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5 de abr. de 2019

Imagens de Informática em Saúde, Informática Médica, Saúde digital

Atualizei as imagens que mostram o escopo da área de Informática Médica, Informática em Saúde e Saúde Digital.
Quem desejar usá-las, sem modificação, fique a vontade,






29 de abr. de 2018

Impressões sobre o Congresso Europeu de Informática Médica - MIE 2018

O Prof. Dr. Renato M.E. Sabbatini, PhD (Presidente, Instituto Edumed, Campinas, Brasil|) fala sobre as novidades e os destaques do MIE 2018 (Congresso Europeu de Informática Médica), realizado em Gotemburgo, Suécia. 




O primeiro dia: terça-feira, 24 de abril.


O segundo dia: quarta-feira, 25 de abril


O terceiro dia: quinta-feira, 26 de abril

29 de jul. de 2017

Inscrições abertas para Congresso de Prontuário Eletrônico e e-Saúde em SP - 18 a 20/09



As inscrições para o Congresso Internacional eSAÚDE & PEP 2017, realizado pela Sociedade Brasileira de Informática e Saúde - SBIS. O período inicial de inscrições conta com valores reduzidos até o dia 11/08.


Profissionais de hospitais, clínicas, consultórios, operadoras, secretarias de saúde, universidades, consultorias, empresas de software e outros poderão, ao longo dos três dias do evento, conhecer, se atualizar e discutir como a tecnologia pode contribuir na gestão e na assistência à saúde, através de uma abordagem que irá dos conceitos aos aspectos práticos dos temas apresentados.

De 18 a 20 de setembro, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, grandes especialistas irão apresentar e debater os principais aspectos da Saúde Digital e do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).

1 de mar. de 2017

SBIS levanta grupos de pesquisa CNPq em Informática em Saúde



Durante a gestão 2017-2018, a Diretoria de Educação da SBIS realizou um levantamento dos grupos de pesquisa CNPq que trabalham com informática em saúde.

A lista é dividida em duas categorias: "grupos de pesquisa específicos de informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/grupos-de-pesquisa.pdf)" e "grupos de pesquisa que possuem linha(s) de pesquisa relacionadas à informática em saúde (http://sbis.org.br/images/educacao/linhas-de-pesquisa.pdf)".

Se você trabalha em um grupo de pesquisa em informática em saúde e o mesmo não consta na lista, por favor, nos informe pelo contato educacao@sbis.org.br.

15 de out. de 2016

Abertas inscrições para Cursos EAD de Introdução à Informática em Saúde, Telessaúde e Telemedicina

O Núcleo de Tecnologias e Educação a Distância em Saúde da Universidade Federal do Ceará (NUTEDS/UFC) abriu inscrições para quatro cursos ofertados em parceria com o Programa Telessaúde Brasil Redes. O público-alvo são os profissionais de saúde, embora, em alguns casos, demais interessados nos temas possam participar.


São 8 mil vagas abertas para todo o Brasil, 2 mil para cada um dos cursos. As inscrições vão até março de 2017. Interessados devem preencher o formulário de inscrição especificado para cada curso. As informações de acesso serão enviadas em até 48 horas após o preenchimento do formulário. Todos os cursos são gratuitos e autoinstrucionais. 



1ª oferta - Capacitação sobre Diabetes Mellitus para Profissionais de Saúde

O curso tem como objetivo ampliar a capacidade de enfrentamento das principais situações de risco relacionadas ao Diabetes Mellitus que se apresentam no cotidiano do profissional de saúde. Podem participar Enfermeiros e Médicos, preferencialmente atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS), em especial nas Equipes da Saúde da Família (ESF). O curso tem carga horária de 10h.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.


2ª oferta - Curso Contexto Atual da Telessaúde e da Telemedicina no Brasil

O curso de Capacitação "Contexto Atual da Telessaúde e da Telemedicina no Brasil" é voltado para profissionais da área da saúde de nível médio e superior, mas está aberto para demais interessados no tema. 2 mil vagas estão abertas. O curso pretende mostrar a o que é e como funciona o Programa Nacional Telessaúde Brasil Redes.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.

2ª oferta - Curso Introdução à Informática em Saúde

O curso "Introdução à Informática em Saúde" aborda a importância da utilização das Tecnologias Digitais da Informação e das Comunicações (TDICs) na área da saúde, tanto nos aspectos ligados ao que se denomina Informática em Saúde ou Informática Médica, quanto na convergência desta área com a Educação a Distância online. A ideia é enfatizar o valor da educação colaborativa à distância na capacitação profissional em diferentes áreas da saúde. O curso possui três unidades que abordam temas relacionados à história da Informática em Saúde, as perspectivas desta área no Brasil, e aspectos referentes à Saúde Digital. 2 mil vagas estão abertas. Profissionais da saúde e interessados no tema podem participar.
CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.



3ª oferta - Capacitação para Profissionais de Saúde em Telessaúde

O projeto pretende ampliar a capacidade de enfrentamento de situações de risco que se apresentam nas áreas de atuação do profissional de saúde e áreas afins. O curso é constituído de cinco módulos. O primeiro módulo aborda as diretrizes do Programa Telessaúde Brasil Redes, e como este tem funcionado no Estado do Ceará. O segundo aborda as Doenças tropicais com foco na Dengue, Chikungunya e Zica; seguido pelos módulos sobre Geriatria, Drogas e Doenças Crônicas não Transmissíveis. 2 mil vagas estão abertas. Profissionais da saúde e interessados no tema podem participar.

CLIQUE AQUI para acessar o formulário de inscrição.

4 de mai. de 2016

Queremos conhecer os médicos que atuam em Informática em Saúde


A SBIS está com um projeto de tornar a Informática Clínica/Informática Médica uma área de atuação da Medicina e subespecialidade médica.
Para tanto, deseja saber mais informações sobre os médicos brasileiros que atuam tanto no Brasil, como no exterior, em Informática em Saúde.
Clique aqui ou responda abaixo: https://docs.google.com/forms/d/1rdZOCNqGF-G3MiXn7uozey-CBMG138H5STir_O7k7ZE/viewform


6 de mar. de 2016

Whatsapp, criptografia e segurança de dados para telemedicina


Whatsapp é um app para celulares e web, de troca de mensagens (voz, texto, imagem, vídeos e documentos) que a cada dia mais tem sido usado à revelia do CFM, entre médicos e seus colegas e entre médicos e pacientes.

