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5 de nov. de 2013

Novas regras para Certificação de Software pela SBIS/CFM

Foi publicada a  Edição 2013 (versão 4.1) do Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES) SBIS-CFM. Os valores para a nova certificação ainda não estão definidos. Quem já tinha se inscrito para certificação, assim como quem se inscrever agora, terá um prazo de 90 dias para ser certificado na versão 3.3 do Manual. Os sistemas já certificados tem um prazo mínimo de 6 meses para se adequarem às novas regras.

Esta nova versão apresenta evoluções no processo e nos requisitos de conformidade, contemplando novos requisitos assim como melhorias no texto e atualizações dos já existentes, tornando-os mais claros e objetivos.

As mudanças mais significativas foram:
    • Classificação em categoria Básica ou Ambulatorial, onde a básica destina-se à assistência à saúde de indivíduos e o Ambulatorial é voltado para a assistência ambulatorial. Muitos requisitos que são recomendados para os S-RES na categoria Básica, são mandatórios na Ambulatorial. Continua a classificação em NGS1 e 2 (com e sem certificado digital).
    •  14  itens relacionados a documentação do softwares  (manuais) passam a ser mandatórios, ao invés de recomendados.
    • Criados requistos de privacidade como, por exemplo, concordância com termos de uso e restrições de transmissão e exportação dos dados do prontuário do paciente.
    • No caso de NGS2, com relação ao uso de certificados digitais, foram criados novos requistos tornando mais claros os processos, como por exemplo, no caso do profissional de saúde estar sem o certificado digital em sua posse.
    • Novos requistisitos relacionados a Carimbo de tempo, Certificado de atributo e Impressão de registro assinado digitalmente.
    • Retirada do Manual os requisitos de Funcionalidade relacionados a estrutura mínima do prontuário, com todos os campos anteriormente obrigatórios.

Acesse a página da Certificação em www.sbis.org.br/certificacao para obter a nova versão e outros documentos pertinentes.

9 de dez. de 2012

Formação de consultores e auditores em Certificação de Softaware Médicos


Essa semana foi realizada a segunda fase do EduCert  - Programa de Formação de Consultores e Auditores em Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde, no HC da USP em Ribeirão Preto. Foi ministrado pelo Prof.Dr. Renato Marcos Endrizzi Sabbatini, do Instituto Edumed para Educação em Medicina e Saúde, Campinas, SP. Estive presente e posso afirmar que o curso foi excelente! Aguardo ansiosamente a terceira fase do curso.


Também estiveram presentes Dr. Marivan Abrahão, presidente do Instituto HL7 Brasil e o prof. Ivan Ricarte, da UNICAMP e autor do livro Prontuário Médico, uma obra de referência para todos que pretendem desenvolver Registro Eletrônicos em Saúde. Ele me deu o grande prazer de conhecer a Profª Cristiane Galvão, da FMRP- USP, autora do livro. Foi indesculpável que eu não tenha tido tempo de fazer uma entrevista com ela para o blog. 
 
Para quem se interessa pelo tema, o curso tem como objetivo formar consultores de implementação e pré-auditoria ou auditoria de processos de qualificação e certificação de Sistemas de Registros Eletrônicos de Saúde (S-RES) implementado pela SBIS/CFM (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde e Conselho Federal de Medicina).

EduCert 
Programa de Formação de Consultores e Auditores em Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde

5 de nov. de 2012

Lista de Prontuários Eletrônicos (web ou dekstop)


A procura por Prontuários Eletrônicos (PEP) aqui no blog e no grupo de Informática Médica no facebook é sempre grande. Assim, resolvi deixar uma lista nas páginas na coluna à direita para facilitar a vida de quem quer ver as possibilidades existentes no mercado hoje.


