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9 de dez. de 2011

Mobius: sistema de mini-ultrassom portátil pelo smartphone



MobiSante é pioneira na saúde privada móvel, desenvolvendo soluções point-of-care de diagnóstico . 
O sistema de imagem de ultra-som Mobius ™ traz imagens de ultra-som ao alcance de profissionais de saúde em todos os lugares. Ele consiste em uma sonda de ultra-som e um  smartphone Toshiba (Windows Mobile) com software MobiSante instalado.
Como o sistema é baseado em smartphones, é extremamente portátil e muito acessível comparado com os sistemas de ultra-som tradicionais. Além disso, pode utilizar a rede celular 3G ou Wi-Fi para enviar imagens remotamente.


Alguns Setores beneficiados:
  • Setores de Emergência: a mobilidade do sistema permite detectar rapidamente o hemorragia interna através da realização do exame na sala de politrumatizado.
  • Neonatologia: guiar IV ou linhas central, reduzindo o risco de infecção ou perfuração acidental de  artéria.
  • Ginecologia/obstetrícia: confirmar a gravidez e detectar complicações comuns sem enviar pacientes para centros médicos.
  • Médicos Socorristas no Samu:  diagnóstico no local do acidente, bem como enviar dados de diagnóstico sobre o paciente para o hospital para ajudá-los a preparar com antecedência.
Mais informações: MobileSante

17 de fev. de 2010

VSCAN - o ultrassom do tamanho de um telefone celular



"Uma ferramenta de bolso com tecnologia de ultrassom, Vscan GE Healthcare pode ajudar a redefinir o exame físico."  
É com esse intuito que a GE lança o VSCAN, um aparelho de ultrassom do tamanho de um telefone celular, que a empresa pretende que seja tão presente no exame físico quanto um estetoscópio, e tem sido chamado de "o estetoscópio do século 21".
VSCAN não irá substituir a atual tecnologia que tem sido usada  devido à sua precisão, mas vai ajudar em situações de urgência nos pronto-atendimentos e também evitando ultrassonografias desnecessárias.




Dimensões e Peso
• Unidade de exibição: 135 x 73 x 28 mm• Sonda: 120 x 33 x 26 mm• Peso (unidade e sonda): 390 g• Display: 3,5 polegadas, resolução 240 x 320 pixels
Aplicações Clínicas

• Cardiopatias• Abdome• Bexiga • Ginecologia e Obstetrícia• Pediatria
• Angiologia• Torácica




preço: Vscan GE vende por um pouco menos que 8.000 dólares a unidade, contra US $ 20.000 a 300.000 dólares por um ultra-som convencional.
Veja o vídeo:


Lind de venda da GE: http://diagnosticopreciso.com.br/vscan

3 de nov. de 2009

A situação atual da TI na Saúde nos principais hospitais brasileiros

Hoje foi publicado um post muito interessante sobre a situação da Tecnologia da Informação nos principais hospitais brasileiros na IT WEB, chamado TI em Saúde: setor luta por mudanças de paradigma.
Vale a pena ler!






03/11/2009
TI em Saúde: setor luta por mudanças de paradigma


por Vitor Cavalcanti
InformationWeek Brasil


Hospitais investem para tirar atraso tecnológico do setor, focam em pacientes e buscam quebrar barreiras para atingir excelência em TI



Segunda-feira em São Paulo. Dia chuvoso e trânsito mais intenso que o normal. Em um cruzamento movimentado, um acidente envolvendo dois carros chama a atenção. Uma pessoa fica gravemente ferida e é encaminhada para um pronto-socorro público. Ao dar entrada, uma ficha é preenchida. Mas pouco se sabe sobre este paciente. Nesta situação hipotética, a pessoa tem assistência médica e, depois de melhorar, segue para uma instituição da rede privada de cobertura. No entanto, ao ingressar, precisará fazer todo procedimento novamente: relatar o acidente, descrever o que foi feito no hospital anterior, enfim, assuntos que, possivelmente, ela nem se lembra direito para que possa passar por um médico de confiança ou mesmo fazer um exame mais detalhado.

A conjuntura descrita acima poderia ocorrer em qualquer cidade, com ordem alternada ou por qualquer outro tipo de emergência. Destacar uma suposta sequência de fatos serve para ressaltar que, se houvesse um sistema de registro eletrônico de saúde, todas as informações do primeiro atendimento no hospital público estariam neste histórico e o paciente não precisaria repeti-lo ao chegar à instituição particular. E, mais, no primeiro atendimento, a junta médica saberia, por exemplo, se ele era portador de alguma doença, se era alérgico a determinado medicamento ou se passou por cirurgia recentemente. Enfim, funcionaria como um banco de dados completo com protocolo padrão de troca de informações. Este protocolo resolveria também as dores de cabeça que a TI ainda tem para integrar sistemas, algo que a maioria dos hospitais resolve por meio de desenvolvimento de interfaces.

