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29 de jul. de 2017

Inscrições abertas para Congresso de Prontuário Eletrônico e e-Saúde em SP - 18 a 20/09



As inscrições para o Congresso Internacional eSAÚDE & PEP 2017, realizado pela Sociedade Brasileira de Informática e Saúde - SBIS. O período inicial de inscrições conta com valores reduzidos até o dia 11/08.


Profissionais de hospitais, clínicas, consultórios, operadoras, secretarias de saúde, universidades, consultorias, empresas de software e outros poderão, ao longo dos três dias do evento, conhecer, se atualizar e discutir como a tecnologia pode contribuir na gestão e na assistência à saúde, através de uma abordagem que irá dos conceitos aos aspectos práticos dos temas apresentados.

De 18 a 20 de setembro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, grandes especialistas irão apresentar e debater os principais aspectos da Saúde Digital e do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).

25 de fev. de 2016

CBIS 2016- Congresso de Informática em Saúde em Goiânia de 27 a 30/07



A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS, juntamente com a Comissão de Governança da Informação em Saúde da Universidade Federal de Goiás - CGIS-UFG (Comissão de Organização Local), realizarão no período de 27 a 30 de novembro, em Goiânia-GO, o CBIS 2016 - XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde.O CBIS é um evento com ampla programação técnica e científica, com exposições de empresas e soluções do setor.

Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016


Eixos Temáticos para Submissões:

  • Eixo I: Sistemas clínicos
Dispositivos móveis aplicados ao cuidado em saúde (m-Health)
Padrões para troca de informações
Plataformas e portais para pacientes
Prontuário eletrônico
Registro eletrônico em saúde
Robótica e realidade virtual aplicados ao cuidado em saúde
Computação gráfica e processamento de sinais e imagens em saúde
Sistemas de apoio à decisão clínica
Sistemas de prescrição e ordens
Sistemas para enfermagem
Sistemas para equipe multidisciplinar e outras áreas da saúde
Telessaúde

  • Eixo II: Informática disciplinar e transdisciplinar aplicada à saúde
Aplicações em dispositivos móveis para educação em saúde e auto-cuidado
Apoio ao ensino e educação continuada
Biodispositivos
Bioinformática translacional
Ética aplicada à informática em saúde
Infodemiologia: epidemiologia e big-data
Informática aplicada à farmácia
Informática aplicada à odontologia
Mineração de dados e Big data
Portais de informação em saúde
Processamento de imagens e sinais biomédicos
Segurança da informação
Sistemas de informação georreferenciada
Terminologias, ontologias, vocabulários controlados

  • Eixo III: Organização, gestão e impacto social da informática em saúde
Formação de Recursos Humanos
Financiamento e Valorização de P&D em Informática em Saude
Acesso à informação
Avaliação de tecnologias em saúde
Barreiras para implementação de sistemas clínicos
Indicadores de saúde: painéis de monitoramento, salas de situação, controle de epidemias
Os sistemas de informação na Saúde Pública
Outros aspectos em saúde pública
Política nacional de informática em saúde
Políticas públicas para saúde com apoio da informática
Estratégia de e-Saúde para o Brasil
Revisões sistemáticas sobre Informática em Saúde
Segurança da informação, aspectos legais e questões éticas em sistemas nacionais

  • Datas Importantes:
Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016
Notificação de aceite: 08/08/2016
Envio da versão final para anais do evento: 31/10/2016
Prazo para inscrição de pelo menos um coautor: 31/10/2016
Publicação online dos anais do evento: 25/11/2016
Siga o CBIS 2016 nas redes sociais.

Saiba Mais!

9 de fev. de 2014

Em busca do Hospital Digital

Palestra gravada no IV Ciclo de Seminários On-Line de Tecnologias de Informação em Saúde, promovida pela Diretoria de Educação e Capacitação Profissional em Informática em Saúde da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS), pelo Dr. Cláudio Gluliiano Alves da Costa, em 2013.