A lista está dividida em PEPs certificados pela SBIS e outras sugestões. E o que muda em um PEPE certificado para um que não é?

motivos para escolher um PEP certificado

O que é certificação Digital



Para mais informações, acesse o post: Cartilha sobre prontuário eletrônico do CFM/SBIS



17 de jul. de 2012

Curso de Certificação de Software Médico SBIS/CFM em Belo Horizonte


O INSTITUTO HL7 BRASIL, está promovendo o CURSO DE CERTIFICAÇÃO DE REGISTROS ELETRÔNICOS DE SAÚDE PELO PROCESSO SBIS/CFM que será realizado nos dias 09 e 10 de agosto de 2012, na cidade de Belo Horizonte, MG.

O principal objetivo do INSTITUTO HL7 BRASIL é a formação, a capacitação e a certificação de pessoas em sistemas de informação em saúde, e assim contribuir para a melhoria e a integração dos sistemas de informação em saúde.

  • APOIO:
- Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS
- ALERT Serviços de Licenciamento de Sistemas de Informática para a Saúde, LTDA
- Instituto Edumed

  • OBJETIVO:
Detalhar o Processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde SBIS/CFM e principalmente os seus requisitos, conforme definido no Manual de Certificação de S-RES SBIS/CFM, em sua versão de 2009.

Este curso é pré-requisito para os passos seguintes de capacitação de auditores e consultores em certificação de registros eletrônicos de saúde.

  • PÚBLICO ALVO:
O curso destina-se a todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com projetos de registro eletrônico em saúde, prontuário eletrônico do paciente e troca de informações em saúde, como gestores e administradores de instituições de saúde, desenvolvedores de sistemas (gestores de TI, consultores, analistas de sistemas, analistas de negócios, programadores, etc) e profissionais clínicos interessados no tema.

  • TÓPICOS DO CURSO:

1. Entendendo o processo de Certificação SBIS-CFM
2. Introdução aos padrões e normas técnicas e de qualidade em Informática em Saúde
3. Análise dos Requisitos de Segurança e Certificação Digital de RES (NGS1 e 2)
4. Análise dos Requisitos de Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades de RES
5. Procedimentos para auditoria e certificação de RES pela SBIS
6, A Versão 4 (2012) do Manual de Certificação

  • DOCENTES:
- Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini (Instituto Edumed e UNICAMP, Secretário do Instituto HL7)
- Dr. Marivan Santiago Abrahão (Presidente do Instituto HL7 Brasil)

  • DATA E LOCAL:
9 e 10 de agosto de 2012, das 8:00 as 16:00h, com intervalo para o almoço.

Auditório do Edifício Atlântico: Avenida Afonso Pena, 4100, 4º andar , Cruzeiro - Belo Horizonte - MG
Estacionamento não incluso - Acesso pela Rua Muzambinho.

  • CARGA HORÁRIA:

- 14 horas aula presenciais, 6 horas de atividades pelo site. Total de 20 horas.

  • CERTIFICAÇÃO

- pelo Instituto HL7 Brasil, aos aprovados no curso.

  • SITE DE APOIO:

O curso terá também um site de apoio pela internet, no qual serão disponibilizados para os alunos todos os materiais didáticos e de apoio como slides das aulas, manuais, artigos, exercícios e provas, assim como um fórum para resolução de dúvidas.

  • INVESTIMENTO :

Associados HL7 /SBIS: R$ 720,00
Não associado : R$ 890,00

- O valor total pode ser parcelado no cartão de crédito. Os juros são acrescidos ao valor final, dependendo do número de parcelas selecionadas.
- As empresas não associadas que inscreverem 2 ou mais alunos, pagaram o preço de associado HL7/SBIS.
- Devido ao número limitado de vagas (50), a ordem de inscrição para o curso será de acordo com a confirmação do pagamento



      

22 de mai. de 2012

Instituto do Câncer torna-se primeiro hospital 100% digital do Brasil

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) é o primeiro hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) do país a operar 100% com tecnologia digital.