Vista por especialistas da área como o "mundo ideal", essa base centralizada e com possibilidade de interação do paciente, que atualizaria o registro com informações importantes para a gestão da saúde via plataforma web, deve despontar como um dos principais desafios para a TI dos hospitais e órgãos públicos ligados à saúde no longo prazo. Atualmente, existem iniciativas isoladas, mas muito longe da integração total, o que seria possível apenas quando o governo federal fizesse algo para tornar eletrônica a base do Sistema Único de Saúde (SUS), que hoje responde por cerca de 75% dos atendimentos no País. Mas isto, como dito, é longo prazo.
Enquanto as coisas se delineiam em rodas de conversas, sobretudo, em instituições nas quais a TI está mais avançada, outros desafios pautam a tecnologia da informação dos hospitais brasileiros neste momento. E, sem dúvida, um dos principais deles é a eliminação do papel. Algo que não acontecerá do dia para noite e demandará muita paciência. "Culpa da cultura médica", aponta Margareth Ortiz de Camargo, superintendente de TI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, como sendo um dos principais obstáculos. "A direção investe, compra equipamentos e softwares, mas o médico precisa usar", comenta.
A ressalva da executiva mostra-se importante por se tratar da realidade de um dos hospitais que mais investem em tecnologia no Brasil. O Sírio-Libanês possui sistemas de prescrição eletrônica, estrutura para prontuário eletrônico, softwares integrados (o que é uma dificuldade, dado que as fabricantes não trabalham com um protocolo padrão) e uma equipe interna de 30 pessoas preocupada em levar o que há de melhor para os 3,5 mil funcionários e 2,5 mil médicos colaboradores. Peças fundamentais quando o assunto é sumir com o papel dos consultórios. São 5 mil usuários cadastrados no sistema. "Até o rapaz da limpeza utiliza para dar baixa no quarto que limpou", sinaliza.
Mas esse dilema não é exclusividade dela. Sérgio Arai, CIO do Hospital Israelita Albert Einstein, também em São Paulo, lembra que todos os hospitais buscam a digitalização completa dos serviços. "Isto envolve processos. O uso do papel é forte na cultura médica", concorda com a colega. "No geral, vários setores avançaram muito, tem automação grande, mas na saúde ainda há muito papel", acrescenta, lembrando que sua equipe tem focado a atuação também em construir aplicativos para diferentes áreas, melhorar segurança e criar serviços para os pacientes.

Quebrando a barreira

Essa situação descrita ocorre mesmo no corpo clínico do Einstein, um dos mais informatizados do País, com, inclusive, programa de mobilidade. Nas palavras do próprio CIO, "eles [os médicos] gostam de TI e cobram pelo desempenho das ferramentas." Apesar de entender que é grande o desafio em relação à redução de papel, Arai acredita que algo neste sentido deve acontecer no curto prazo. "Os avanços na saúde passam por digitalização."
Outro que também trabalha com este fim é Érico Bueno, diretor de TI, engenharia e infraestrutura do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). A instituição existe há pouco mais de um ano e tem servido de exemplo na aplicação da tecnologia - os telefones são VoIP, existem três redes wireless dentro do instituto, as imagens são digitalizadas e os sistemas estão integrados. O executivo mostra-se satisfeito com os resultados obtidos até agora. O sistema de prescrição eletrônica, por exemplo, é utilizado por quase todos os médicos. "Funciona bem no pronto-socorro e na UTI, que são locais onde se prescreve muito, mas ainda temos resistência nos consultórios clínicos", reconhece.
O instituto que, em um ano, realizou quase 100 mil procedimentos, possui também um sistema de prontuário eletrônico. Ainda assim, Bueno ressalta que existe um grande obstáculo a ser superado. Acabar com o papel, envolve assinatura digital e, antes, não havia lei ou informação sobre como fazer isso. "Agora, seguimos uma diretriz do CFM [Conselho Federal de Medicina] que reconhece a eliminação do papel e assinatura eletrônica. É um projeto de grande porte que deve consumir mais de um ano."

Contudo a expressão "mudança de paradigma" não preocupa Bueno. Pelo contrário: ele foi responsável pela adoção da digitalização de imagens no Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele recorda que, na ocasião, houve resistência, mas aponta que hoje os profissionais da área não viveriam sem. "Quando fizemos a troca do filme para digital, pegamos o médico mais antigo da casa e o ensinamos. Ele se tornou exemplo. Se o mais antigo usava, os outros também poderiam", relembra do fato ocorrido há mais de dois anos.
O apego pelo papel é tamanho que no Einstein e no Sírio, embora existam sistemas de prescrição eletrônica, há uma equipe responsável pela transcrição da receita prescrita pelo médico. Margareth, do Sírio-Libanês, acredita, entretanto, que, apesar do desafio, o momento é bom. "Temos informações e automação do fluxo do paciente em relação ao atendimento. Conseguimos automatizar muitas coisas, mas a evolução [do quadro clínico do paciente] não dá. Você não transcreve isto, não recupera o texto. Minha esperança gira em torno dos conselhos, para que façam exigência para colocar os médicos na era da informática", apela a CIO.
Exemplo a ser seguido

Do Rio Grande do Sul, mais precisamente do bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, sai uma experiência bem-sucedida. Ainda há papel, é verdade, mas o processo para que ele seja eliminado talvez esteja mais próximo do que se vê em outras praças. No Hospital Moinhos de Vento, a prescrição é praticamente 100% eletrônica. Como lembra Mário Torcato, gerente de informática da instituição, existem algumas exceções, como, por exemplo, quando o sistema passa por manutenção. "O hospital está totalmente integrado, desde a recepção até o pagamento. Nosso nível de informatização é muito grande", garante.
O hospital gaúcho também trabalha com prontuário eletrônico - há anos, como frisa Torcato - e todos os consultórios têm um PC com acesso ao sistema, assim como no Sírio-Libanês, Albert Einstein e Icesp. Praticamente tudo passa pelo ERP fornecido pela MV Sistemas. Apenas o módulo de prontuário é desenvolvido internamente, porque, na época da implementação, a fornecedora ainda não possuía uma solução finalizada para esta função.