O CFM define a telemedicina como "o exercício da medicina mediante a utilização de metodologias interativas de comunicação audiovisual e de dados, com o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde". 

Face a interpretação de que se trata de ato médico, os serviços prestados através da telemedicina deverão oferecer infra-estrutura tecnológica apropriada e obedecer as normas técnicas do CFM, no que se refere à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional. De acordo com a legislação, em caso de emergência ou quando for solicitado pelo médico responsável, o profissional que emitir o laudo a distância poderá oferecer o devido suporte diagnóstico e terapêutico. O artigo 4.º ressalta, contudo, que a responsabilidade profissional é do médico assistente do paciente; os demais envolvidos responderão solidariamente na proporção em que contribuírem por eventual dano ao paciente.

Uma informação interessante, que a maioria dos leigos desconhece, é que telemedicina é de médico para médico, do médico que assiste o paciente ao médico consultor. Telessaúde envolve profissionais de saúde em geral e pacientes. 

O que falta no app para ser usado na telemedicina?
  • Segurança de dados: o app Whatsapp usa a criptografia end-to-end, o que significa que as mensagens estão criptografadas nos servidores da empresa, e só podem ser lidas/vistas/baixadas no celular que enviou e no que recebeu. Portanto, é segura o bastante, como se pode ver no recente episódio envolvendo a Justiça Brasileira e o Facebook.  Mas o CFM e a SBIS, que definiram os padrões de segurança para a telemedicina, ainda não tem um projeto ou estudo envolvendo segurança de dados em saúde e aplicativos móveis, infelizmente.
  • Guarda, manuseio, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional:  todas essas questões, no que se refere ao aplicativo, ficam muito restritas ao comportamento do médico em relação às boas práticas de segurança na internet. O único entrave seria a guarda propriamente dita. O ideal seria a exportação da conversa para um Prontuário Eletrônico como parte de um atendimento. Para saber mais, veja CERT.br e o artigo  TI Móvel na Saúde: Privacidade, Confidencialidade e Segurança.
  • Inscrição no CRM:a pessoa jurídica que presta serviço de Telemedicina deve estar inscrito no Cadastro de Pessoa Jurídica do Conselho Regional de Medicina do estado onde estão situadas, com a respectiva responsabilidade técnica de um médico regularmente inscrito no Conselho e a apresentação da relação dos médicos que componentes de seus quadros funcionais. Para uso do aplicativo por médicos, e esse pré-requisito já está cumprido.
A evolução da tecnologia é muito rápida e a morosidade das nossas instituições fazem com que o uso de tecnologias pelos médicos deixem de lado a regulamentação da categoria em prol de uma maior agilidade de processos e melhor atendimento à Saúde. 
Continuaremos usando essa ferramenta tão útil para discussão de casos clínicos, passagem de plantão, encaminhamento de casos médicos e segunda opinião, mesmo que o CFM continue ignorando as novas tendências da profissão.
Whatsapp, criptografia e segurança de dados para telemedicina é um artigo original do TI Medicina.

25 de fev. de 2016

CBIS 2016- Congresso de Informática em Saúde em Goiânia de 27 a 30/07



A Sociedade Brasileira de Informática em Saúde - SBIS, juntamente com a Comissão de Governança da Informação em Saúde da Universidade Federal de Goiás - CGIS-UFG (Comissão de Organização Local), realizarão no período de 27 a 30 de novembro, em Goiânia-GO, o CBIS 2016 - XV Congresso Brasileiro de Informática em Saúde.O CBIS é um evento com ampla programação técnica e científica, com exposições de empresas e soluções do setor.

Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016


Eixos Temáticos para Submissões:

  • Eixo I: Sistemas clínicos
Dispositivos móveis aplicados ao cuidado em saúde (m-Health)
Padrões para troca de informações
Plataformas e portais para pacientes
Prontuário eletrônico
Registro eletrônico em saúde
Robótica e realidade virtual aplicados ao cuidado em saúde
Computação gráfica e processamento de sinais e imagens em saúde
Sistemas de apoio à decisão clínica
Sistemas de prescrição e ordens
Sistemas para enfermagem
Sistemas para equipe multidisciplinar e outras áreas da saúde
Telessaúde

  • Eixo II: Informática disciplinar e transdisciplinar aplicada à saúde
Aplicações em dispositivos móveis para educação em saúde e auto-cuidado
Apoio ao ensino e educação continuada
Biodispositivos
Bioinformática translacional
Ética aplicada à informática em saúde
Infodemiologia: epidemiologia e big-data
Informática aplicada à farmácia
Informática aplicada à odontologia
Mineração de dados e Big data
Portais de informação em saúde
Processamento de imagens e sinais biomédicos
Segurança da informação
Sistemas de informação georreferenciada
Terminologias, ontologias, vocabulários controlados

  • Eixo III: Organização, gestão e impacto social da informática em saúde
Formação de Recursos Humanos
Financiamento e Valorização de P&D em Informática em Saude
Acesso à informação
Avaliação de tecnologias em saúde
Barreiras para implementação de sistemas clínicos
Indicadores de saúde: painéis de monitoramento, salas de situação, controle de epidemias
Os sistemas de informação na Saúde Pública
Outros aspectos em saúde pública
Política nacional de informática em saúde
Políticas públicas para saúde com apoio da informática
Estratégia de e-Saúde para o Brasil
Revisões sistemáticas sobre Informática em Saúde
Segurança da informação, aspectos legais e questões éticas em sistemas nacionais

  • Datas Importantes:
Submissão de trabalhos (todas as categorias): de 15/03/2016 a 31/05/2016
Notificação de aceite: 08/08/2016
Envio da versão final para anais do evento: 31/10/2016
Prazo para inscrição de pelo menos um coautor: 31/10/2016
Publicação online dos anais do evento: 25/11/2016
Siga o CBIS 2016 nas redes sociais.

