexibilidade.

Dispositivos disponíveis no ambiente de saúde:


pagers
Pager: aspectos negativos incluem o fato de ser uma via de mão única de dados, além de irritante e de interromper o trabalho, inclusive sem garantias de recebimento da mensagem ou mesmo que ela será respondida.
celulares
Celulares:
Fornecem uma solução ideal, de longo alcance, por voz, mas cara e que pode sofrer interferência de campos EMI, ás vezes com restrições a alguns locais do hospital.

smartphones
Smartphones e PDAs: Fornece cobertura ideal, embora as opções, preços e características variem bastante. Para ser efetiva em ambiente hospitalar necessita de privacidade garantida e segurança dos dados do paciente e um gerenciamento central é recomendado. Os planos de dados podem ser muito caros, um dispositivo de comunicação de banda dupla, que combina celular e Wi-Fi é desejável para máxima flexibilidade e custo-efetividade.
computer on wheels

Tablets, COWs (computer on wheels): fornecem solução ideal de portabilidade, oferecendo, fácil inserção de dados, telas grandes e apoio aos processos de workflow. Contudo, são caros , há a questão do login, o que pode retardar a tarefa, a segurança dos dados e a bateria limitada.
tablets

O dispositivo ideal seria aquele que tivesse a portabilidade de um smartphone com:

  • Voz (incluindo VoIP) e conectividade de dados, por meio de celular e / ou a conectividade Wi-Fi;
  • Capacidade de processamento de dados suficiente para executar aplicações clínicas e multimídia;
  • Gerenciamento inteligente de energia da bateria;
  • A compressão de dados para preservar a largura de banda de rede;
  • A estrutura de segurança robusta.
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Quem quiser ler o artigo que deu origem a esse post, na íntegra, acesse os links para as partes I e II do Artigo "Revitalizing Healthcare Delivery with Mobile Communications"que recebi da SBIS NEWS.

1 de ago. de 2010

Informações sobre células tronco e o primeiro teste aprovado pelo FDA

O FDA autorizou essa semana o primeiro teste mundial de células-tronco embrionárias em seres humanos. A empresa Geron Corporation, com apoio da Universidade da Califórnia, poderá dar prosseguimento ao teste preliminar em pacientes com lesão na medula espinhal. 

Aqui no Brasil, os tratamentos com células-tronco são feitos apenas em grandes centros de pesquisa,como o Instituto do Coração - SP, Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras - RJ, entre outros, onde são abordadas as cardiopatias chagásicas (decorrente da doença da Chagas), o infarto agudo do miocárdio, a cardiomiopatia dilatada e a doença isquêmica crônica do coração. Como a terapia utiliza células-tronco autólogas, o estudo não sofre influência da Lei de Biossegurança, recém-aprovada no Senado. Além dessa grande pesquisa, o Brasil está investindo em terapia com células-tronco voltada a outras doenças, como é o caso da distrofia muscular, esclerose múltipla, câncer, traumatismo de medula espinhal, diabetes etc.

fonte:commons
Entenda mais sobre células tronco
 Células-tronco: dividem-se em embrionárias e adultas. As embrionárias são encontradas em embriões humanos de até 5 dias e têm o poder de se transformar em praticamente qualquer célula do organismo. Sua maior vantagem é essa versatilidade. Desvantagens: são difíceis de cultivar e controlar em laboratório e despertam polêmica, pois sua obtenção implica destruição de embriões humanos. As células-tronco adultas já foram identificadas em vários órgãos (medula óssea, pele, cérebro). Não têm a mesma versatilidade das embrionárias, pois podem dar origem a um número limitado de tecidos, mas são mais fáceis de obter e de controlar. São usadas em testes clínicos no Brasil e em outros países.
 Células precursoras: são encontradas em alguns órgãos e sua função natural é repor aquelas que morrem e se gastam com o tempo. São mais limitadas do que as células-tronco adultas, já que dão origem somente a células idênticas a si mesmas. Ou seja, uma célula precursora de bexiga só pode ser usada para a eventual reparação de uma bexiga. Não se sabe ao certo em que órgãos podem ser encontradas e sua identificação é difícil. Fonte: Veja

Sites com informação sobre células tronco
Terapia celular: www.terapiacelular.org.br
"É produzido por profissionais ligados à área da saúde (médicos, farmacêuticos, biólogos, enfermeiros, biomédicos), pesquisadores de instituições públicas e privadas, com ampla experiência nas áreas de pesquisa e desenvolvimento no campo da terapia celular. Um dos objetivos é informar sobre o andamento dos estudos de células-tronco."

Rede Nacional de Terapia Celular: www.rntc.org.br
"A Rede é formada por oito Centros de Tecnologia Celular localizados em cinco estados brasileiros e por 52 laboratórios selecionados pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e pelo Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) do Ministério da Saúde. O principal objetivo é aumentar a integração entre os pesquisadores de todo o Brasil e facilitar a troca de informações em relação às pesquisas 
com células-tronco realizadas, gerando conhecimento científico e competência tecnológica na área da medicina regenerativa."

Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias - Rio de Janeiro (Lance-RJ): http://www.lance-ufrj.org
"No site você poderá ler sobre a biologia das células-tronco pluripotentes, novidades na área, informações sobre o grupo do professor Stevens Rehen".

Associação Brasileira de Engenharia de Tecidos e Estudos das Células-Tronco: http://www.abratron.org.br
"A Abratron se dedica ao tema da Biotecnologia na Saúde, reunindo os diversos profissionais e pesquisadores relacionados à engenharia de tecidos, biomateriais, órgãos artificiais e estudos de terapias celulares, principalmente aquelas que utilizam células-tronco. A proposta é unir recursos humanos, tecnológicos e financeiros para estimular o progresso científico visando aliviar o sofrimento dos pacientes com novas e reais possibilidades de tratamento." Fonte: Correio Brasiliense

10 de abr. de 2010

Medicina também por telefone

A Veus Technology investe cada vez mais no seu novo sistema Veus Bluetooth. O serviço permite o envio de informações sem custo adicional para celulares. Segundo Marcelo Botelho, diretor da empresa, hoje mais de 170 milhões de brasileiros possuem telefone celular e uma parcela crescente dispõe do recurso bluetooth em seus aparelhos. 


A área de saúde foi uma das primeiras a aderir à nova tecnologia. 
A Rede Lab"s Dor envia dados como exames e horário de funcionamento para seus clientes. Essa é uma nova estratégia de marketing para dispositivos móveis que as empresas utilizam, com o objetivo de falar com o cliente de maneira mais objetiva sem a perda de informações. 



Portal para acessar exames pelo celular: http://meusexames.com