Assim, quando um paciente se trata no Moinhos de Vento, possui todo seu histórico no sistema (Einstein, Sírio-Libanês e Icesp também, mas sem o relato da consulta). Lá, os médicos atualizam, inclusive, a evolução do quadro clínico desta pessoa e, por isso, a instituição esteja um pouco à frente na empreitada para banir o papel. "Só imprimimos as coisas por questões legais. Ainda não tem a questão da assinatura eletrônica e será algo em escala. As fontes pagadoras precisarão aceitar também. Será um trabalho grande de implantação", justifica Torcato.
Mas, mesmo com esse avanço, o hospital encara desafios que para outros já foram superados e, para a maioria, ainda é sonho de consumo, como a digitalização de imagens de tomografia, raio X e outros exames. Isto já está em andamento e o processo deve transcorrer até o fim deste ano. Outro esforço na instituição segue na direção de digitalizar documentos que não estão no sistema. Seria mais um passo em direção à eliminação de papel. "Estamos sintonizados com a estratégia do hospital e trabalhando para dar todas as condições."

Correndo para não perder tempo, a Rede D"Or, que congrega 42 unidades laboratoriais e 13 hospitais, sendo dez no Rio de Janeiro e três em Pernambuco, tem alocado muito investimento em tecnologia da informação. Como informou Marcelo Pina, diretor de plataforma de serviços corporativos, este foco vem desde 2007, quando a rede elaborou um projeto onde o principal objetivo era a expansão do grupo. "Sentamos com a TI para definir o papel dela. Precisávamos estabelecer um conceito para o ERP. Desenhamos um template padrão e montamos um projeto de integração da ferramenta", explica.

A ideia era padronizar e integrar os procedimentos e processar as informações de forma centralizada. Na parte de back office, o executivo buscou parceria com a Totvs. As implantações ocorreram primeiro nos hospitais e depois chegaram às unidades laboratoriais. A conclusão completa deve acontecer até o primeiro trimestre de 2010. Todos estes passos permitiram criar um conjunto de indicadores e padronizar as métricas da gestão. Ou seja, as ferramentas proporcionam a realização de comparativos entre unidades e áreas, o que antes era muito complicado. A próxima etapa será tornar as comparações online, sem a necessidade de gerar relatórios.

No entanto, a rede está defasada com relação a papel. Há muito trabalho pela frente, começando por um grande projeto de registro eletrônico de saúde, o que deve consumir cerca de dois anos. Pina salienta que o projeto não se restringe ao prontuário eletrônico. Quando o sistema estiver concluído, o paciente da Rede D"or poderá acessar o cadastro pela web e interagir, incluindo informações importantes para a gestão da própria saúde. "Queremos eliminar o papel e queremos lidar com o pacote de informações da saúde dos usuários. Quanto mais preocupação com a saúde, mais ele vai gerenciar a saúde. São indicadores como peso, pressão, triglicérides, entre outros", revela.

Diversidade brasileira

Por mais que os hospitais citados nesta reportagem tenham seus desafios, deve-se ressaltar que a realidade brasileira é muito diversa. O País possui mais de 203 mil estabelecimentos de saúde - entre clínicas, hospitais, ambulatórios, laboratórios, entre outros - totalizando quase 500 mil leitos. Um pouco mais de 6,5 mil são hospitais e, a maioria, de pequeno porte. Estes dados, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, apontam para o complexo retrato do setor no Brasil. Além de muitos estabelecimentos, este segmento é extremamente fragmentado, calcula-se que 70% dos hospitais brasileiros tenham menos de 80 leitos.
Toda essa dimensão faz com que algumas praças tenham evoluído mais que outras, resultando em desafios diferentes para cada localidade. Tanto é que, quando consultado, o presidente do conselho deliberativo da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Henrique Salvador, cita como principal desafio uma ferramenta de TI que suporte toda a operação do negócio. "Em termos básicos, sempre foi difícil achar uma solução que suportasse com segurança a operação hospitalar. No Brasil, são três ou quatro fornecedores que avançaram no estudo e integração de sistemas", ressalta Salvador.

No Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no Recife (PE), a realidade da TI é um pouco do retrato dessa diversidade brasileira. Mesmo quando comparado com o Icesp, que é uma iniciativa do governo paulista, a realidade é outra, isso porque o instituto é administrado por uma fundação e fica livre dos trâmites burocráticos da vida pública.

No prédio de 11 andares e cerca de 400 leitos está o desafio de Manuel Valadão, coordenador de informática do HC da UFPE. Com nove pessoas em sua coordenadoria, ele trabalha basicamente para garantir suporte aos 250 computadores de sua rede. Os consultórios ainda não têm PC e isto deve demorar. Ele já conseguiu colocar máquinas nos postos de enfermagem o que alivia as dificuldades. "Meu maior desafio hoje é integrar os setores, a expansão da rede. Não temos redes nas salas e queremos integrar o hospital. A rede de informática funciona para o setor administrativo e marcação de consultas", informa.