A instituição acaba de implantar o processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, com reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

A tecnologia permite eliminar o arquivamento de prontuários em papel. Isso significa reduzir drasticamente o volume de impressos, resultando em vários ganhos. O primeiro benefício vem na forma de uma otimização do espaço físico, permitindo aproveitar a área do Instituto para ampliar o espaço hospitalar voltado diretamente para assistência. O segundo é uma maior agilidade no atendimento, já que não haverá mais perda de tempo devido ao trânsito do prontuário papel de um setor a outro.


Melhores práticas de Medicina
Mas a conquista mais importante pode vir para os pacientes.

O nível de segurança obtido com o prontuário eletrônico e certificação digital de toda a equipe de assistência garantem que, em todos os processos, haja uma conduta uniforme. Será também mais fácil garantir o padrão das melhores práticas de medicina, além de ser possível identificar em todos os passos, quem, quando, onde, e como foi executado um procedimento.

Os benefícios conquistados com a certificação também incluem a eliminação do retrabalho, comum nos processos de prontuário eletrônico sem assinatura, e otimizam as rotinas hospitalares. Agora, ao prescrever uma medicação, o médico não precisa mais esperar o prazo da enfermagem para assinar a prescrição em papel. O pedido eletrônico é válido e de acesso simultâneo a todas as áreas envolvidas.

O sistema implantado no Instituto também elimina completamente a possibilidade de falsificação de assinaturas. "Diferente de um carimbo médico, que pode ser facilmente replicado, cada assinatura digital é única", garante o diretor de Tecnologia da Informação do Icesp, Kaio Bin.

15 de fev. de 2012

Cartilha sobre prontuário eletrônico do CFM/SBIS

O Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde estão lançando a "Cartilha sobre Prontuário Eletrônico - a Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico de Saúde".

Essa publicação traz em uma linguagem acessível o que um prontuário eletrônico precisa ter para cumprir as exigências de autenticidade, confidencialidade e integridade das informações de saúde, o que é certificação digital, por que é necessária e as principais dúvidas dos médicos.


limitações do prontuário de papel e vantagens do eletrônico

O que é necessário para paperless

o que é certificação de software

Dúvidas

linkda cartilha: http://www.sbis.org.br/certificacao/Cartilha_SBIS_CFM_Prontuario_Eletronico_fev_2012.pdf




Precisa de  assessoria para certificação do seu software? Acesse http://timedicina.com.br/serviccedilos.html e entre em contato contato@timedicina.com.br