5 de nov. de 2013

Novas regras para Certificação de Software pela SBIS/CFM

Foi publicada a  Edição 2013 (versão 4.1) do Manual de Certificação para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde (S-RES) SBIS-CFM. Os valores para a nova certificação ainda não estão definidos. Quem já tinha se inscrito para certificação, assim como quem se inscrever agora, terá um prazo de 90 dias para ser certificado na versão 3.3 do Manual. Os sistemas já certificados tem um prazo mínimo de 6 meses para se adequarem às novas regras.

Esta nova versão apresenta evoluções no processo e nos requisitos de conformidade, contemplando novos requisitos assim como melhorias no texto e atualizações dos já existentes, tornando-os mais claros e objetivos.

As mudanças mais significativas foram:
    • Classificação em categoria Básica ou Ambulatorial, onde a básica destina-se à assistência à saúde de indivíduos e o Ambulatorial é voltado para a assistência ambulatorial. Muitos requisitos que são recomendados para os S-RES na categoria Básica, são mandatórios na Ambulatorial. Continua a classificação em NGS1 e 2 (com e sem certificado digital).
    •  14  itens relacionados a documentação do softwares  (manuais) passam a ser mandatórios, ao invés de recomendados.
    • Criados requistos de privacidade como, por exemplo, concordância com termos de uso e restrições de transmissão e exportação dos dados do prontuário do paciente.
    • No caso de NGS2, com relação ao uso de certificados digitais, foram criados novos requistos tornando mais claros os processos, como por exemplo, no caso do profissional de saúde estar sem o certificado digital em sua posse.
    • Novos requistisitos relacionados a Carimbo de tempo, Certificado de atributo e Impressão de registro assinado digitalmente.
    • Retirada do Manual os requisitos de Funcionalidade relacionados a estrutura mínima do prontuário, com todos os campos anteriormente obrigatórios.

Acesse a página da Certificação em www.sbis.org.br/certificacao para obter a nova versão e outros documentos pertinentes.

15 de jul. de 2013

Empresa americana de mHealth lança programa de certificação de aplicativos médicos

Como já mencionado em outros posts nesse blog, como aqui,  a preocupação com a segurança dos apps médicos e de saúde já é um assunto que tem surgido muito frequentemente na web. A possibilidade de  violação da confidencialidade do paciente nos aplicativos, conflitos de interesses e defeitos nos apps de tomada de decisão poderiam prejudicar mais do que ajudar no tratamento e prevenção, tanto por parte dos profissionais de saúde quanto dos próprios pacientes.

Happtique, uma empresa de soluções mHealth, anunciou o Programa de Certificação de App Happtique, que consite em ajudar os profissionais de saúde e consumidores a identificar os aplicativos médicos, de saúde e fitness que possuem conteúdo confiável, segurança para os dados do usuário e funcionam como descritos, ou seja, se cumprem requistos técnicos de operacionalidade, privacidade e os padrões de segurança. É como o programa de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde da SBIS, mas para aplicativos. Inclusive essa é uma área que a SBIS já está avaliando para certificação, mas sem previsão ainda.

Os testes padrões são conduzidos pela Intertek, líder mundial em software de teste, inspeção, certificação e serviços de auditoria. 
Para se qualificar para se apresentar para a certificação, o conteúdo de um aplicativo deve ser em Inglês; rodar nativamente no iOS, Android, Blackberry, ou dispositivos com Windows; ser destinados para venda ou uso nos EUA, e pertencem a pelo menos um dos seguintes áreas:
  • Prestação de cuidados de saúde
  • Monitoramento e gestão em saúde
  • Avanço da saúde ou conhecimentos médicos
Selo que garante operacionalidade, segurança e privacidade nos aplicativos médicos e de saúde

O processo se resume em duas fases: primeiro o app passa por testes para determinar a sua conformidade com as Normas Técnicas, e se passarem nessa avaliação serão submetidos a revisão de conteúdo.

Além disso, os aplicativos que requerem qualquer tipo de certificação pública ou privada (por exemplo, a aprovação da FDA), registro, compensação, ou aprovação semelhante, devem obtê-las antes de submeter um pedido de certificação à HACP. 
Quem tiver interesse pela nos requisitos técnicos, pode acessá-los nesse link.

Empresa americana de mHealth lança programa de certificação de aplicativos médicos é um artigo original do blog TI Medicina. Quando opiá-lo, citar a fonte.