Tudo roda em plataforma Linux, gerando uma dificuldade de interfaces de programas quando existe compra de equipamentos. Mas este problema Valadão tem resolvido ao inserir no edital a obrigatoriedade do vencedor prover a integração com o sistema hospitalar, fornecido por uma empresa de Campina Grande; em casos extremos, ele recorre a este parceiro para criar a interface. Atualmente, o executivo toca dois projetos grandes: a digitalização de imagens e o prontuário eletrônico. Esse movimento é feito em conjunto com o núcleo de Telemedicina da universidade que, por meio de um projeto apresentado ao CNPQ, montará um piloto, testará e dará as diretrizes para a implantação no HC. "É projeto, mas vamos querer uma unidade avançada de 40 terabytes para armazenar as imagens", avisa. Haverá substituição de máquinas e, no total, R$ 1,3 milhão deve ser investido.

Assim como as carências existentes no dia a dia dos hospitais, principalmente quando se vai para o interior do Brasil, a TI, em determinados momentos, convive com realidades muito distantes daquela que seria considerada ideal, sobretudo se retomar a ideia do início desta reportagem de plataforma de registro de saúde integrada, na qual, em qualquer estabelecimento de saúde, um brasileiro chegaria e teria seu histórico à disposição do médico.
O setor privado, em alguns casos, dispõe de recursos que se aproximam dos melhores centros de saúde no mundo, mas, passando ao setor público, existem unidades onde nem computador existe. De fato, há muito que evoluir. "É interessante olhar artigos internacionais. Há um consenso de que, se usar a TI, terá benefícios. Reduz custo, melhora satisfação do paciente. Temos de evoluir muito. Talvez o (Barack) Obama ajude. A troca de informação, por exemplo, ele está impondo", divaga Arai, CIO do Einstein, dizendo acreditar que a transformação dos processos aumenta até a eficiência do trabalho do médico.

27 de set. de 2009

Fitbit - fitness gadget que contabiliza calorias queimadas e horas de sono

Fitbit é um gadget de saúde muito interessante para as quem gosta de fitness. Ele consegue calcular quantas calorias você perdeu em um dia, quandos passos deu, qual a distância que você andou, quanto tempo você demorou para dormir, quantas vezes você acordou durante a noite e quanto tempo você ficou realmente dormindo, ao invés de deitado na cama.

O Fitbit contém um sensor de movimento 3D, como o encontrado no Nintendo Wii. O gadget segue seus movimentos em três dimensões e converte-o em informações úteis sobre suas atividades diárias.



Você pode usar o Fitbit em sua cintura, no bolso ou na roupa. À noite, você pode usar o Fitbit conectado a pulseira incluída no produto,  a fim de acompanhar o seu sono. Quando vocêconecta o Fitbit à base sem fio , os dados são silenciosamente carregados em segundo plano para Fitbit.com.

 
Ele é conectado sem fios à sua base/carregador, que envia os dados para um banco de dados online que avalia o seu desempenho.

Custa $99,00 e pode ser comprado aqui.

23 de jun. de 2009

O passado da Cirurgia, o presente e o futuro da Cirurgia Robótica

Catherine Mohr, cirurgiã, engenheira e inventora da LapCap, na palestra proferida na TED 2009, falando sobre a história da cirurgia e as novas tecnologias na medicina, dando um especial destaque para a tecnologia da Cirurgia Robótica DaVinci. O vídeo abaixo é muito bom, e a tradução livre encontra-se abaixo para quem preferir à legenda em inglês disponível.




Falar sobre Cirurgia Robótica é também falar sobre Cirurgia. E enquanto eu tento não trazer gráficos demais, tento manter em mente que os cirurgiões tem uma relação diferente com sangue do que a maioria das passoas tem. Porque o que o cirurgião faz a um paciente, se não fosse feito com o seu consentimento, seria um considerado crime. Cirurgiões são os alfaiates, os encanadores, os carpinteiros, alguns diriam os açougueiros médicos do mundo. Cortando, remodelando, reformando, bypassing, fixando. Mas é preciso falar conjuntamente de instrumentos cirúrgicos e evolução da tecnologia cirúrgica.
Para te dar uma perspectiva de onde a Cirurgia Robótica está no momento,e onde estará no futuro, eu gostaria de dar a vocês uma noção de como chegamos nesse ponto. Como nós acreditamos naquela cirurgia, que era possível ser feita, que esse tipo de procedimento cirúrgico era possível.
Então, um pouco de perspectiva, 10.000 anos de perspectiva.
Isso é um crânio trepanado.E a trepanação é fazer um furo no crânio. E muitas centenas de crânios como esse foram encontrados em sítios arqueológicos, datando de 5 a 10.00o anos atrás. Agora imagine isso: você é um curandeiro em uma aldeia na idade da pedra e você não tem certeza do que há de errado com um cara. Oliver Sacks só nascerá no futuro. O cara tem uma disorder e você não entende bem o que, mas pensa consigo mesmo: "Não tenho certeza o que há de errado com esse cara. Mas talvez se eu fizer um buraco na cabeça dele posso consertar." (risos) Agora isso é um pensamento cirúrgico.