31 de ago. de 2011

Padrões de Interoperabilidade do SUS - nova portaria

A portaria que regulamenta o uso de padrões de interoperabilidade e informação em saúde para sistemas de informação em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, nos níveis Municipal, Distrital, Estadual e Federal, e para os sistemas privados e do setor de saúde suplementar são:
  • openEHR: é uma resposta à exigência de interoperabilidade semântica, abrangendo o Information Model (RM), Archetype Model (AM) e Service Model (SM). É uma plataforma de sistemas que permite interoperabilidade entre sistemas de saúde.
  • HL7: será usado para estabelecer a interoperabilidade entre sistemas com vista a integração dos resultados e solicitações de exames. O HL7 é um protocolo internacional para intercâmbio de dados eletrônicos em todos os ambientes da área da saúde, integrando informações de natureza clínica e administrativa. Na versão 3 garante interoperabilidade funcional e semântica, utiliza XML, abrange maior quantidade de serviços de saúde, é implementada em dispositivos médicos e ainda possui aceitação no domínio de saúde.
  • HL7 CDA (Clinical Document Architecture): definição da arquitetura do documento clínico. Proporciona que os documentos sejam legíveis pela máquina tanto quanto por humanos.
  • LOINC: será usado para codificação de exames laboratoriais. Logical Observation identifiers, Names and Code. Base de dados com códigos, nomes e sinônimos de mais de 6300 exames laboratoriais. HL7 compatível, parcialmente traduzido para o português, gratuito, multiaxial.
  • SNOMED: será usado para codificação de termos clínicos e mapeamento das terminologias nacionais e internacionais em uso no país, visando suportar a interoperabilidade semântica entre os sistemas. Systematized Nomenclature of Humans and Veterinary Medicine. É um sistema de classificação abrangente, de nomenclatura multi-axial, criado para a indexação do registo clínico completo incluindo sinais e sintomas, diagnósticos e procedimentos, e que pretende a integração completa de toda a informação do registro médico eletrônico numa única estrutura de dados. Versões: SNOMED RT (Systematized NOmenclature of MEDicine Reference Terminology), e SNOMED CT (Clinical Terms). Disponível em 12 línguas. Mapeamento para LOIC, CID10, NIC, NANDA, NOC.
  • TISS será usado interoperabilidade com sistemas de saúde suplementar. 
  • DICOM: será usado para a representação da informação relativa a exames de imagem.
  • ISBT 128: será usado para codificação de dados de identificação das etiquetas de produtos relativos ao sangue humano, de células, tecidos e produtos de órgãos.
  • ISO 13606-2: será usado para a interoperabilidade de modelos de conhecimento, incluindo arquétipos, templates e metodologia de gestão. 
  • Patient Identifier Cross-Referencing (IHE-PIX): será usado para cruzamento de identificadores de pacientes de diferentes sistemas de informação. Permite a identificação inequívoca de pacientes cujos registos tenham origens diversas.
  • CID: Código Internacional de Doenças
  • TUSS: Terminologia Unificada da Saúde Suplementar
  • CIAP-2 (Atenção primária de saúde), versão brasileira da ICPC-2 (International Classification of Primary Care). Sistema de classificação para os cuidados primários de saúde.
  • CBHPM (Classificação brasileira hierarquizada de procedimentos médicos)
  • Tabela de procedimentos do SUS
Para a interoperabilidade entre os sistemas dos SUS será utilizado a tecnologia Web Service, no padrão SOAP 1.1. Outros padrões definidos serão o WSSecurity para criptografia e assinatura digital das informações, e os URI e WSDL (Web Service Description Language) para os Webservices. Uma Comissão será responsável por isso no MS, e os padrões constarão de Catálogo de Padrões de Interoperabilidade de Informações de Sistemas de Saúde (CPIISS), publicado pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS).

Fonte: Informativo por prof. Renato M.E. Sabbatini em SBIS News

29 de jan. de 2011

Infraestrutura de TI para implementação de um PEP ou S-RES

Do blog do Dr. Leonardo Diamante vem esse artigo muito interessante:

As comunidades que se relacionam com as questões de TI em saúde estão preocupadas com a certificação dos sistemas e já existe uma sinalização da necessidade da certificação dos profissionais de informática em saúde. Mas esta discussão deve abranger também recomendações de infra-estrutura que são necessárias para que os sistemas funcionem de acordo com o esperado.

Essas questões são importantes para criar uma padronização da estrutura mínima, baseada na estrutura do software. O raciocínio inverso também poderia ser aplicado, de forma tal a que poderemos passar a cobrar das empresas de softwares que desenvolvam soluções baseados na infra-estrutura conhecida, evitando eventuais necessidades de supercomputadores ou de infra-estrutura altamente complexas. É preciso ter em mente evitar que sistemas exijam estruturas super dimensionadas, exigência que via de regra só é posta após a compra do sistema e implica em despesas altíssimas por parte do contratante, que muitas vezes não está preparado para arcar com esse tipo de investimento.

Seria interessante, por exemplo, estabelecer a infra-estrutura necessária para manter um S-RES em Instituições de Saúde. 
  • Qual a infraestrutura mínima correta, inclusive configuração de equipamentos? 
  • Qual a abrangência desta infra estrutura?
  • Quais os setores devem estar equipados obrigatoriamente? 
  • Qual o padrão de cabeamento para os centros cirúrgicos, por exemplo? 
  • Quais as metodologias de atendimento do pessoal de suporte? 
  • Seguir a ITIL é uma boa solução?
Entretanto sabemos que as questões de tecnologia são muito dinâmicas e a resposta não é simples e pode estar na dependência de variáveis como o tamanho da Instituição, a quantidade e dos tipos de atendimentos realizados, a política de gestão, as aplicações utilizadas e a disponibilidade de recursos financeiros para investimento.