28 de mai. de 2013

Residência médica em Informática médica na Argentina, como é a formação e suas atribuições

fonte foto

O Hospital Italiano em Buenos Aires é uma referência em Informática Médica. Possui um programa de residência médica formando profissionais em Informática Médica capazes de apoiar o trabalho de outros médicos, com ferramentas da Administração e Gerenciamento, assim como o uso de novas tecnologias da Ciência da Computação e da Informação. Pela definição dos residentes de um informata médico:
"... novo campo dentro do qual é a ciência da saúde, que é interdisciplinar, porque nós trabalhamos em conjunto com os enfermeiros, engenheiros, sociólogos procurando maneiras de fazer melhorar o uso da informação para resolver problemas, para explorar formas de ter um impacto sobre a saúde da população em geral. Nós gerenciamos informações e procuramos maneiras de usar as informações que temos disponíveis." Alfredo Almerares. Residente de Informática Médica. Realizou previamente residência em Pediatría
"... eu defino como a aplicação da tecnologia da informação para ajudar as pessoas na resolução de problemas específicos e de saúde geral." Andrea Nishioka. Residente do primeiro ano de Informática Médica. Anteriormente, realizou uma residência em Medicina Intensiva.
"... eu digo que além dos computadores e é o que primeiro que vem à mente, eu explico que é ver os processos. Que, ao lidar com um indivíduo saudável, doente, em diferentes níveis de atenção, que fazemos a partir do computador, está otimiza os processos de maneira que facilite para o pessoal de saúde  e estes retribuem ao indivíduo uma melhor qualidade de atenção e uma melhor qualidade de saúde também." Diego Salomão. Primeiro enfermeiro residente em Informática Médica.

O programa de residência é de 4 anos ( 2 anos de clínica médica e 2 de Informática Médica) para os recém formados e de 2 anos para quem já tem especialização prévia. De segunda a sexta-feira, de 8 às 18 horas, os residentes cursam 16 matérias que são parte da carreira de Informata Médicos, reconhecida pelo Ministério da Educação, e estão envolvidos em projetos de melhora dos sistemas de informação e atuam com o consultores em outras clínicas e hospitais que estão inciando os projetos de informatização.










Ainda não há um programa de residência médica no Brasil voltada para a Informática Médica. Se algum hospital desejasse abrir um programa de residência em Informática Médica em Belo Horizonte, eu estaria disposta a ajudar.

Saiba mais sobre o programa de residência médica: link

17 de abr. de 2013

Dipirona para febre APP


por Luciana Alves



A revolução tecnológica possibilitou a prática de uma clínica onde os dados passam a ser acessados eletronicamente substituindo os tradicionais documentos em papel. Essa tendência tem movimentado todo o segmento da saúde para implantação de prontuários eletrônicos de saúde, e entre outros, sistemas de transmissão de resultados de exames de imagem e laboratoriais. 

O uso de computadores desktop para acesso a dados eletrônicos, certamente ainda irá dominar o cenário da saúde, entretanto, dividem um espaço cada vez mais ocupado pelos dispositivos móveis. A qualidade da tecnologia dos smartphones, uma revolução dos PDAs (Personal Digital Assistant também conhecidos como Palmtop Computer), e os tablets, transformaram o modo de acessar, coletar, armazenar, e tratar dados em saúde. 

Apaixonada por tecnologias, e tudo que possa facilitar o manejo e acesso a informações, inserção de dados, programação de notificações, e entre outras coisas, pelo potencial multitarefa dos dispositivos móveis, não me permito deixar de fomentar um quê de dúvida neste romance. Estes dispositivos e aplicativos entusiasmam, entretanto, é importante que façamos o exercício de pensar criticamente a respeito do que vimos instalando em nossos tablets e smartphones. 

Com a adesão crescente ao uso de aplicativos na área de saúde, seja pelo público leigo, seja por profissionais de saúde, e tendo em vista que a medicina moderna é uma ciência com forte base na tomada de decisões baseada em evidências relevantes, é importante aplacar a febre do uso indiscriminado dos aplicativos. O Food and Drug Administration (FDA), órgão responsável pela Administração da Alimentação e Medicamentos nos Estados Unidos, desde 2011 tem desenvolvido todo um trabalho para qualificar os aplicativos, e indicar aqueles que podem ser utilizados com segurança por seus usuários. Segundo o FDA, com o aumento dos aplicativos móveis também veio a necessidade de sua regulamentação, da classificação dos aplicativos médicos, estabelecimento de bases legais, requisitos e responsabilidades, tendo em foco todos os envolvidos neste cenário. 