Agora temos o início da intervenção cirúrgica aqui. Não temos certeza quanto desse procedimento teve a intensão de ser religioso e quanto de terapêutico, mas posso dizer que esses pacientes viveram. A julgar pela cicatrização nas bordas do orifício, eles vivweram diuas, meses anos após a trepanação. O que estamos vendo é a evidência de uma técnica refinafa, que foi transmitida por centanas de anos pelo mundo. E isso ocorreu independentemente em vários sítios arqueológicos sem comunicação entre eles. Nós realemnte estamos vendo o início da intervenção cirúrgica.
Agora avançamos milhares de anos até a Idade do Bronze e e além. E vemos novas ferramentas refinadas chegando. Mas os cirurgiões eram mais conservadores que seus antepassados trepanadores. Esses caras restringiam os procedimentos a lesões superficiais. E cirurgiões eram comerciantes e não médicos, e isso persistiu através da Renascença.
Eles podem ter salvo os escritores, mas não os terríveis cirurgiões, ainda eram vítimas da desconfiançae ainda ttinahm um pouco de problema PR. Porque o cenário era dominado pelos cirurgiões-barbeiros ambulantes. Eles que viajavam de aldeia em aldeia, cidade em cidade, fazendo cirurgia com uma forma de arte performática. Foi a era antes da anestesia. E a agonia do paciente é era mais um espetáculo público do que uma cirurgia propiamente diat. Um dos mais famosos , Frere Jacques, aparece aqui a fazendo uma litotomia. A remoção do cálculo vesical, um das cirurgias mais invasivas da época, tinha que ser executada em menos de dois minutos. Você tinha que uma queda para o dramático e ser muito, muito rápido. E aqui pode-se ver ele fazendo uma litotomia. Acredita-se que ele tenha feito mais de 4000 desse procedimento através da Europa. O que é espantoso pensando-se tartar da cirurgia um último recurso. E isso leva-nos até a Anestesia, a ausência de sensação. Com a demosntração da Inalação do éter de William Morton em 1947, toda uma nova era da cirurgia surgiu. A Anestesia deu ao cirurgião a liberdade para operar, experimentar, mexer profundamente no corpo. Isso foi uma revolução para a Cirurgia.

Mas havia um grande problema. Após longas cirurgias, tentando curar coisas que não se era capaz de tocar antes, os paciente morriam. de infecção maciça. A Cirurgia não machucava mais ninguém, mas matava rapidamente. E infecção iria continuar a reclamar a maioria dos pacientes cirúrgicos, até a próxima grande revolução na cirurgia,que foi a técnica asséptica.
Joseph Lister foi o maior defensos da assepsia para um bando de cirurgiões céticos.Os irmãos Mayo foram visitar Lister na Europa e Voltaram afirmando que tinha aprendido que era tão importante lavar as mãos antes da cirurgia quanto depois. Tão simples e no entanto a mortalidade cirurgica caiu drasticamente.

As cirurgias tornaram-se eficazes, com o paciente insensívela a dor e campos operatórios estéreis, o céu era o limite. Podia-se operar agora intestino, fígado, coração, cérebro. Transplante: podia-se colocar um orgão de uma pessoa em outrae funcionaria. Cirurgiões não tinham mais problema com respeitabilidade, tinham-se tornado Deuses. A era dos "grande cirurgião, grande incisão" tinha chegado. Mas a que custo, porque eles salvam vidas mas não com qualidade de vida. Pois pessoas saudáveis usualmente não precisam de cirurgia. E os doentes passavam longo tempo recupernao de um corte como esse. A pergunta que foi feita: " Bem, podemos fazer essas mesmas cirurgias com incisões pequenas?" Laparoscopia está fazendo esse tipo de cirurgia, com longos instrumentos através de pequenas incisões. E isso mudou o cenário da Cirurgia. Os instrumentos têm cerca de 100 anos, mas só foram utilizados para diagnóstico a partir dos anos 80 devido aos avanços tecnológicos das câmeras.

O que você vê agora -está é a 1ª imagem cirúrgica - entrando pelo trocater. É muito diferente do que se espera que uma cirurgia se pareça. Introduzimos os instrumentos por 2 cortes nas laterais, para manipulação dos tecidos. Com 10 anos da primeira colecistectomia por vídeolaparoscopia, a maioria das colecistectomias atualmente são feitas por laparoscopia. Uma verdadeira revolução.
Mas houve vítimas nesta revolução. Estas técnicas foram muito mais difíceis de aprender do que as pessoas tinham previsto. A curva de aprendizado foi muito longa. E que a curva de aprendizado durante as complicações foi um pouco maior. Cirurgiões tiveram de abdicar da sua visão 3D. Eles tiveram que abandonar os seus punhos. Eles tiveram que desistir dos movimentos intuitivos nos instrumentos. Este cirurgião tem mais de 3.000 horas de experiência laparoscópica. A colocação da agulha é particularmente frustrante. E uma das razões por que razão é tão difícil, é porque ergonomia externa é terrível. Há estes longos instrumentos, e se trabalha fora de seu centro de equilíbrio. E ose trabalha com os instrumentos de maneira inversa ao movimento normal.

Então o que você precisa fazer, para ter a capacidade que teria com suas mãos dentro da pequena incisão, é pegar o instrumento. E assim - Eu vou falar de robôs - o robô da Vinci coloca sua mão do outro lado da mesma incisão. E então aqui pode-se ver o funcionamento deste punho. Ao contrário da laparoscopia, você pode colocar a agulha em seus instrumentos, e você traçar uma trajetória. E a razão pela qual esta se torna muito mais fácil é, você pode ver em baixo, as mãos estão a fazer os movimentos, e os instrumentos fazem exatamente o mesmo movimento. O cirurgião está sentado em um console, e comanda o robô por estes controladores. E o robô está se movendo em torno destes instrumentos, e alimentando-os, para baixo dentro do corpo. Você tem uma câmera 3D, para que você obtenha uma visualização em 3D.