Saiba Mais!

14 de fev. de 2016

História do Surgimento de Associações e Sociedades em Informática em Saúde

Achei esse post no Dental Cadi, escrito pelo Dr.Nielsen Santos Pereira, sobre Sociedades de Informática em Saúde.

"O surgimento das associações e sociedades de Informática em Saúde ocorreu paralelamente ao desenvolvimento da Informática em Saúde, sendo que, nas primeiras décadas, essas sociedades foram veículos importantes para a divulgação dos novos conhecimentos, os quais eram mais facilmente transmitidos através de reuniões científicas promovidas pelas sociedades profissionais.

Atualmente, o papel dessas sociedades profissionais é muito mais abrangente, especialmente no que se diz respeito ao fortalecimento das comunidades profissionais, à promoção da educação continuada e à representação desta área junto a outras organizações públicas e privadas.

A rápida evolução do conhecimento na área da Informática em Saúde tem favorecido a organização de várias associações e sociedades profissionais ao redor do mundo inteiro. Na Tabela 1, apresentamos um sumário com as principais sociedades dessa área. Maiores informações encontram-se podem ser acessadas nos links respectivos a cada sociedade.

Tabela 1 – Principais Sociedades e Associações de Informática em Saúde.


Atualmente, existem dezenas de associações e sociedades em todo mundo. Entre elas estão:

1. IMIA – International Medical Informatics Association

  • História - A IMIA é uma associação internacional independente fundada em 1967, mas estabelecida 1989, sob Leis Suíças. Inicialmente atuava como comitê técnico da International Federation for Information Processing (IFIP ); também está estritamente ligada à Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras organizações internacionais semelhantes. A IMIA engloba dezenas associações constituindo uma federação internacional de IS da qual a SBIS faz parte.



  • Missão - A IMIA cumpre um papel principal na aplicação da Ciência da Informação e Tecnologia nas áreas da saúde e pesquisa na medicina, saúde e bioinformática. Dentre seus vários objetivos, ressaltamos a promoção da informática na saúde; cooperação internacional; estímulo à pesquisa e desenvolvimento de aplicações, etc. A IMIA também funciona como uma organização “ponte” com os objetivos principais de ser uma ligação entre o ambiente acadêmico e pesquisa com os profissionais, as instituições, os fabricantes e vendedores de equipamentos; liderar as comunidades de IS para o século XXI.

2. SBIS – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde

  • História - A SBIS foi fundada em 1986 durante a realização do I Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, em Campinas – São Paulo. A diretoria da SBIS era composta por Roberto Rodrigues, Renato Sabbatini, Cândido Pinto de Melo e Beatriz Leão. A SBIS surgiu praticamente na mesma época que as demais associações, mostrando o interesse e o engajamento de pesquisadores e profissionais brasileiros no desenvolvimento da IS, no Brasil.
  • Missão - A SBIS reúne profissionais especialistas e interessados na área de IS com a finalidade de promover o desenvolvimento dos recursos tecnológicos para a melhoria da saúde no Brasil através de estímulos ao ensino, pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. Além disso, promove congressos e eventos para divulgação de conhecimento e troca de experiências.

3. AMIA – American Medical Informatics Association

  • História - A AMIA é uma associação profissional científica que surgiu em 1988 pela união de 3 organizações: AAMSI (American Association for Medical Systems and Informatics), ACMI (American College of Medical Informatics) e SCAMC (Symposium on Computer Applications in Medical Care). A AMIA, por mais de 35 anos, tem patrocinado e apoiado encontros, educação, políticas e programas de pesquisa. A AMIA continua a ganhar influência como referência na informática em saúde devido suas publicações de alta qualidade como o Journal of the Americal Medical Informatics Association (JAMIA), Computers in Biomedical Research, e M.D. Computing. Além disso, promove o Symposium on Computers Application in Medical Care (SCAMC) – maior congresso de Informática Médica do mundo.
  • Missão - A AMIA visa liderar o caminho na transformação no ambiente em saúde através da ciência, educação e boas práticas na Informática. Ela reúne a comunidade de profissionais e estudantes interessados em informática; visa também ser uma ponte entre o meio acadêmico e o profissional das instituições de saúde. A AMIA apoia 5 domínios: Bioinformática Translacional; Pesquisa em Informática Clínica; Informática Clínica; Pesquisa em Informática do Consumidor e Informática em Saúde Pública.

4. HIMSS – Healthcare Information and Management Systems Society

  • História - A HIMSS surgiu em 1961 e foi fundada no Instituto de Tecnologia da Georgia. É uma organização sem fins lucrativos, focada exclusivamente em prover liderança global para melhorar a utilização da Tecnologia da Informação e Comunicação, dos Sistemas de Informação e Gerenciamento das instituições de saúde.
  • Missão – Liderar globalmente os esforços de otimização de engajamento, qualidade e resultados no ambiente de saúde através Tecnologia da Informação (TI). Os diversos grupos de interesse procuram ajudar no direcionamento estratégico e uma posição oficial nas questões pertinentes a uma melhor utilização da TI e dos sistemas de informação e gerenciamento nas instituições de saúde.
Referência - http://www.himss.org

5. EAHIL – European Association for Health Information and Libraries

  • História - A EAHIL, fundada em 1987, em Brighton, Reino Unido, na presença de mais de 100 delegados da OMS. Mas em dezembro de 1984 um grupo de bibliotecários da área de saúde iniciou os contatos entre os diferentes países europeus. Durante o 5º Congresso Internacional de Biblioteconomia Médica em 1985, em Tóquio, 26 representantes de países europeus se reuniram e iniciaram as discussões do local e data de uma primeira conferência, que aconteceria de 30 de setembro a 5 de outubro de 1986 em Bruxelas. Atualmente, a EHAIL conta com mais de 1400 membros de 25 diferentes países europeus, além dos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Estes membros são bibliotecas, bibliotecários e empresas com interesse na ciência da IS.
  • Missão -. Seus objetivos principais são melhorar a cooperação entre as bibliotecas médicas espalhadas pela Europa; fortalecer os laços entre as bibliotecas médicas da Europa Ocidental e Oriental; elevar os padrões de fornecimento e práticas em bibliotecas médicas; manter os profissionais de biblioteca e de informação atualizados; incentivar a mobilidade e educação continuada no que tange as novas tecnologias; representar as bibliotecas médicas em nível europeu, nas instituições europeias e na OMS.