Enquanto isso, no Brasil, quem irá regulamentar a utilização dos aplicativos com fins de aplicação à saúde? Só na Apple, por exemplo, a febre de aplicativos para iphone, disponíveis até julho de 2011, de acordo com o informado pela empresa ao FDA alcançou temperaturas de mais de 350.000 aplicativos, incluindo-se aqui os da área da saúde. 

Evidentemente o público leigo compõe a maior parcela dos usuários que consome aplicativos voltados para acesso à informação em saúde, coleta e armazenamento de dados de saúde pessoais. E isso por si só sinaliza que seu uso é uma questão de Saúde Pública. Há aplicativos que coletam, por exemplo, dados fisiológicos como a frequência cardíaca. Devido à disponibilidade de vários apps para este fim, a escolha de um aplicativo com baixa precisão na coleta de dados pode colocar a saúde do usuário em risco e induzi-lo, por exemplo, a uma má decisão na hora de avaliar a necessidade de procurar assistência médica. De quem é a responsabilidade neste caso? E a complexidade desta questão alcançaria um novo patamar se abordássemos a questão da segurança da informação de saúde coletada pelo aplicativo. 

E mais uma vez estou entusiasmada, ardendo em febre, porque adquiri novos aplicativos. Enquanto não forem determinados parâmetros de qualidade e segurança oficiais para a comercialização e disponibilização destes aplicativos para o Brasil, seja via Agência Nacional de Saúde, Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, ou pelos diversos Conselhos Federais de especialidades de saúde, sugiro aplacar a febre dos aplicativos com algumas gotas de dipirona: 

  • Nunca considere à primeira vista nenhuma tecnologia móvel ou aplicativo tão bons que não possam passar pelo crivo de uma avaliação criteriosa; 
  • Conselhos Federais de diversas especialidades da área da saúde têm desenvolvido e disponibilizado aplicativos nas apps stores. Adquirir um aplicativo advindo de uma entidade de saúde especialista no conteúdo do aplicativo adquirido é uma forma de aumentar a probabilidade de acesso a um conteúdo de qualidade; 
  • Procure por informações que possam indicar se algum estudo foi realizado para validar o aplicativo; 
  • Procure informações sobre o desenvolvedor do aplicativo. Informações por exemplo, sobre o envolvimento de profissionais de saúde especialistas na área para a qual o aplicativo foi desenvolvido; 
  • Verifique partes do conteúdo disponibilizado pelo aplicativo e veja se está correto a partir de uma fonte de consulta sabidamente de qualidade. No caso de dificuldade peça um especialista no assunto para dar sua opinião sobre a qualidade da informação; 
  • Verifique se a função do aplicativo é compatível com o dispositivo móvel que dispõe. Para visualização de imagens de RX, por exemplo, um smartphone não é o melhor dispositivo para visualizar este tipo de arquivo. Neste caso um ipad é uma opção melhor, ainda que alguns profissionais advoguem que mesmo esse tipo de dispositivo pode comprometer a avaliação de imagem visualizada. 
  • Desconfie de aplicativos que fazem promessas de cura tentadoras, como por exemplo, curar a depressão sem acompanhamento de um profissional qualificado; 
  • Lembre-se, o depoimento de uso de um aplicativo por uma pessoa pública, como um ator, por exemplo, não é parâmetro confiável para dizer da qualidade do aplicativo. 

Nota: A utilização do nome dipirona presta-se apenas para fins literários, e, portanto, não reflete qualquer indicação deste composto para tratar sintomas relacionados à febre. Consulte um médico na vigência de deste sintoma.


Drª. Luciana Alves

Neuropsicóloga, Mestre e Doutora em Ciências da Saúde, Pós-doutoranda no ICB-UFMG com temática relacionada à Infoveillance & Infodemiology – Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Dengue. É professora de Informática em Saúde, e preside a empresa Bionics Health Technology. 
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15 de dez. de 2012

A SBIS certifica qualidade no Prontuário Eletrônico?