No nível governamental existe um projeto que pretende reestruturar toda infraestrutura dos Hospitais Universitários Federais,, com novos Servidores, Estações de trabalho, Rede Estruturada e etc., inclusive prevê a adoção de práticas de Governança de TI, como ITIL, Cobit, PmBok e outros, que podem servir de referência para outras Instituições de Saúde.

Portanto, já existe uma iniciativa no intuito de estabelecer padrões ou recomendações para a infraestrutura de TI nas Instituições de Saúde em nível de governo, mas ainda falta muito para se alcançar um nível de maturidade satisfatório.

Em termos de certificação de software pelo CFM/SBIS, penso que uma instituição que vá implementar um software certificado, deveria passar por uma homologação do ambiente em que está sendo rodado, pois todas as qualidades do sistema podem ser comprometidas se o ambiente for inadequado, o que infelizmente não é raro. Uma aplicação submetida a uma infraestrutura inadequada não irá proporcionar os resultados esperados e podem resultar em uma decepção em todos os sentidos. Todas as questões de segurança da informação discutidas durante a evolução de um S-RES ou PEP podem estar comprometidas se a infra-estrutura não for adequada, tendo que se levar em consideração também a redundância de energia, de armazenamento, de link de internet, backup eficientes para vários discos, criptografia da base etc. e é preciso que se diga que estas práticas, políticas e ações dependem muito mais da instituição, do que do sistema ou do desenvolvedor do RES.

Uma passada rápida nos quesitos de infra-estrutura de qualquer empresa de bom nível passa por avaliação de servidores, storage, comunicação de dados, voz e vídeo (equipamentos e meios de comunicação - cabo/wireless), impressoras, leitores de código de barras, de cartões e biometria, dispositivos clínicos, totens, displays, energia, hidráulica, iluminação, climatização, mobília, controle de acesso físico, segurança patrimonial, ambientalização, decoração, o que mostra bem a complexidade do assunto.

É preciso levar em consideração que a necessidade de interoperabilidade, portabilidade e mobilidade dos sistemas de saúde estarão no mercado rodando em plataformas móveis, vejam que até é possível o software rodar todo em um telefone celular ou table PC e outros similares o que envolve multiplataformase alguns deles já rompem barreiras de processamento de alguns computadores tradicionais.
Portanto não adianta uma Instituição de Saúde, simplesmente adquirir um S-RES certificado, se não há garantia que o sistema funcionará bem na infra-estrutura existente, portanto a homologação do ambiente com identificação das funcionalidades que a aplicação demanda, seguida de recomendação adequada para o sistema que será implantado.

23 de jan. de 2011

SoulMV - lançamento da MV para instituições de saúde com PEP e software de gestão


Fiquei bem empolgada quando vi a propaganda do SoulMV. Principalmente por ser um sistema certificado pela SBIS/CFM no NSG2, ou seja, com certificação digital, para atenção ambulatorial. Gostaria de ter acesso a uma demo para vê-lo em funcionamento.
Aí estão as qualidades do produto:

Padrão web

Todas as soluções funcionam na plataforma web, com design inovador e tecnologia de última geração.

Customizável

É totalmente adaptável a sua necessidade, sem alterar o funcionamento geral.

Prontuário Eletrônico

Elimina a necessidade de impressão dos prontuários dos pacientes. Os documentos ficam gravados eletronicamente, armazenados com toda segurança e praticidade.

Modelo de Gestão

Oferece um conjunto de relatórios e gráficos pré-formatados mais utilizados pelos clientes MV.

Solução para as áreas pública e privada

Tecnologia que garante a gestão dos processos de instituições particulares e governamentais, atendendo aos diferenciais de cada unidade.