Desde que foi introduzido em 1999 um lote destes robôs vem sendo utilizados para procedimentos cirúrgicos como a prostatectomia. Uma próstata profunda na pélvis requer dissecção fina e manipulação delicada para poder obter um bom resultado cirúrgico. Pode-se fazer bypass venosos com um coração em funcionamento, sem incisões torácias, pois é realizado entre as costelas. Pode-se fazer procedimento intracardíacos, como reparo de válvulas. Tendo essas tecnologias (Aplausos) Pergunta-se: "porque as cirurgias não são realizadas dessa forma?" E há algumas razões, e o custo é uma delas.

Falei sobre o complicado robô. Um desses robôs irá custar-lhe cerca do peso em ouro do cirurgião. Mais útil do que cirurgião de ouro, mas, ainda assim, é um investimento bastante grande. Mas existem outras barreiras. O robô é configurado para uma posição, como na prostratectomia, mas se houver necessidade de outro procedimento em outra localização abdominal, vão ser necessárias outras incisões. O robô precisará ser movido e reconfigurado, e o problema é que isso consome tempo, além do peso considerável do aparelho.


E por esta razão não há muitas cirurgias sendo feitas com o Leonardo da Vinci. E como mudar isso? E se não precisássemos reconfigurar a cada alteração? E se pudéssemos reunir todos os instrumentos juntos em um lugar? Isso alteraria a capacidade do cirurgião? E como teria que mudar a experiência para o paciente? Agora, para isso, temos de ser capazes de levar uma câmera, e os instrumentos, em conjunto através de um pequeno tubo, como o tubo (trocater)que você viu na vídeolaparoscopia. Ou, não coincidentemente, como um tubo como este.

Então, o que saírá deste tubo é a estréia desta nova tecnologia, o novo robô que vai ser capaz de chegar a qualquer lugar. Esta é a câmara e três instrumentos em um só. E a fim de ser mais útil, não pode ficar agregado como este. Tem de ser capaz de sair da linha central e, em seguida, ser capaz de trabalhar para voltar a linha central.Isso permite dissecar, suturar, fazer todas as coisas que você precisa fazer, todas as tarefas cirúrgicas. E tudoi atrvés de UMA incisão. Não é assim tão simples. Mas valerá a liberdade que isto nos proporcionará.

É excitante ver onde podemos chegar com isso. Nós escrevemos o script da próxima revolução na Cirurgia. Com essas capacidades e um objetivo, temos de decidir pra onde as novas cirirgias irão. E para consolidar a revolução. Temos de ver para além da superfície. Precisamos de ser capazes de perceber que fazemos uma incisão de maneira muito melhor.

Este é uma de cancer. Um dos problemas é quando você não pode ver o câncer, especialmente quando está escondido abaixo da superfície. E então o que estamos começando a fazer é que estamos começando a injectar marcadores especialmente concebidos para a circulação sanguínea que terá como alvo o câncer. Ele irá ligar-se ao cancer. E podemos tornar esses marcadores fluorescentes, podendo ter câmeras especiais para vê-los. Agora sabemos onde devemos incisar, mesmo quando está abaixo da superfície. Podemos injetar o marcador e seguí-lo para as áreas de disseminação. Podemos injetar estes corantes na circulação sanguínea para revisão antes de fechar o paciente. Algo que não temos sido capazes de fazer, sem radiação, antes. Podemos iluminar tumores renais como este tumor de modo que você possa ver exatamente onde está olimite entre o tumor renal, o rim e o que você quer deixar para trás. Ou tumor no fígado, o fígado e que pretende deixar para trás.

E não precisamos limitar nossa visão ao cancer. Temos sondas flexíveis microscópicas que podemos inserir no organismo, olhando diretamente para as células. Eu estou olhando nervos. Esses são nervos que você vê, na parte inferior, e na parte superior o que está sendo realizado pela sonda microscópica. Isso ainda é um protótipo. Mas a inervação é importante se você é o paciente, pois ela controla a continênciae a função sexual.

A combinação dessas tecnologias nos permite chegar a isso tudo. Nós podemos curar a doença deixando a função intacta depois.Falamos do paciente como se ele fosse algo fora dessa sala. Muitos de vcoês ou todos vocês serão pacientes de um cirurgião.

E a perspectiva que eu lhes ofereço de uma cirurgia mais fácil ... é que vai fazer esse diagnóstico qualquer menos aterrador? Não tenho certeza que eu realmente queira que ele mesmo. A consciência da propria mortalidade trás uma reavaliação de prioridades, e um realinhamento dos quais são seus objetivos na vida, ao contrário de qualquer outra coisa. E eu nunca iria querer privá-lo de uma epifania. O que eu quero é que você esteja inteiro, intacto, e funcional o suficiente para sair e salvar o mundo, depois que você decidiu o que você precisa fazê-lo. E essa é a minha visão para o futuro. Obrigado. (Aplausos)

10 de jun. de 2009

HealthPAL - dispositivo wireless para monitorização online de pacientes

O FDA aprovou o dispositivo sem fio HealthPAL.
HealthPAL, da MedApps, é um pequeno dispositivo portátil para pacientes, familiares e profissionais de saúde, sendo uma maneira conveniente de coletar remotamente, transmitir, armazenar e comunicar informações sobre condições dos pacientes.