REFERÊNCIAS
Sigulem D. Um Novo Paradigma de Aprendizado na Prática Médica da UNIFESP/EPM [Tese de Livre- Docência]. São Paulo: Universidade Federal de São Paulo. Escola Paulista de Medicina. Departamento de Informática em Saúde, 1997.
SBIS [homepage na internet]. São Paulo [atualizada em 2013 Out 24; acesso em 2013 Out 25]. História da SBIS; [aproximadamente 5 telas]. Disponível em: http://www.sbis.org.br/
Sabbatini RME. Associações de Informática em Saúde. Informédica [periódico da internet]. 1994 [acesso em 2013 Out 26]; 2 (10): 13-14.Disponível em:http://www.informaticamedica.org.br/informed/assoc.htm"

18 de ago. de 2015

Você já inscreveu a sua startup no Prêmio Pfizer?


http://desafiopfizer.com.br/

Desafio Pfizer é um Desafio de Startups criado pela Pfizer e Berrini Ventures que irá selecionar startups que tragam soluções inovadoras aos principais desafios da Indústria Farmacêutica e Mercado de Saúde do país.

Junto à Berrini Ventures, primeira aceleradora de empresas em saúde da América Latina, a Pfizer lança o seu Desafio Pfizer, em busca de startups inovadoras que alinhem tecnologia e visão de negócios em Saúde Digital para melhorar o mundo e facilitarem a prática médica diária. Serão escolhidas 4 empresas vencedoras, que passarão por 3 meses de mentoria com executivos nacionais e multinacionais da Pfizer, sendo que 2 delas também ingressarão no Programa de Aceleração da Berrini Ventures.

Podem participar startups que tenham sinergia aos desafios lançados. É necessário apenas que os sócios sejam maiores de idade, com no mínimo 1 (um) sócio brasileiro e que a empresa tenha menos de R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) de faturamento.


Serão selecionadas 10 empresas que participarão de um encontro de premiação, com a presença de executivos da Pfizer, da Berrini Ventures, além de outros convidados do setor de Saúde e Investimentos do país.

Dessas, serão selecionadas 4 startups vencedoras para passar por um processo de mentoria, de duração de 3 meses, com executivos nacionais e internacionais da Pfizer. Duas delas também serão convidadas a participar da Turma de Aceleração da Berrini Ventures.

12 de jul. de 2015

Palestra online Gratuita: Curso de Informática Biomédica da UFPR


A Diretoria de Educação da SBIS tem o prazer de convidar a todos para a 6ª palestra do VI Ciclo de Seminários Online de Informática em Saúde. No dia 03/08/2015, teremos a palestra Curso de Informática Biomédica da UFPR.

Resumo: O Curso de Informática Biomédica da UFPR reúne e coloca à disposição do estudante um currículo que proporciona uma formação sólida e integrada, contemplando especialmente as áreas de:
- Bioinformática;
- Processamento de Imagens Médicas;
- Sistemas de Informação em Saúde.
O curso oferta 30 vagas anuais com ingresso no primeiro semestre, teve seu início em 2011 e tem duração de 4 anos. Exigindo do aluno dedicação em tempo integral, pois oferece disciplinas nos turnos da tarde e da noite. Possui convênios de Intercâmbio com Instituições no exterior, bem como bolsas de Iniciação Científica, monitoria e Tutoria.


Palestra: Curso de Informática Biomédica da UFPR

Data: 03/08/2015
Horário: 20h00 às 21h30
Palestrante: Prof.ª Dr. Lucas Ferrari de Oliveira


Mini Currículo do palestrante:

Possui graduação (1998) em Ciência da Computação pela Universidade de Marília (UNIMAR), mestrado em Engenharia Elétrica (2000) pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), doutorado (2005) em Ciências Médicas (Clínica Médica - Investigação Biomédica) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no Departamento de Informática (DInf) e é professor colaborador dos Programas de Pós-Graduação em Informática e de Engenharia Elétrica da UFPR. Atualmente é coordenador do curso de Informática Biomédica da UFPR. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Processamento de Imagens Médicas atuando principalmente nos seguintes temas: alinhamento de imagens, cintilografia miocárdica, neurologia e epilepsia.


Você é nosso convidado. A palestra é aberta ao público em geral, sem necessidade de inscrição prévia. Para acessar a sala virtual de webconferência, utilize um navegador de internet, acesse o link abaixo e entre na sala como Convidado, usando o seu nome.

https://meet52658369.adobeconnect.com/_a1106706205/vi_ciclo_seminarios_online_tics_sbis/

Atenciosamente,

Diretoria de Educação SBIS - Zilma Reis e Juliana Souza-Zinader

26 de abr. de 2015

Artigo sobre comparação de gráfico de visualização de exames laboratoriais de 8 prontuários eletrônicos


Graphical Display of Diagnostic Test Results in Electronic Health Records: A Comparison of 8 Systems.
Sittig DF, Murphy DR, Smith MW, Russo E, Wright A, Singh H. Journal of the American Medical Informatics Association : JAMIA : 2015 Mar 18 pg

Objetivo: determinar o quão bem registros eletrônicos de saúde (RES) atuais facilitaram os processos de visualização e interpretação dos resultados dos testes laboratoriais clínicos. Foram avaliadas as telas gráficas dos resultados dos testes laboratoriais em oito RES usando critérios objetivos para gráficos ideais com base na literatura e na opinião de especialistas.