Todos sabem ( e os que ainda não sabiam ficam sabendo agora) que a SBIS, juntamente com o Conselho Federal de Medicina, tem um Selo de Certificação de Software em Saúde. Certifica que o software cumpre uma série de requisitos de segurança que impedem o acesso a pessoas não autorizadas aos dados do paciente, a adulteração do prontuário, além de manter uma trilha de auditoria que possibilita ver "quem fez o quê e quando".

Mas a SBIS certifica qualidade do Prontuário Eletrônico?? Sim e Não.

Nesse mesmo processo de certificação há também os requisitos de estrutura e funcionalidade, como por exemplo que o prontuário precisa possuir dados de identificação do paciente, com possibilidades de mudança de endereço, estado civil, cônjuge, etc, mantendo ainda o histórico das mudanças. Deve possuir ainda, por exemplo, o manuseio de unidades, de Kg para gramas, de Fahrenheit (symbol °F) para Celsius (C°), notificação de agravos constante na portaria Nº 5, de 20/02/2006 da secretaria de Vigilância em Saúde (Poliomielite, Paralisia Flácida Aguda, Raiva Humana, Rubéola, Síndrome da Rubéola Congênita, etc). 

Todas as funcionalidades e exigências de estrutura tem como objetivo de acrescentar qualidade do PEP.

Mas Qualidade é um conceito subjetivo que está relacionado diretamente às percepções de cada indivíduo. Diversos fatores como cultura, modelos mentais, tipo de produto ou serviço prestado, necessidades e expectativas influenciam diretamente nesta definição. O que é um Prontuário eletrônico de  qualidade para mim, pode ser péssimo para você, com campos demais a preencher, prescrição eletrônica pouco funcional, interface complicada...

Qualidade, n.
  1. As características de um produto ou serviço que afetam sua capacidade de satisfazer necessidades explícitas ou implícitas. Quais suas necessidades quanto à um PEP? Quer um que te permita recuperar dados como quantos pacientes deixarama de comparecer às suas consultas com DM ou HAS? E você, Gestor, quer saber o tempo gasto desde o acolhimento do paciente até a primeira conduta médica (tempo Ouro)?
  2. Um produto ou serviço livre de deficiências. Quais as deficiências inaceitáveis para você: Ausência de prescrição eletrônica? Ausência de funcionalidade de inserir fotos de lesão do paciente, diagrama corporal, curva de crescimento e peso?
  3. O grau em que um conjunto de características inerentes satisfaz os requisitos. Esse prontuário possui as características que considera importantes?
  4. Conformidade com os requisitos. Cumpre os requisistos de estrutura, funcionalidade e segurança da SBIS/CFM?
  5. Aptidão para o uso. É intuitivo? As dificuldades de uso são contornadas com treinamento?
  6. Satisfazer as necessidades e expectativas do cliente. Quais as suas necessidades e expectativas?
  7. Superioridade aos concorrentes. Conhece as outras possibilidades no mercado?

Portanto, qualidade é subjetiva e cada usuário possui a sua qualidade. É de extrema importância o mapeamento da qualidade antes da escolha do produto para que as expectativas se satisfaçam e você obtenha um produto de qualidade.

Esse artigo foi escrito em homenagem ao amigo Dr. Fábio Castro do Informática Médica no PSF devido a uma conversa que tivemos outro dia pelo Facebook.



A SBIS certifica qualidade no Prontuário Eletrônico? é um artigo original do TI Medicina. Quando for copiá-lo dar os devidos créditos.


TI Medicina: http://timedicina.com.br

9 de dez. de 2012

Formação de consultores e auditores em Certificação de Softaware Médicos


Essa semana foi realizada a segunda fase do EduCert  - Programa de Formação de Consultores e Auditores em Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde, no HC da USP em Ribeirão Preto. Foi ministrado pelo Prof.Dr. Renato Marcos Endrizzi Sabbatini, do Instituto Edumed para Educação em Medicina e Saúde, Campinas, SP. Estive presente e posso afirmar que o curso foi excelente! Aguardo ansiosamente a terceira fase do curso.