Ele recolhe e transmite leituras de glicose, de monitorização de pressão arterial, peso, pedômetro e oxímetros de pulso, tornando-se útil tanto na manutenção e controle de dietas alimentares quanto no tratamento de pacientes com doenças crônicas. Os dados coletados são automaticamente transmitidos a um servidor central seguro onde pode ser acessada por profissionais da saúde, ou armazenadas em Sistemas de Registro Eletrônicos de Saúde, tais como registro HealthVault Microsoft ® ™ ™ ou o Google Health. Posteriormente, será possível coletar e transmitir dados de glicosímetros, ECG, Peak Flow, CPAP, espirometrias, concentração de O2 e mais.


O sistema de monitoramento de saúde MedApps Mobile Wireless usa a tecnologia de celular M2M (GSM - e logo CMDA)

HealthPAL é simples mesmo para quem não entende nada de tecnologia. Ele elimina a necessidade de hardware especializado, caros planos de celulares, ou computadores para recolher e transmitir leituras biométricas.
O sistema MedApps oferece aos profissinais da saúde a oportunidade de acompanhar pacientes, e tratar complicações nas fases iniciais. Adicionalmente, o sistema proporciona aos pacientes ferramentas que permitem uma atitude mais pró-ativa em relação a sua saúde.

Veja os vídeos abaixo para entender mais:

Fonte: Medgadget

29 de mai. de 2009

P2D - Prontuário eletrônico universal é lançado na Hospitalar 2009

A P2D, empresa de tecnologia em saúde, com sede em São José dos Campos, lança na Feira Hospitalar 2009 o Prontuário Eletrônico Universal P2D – moderno e inovador, desenvolvido para organizar, centralizar e facilitar os registros de saúde dos clientes de consultórios e clinicas.

O prontuário universal é um sistema que atende a praticamente todas as especialidades médicas, está disponível em português e conta com um banco de dados atualizado dos médicos com CRM ativo no Brasil, com praticamente todos os exames de diagnósticos disponíveis atualmente, bem como todos os medicamentos regulamentados no Brasil.

Com poucos cliques, o médico poderá verificar sua agenda, selecionar o paciente a ser atendido, monitorar a fila de espera, elaborar a ficha de anamnese, solicitar exames complementares, prescrever medicamentos, além de documentar toda a consulta ao mesmo tempo em que conversa com o paciente.

“O prontuário eletrônico universal é uma ferramenta para por fim ao uso de papéis, pastas, fichas e prontuários manuais nas clínicas e consultórios. Atualmente os pacientes chegam às consultas com muitas pesquisas feitas na internet e o médico tem que acompanhar a evolução da informação. Para isso, nada melhor do que centralizar todas os dados em um sistema online, prático, organizado e funcional”, comenta Alexandre Marcelo, sócio fundador da P2D.

As principais características do sistema:
. Organiza e centraliza todas as informações de saúde do paciente em um único lugar
. Acessível a qualquer momento, de qualquer lugar
. Armazenamento seguro dos dados, backup gerenciado pela P2D
. Rigoroso controle de acesso - senha, certificado digital ou biometria
. Compartilhamento de dados com o corpo clínico
. Economiza tempo - elimina trabalhos burocráticos
. Personalizável a todas as especialidades de saúde
. Possibilidade de importação de dados de outros softwares – sem perda do histórico ao migrar para o prontuário P2D
. Digitalização e indexação de documentos impressos – transforma seu acervo de prontuários em papel em um eficiente acervo digital
. Prontuários com valor legal.

“A P2D permite uma visão longitudinal da saúde dos indivíduos, reunindo informações do passado, atuais e perspectivas para o futuro. Essa reunião de dados, quando bem analisada, auxilia na prevenção, no diagnóstico e no tratamento clínico”, declara Ricardo Auriemo, sócio da Touch Tecnologia e da P2D.

Tecnologia P2D - Com uma interface simples e fácil, o prontuário universal P2D segue padrões internacionais de tecnologia, o que garante a sua integração com centros de diagnósticos e hospitais.

O produto é hospedado em data center com alta confiabilidade e excelente desempenho, portanto o aplicativo pode ser utilizado em praticamente qualquer computador conectado à internet.

Prontuário eletrônico universal P2D -
O prontuário universal P2D poderá ser contratado pelo site - http://www.p2d.com.br/ e é comercializado seguindo o modelo de licenciamento de uso em Consultórios, Centros Clínicos e Universidades. A assinatura mensal custa R$ 99,00 e os primeiros 30 dias são gratuitos.

A P2D foi fundada por engenheiros da USP e ITA em 2007. Desde o início a P2D recebeu o reconhecimento de importantes competições de empreendedorismo como: Desafio GV Intel de Empreendedorismo, Venture Capital e o Idea to Product Competition.

Perfil - Em 2009, a P2D juntou-se ao grupo Touch Tecnologia, responsável pelo sistema de gestão operacional da DASA (Diagnósticos da América), a maior empresa de medicina diagnóstica da América Latina, que hoje processa mais de 100.000 exames por dia, em todo o Brasil.