Método
Foram avaliadas telas gráficas de visualização de resultados de exames laboratoriais em oito interfaces do usuário de Registros Eletrônicos de Saúde, como na tabela 1.

sistemas avaliados

Foram desenvolvidos 11 critérios para gráficos ideais baseado na literatura,  e usados para a comparação dos RES, como pode ser visto abaixo:

critérios de avaliação


Visão geral dos critérios utilizados para avaliar telas gráficas da RSE
  • Patient ID visible: O nome do paciente, data de nascimento e sexo são claramente apresentados no gráfico, ou no quadro de exibição que incorpora o gráfico e não pode ser obscurecido ao ver o gráfico.
  • Title: A descrição do conteúdo do gráfico, incluindo a(s) variável(eis) observada (s), é(são) claramente visível(eis) no gráfico.
  • x-axis label: A descrição do significado do conteúdo do eixo x é exibido claramente. O rótulo de "Data" ou "Time" pode ser suprimido se os rótulos do eixo x são claramente identificados com data (02 de fevereiro de 2015) ou hora (11:00).
  • x-axis scale: O eixo x tem intervalos de escala espaçados de maneira uniforme. 
  • x-axis values: O x -axis tem rótulos que indicam claramente o valor numérico de marcas de escala. As xrótulos -axis carrapato marca deve aumentar em valor como eles se movem da esquerda para a direita ao longo do eixo.
  • y-axis label: Etiqueta no eixo y mostra claramente o nome da variável e suas unidades (por exemplo, Pressão Arterial Sistólica [mm Hg]).
  • y-axis scale: O y -axis tem intervalos de escala espaçados de maneira uniforme 
  • y-axis values: O eixo y tem rótulos que indicam claramente o valor numérico de marcas de escala. Os rótulos de marcas de escala do eixo y devem aumentar em valor à medida que avançam desde a parte inferior para a parte superior do gráfico.
  • Legend: Se existirem duas ou mais variáveis no gráfico, deve haver uma legenda explicando as diferentes cores ou formas utilizadas para marcar os pontos de dados.
  • Reference range: O intervalo de referência é mostrado para cada variável observada. 
  • Data details: Valores exatos de pontos x-y devem estar disponíveis (por exemplo, o usuário pode ver, passe o mouse sobre com o mouse ou clique para ver mais detalhes) para cada ponto de dados em gráfico. 

A avaliação revelou que nenhum dos gráficos dos RES que estudamos reuniu todos os 11 critérios de avaliação. A magnitude da deficiência de 10 de 11 critérios para 5 de 11. Nenhum tinha um gráfico com rótulos do eixo x nomeados ou com as unidades de medida. Um sistema representou graficamente os resultados em ordem cronológica inversa (ou seja, os resultados mais recentes sobre o lado esquerdo do gráfico). Outro sistema mostrou dados coletados em pontos desigualmente espaçados no tempo, o que teve a percepção visual de desvio entre pontos de dados interpretada erroneamente. Esta deficiência teve um impacto negativamente significativo sobre a segurança do paciente. Apenas dois sistemas permitiam aos usuários ver ao passar o cursor, ou clicar em um ponto de dados para ver os valores exatos das coordenadas x - y. Três sistemas não exibiam ID do paciente diretamente no gráfico. 

Cursor mostra dados exatos

ordem cronológica inversa dos dados
Discussão/Conclusão:
A visualização e interpretação dos resultados de testes laboratoriais é fundamental na segurança do paciente. Além disso gráficos que mostram os dados em ordem cronológica inversa pode causar confusão aos usuários.
A visualização clara e imprecisa de dados ao longo do tempo pode ter sérias implicações na tomada de decisão clínica.
Recomenda-se que a legislação vigente nos EUA possa garantir a exibição visual clara e precisa dos dados laboratoriais  através de critérios no teste de certificação. Estes critérios devem ser baseados na melhor evidência científica disponível a partir da literatura e da opinião de especialistas, quando não houver evidência publicada. 

12 de abr. de 2015

Artigo sobre âmbito da computação em nuvem na área da saúde

A scoping review of cloud computing in healthcare . Lena Griebel , Hans-Ulrich Prokosch , Felix Köpcke , Dennis Toddenroth , Jan Christoph ,Ines Leb , Igor Engel e Martin Sedlmayr. BMC Medical Informatics and Decision Making. 15 (Mar. 19, 2015): p17.


Revisão de 102 publicações do MEDLINE de Julho de 2013 a Dezembro de 2014. 
Seis domínios para computação em nuvem nos cuidados de saúde foram classificados em ordem decrescente pelo número de artigos incluídos:
1. Telemedicina / Teleconsulta
2. Imagens Médicas
3. Saúde pública e auto-gestão dos pacientes
4. Gestão Hospitalar / sistemas de informação clínica
5. Terapêutica
6. O uso secundário de dados


1- Telemedicina / teleconsulta: Apoiar a comunicação e partilha de dados entre as partes interessadas na área da saúde é o domínio mais proeminente dos quais 34 artigos, com as seguintes aplicações:

  • sistema de partilha de Prontuário eletrônico e PACS
  • rede ponto-a-ponto para transferir informações médicas como registros de pacientes e histórias médicas entre diversos atores, como hospitais e ambulâncias em um cenário de emergência médica
  • serviços médicos em nuvem de emergência: figura com componentes do sistema como infrastructure as a service (IaaS) , platform as a service (PaaS) and software as a service (SaaS).
  • Cloud Cardiology®: um servidor em nuvem permite compartilhar ECG simultaneamente dentro e fora do hospital
  • ECG de 12 derivações: serviço de telemedicina baseado em computação em nuvem, descreveram claramente como o processamento, visualização, gestão e serviços de e-learning são implantados dentro da plataforma comercial em nuvem da Microsoft Azur
  • e-Science Central: conjunto de serviços de nuvem prestados, que abrangem serviços de armazenamento de dados, mas também a execução do serviço, de fluxo de trabalho e segurança
  • projeto MOVEeCloud: médicos especialistas avaliar a atividade física dos pacientes com base nos dados enviados para a nuvem e-Science Central por acelerômetros wearable.
  • caREMOTE: protótipo de um relatório de supervisão der cânvcer, controlo da qualidade de vida e sinais vitais com telemedicina, que é acessível por dispositivos móveis, protótipo usa a infraestrutura de nuvem que foi construída sobre o Google App Engine (GAE) e os dados foram armazenados emGoogle's Big table technology.
  • dados de sensores de smartphone para detectar padrões de atividade e, finalmente, os padrões de estilo de vida
  • sistema de monitoramento em tempo real remoto de saúde baseada em nuvem (CHMS), que tem como objetivo integrar as redes de sensores multi-hop e computação em nuvem
  • telemonitorização no campo da neurociência: sistema on-line prototypic EEG-BCI (Brain Computer Interface) com base em EEG fones de ouvido sem fio e telefones celulares para prever estados cognitivos em pacientes saudáveis em doentes em situações dinâmicas de vida real
2- Imagiologia médica: armazenamento, compartilhamento e cálculo de imagens
  • PACS baseado em nuvem pode permitir o armazenamento de imagens médicas como "PACS-as-a-Service" ou até mesmo fornecer “radiology round-the-clock” altamente flexível
  • protótipo de prova de conceito para demonstrar que é possível a troca de imagens segura entre um cliente e um servidor DICOM hospedado no Microsoft Azure
  • cliente Android para receber informações do paciente e imagens de um servidor central que é executado em uma máquina virtual Amazon e medidos os tempos de download de imagens via 3G e WLAN. Além de o servidor estar na Internet, nem detalhes sobre a nuvem-particularidades nem sobre proteção de dados / segurança são questões mencionadas.
  • algoritmo de reconstrução cone-beam CT usando MapReduce, avaliado em 10 a 200 cloud nodes da Amazon que experimentam a 1/n diminuição do tempo de computação
  • projeto financiado pela Microsoft para implementar um ambiente de pesquisa virtual para reduzir as barreiras à examers imaginológicos no câncer
3- Saúde pública e auto-gestão dos pacientes: prevenção, promoção da saúde ou melhoria para os cidadãos e os pacientes, mas também para grandes grupos populacionais (epidemiologia)
  • HealthATM: infra-estrutura de saúde pessoal baseada em nuvem para fornecer à indivíduos de grupos populacionais carentes (ou seja, pessoas sem seguro de saúde) acesso instantâneo às suas informações de saúde
  • sistemas para informar os grupos de pacientes carentes que sofrem de diabetes e hipertensão com chamadas telefônicas automatizadas para permitir uma melhor auto-gestão das doenças
  • Sistema baseado em nuvem  para armazenar dados pessoais de saúde e estilo de vida através de dispositivos móveis
  • Telecare Medical Information System (TMIS): serviços médicos para os pacientes e profissionais da área médica, como uma monitorização remota de sinais fisiológicos, através de smartphones
  • protótipo de MyPHRMachines onde uma nuvem é usado para fazer upload dos dados relacionados com a saúde e o software aplicativo lê e analisa em um sistema de registro pessoal de saúde
  • TPM (Tele-PTSD Monitor) :monitor de transtorno de estresse baseado em nuvem para pacientes que sofrem de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) monitorarem seu progresso durante o tratamento
  • IAServ (Intelligent Aging-in-place Home care Web Services): plataforma eletrônica de prestação de serviços de saúde para os idosos em domicílio
  • iFit, que é uma plataforma para a promoção da aptidão física para os idosos através de atividades de gamificação
  • solução para trabalhar com dados de grandes populações por conceituar o uso de nuvens privadas virtuais para informação sobre saúde pública
  • redução do tempo de execução para epidemia de análises usando estruturas em nuvem
  • arquitetura baseada em nuvem para simulação de surtos de gripe pandémica
  • plataforma móvel de saúde baseada em nuvem com foco em eficiência energética
4- Gestão hospitalar e sistemas de informação clínica: implantação de sistemas de informação clínica em nuvens
  • nuvem privada dentro de Seoul National Bundang Hospital Universitário (Coréia), com base na tecnologia de virtualização, uma infra-estrutura de desktop virtual e 400 máquinas virtuais, com acesso fácil a cada um dos sistemas de informação do hospital de todos os dispositivos em todo o hospital.
  • ambiente de dois departamentos do hospital romenos com dois subsistemas clínicas diferentes que são capazes de trocar dados entre si com base em HL7 CDA
  • CMSDF : infraestrutura de dekstop virtual baseado em nuvem é detida e gerida por um grande hospital, que é capaz de compartilhar seu software médico como SaaS com as instituições de saúde Grassroot (menor nível administrativo das instituições médicas na China)
  • transferência de recursos da saúde para sistemas de nuvem deve ler em conta vários requisitos em relação à privacidade e confidencialidade dos dados do paciente e que uma empresa externa é necessária para auditar os mecanismos de segurança do provedor de plataforma de nuvem.
5- Terapêutica: planejamento, gerenciamento ou análise de intervenções terapêuticas
  • site para acesso a informações sobre compostos da droga usada na medicina tradicional chinesa
  • protótipo de um sistema de apoio à decisão clínica (CDS) que os pacotes de dados de um paciente são enviados para um SaaS remoto para análise, ou seja, aplicação de regra e comparação das avaliações locais versus os resultados obtidos  analisados ​​em remotamente
  • sistema de apoio à decisão baseado em nuvem para o reconhecimento precoce da sepse
  • avaliar o ganho de desempenho quando se deslocam simulações de Monte Carlo para o planejamento de radioterapia para a nuvem.
  • modelo baseado em nuvem da Amazon para simulação Monte Carlo da dose de radiação.
6- Uso secundário de dados:
  • Possibilidade de armazenasr e compartilhar dados de pesquisa em saúde e dados de prontuários eletrônicos em uma estrutura de computação em nuvem de modo a cumprir o HIPAA
  • abordagem para permitir serviços baseados em nuvem, que deve oferecer alta escalabilidade e segurança de dados HIPAA-compliant, propóe um protótipo SaaS baseado em NLP, em nuvem para permitir a extração, processamento, gestão, e comparação de dados médicos de vários hospitais
  • serviço NPL baseado em nuvem onde  texto livre é deidentificado antes de colocar na nuvem, com benefícios do uso de computação em nuvem como redução do custo de processamento de dados (sem investimento inicial, pay per use) e os serviços gerenciados que permitem o uso de serviços de computação intensivos e complexos por provedores de dados com departamentos de TI pequenos.
  • modelos de mineração de dados e os resultados podem ser partilhados entre os diferentes hospitais usando servidor baseado em nuvem.
  • sistema protótipo que permite uma arquitetura baseada em nuvem para o mineção e nomarlização de dados para o intercâmbio entre hospitais
Conclusão:

Uma aplicação que realmente melhora a prestação de serviço na Saúde,  por meio da computação em nuvem,  deve descrever explicitamente as características específicas da nuvem da sua aplicação de acordo com as definições do NIST, como elasticidade rápida ou serviço medido, onde um modelo de pay-per-use substitui investimentos iniciais . Pool de recursos ajuda as organizações a consolidar e simplificar os serviços de infra-estrutura e tendências existentes em virtualização. 

Além disso, se a computação em nuvem é uma das principais características de um aplicativo de assistência médica, recomendamos que em futuras publicações, autores que descrevem o modelo de implantação particular escolhido e  tipo de serviço de nuvem usado.

5 de abr. de 2015

Artigo sobre fatores de sucesso para implantação de prontuário eletrônico em ambientes de baixa renda

Fleur Fritz , Binyam Tilahun , Martin Dugas J Am Med Inform Assoc (2015) 22 (2): 479-488 DOI: http://dx.doi.org/10.1093/jamia/ocu038 First published online: 13 March 2015 (10 pages)

Revisão da literatuta (PUBMED) de 47 trabalhos de 1999 até 2013de onde foram extraídos 381 critérios de sucesso e 229 medidas correspondentes. Dos artigos, cerca de três quartos eram de países africanos. O país com o maior número de publicações a África do Sul.
Foi definido como ambiente de baixa renda, partes do mundo em que os recursos para a saúde (dinheiro, recursos humanos, e técnico infra-estrutura) são escassos, com características como deficiência de infra-estrutura  e financiamento na saúde assim como falta de pessoal treinado; deficiência de infraestrutura de TI e pouco treinamento de TI de saúde dentro do currículo médico; situação política que influencia muito dinâmica organizacional, o que dificulta a gestão eficiente do projeto e muitas vezes grande variedade de diferentes línguas tornando-se difícil de usar prontuários em Inglês. A definição de sucesso usada foi baseada no modelo de sucesso dos sistemas de informação DeLone e McLeanDeLone e McLean, a qualidade do sistema, a qualidade da informacão, a utilizacão, a satisfacão do utilizador, o impacto individual e organizational.

Os 381 critérios de sucesso são distribuídos nas seguintes categorias, classificadas por frequência: 112, funcionalidade (29%); 88, organizacional (23,5%); 82, técnico (21,5%); 37, a formação (10%); 24, política (6%); 21, ética (5,5%); e 17, financeira (4,5%).
  • Funcionalidade: ter um dicionário de dados, a qualidade dos dados, ou métodos de entrada de dados, Recursos opcionais ou extras designados especificamente para os usuários finais do prontuário eletrônico , critérios de usabilidade e funcionalidades mencionadas necessárias para agregar e reportar dados.
  • Organizacional:  recursos humanos, por exemplo, ter pessoal qualificado suficiente; questões de gerenciamento de projetos e o compromisso com o projeto de implementação do prontuário pela administração, critérios que estimulam ou impedem o uso do sistema e atitude em relação ao prontuário.
  • Técnico: infra-estrutura, como a rede e acesso à internet, bem como fonte de energia, características arquitetônicas do prontuário, questões de segurança e privacidade que precisam ser resolvidos antes que o prontuário seja implementado com sucesso além de  normas, incluindo padrões de interface, como HL7.
  • Formação: treinamentos, conhecimento existente e caracteríristicas da equipe, principalmente o conhecimento computacional dos usuários.
  • Política: confiança, atitude de mudar, e vontade política em geral. Cerca de um terço se relacionam com as políticas e a infra-estrutura do sistema de saúde, por exemplo, a localização de hospitais e a definição de tecnologia da informação e comunicação em geral.
  • Ético: sustentabilidade do prontuário implementado,  preocupações de privacidade e segurança.
  • Financeiro:  disponibilidade de recursos, a maioria deles mencionou especificamente recursos humanos. As despesas gerais e a necessidade de eficiência foram mencionados em 37% dos critérios.

Os resultados sugerem que os principais critérios para o sucesso da implementação do prontuário eletrôncio dependem da funcionalidade do sistema implementado, seguido pela estrutura organizacional e apoio para o projeto, bem como a disponibilidade da infra-estrutura técnica. Surpreendentemente, o financiamento não foi encontrado entre os principais critérios, embora parecça ser um fator importante, pois é quase sempre mencionado inicialmente, quando se fala em ambientes de baixa renda. A colocaçãodo fator financiamento pode ser devido ao fato de que muitos desses projetos foram financiados por doadores, com custos não está sendo discutidos. No entanto, o aspecto financeiro precisa ser levado em conta. Estudos mostram que há um retorno sobre o investimento em ambientes de baixa renda após 3 a 5 anos.

Neste estudo, parece que os fatores de sucesso são semelhantes aos encontrados em países com melhor renda. No entanto, deve-se reconhecer que existem diferenças em certos fatores individuais, como critérios de infraestrutura técnica, como fonte de energia e redes estáveis.

Projetos de implementação de prontuário eletrônico em ambientes de baixa renda precisam ser cuidadosamente planejados e, idealmente, com base nas melhores práticas para evitar o desperdício de recursos escassos. Responsáveis políticos, gestores e gerentes de projeto não devem preocupar-se apenas sobre as finanças, mas também, como demonstrado na revisão, nos aspectos funcionais, organizacionais e técnicos do PEP. Em particular, os métodos de manipulação de dados confiáveis, recursos humanos e gestão eficaz do projeto, bem como a arquitetura técnica e questões de infra-estrutura são fatores-chave para fazer implementações de sucesso.