Também estiveram presentes Dr. Marivan Abrahão, presidente do Instituto HL7 Brasil e o prof. Ivan Ricarte, da UNICAMP e autor do livro Prontuário Médico, uma obra de referência para todos que pretendem desenvolver Registro Eletrônicos em Saúde. Ele me deu o grande prazer de conhecer a Profª Cristiane Galvão, da FMRP- USP, autora do livro. Foi indesculpável que eu não tenha tido tempo de fazer uma entrevista com ela para o blog. 
 
Para quem se interessa pelo tema, o curso tem como objetivo formar consultores de implementação e pré-auditoria ou auditoria de processos de qualificação e certificação de Sistemas de Registros Eletrônicos de Saúde (S-RES) implementado pela SBIS/CFM (Sociedade Brasileira de Informática em Saúde e Conselho Federal de Medicina).

EduCert 
Programa de Formação de Consultores e Auditores em Certificação de Registros Eletrônicos de Saúde

6 de out. de 2012

Como Preparar-se para o Exame de Certificado Profissional da SBIS (cpTICS) 2012

O 1º Exame de Certificação do cpTICS do  será durante o próximo CBIS 2012, em Curitiba, de 19 a 23 de Novembro. Ele faz parte da iniciativa da SBIS de formar profissionais nas TICS (Tecnologia da Informação e Comunicação em Saúde) juntamente com o  proTICS (Programa de Profissionalização da Informática em Saúde). O exame não é obrigatório, mas pretende ser mais uma qualificação para diferenciar o profissional no mercado.

As inscrições vão até o dia 31/10/2012.

Prof. Renato Sabbatini, juntamente com a diretoria  executiva e diretoria de educação da SBIS, disponibilizou um site de apoio com informações sobre o próximo exame. Lá o candidato encontrará documentos oficiais, FAQ, recursos de estudo, fórum de dúvidas e perguntas, palestras gravadas, publicações, links, etc., para os interessados e os candidatos em obter o cpTICS. O site é atualizado regularmente. É preciso cadastrar-se para poder responder às enquetes, fazer o exame simulado, e participar do fórum de discussão.
http://sbis.virtual.org.br/course/view.php?id=34

Nota: para acessar a Biblioteca Virtual neste site e no www.sbis.org.br você precisa ser sócio em dia com suas obrigações e solicitar uma senha.

26 de ago. de 2012

CFM e SBIS tiram dúvidas sobre certificado digital e PEP

A presidente do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (CREMEPE), Helena Maria Carneiro Leão, explica quais são os objetivos da parceria entre o Conselho Federal de Medicina e a Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS). Orientar os médicos no que se refere ao prontuário eletrônico e na retirada da nova carteira digital do médico.

A entrevista foi concedida durante MV Experience, evento realiazado, em Recife, entre os dias 2 e 3 de agosto.
Fonte: Saúde Web

17 de jul. de 2012

Curso de Certificação de Software Médico SBIS/CFM em Belo Horizonte


O INSTITUTO HL7 BRASIL, está promovendo o CURSO DE CERTIFICAÇÃO DE REGISTROS ELETRÔNICOS DE SAÚDE PELO PROCESSO SBIS/CFM que será realizado nos dias 09 e 10 de agosto de 2012, na cidade de Belo Horizonte, MG.

O principal objetivo do INSTITUTO HL7 BRASIL é a formação, a capacitação e a certificação de pessoas em sistemas de informação em saúde, e assim contribuir para a melhoria e a integração dos sistemas de informação em saúde.

  • APOIO:
- Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS
- ALERT Serviços de Licenciamento de Sistemas de Informática para a Saúde, LTDA
- Instituto Edumed

  • OBJETIVO:
Detalhar o Processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde SBIS/CFM e principalmente os seus requisitos, conforme definido no Manual de Certificação de S-RES SBIS/CFM, em sua versão de 2009.

Este curso é pré-requisito para os passos seguintes de capacitação de auditores e consultores em certificação de registros eletrônicos de saúde.