A missão da P2D é organizar a informação de saúde dos indivíduos, tornando-a universalmente acessível e útil. O Prontuário Universal P2D é uma plataforma de internet com capacidade para armazenar milhões de registros clínicos e oferece a possibilidade de integração com diversos outros sistemas do setor de saúde. No futuro, a P2D espera reunir mais de 80 mil Profissionais de Saúde e cerca 40 milhões de usuários.
Fonte: Fator Brasil

22 de mai. de 2009

Localizador de Acessos venosos Portátil: AccuVein AV300

Para informações de compra do produto Accuvein, acesse: 

Representação comercial (venda) do AccuVein® AV300


VeinView


Em 2006, a Luminetx lançou o aparelho para ajudar a encontrar as veias dos pacientes, o VeinViewer. A empresa acreditava que o aparelho seria capaz de aumentar a capacidade de todos aqueles que fazem parte da indústria médica, possibilitando localizar acessos venosos em pacientes com condições que dificultariam tal procedimento.
Imagem do Veinview


AccuVein AV300
Agora a AccuVein, uma empresa fora do Cold Spring Harbor, Nova York, está lançando no mercado um concorrente para o popular VeinViewer de Luminetx. Ambos os sistemas de infravermelho para localizar a hemoglobina sob a pele. Concebido para ser portátil e à bateria , o AccuVein AV300 pode acabar com a dificuldade de localização de veias.
Imagem do AccuVein AV300
Fonte: medgadget


O blog TI Medicina ainda não comercializa produtos.


  • Como Comprar: 

Quem tiver interesse no Accuveisn deve entrar na página de vendas internacionais da Accuvein no link: http://www.accuvein.com/how-to-buy/international/ e selecionar Brazil, ou clicar diretamente no link: Brazil



20 de mai. de 2009

SIGNOS - Mini Ultra-som portátil

A Food and Drug Administration (FDA) acaba de aprovar o dispositivo Signos, um ultra-som portátil manual com uma sonda. O sistema pode ser útil para um rápido diagnóstico inicial em modalidade como gravidez ectopica, Aneurismas de aorta abdominal, para scan de carótida em Pronto-socorro em pacientes com AIT em curso, etc.Signos MotionScape e SectorView usa tecnologia para facilitar uma ampla gama de aplicações clínicas de alta resolução. Pesa o mesmo que um PDA e vem com transdutor de 3,5 MHz e 7MHz.
O cartão microSD incluído permite salvar até 20.000 imagens obtidas pelo dispositivo. Com o SigViewer software é possóvel fazer um rápido upload de dados e imagens para o seu computador, para relatórios, arquivos e impressão, ou até mesmo para e-mail.

fonte: medgadget

21 de abr. de 2009

Prontuário Eletrônico da Panassonic: Panasonic Toughbook H1

A Panasonic lançou o Panasonic Toughbook H1 mobile clinical assistant (MCA), baseado nos atuais netbooks que poderá ajudar as equipes médicas a terem uma comunicação interna muito mais eficiente. Entre outros recursos, o portátil deve obter informações dos pacientes por meio de LAN wireless.

O produto é construído segundo o conceito de toughbooks. Segundo a Wikipedia, toughbook é o nome dado a uma espécie de laptop mais robusto — geralmente utilizado por quem presta serviços públicos, como policiais e enfermeiros — que a Panasonic vinculou à sua marca. Por ter tamanho reduzido, o toughbook médico da Panasonic é comparável aos pequenos e ágeis netbooks.

A variante de netbook apresenta uma tela LCD com tratamento anti-reflexo e dual touch screen de 10.4 polegadas, com resolução de 1024×768 pixels. Além disso, trata-se de um produto com design ergométrico que se adapta às mãos em duas alças, uma para carregar e outra segurar co firmeza durante a operação. Essa última alça também serve como base de apoio enquanto se utiliza o aparelho em uma mesa, por exemplo.

Chamada H1 Mobile Clinical Assistant, a tablet pode ser desinfetada com álcool, sem qualquer problema, e é resistente a quedas e choques, de acordo com o site GottaBeMobile.com.
O toughbook roda o Windows Vista Business Service Pack 1, com opção de XP Tablet, e possui componentes similares aos de um netbooks: processador Intel Atom de 1.86 GHz, memória RAM de 1 GB e 80 GB de espaço em disco.
Já que a mesma tablet pode ser utilizada por diversas pessoas, há um sistema de checagem de ID com smart card no qual sequer é preciso encostar o cartão para que a leitura de dados ocorra. A identificação de usuários também pode ser feita por meio de leitura de impressões digitais.

A identificação dos pacientes não é diferente. Por intermédio de uma rede Wi-Fi, é possível buscar todo o histórico de uma pessoa: basta posicionar o leitor RF-ID próximo à pulseira de identificação para exibir todo o histórico do paciente. A LAN wireless também pode fazer controle de medicamentos pela leitura de códigos de barra.




Para fazer maiores registros, há uma câmera integrada de 2.0 MP que permite fotografar pacientes para arquivo. A tecnologia acompanha Bluetooth e sua bateria de longa duração.
O toughbook está disponível para venda desde janeiro de 2009 e deve custar US$ 2.799.






Entenda mais assistindo ao vídeo:


Fonte: faxsindical

24 de fev. de 2009

Laptop com Ultrasom acoplado para médicos


A Siemens criou um laptop especial para médicos, pronto para fazer ultra-som de seus pacientes. O foco principal são os cardiologistas, já que o notebook vem com aplicações para uso cardio-vasculares e para uso em salas de cirurgia.
Batizado de Acuson 50, o laptop é perfeito para médicos porque além de ser portátil, também serve para suas atividades do dia-a-dia, como ler emails, navegar na internet e elaborar documentos.
Cynara Peixoto é autora do blog Mundo Tecno e escreveu o post Laptop para médicos.