9 de fev. de 2015

O que faz um médico especialista em Informática em Saúde?

áreas de atuação do Médico Informata em Saúde

O que é Informática em Saúde?

A Informática em Saúde estuda e desenvolve sistemas computacionais para apoio às atividades médicas, trabalhando com análise e processamento digital de sinais bioelétricos, processamento digital de imagens médicas, desenvolvimento de sistemas de monitoração, apoio ao diagnóstico e à decisão e sistemas de instrução inteligente auxiliada por computador.

O que faz um Médico Informata?

Os médicos que praticam Informática Médica colaboram com outros profissionais de saúde e de tecnologia da informação para analisar, projetar , implementar e avaliar as tecnologias de informação e de comunicação (TICS) que melhoram os resultados de saúde individuais e da população,  a assistência ao paciente e reforçam a relação médico -paciente. 


Esses profissionais usam seu conhecimento da assistência ao paciente combinado com sua compreensão dos conceitos de informática , métodos e ferramentas para : 
  • Avaliar as necessidades de informação e de conhecimento dos profissionais de saúde e pacientes; 
  • Caracterizar, avaliar e aperfeiçoar processos clínicos; 
  • Desenvolver, implementar aquisição, personalização, desenvolvimento, implementação, gestão, avaliação e melhoria contínua dos sistemas de informação clínica .

Áreas de atuação:
  1. Sistemas de informação em Saúde
  2. Certificação Registros eletrônicos em Saúde da SBIS
  3. Telemedicina e telessaúde
  4. Internet em saúde
  5. Padronização de informação em saúde: nomenclaturas, ontologias
  6. Mineração de dados em Informação Médica
  7. Educação Médica em EAD
  8. Processamento de Imagens Médicas
  9. Sistemas de Apoio a decisão clínica
  10. Prontuário eletrônico do Paciente
Retirado do site: http://timedicina.com.br

5 de nov. de 2014

Parte 3 - Aplicativos médicos mais usados pelos médicos

Os posts anteriores utilizando a pesquisa/enquete realizada pelo Blog TI Medicina com seus leitores, mostram que os médicos preferem o sistema iOS, usam principalmente seus smartphones para acessar aplicativos móveis, sites de referência médica na internet, para discussão de casos e leitura de livros. Veja mais nos posts específicos abaixo:
Hoje mostrarei quais os principais aplicativos usados pelos médicos. Alguns participantes preferiram deixar essa resposta em branco, e dos que responderam, cerca de 70%,alguns também colocaram o tipo de aplicativo (por exemplo CID 10, medicamentos...) ao invés de citar especificamente o nome comercial do app.

Vamos a lista por ordem dos mais votados:
  1. 1- Cid 10: Mobilecare Tools (Android e iOS)
  2. Medscape (android e iOS)
  3. Up to date (Android e iOS)
  4. Whitebook -  Guia de prescrições médicas (iOS)
  5. Epocrates  (Android e iOS)
  6. Medicamentos de A a Z (Android e iOS)
  7. Medcalc 3000 (iOS)
  8. iEmergências (iOS)
  9. iPediatria - antigo Pedfácil (iOS)
  10. Micromedex (Android e iOS)
  11. Drogas em CTI (Android e iOS)
e os outros que tiverem pelo menos 01 voto:
Abaixo estão os que eu mais uso nas 2 plataformas:






24 de set. de 2014

Panorama atual do uso de registro médico eletrônico pelos médicos generalistas na União Européia

SMART PROJECT 2011/033 EC-OECD  é uma análise comparativa da e-Health (e-saúde) entre os médicos generalistas/de família e tem como objetivo medir o uso de aplicações de TICs e e-saúde por médicos de atenção primária na União Europeia mais a Noruega, Islândia, Croácia e Turquia.
Gênero e idade dos médicos participantes da pesquisa
Tipo de exercício profissional
Usos que os médicos fazem dos registros eletrônicos em saúde


Foram entrevistados uma amostra aleatória de 9.196 médicos clínicos gerais na União Europeia e os dados foram processados ​​usando técnicas estatísticas multivariadas sofisticadas. 

A pesquisa mostra que o acesso e utilização das TIC básicas (um computador conectado à Internet) na consulta tornou-se quase universal em todos os países (97% da amostra). No entanto, para recursos mais avançados, tais como registos de saúde eletrônicos (RES), troca de informações de saúde (HIE), telessaúde e registros médicos pessoais (PHR), os dados mostram que são necessários mais progressos. Apesar dos progressos feitos em relação a 2007, a existência de sistemas de saúde online na atenção primária é limitada à troca de informações clínicas, tele-saúde e os registros médicos pessoais.

Hoje 93% dos clínicos gerais têm algum tipo básico de RES, mas as aplicações mais avançadas são menos generalizadas. 

O nível de implementação é influenciada por características e atitudes dos médicos, bem como as circunstâncias específicas de cada país, e a percepção do impacto e barreiras. A maioria dos clínicos gerais colocar mais ênfase nas barreiras que nos benefícios e consideram a falta de incentivos e recursos econômicos, a falta de interoperabilidade dos sistemas e a falta de um marco regulatório para a confidencialidade e a privacidade como principal barreiras. 

Segundo os relatos da apresentação, os níveis de utilização sugerem estão longe de atingir a meta e os objetivos estabelecidos de saúde online, tanto no Plano de Ação sobre e-Saúde 2012 como a Agenda Digital para a Europa, e são necessários mais esforços políticos para facilitar implantação. 


Se quiserem comparar com o Brasil, os dois posts abaixo oferecem um panorama atual:
À direita, em cima: registros eletrônicos do paciente: presente em 25% dos estabelecimentos de saúde, registro eletrônico associado a registro em papel: 52%, e apenas registro em papel: 23%