Unidades de diferentes segmentos

Soluções para gestão de hospitais, planos de saúde, secretarias de saúde, complexo regulador, programa de saúde da família (PSF), unidade básica de saúde (UBS), pronto atendimento, ambulatório médico, serviços de diagnóstico e assistência farmacêutica.

Necessidades clínicas, assistenciais, administrativas e de gestão

O funcionamento de todas as áreas da instituição é guiado e monitorado permanentemente, desde o prontuário eletrônico, passando pelas atividades estratégicas, até a contabilidade e os custos.

Individual ou em rede

A solução pode ser utilizada em apenas uma unidade de saúde, duas ou mais instituições com todas as informações interligadas.

Mobilidade

Todas as informações do sistema podem ser acessadas com segurança de qualquer lugar, dentro ou fora da unidade, em um computador, palm, tablet pc ou celular.


25 de nov. de 2010

II Curso Telepresencial de Certificação SBIS/CFM - Brasília e Fortaleza

Curso Oficial de Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde SBIS/CFM
Simultaneamente em Fortaleza e Brasília


Em uma iniciativa conjunta da Gerência de Certificação e da Diretoria de Educação e Capacitação Profissional, a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde irá realizar nos dias 9 e 10 de dezembro de 2010 a segunda turma a distância do Curso Oficial de Certificação SBIS-CFM, em Brasília e em Fortaleza. Interessados de outras cidades próximas poderão participar.
O curso é um pre-requisito para ser consultor ou auditor oficial do processo de certificação.

  • Público Alvo:

O curso destina-se a todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com projetos de registro eletrônico em saúde, prontuário eletrônico do paciente e troca de informações em saúde, como gestores e administradores de instituições de saúde, desenvolvedores de sistemas (gestores de TI, consultores, analistas de sistemas, analistas de negócios, programadores, etc) e profissionais clínicos interessados no tema. O curso também contempla os requisitos de certificação, autenticação, assinatura e criptografia digital, segundo o CFM e o ICP Brasil, para instituições que pretendam ser paperfree.

  • Tópicos do curso:

1. Entendendo o processo de Certificação SBIS-CFM
2. Análise dos Requisitos de Segurança (NGS1 e NGS2)
3. Análise dos Requisitos de Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades
4. Procedimentos para auditoria e certificação

Locais: Sede da Associação Médica de Brasilia, DF. e Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE

Será adotado o modelo telepresencial por videoconferência interativa, com transmissão das aulas a distância e participação dos alunos exclusivamente em uma sala de aula remota. A transmissão contará com comunicação bidirecional de áudio, vídeo e chat entre os instrutores e a sala de aula remota, que terá a presença de um monitor local.

Datas e Horários: 09 e 10 de dezembro de 2010, das 9:00 às 18:00 horas.

Certificação: Os alunos que cumprirem a carga horária e o processo de avaliação receberão um certificado emitido pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, que será pré- requisito para atuar como consultor ou auditor de sistemas de certificação médica digital.

O conteúdo e duração do curso serão exatamente os mesmos dos cursos presenciais realizados em São Paulo, assim como o material de apoio e os certificados de conclusão. O curso terá também um site de apoio pela internet, no qual serão disponibilizados para os alunos todos os materiais didáticos e de apoio como slides das aulas, manuais, artigos, exercícios e provas, assim como um fórum para resolução de dúvidas.

Maiores informações sobre o curso, bem como o formulário de inscrição podem ser acessados no endereço:


Você receberá um boleto por email para realizar o pagamento da taxa de inscrição.

Vagas Limitadas: recomendamos aos interessados efetuar a inscrição o mais breve possível.

Coordenadores locais:
DF: Dra. Valdenize Tiziani (vtiziani@gmail.com) e Dr. Hervaldo Sampaio Carvalho (carvalho@unb.br)
CE: Dr. Luiz Roberto de Oliveira (lro@ufc.br)

Eu fiz o curso telepresencial de Ribeirão Preto e achei o aproveitamento muito bom. Recomendo.