  • PÚBLICO ALVO:
O curso destina-se a todos os profissionais direta ou indiretamente envolvidos com projetos de registro eletrônico em saúde, prontuário eletrônico do paciente e troca de informações em saúde, como gestores e administradores de instituições de saúde, desenvolvedores de sistemas (gestores de TI, consultores, analistas de sistemas, analistas de negócios, programadores, etc) e profissionais clínicos interessados no tema.

  • TÓPICOS DO CURSO:

1. Entendendo o processo de Certificação SBIS-CFM
2. Introdução aos padrões e normas técnicas e de qualidade em Informática em Saúde
3. Análise dos Requisitos de Segurança e Certificação Digital de RES (NGS1 e 2)
4. Análise dos Requisitos de Estrutura, Conteúdo e Funcionalidades de RES
5. Procedimentos para auditoria e certificação de RES pela SBIS
6, A Versão 4 (2012) do Manual de Certificação

  • DOCENTES:
- Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini (Instituto Edumed e UNICAMP, Secretário do Instituto HL7)
- Dr. Marivan Santiago Abrahão (Presidente do Instituto HL7 Brasil)

  • DATA E LOCAL:
9 e 10 de agosto de 2012, das 8:00 as 16:00h, com intervalo para o almoço.

Auditório do Edifício Atlântico: Avenida Afonso Pena, 4100, 4º andar , Cruzeiro - Belo Horizonte - MG
Estacionamento não incluso - Acesso pela Rua Muzambinho.

  • CARGA HORÁRIA:

- 14 horas aula presenciais, 6 horas de atividades pelo site. Total de 20 horas.

  • CERTIFICAÇÃO

- pelo Instituto HL7 Brasil, aos aprovados no curso.

  • SITE DE APOIO:

O curso terá também um site de apoio pela internet, no qual serão disponibilizados para os alunos todos os materiais didáticos e de apoio como slides das aulas, manuais, artigos, exercícios e provas, assim como um fórum para resolução de dúvidas.

  • INVESTIMENTO :

Associados HL7 /SBIS: R$ 720,00
Não associado : R$ 890,00

- O valor total pode ser parcelado no cartão de crédito. Os juros são acrescidos ao valor final, dependendo do número de parcelas selecionadas.
- As empresas não associadas que inscreverem 2 ou mais alunos, pagaram o preço de associado HL7/SBIS.
- Devido ao número limitado de vagas (50), a ordem de inscrição para o curso será de acordo com a confirmação do pagamento



      

22 de mai. de 2012

Instituto do Câncer torna-se primeiro hospital 100% digital do Brasil

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) é o primeiro hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) do país a operar 100% com tecnologia digital.

A instituição acaba de implantar o processo de Certificação de Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde, com reconhecimento do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde (SBIS).

A tecnologia permite eliminar o arquivamento de prontuários em papel. Isso significa reduzir drasticamente o volume de impressos, resultando em vários ganhos. O primeiro benefício vem na forma de uma otimização do espaço físico, permitindo aproveitar a área do Instituto para ampliar o espaço hospitalar voltado diretamente para assistência. O segundo é uma maior agilidade no atendimento, já que não haverá mais perda de tempo devido ao trânsito do prontuário papel de um setor a outro.


Melhores práticas de Medicina
Mas a conquista mais importante pode vir para os pacientes.

O nível de segurança obtido com o prontuário eletrônico e certificação digital de toda a equipe de assistência garantem que, em todos os processos, haja uma conduta uniforme. Será também mais fácil garantir o padrão das melhores práticas de medicina, além de ser possível identificar em todos os passos, quem, quando, onde, e como foi executado um procedimento.

Os benefícios conquistados com a certificação também incluem a eliminação do retrabalho, comum nos processos de prontuário eletrônico sem assinatura, e otimizam as rotinas hospitalares. Agora, ao prescrever uma medicação, o médico não precisa mais esperar o prazo da enfermagem para assinar a prescrição em papel. O pedido eletrônico é válido e de acesso simultâneo a todas as áreas envolvidas.

O sistema implantado no Instituto também elimina completamente a possibilidade de falsificação de assinaturas. "Diferente de um carimbo médico, que pode ser facilmente replicado, cada assinatura digital é única", garante o diretor de Tecnologia da Informação do Icesp, Kaio Bin.