21 de set. de 2010

Itens de interesse na certificação de software médico


O I Curso Telepresencial de certificação de Software da SBIS/CFM que está sendo realizado em Ribeirão Preto tem como objetivo explicitar além dos tramites legais para a certificação de software médico, as funcionalidades e os componentes exigidos para o mesmo.
Alguns pontos que achei interessantes:

  1. Se o software oferece suporte a delegação de poder, ou seja, nova atribuição para um papel previmanente definido, esta deverá ser temporária. Essa delegação de poder pode ocorrer no caso de uma enfermeira, por exemplo, que irá inserir resultados de exames em prontuário na ausência do médico.
  2. É mandatório que o paciente tenha acesso a TODAS as informações contidas no prontuário eletrônico,caso ele assim deseje. Seja eletronicamente (acesso por meio de login e senha ou acesso por meio de um papel de usuário que permita realizar essa atividade pelo paciente), seja impresso. Nesta caso o sistema deverá disponibilizar uma interface para a impressão de todo o prontuário e uma declaração do usuário de que está recebendo essas informações.
  3. Não é permitido excluir ou alterar dados já existentes no Registro eletrônico de Saúde. Ações de correção devem preservar dados antigos e devem constar da impressão do prontuário.

1 de set. de 2010

I Curso Oficial de certificação SBIS-CFM Telepresencial

Em uma iniciativa conjunta da Gerência de Certificação e da Diretoria de Educação e Capacitação Profissional, a SBIS irá realizar nos dias 18 e 25 de setembro de 2010 a primeira turma à distância do Curso Oficial de certificação SBIS-CFM.

  • Tópicos do curso:

1. Entendendo o processo de Certificação SBIS-CFM
2. Análise dos Requisitos de Segurança (NGS1 e NGS2)
3. Análise dos Requisitos de Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades
4. Procedimentos para auditoria e certificação

  • Público Alvo:

O curso destina-se a todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com projetos de registro eletrônico em saúde, prontuário eletrônico do paciente e troca de informações em saúde, como gestores e administradores de instituições de saúde, desenvolvedores de sistemas (gestores de TI, consultores, analistas de sistemas, analistas de negócios, programadores, etc) e profissionais clínicos interessados no tema.

  • Metodologia

Será adotado o modelo telepresencial, com transmissão das aulas à distância e participação dos alunos exclusivamente em uma sala de aula remota, no Hospital das Clínicas da USP de Ribeirão Preto/SP. A transmissão contará com comunicação bidirecional de áudio, vídeo e chat entre os instrutores e a sala de aula remota, que terá a presença de um monitor local.

Outra novidade é a criação de taxas de inscrição bastante reduzidas para alunos de graduação, com o objetivo de aumentar o acesso dos estudantes a este que é um dos temas mais relevantes no atual cenário da Informática em Saúde no Brasil.

O conteúdo e duração do curso serão exatamente os mesmos dos cursos presenciais realizados em São Paulo, assim como o material de apoio e os certificados de conclusão. O curso terá também um site de apoio pela internet, no qual serão disponibilizados para os alunos todos os materiais didáticos e de apoio como slides das aulas, manuais, artigos, exercícios e provas, assim como um fórum para resolução de dúvidas.

Maiores informações sobre o curso, bem como o formulário de inscrição podem ser acessados no endereço 


Recomendamos aos interessados efetuar a inscrição o mais breve possível, pois as vagas são limitadas.

Aqueles que tiverem interesse em organizar uma turma do curso à distância na sua cidade ou instituição, entrem em contato com a SBIS através do e-mail treinamento@sbis.org.br e verificaremos a viabilidade para a execução, inclusive em relação à quantidade mínima de inscrições.



Realização:
Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS
Gerência de Certificação de Software
http://www.sbis.org.br/certificacao
Diretoria de Educação e Capacitação Profissional
http://www.sbis.virtual.org.br